FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

41. Capítulo XLI


Fic: O que vem depois do fim


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Quando acordei, às 6h04 da manhã de uma terça-feira nublada, porém quente, Harry ainda dormia. Levantei-me e dirigi-me ao banheiro a fim de realizar a higiene matinal e tomar um rápido banho. Ao terminar, segui para a cozinha. Enquanto eu preparava o café-da-manhã, duas corujas chegaram trazendo correspondências. A primeira trazia uma carta da Floreios & Borrões avisando que os livros que eu encomendara já haviam chegado; a segunda era Marpesia, a coruja de Ted, portanto presumi que a carta que trazia era destinada a Harry, então deixei que permanecesse ali empoleirada. Artemis e Igraine, as corujas de James e Harry, saíram para caçar na noite anterior e ainda não haviam retornado.


Hugo não demorou a se fazer presente.


- Bom dia, mamãe – ele, que ainda vestia o pijama, me cumprimentou.


- Bom dia, querido – eu retribuí o cumprimento e beijei-o no alto de sua cabeça enquanto ele me abraçava pela cintura. – Panquecas? – Ele assentiu e eu sorri, servindo-o. – Quando estamos só nós dois, parece que voltamos três ou quatro meses no tempo – eu comentei.


- Rose em Hogwarts e só nós dois morando no apartamento – Hugo concordou. – Mas eu gosto de morar com James e com o tio Harry. É divertido.


- Sim, é divertido – eu era obrigada a concordar. – E depois de amanhã teremos a casa cheia novamente – acrescentei.


- Pensei que Rose, Albus e Lily viessem hoje – Hugo disse, a boca cheia de panqueca. Lancei-lhe um olhar repreendedor e ele murmurou um pedido de desculpas, meio sem jeito.


- Viriam, mas Ginny agendou uma viagem de última hora para a quinta-feira e passará cinco dias fora, então James, Albus e Lily ficarão lá n’A Toca  até ela viajar. Harry deve levar James ao final da tarde.


- E Rose?


- Virá com Harry – expliquei. – O senhor hoje está muito perguntador, Sr. Hugo Weasley.


Hugo riu em resposta.


- Bom dia, tia Mione – James cumprimentou, os olhos miúdos de sono e cabelos despenteados. – E aí, Hugo?


- Bom dia, J. – Hugo e eu cumprimentamos em uníssono e eu automaticamente servi panquecas para ele.


- Bom dia, família – Harry adentrou a cozinha logo em seguida. Afagou os cabelos dos garotos e beijou-me a testa antes de sentar-se. – Panquecas! Suco de abóbora?


- Ainda tem um pouco do suco de uva de ontem, se quiser – eu disse antes de assumir o meu lugar à mesa. – E o bolo de cenoura que mamãe fez ainda serve nós quatro – acrescentei. – E, Harry, creio que Marpesia tenha algo para você.


- Será que o bolo não serve cinco, tia Mione? – James perguntou. – Assim eu posso comer o quinto pedaço – acrescentou em tom brincalhão. Harry, que se levantara para buscar a carta que Ted lhe enviara, repreendera James, que logo se justificou: – Qual é, pai, o bolo está uma delícia!


- Se você não tivesse hoje de ir para A Toca para ficar com sua mãe, eu o levaria à casa de minha avó, J. – eu comentei.


- Por falar nisso, como faremos? Levo James, pego Rose e sigo para lá, ou venho buscar você e Hugo aqui? – Harry quis saber.


- Rose vem se arrumar aqui – eu respondi e Harry assentiu em silêncio.


Durante toda a manhã, os meninos ficaram ali conosco, no andar térreo. Hugo estava esparramado em um dos sofás e parecia bastante entretido na leitura de um livro. James me convocara a ajudá-lo a construir um castelo de cartas utilizando um baralho trouxa – este não explodiria antes que tivéssemos terminado. Harry, que nunca fora dado a leituras e não se animara com a proposta de James, tomara para si a tarefa de preparar o almoço.


- Não está tão bom quanto o seu filet à parmegiana, mas... – Harry dissera assim que servira o almoço.


- Está ótimo, Harry – eu dissera e fora apoiada por James e Hugo.


Logo após o almoço, James e Hugo se retiraram para os seus quartos sob o pretexto de jogar uma partida de xadrez bruxo. Estava longe de ser a especialidade de James, que era expert em Exploding Snap, mas Hugo dominava o xadrez bruxo como ninguém e convencera o primo a acompanhá-lo.


Harry e eu estávamos na sala. Ele se esparramara no sofá e deitara em meu colo enquanto eu lia as últimas páginas de um livro meramente didático, um volume que, à época de Hogwarts, só teríamos acesso com a autorização de um dos professores por pertencer à Seção Reservada da biblioteca.


Quando eu anunciei ter terminado a leitura do livro e avisei que ia preparar algo para o lanche, Harry imediatamente se prontificou a chamar os meninos.


- Harry? Meninos? – chamei depois de deixar sobre a mesa o petit gateau que eu improvisara. – Vamos, desçam! Acabei de esquentar o brownie para que possam comer com sorvete!


- Já estou descendo, Mione! – Harry respondera e eu pude ouvir bem a movimentação no andar de cima.


Quando eles surgiram na cozinha, estavam os três de banho tomado e arrumados, não para ficar em casa, mas para um passeio.


- Hmmm – eu fiz. – Estão bonitos, esses rapazes! Posso saber aonde vão?


- Vamos comer o seu brownie com sorvete e depois iremos dar uma volta – Harry respondeu de pronto. – Programa de garotos.


Eu o fitei, uma sobrancelha arqueada em claro sinal de desconfiança. Eu não sabia se Harry tinha o costume de fazer programas de garotos com James e Albus quando estava casado com Ginny. O único programa de garotos que Harry costumava fazer – e do qual eu tinha conhecimento – era o acampamento para jogar Quadribol com os Weasley durante os fins de semana no verão. Bem, eu estava certa de que não era o caso.


Lembrei-me da carta que Ted enviara aquela manhã a Harry e imaginei que pudesse haver alguma relação com aquele misterioso e incomum programa de garotos.


- Tudo bem – eu assenti e dei de ombros, depois me coloquei a servi-los.


Eles não se demoraram. Assim que terminaram, Harry e os meninos saíram. Foram de carro. Harry me garantiu que não demorariam mais do que uma hora e que voltaria em casa para buscar as coisas de James. Só então iria deixá-lo n’A Toca e traria Rose.


Uma vez sozinha, suspirei e fui lavar a louça. Surpreendi-me quando uma coruja do Ministério da Magia adentrou a minha cozinha e se empoleirou, piando alto para me chamar a atenção. Eu sabia que ela fora instruída a demonstrar a urgência da mensagem que trazia.


Mafalda Hopkirk. Sempre ela. Mas a sua mensagem era curta, sem grandes explicações. Ela apenas pedia que eu fosse ao Ministério da Magia às 16h.


Chequei o relógio. 15h37. Era somente o tempo de eu me trocar e aparatar no centro de Londres, próximo ao Ministério. Rabisquei uma resposta, afirmando que eu estaria lá no horário marcado e despachei a coruja.


Uma vez pronta, liguei para Harry e disse-lhe que iria ao Ministério. Não especifiquei a mensagem de Mafalda Hopkirk para não deixá-lo preocupado. Ele não fez muitas perguntas, apenas quis saber se eu demoraria. Respondi que não, que provavelmente já estaria em casa quando ele chegasse e desliguei o telefone.


A reunião com Mafalda Hopkirk foi rápida e sem rodeios, exatamente como era do perfil dela. O que me trouxera ali era realmente preocupante, entretanto. A varinha de Mitchell fora utilizada repetidas vezes na última hora. Quando me fora enviada a mensagem, havia sido utilizada apenas duas vezes para a realização de feitiços de proteção. A terceira vez fora para a execução de um simples feitiço reparador.


O problema, entretanto, estava no fato de os feitiços terem sido realizados nas redondezas de Knightsbridge. A localização exata fora relativizada pelo fato de feitiços de proteção abrangerem uma vasta área.


Por fim, me foi dito que já havia funcionários e aurores esquadrinhando a área para descobrir onde ele se escondera, se é que ele ainda estava em Londres. As buscas durariam quarenta e oito horas e todos esperavam que um novo feitiço fosse realizado para tentar uma localização mais precisa.


Eu deixei algumas orientações antes de deixar a Seção de Controle do Uso Indevido da Magia e enquanto atravessava o corredor rumo ao átrio do segundo nível, me bati com um Ron apressado.


- Desculpe – ele disse, ríspido, e seguiu seu rumo. Parou não muito adiante. – Espere! A que horas você vai buscar Rose?


- Não sou eu quem vai buscá-la. Harry vai levar James a Ottery St. Catchpole, então aproveitará para buscá-la – eu respondi no mesmo tom frio que ele utilizou para se dirigir a mim.


- Rose está na loja de George. Ficará lá até a hora do jantar, quando ele poderá levá-la a Ottery St. Catchpole, já que eu não sei a que horas o meu turno de buscas acaba – Ron explicou-se. – Ela pediu para ir com ele e eu permiti. Espero que não haja problema.


- Não há problema. Eu avisarei a Harry para buscá-la no Beco Diagonal – eu disse e dei-lhe as costas.


Deixei o Ministério da Magia e saí para a Av. Shaftesbury, que era cortada pela Charing Cross Road, rua onde estava localizado o Caldeirão Furado. Aproveitaria para buscar Rose na Gemialidades Weasley, já que estava tão perto do Beco Diagonal.


Em meio ao caminho, passei por uma pequena confeitaria e resolvi ligar para Harry para sugerir que nos encontrássemos no Caffè Vergnano, ali perto. Não consegui falar. O celular dele estava fora de área. Tentei mais uma vez. Nada. Na terceira e última tentativa, deixei-lhe uma mensagem na caixa postal.


- Oi, Harry. Já saí do Ministério. Rose está no Beco Diagonal, então vou buscá-la. Pensei que poderíamos nos encontrar no Caffè Vergnano na Charing Cross Road, o que acha? Quando ouvir esse recado, me liga – finalizei a chamada no limite, exatamente quando ouvi o segundo bipe que encerrava a gravação.


Me senti idiota por ter deixado uma mensagem na caixa postal ao invés de simplesmente enviar uma mensagem de texto, mas pareceu-me mais prático no momento. Eu estava caminhando em uma das mais movimentadas avenidas do centro Londres e não podia me distrair redigindo uma mensagem.


Eu estava já próxima do cruzamento entre a Av. Shaftesbury e a Charing Cross Road quando senti algo me atingir nas costas. Vi tudo ao meu redor girar e ficar embaçado enquanto eu sentia as minhas pernas cederem. Alguém aparou a minha queda, mas tudo o que eu vi foi a escuridão.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Coveiro em 15/11/2012

Apesar de não ser o maior fã da ideia de Rony e Mione assim com Harry e Gina terem casado, sua fic esta tomando rumos interessantes

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.