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5. Capítulo V


Fic: Um Preço Alto Demais HHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione encontrou Cho cochichando com Harry, em um canto mais afastado.
A fisionomia de Harry mostrava-se impenetrável. A de Cho, vivaz, mas angustiada.
Hermione não se decidiu se era um bom ou mau sinal. O tête-à-tête, era unilateral, mas Harry não se afastava nem dizia para ela ir embora. Ele apenas escutava.
O infeliz marido de Cho estava empenhado com um dos membros do comitê, sem perceber as tentativas de sedução em que a sua querida esposa se empenhava.
Assim que Cho percebeu Hermione aproximar-se pelo gramado, despediu-se rapidamente e voltou para o lado do velho político.
— O que ela queria?
— Você não deveria perguntar às pessoas sobre assuntos pessoais.
— E por que não?
— Por que é descortês.
— Bem, acontece que ela foi muito indelicada comigo na toalete. Chamou-me de substituta de segunda classe. Disse que você a amava e que poderia tê-lo de volta assim... — Ela estalou os dedos como Cho fizera.
— Sei.
— Ela pode mesmo, Harry?
Ele riu.
— Nem em um milhão de anos.
— Foi o que eu lhe disse. Disse que ela fazia parte do passado e que você a desprezava.
— Ótimo. — O sorriso dele foi sombrio.
— Como eu disse antes — Hermione se alegrou —, você ficará melhor sem ela.
Ele não respondeu. Contemplava a partida do Sr. e da Sra. Axelrod. Hermione teve a impressão de que ele ainda amava Cho.
— Harry. — Ela segurou a mão dele, decidida a fazê-lo esquecer da outra.
Ele descontraiu-se e apertou-lhe os dedos. O estômago dela contraiu-se.
— O que você vai fazer amanhã? — ele perguntou, com suavidade sedutora. — O que você vai fazer "esta" noite?
— Desculpe. Tenho outros planos para hoje.
O coração dela disparou.
— O que vai fazer?
— Nada do que está pensando. Tenho assuntos de negócios para resolver.
— Sábado à noite?
— Sim.
— Não vai me contar nada, não é?
— Não.
— Isso é muito cruel. Estou ardendo de curiosidade.
— E você vai atormentar-me até eu contar.
— Sim.
— O fato, srta. Granger — ele beijou-lhe a mão —, é que conheço um homem que seria um excelente sócio para Grangerwinds. Mas tenho de fazer algumas verificações antes.
— Está falando sério?
— Acha que eu mentiria para você?
Hermione tirou a mão. A parceria para o haras era um assunto prioritário, apesar de Harry ser um homem muito atraente e de ela estar impaciente para descobrir-lhe as propaladas qualidades de amante.
— Quem é ele? Lembre-se. Não quero ninguém que vá interferir na administração da fazenda.
— O camarada não tem interesse nisso.
— Qual o nome dele?
— Preciso de autorização para dizer-lhe.
— E por que todo esse segredo?
— Não é segredo. Trata-se apenas de um assunto confidencial por enquanto. Pode avisar Tonks que ela não precisa procurar mais ninguém. Dê preferência a meu cliente, está bem?
— Claro. Como eu já lhe disse, não quero nenhum maluco por cavalos, não importa quão rico seja. Quero um camarada que more na cidade, que não entenda de cavalos e tenha mais dinheiro de que juízo.
— É exatamente o que pretendo oferecer-lhe.
Hermione mal podia acreditar na sua sorte. Os problemas estavam resolvidos!
E também o que mais a perturbava. O desejo por aquele homem.
Ela imaginava como poderia restringir-se a um encontro com Harry, se é que ela ficaria uma semana inteira em Sydney. Harry não era o tipo de homem que a deixaria fazer o que tivesse vontade. Se ele fosse um amante tão ardoroso, como demonstravam seus beijos, então ele é quem decidiria o que deveria ser feito.
O que não seria de todo mau.
Hermione gostaria de sentir como era fazer amor com um homem dominador e talvez exigente. Entretanto, não pretendia ficar viciada na experiência. Não duvidava das pretensões de Harry de seduzi-la no dia seguinte. Mas, graças ao bom Deus, ela poderia escapar na segunda-feira para a tranqüilidade de seu lar e não vê-lo nunca mais. Atualmente, contratos eram feitos por correio eletrônico, assim como transferência de créditos. Não havia necessidade de contatos pessoais. Mark encarregar-se-ia dos detalhes e do seguimento dos negócios.
— Espere até Tonks saber — ela comentou encantada. — Ela vai adorar.
— Saber o quê? — Tonks chegava muito feliz, carregando o troféu. O de Harry ainda estava sobre a mesa.
— Harry acha que conhece o idiota certo para salvar Grangerwinds.
— Idiota, não. — Harry corrigiu. — Sócio.
— Sócio "inativo" — Hermione acrescentou. — Ele não abrirá a boca. Apenas a carteira. Não é, Harry?
— Não exatamente. Ele não é nenhum tolo, Hermione. Ele vai querer saber onde está entrando. Depois de uma recente experiência infeliz, ele exigirá que eu vá a Grangerwinds, para examinar tudo. Existem impostos para investir em criação de puros-sangues. Terei de ficar totalmente satisfeito e assegurar ao meu cliente de que Grangerwinds é um bom negócio, com potencial para uma renda futura garantida e ainda retomo do investimento.
— Ah... E quanto tempo você terá de ficar lá?
— Alguns dias serão suficientes — ele comentou. — Terei de falar com o contador e ver os livros. Se você não tem mais nada a fazer aqui em Sydney, podemos ir juntos, amanhã.
— Bem... eu...
Hermione raramente ficava com a língua presa, mas a sugestão de Harry acabava com o plano seguro que fizera. Ou seja, a prevenção de qualquer envolvimento emocional.
Mas teria de ser firme. Não convidaria Harry para ir a seu quarto na fazenda e arriscar-se a ser descoberta pelos empregados. Já era difícil impor respeito como chefe sendo mulher, atraente, e com apenas vinte e cinco anos. Imagine-se depois de uma coisa dessas...
Hermione jamais tivera um relacionamento com um homem de Grangerwinds. Bem... Não, desde a primeira vez, há cinco anos. Victor fora embora no dia seguinte, assim o risco não fora grande. E também ela ainda não era a responsável pelo haras.
— Tudo bem — ela concordou, irritada com a reviravolta.
— Harry, eu pensei que você estivesse fora da corretagem de investimentos — Tonks alegou.
A treinadora percebeu que havia alguma coisa entre aqueles dois, mas não soube definir o que era. Não era cega. Vira o beijo ardente na tribuna. E, em seguida, durante a premiação, os dois não se largavam!
Era óbvio que Harry tinha mais alguma coisa em mente, além de encontrar um sócio para ela. A intenção de ficar em Grangerwinds até ficar "totalmente satisfeito" podia ter duplo sentido.
— Esse camarada é meu amigo pessoal. — Harry tentou explicar, mas Tonks conhecia embustes masculinos o suficiente, para não acreditar na desculpa.
Ela esperava que houvesse mesmo um sócio em vista e que não se tratasse apenas de um plano para reatar um romance ou vingar-se da ex-amante. Tonks vira muitas vezes Harry e Cho juntos e sabia como ele a amava. Estranha coincidência aquele interesse súbito por Hermione, no mesmo dia em que se encontrara com a "ex".
— Por que ele não quer revelar a identidade? — Tonks desafiou, sem esconder o ceticismo.
— Ele gosta de jogar na sombra. Aparecerá no momento oportuno, quando tiver certeza de que a sociedade se concretizará. Tem a minha palavra.
— Está bem — Tonks concordou.
Tonks não pensava que Harry fosse aproveitar-se de Hermione em questões monetárias. Quanto à outra parte... Bem, esperava que Hermione soubesse defender-se. Jane odiava os homens. Mas corriam rumores de que a filha era uma devoradora deles. As informações não eram muito confidenciais no mundo dos criadores. Os homens acabavam falando. Houve o caso de um domador de cavalos poucos anos atrás. Também o de um representante que vendia vitaminas para animais. Ah, sim. Aquele camarada que dirigia caminhões para uma transportadora de cavalos. Esses eram os que Tonks ouvira falar.
Talvez ela devesse ficar preocupada com Harry...


----->A intenção de ficar em Grangerwinds até ficar "totalmente satisfeito" podia ter duplo sentido... duplo tríplo até quintuplo sentido saushuahsha... desculpa a demora ai... =D não vou demora tanto mais para postar... a fic ganho capa mais ainda não postei pq eu preciso achar a Jessy pra me dizer como eu faço isso ;D... Brigadão pra quem comento e continuem comentando <-----

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