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23. Capítulo 22


Fic: Tudo por Amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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— Estamos perdidos! Estou segura de que nos perdemos! Aonde vamos, pelo amor de Deus? O que pode haver lá encima, além de um acampamento de exploração florestal deserto?


A voz de Gina tremia de tensão nervosa enquanto tratava de ver algo através da neve que caía sobre o para-brisa. Acabavam de abandonar a rota para tomar um caminho inclinado que subia a montanha em uma interminável série de curvas fechadas, curvas que a deixariam nervosa no verão; nesse momento, com a neve escorregadia e a má visibilidade que complicavam as coisas, essa ascensão a deixava em pânico. E justo quando ela pensava que era impossível que o caminho piorasse, dobraram por um atalho serpenteante tão estreito que os ramos dos pinheiros que o rodeavam escovavam os lados do carro.


— Já sei que está cansada — disse Harry. — Se eu não soubesse que assim que se mostrasse uma ocasião, você tentaria saltar do carro, teria dirigido eu para que pudesse descansar.


Desde aquele beijo, quase doze horas antes, ele a tratava com uma cálida cortesia que Gina achava muito mais alarmante que sua anterior fúria, porque não podia desprender-se da sensação de que Harry tinha alterado seus planos... E o uso que tentava fazer dela. O resultado foi que Gina respondia a todos seus agradáveis esforços por iniciar uma conversa com comentários agudos e pungentes que a faziam sentir um arrepio. E também culpava a ele por isso.


Ignorando as palavras do Harry, encolheu-se de ombros com frieza.


— Segundo o mapa e as indicações, vamos em direção correta, mas não havia nenhuma indicação sobre um caminho que subisse em linha reta. Isto é um carro e não um avião!


Potter ofereceu um refrigerante que tinham comprado em uma estação de serviço, onde também carregaram gasolina e ele a tinha acompanhado outra vez até o banheiro. Assim como a vez anterior, a impediu de fechar a porta com chave e inspecionou o banheiro antes de que se fossem, para ver se não tinha deixado algum bilhete.


Quando ofereceu o refrigerante sem responder a sua queixa pelas traiçoeiras condições do caminho, Gina decidiu guardar silêncio. Em outras circunstâncias, teria ficado fascinada com o panorama majestoso das montanhas cobertas de neve e dos altos pinheiros, mas resultava impossível desfrutar da paisagem quando necessitava de toda sua concentração e de suas forças simplesmente para que o carro seguisse avançando na direção correta. Gina supunha que por fim se aproximavam de seu destino, porque fazia mais de vinte minutos que tinham abandonado o último caminho decente. Nesse momento subiam uma montanha, em plena tormenta de neve, e por um atalho que só era alguns centímetros mais largo que o automóvel.


— Espero que quem deu esse mapa e as indicações soubesse o que fazia — disse Gina.


— Sério? — Brincou ele. — Supus que teria esperanças de que nós estivéssemos perdidos.


Ela ignorou o tom divertido de sua voz.


— Eu adoraria que você estivesse perdido, mas não tenho o menor desejo de me perder com você! O assunto é que faz mais de vinte e quatro horas que dirijo com este clima terrível e por caminhos espantosos, e estou extenuada... — Interrompeu-se, alarmada, ao ver uma estreita ponte de madeira. Até dois dias antes, o tempo tinha sido surpreendentemente cálido em Colorado e, ao derreter-se, a neve aumentou o leito dos arroios como esse, que se converteram em pequenos rios transbordados. — Essa ponte não parece segura. O arroio está muito crescido...


— Não temos alternativa.


Gina advertiu preocupação na voz do Potter, e o medo a fez apertar o freio.


— Não penso cruzar essa maldita ponte!


Harry não tinha chegado até ali para voltar atrás. Além disso, era impossível dar a volta nesse estreito atalho coberto de neve. Também era impossível retroceder e baixar a montanha marcha ré por essas curvas fechadas. O atalho tinha sido limpado recentemente, talvez essa mesma manhã, como se Sirius Black tivesse ouvido da fuga de Harry e adivinhado por que seu amigo pediu, várias semanas antes, que chamasse por telefone a uma determinada pessoa e lhe desse indicações detalhadas da maneira de como chegar à casa da montanha. Sem dúvida Sirius se encarregou de que algum cuidador limpasse o atalho para assegurar-se de que, se tentasse, Harry podia chegar. Entretanto, a ponte não parecia segura. O arroio arrastava grandes ramos de árvores e a água corria com tanta velocidade que submetia a estrutura de madeira a um enorme esforço.


— Saia do carro — ordenou Harry depois de alguns instantes de silêncio.


— Sair do carro? Em uma hora estarei congelada e morta! Era isso o que queria durante todo este tempo? Me obrigar a dirigir até aqui, para depois me deixar morrer na neve? — Durante todo o dia, nenhum de seus comentários desagradáveis conseguiu apagar o bom humor do Harry, mas nesse momento foi exatamente isso o que fizeram suas palavras agitadas; Gina notou que ele apertava os dentes quando falou com um gelado tom de irritação.


— Saia do carro! – Repetiu. — Eu vou dirigir para atravessar a ponte. Se resistir, você poderá atravessar depois a pé e subir no carro do outro lado.


Não foi necessário que repetisse. Amassando-se dentro de seu suéter, Gina abriu a porta e desceu do carro, mas o alívio que lhe provocava estar a salvo se converteu em outra coisa, em algo que naquelas circunstâncias era completamente absurdo. Ao ver que Harry se localizava atrás do volante, sentiu-se culpada por ter abandonado o carro, envergonhada de sua covardia e preocupada com a sorte.


E isso foi antes de que ele se inclinasse para o assento traseiro, de onde pegou o casaco de Gina e duas mantas de Gui, passou para ela pela porta aberta, dizendo:


— Se a ponte não aguentar, busque um lugar onde o arroio seja estreito e permita cruzá-lo a pé. Na parte superior da montanha há uma casa com telefone e comida em abundância. Pode ligar pedindo auxílio e esperar ali que passe a tormenta e que cheguem para te buscar.


Harry havia dito "se a ponte não aguentar" sem um quê de emoção na voz nem no rosto, e Gina se estremeceu ao comprovar que Harry Potter era capaz de arriscar sua vida sem a menor preocupação. Se a ponte não resistisse, ele e o pesado automóvel se precipitariam a esse arroio fundo e gelado. Gina agarrou a porta para impedir que a fechasse.


— Se a ponte não resistir — disse —, jogarei um galho ou um ramo ou algo para que possa agarrá-la e chegar até a borda.


Assim que ela terminou de falar, Harry fechou a porta, e Gina se estremeceu e se cobriu com as mantas e o casaco. As rodas do carro giraram na neve até que se firmaram e o carro começou a avançar com lentidão. Gina conteve o fôlego e começou a murmurar desordenadas orações, enquanto caminhava para a ponte. Uma vez ali, olhou a água turbulenta, tratando de calcular sua profundidade. Passavam velozmente enormes troncos que giravam sobre si mesmos. Agarrou um grosso ramo de ao redor de dois metros e meio de comprimento e o afundou. Ao comprovar que não tocava o fundo, deixou-se levar pelo pânico.


— Espera! — Gritou, tratando de fazer-se ouvir por sobre o bramido do vento. — Podemos deixar o carro aqui e seguirmos os dois a pé!


Se Harry a ouviu, ignorou-a por completo. O motor bramava enquanto as rodas giravam em falso e logo se firmavam; então o carro saltou para frente e adquiriu a força necessária para avançar pela neve, rumo à ponte. De repente Gina ouviu que as madeiras da ponte chiavam e gritou:


— Não tente! A ponte não resistirá! Desce! Desce do carro!


Era muito tarde. O Blazer avançava sobre as madeiras rangentes, esparramando neve. As rodas giravam, agarravam-se ao piso e voltavam a girar em falso, mas a tração nas quatro rodas cumpriu seu dever.


Com as mantas obstinadas contra o peito, enquanto a neve revoava a seu redor, Gina permaneceu em um estado de indefesa paralisia, obrigada a presenciar algo que era impossível impedir. Não voltou a respirar até que o automóvel e seu louco condutor chegaram sãos e salvos à borda oposta, e então a invadiu uma perversa sensação de fúria contra ele, por havê-la feito sofrer um novo terror. Cruzou a ponte, abriu a porta do acompanhante e subiu no carro.


— Conseguimos! — Exclamou Harry. Gina lhe dirigiu um olhar assassino.


— O que conseguimos?


A resposta a sua pergunta chegou a poucos instantes, depois da última curva do caminho da montanha. Em um espaço do denso bosque de pinheiros se elevava uma casa magnífica construída em pedra e madeira de cedro, e rodeada de balcões de madeira com enormes janelas.


— Chegar até aqui — respondeu ele.


— Pelo amor de Deus! Quem construiu esta casa aqui acima? Um ermitão?


— Alguém a quem gosta da privacidade e a solidão.


— É de algum parente? — Perguntou ela, com repentina desconfiança.


— Não.


— O dono está informado de que pensa usar sua casa como esconderijo enquanto a polícia está trás de você?


— Você faz muitas perguntas — respondeu ele, ao tempo que detinha o veículo junto à casa e descia. — Mas a resposta é não. — Caminhou até o lado dela do carro e lhe abriu a porta. — Vamos.


— Vamos? — Explodiu Gina, apertando-se contra o encosto do assento. — Disse que quando chegássemos a este lugar, me deixaria em liberdade.


— Menti.


— Cretino! E pensar que acreditei! — Exclamou Gina , mas ela também mentia. Durante todo o dia tinha tratado de ignorar o que seu sentido comum lhe advertia: Potter a manteria a seu lado para impedir que dissesse à polícia qual era seu paradeiro; se a deixava ir agora, não tinha nenhuma maneira de impedir que ela fizesse isso.


— Gina — disse ele com tensa paciência —, não faça com que tudo isto seja mais difícil para você. Terá que ficar aqui alguns dias, e te asseguro que não é um lugar desagradável para passar um tempo.


E com essas palavras, tomou as chaves do carro e avançou para a casa. Durante uma fração de segundo Gina se sentiu muito furiosa e desgraçada para poder mover-se, mas depois piscou para conter as lágrimas que apareciam em seus olhos, e desceu do automóvel. Tremendo incontrolavelmente no vento gelado, o seguiu. Rodeou o corpo com os braços e o observou tentar abrir a porta. Estava fechada com chave. Harry a sacudiu com força. A porta não cedeu. Potter soltou o trinco e ficou ali alguns instantes, com as mãos nas cinturas, enfrascado em seus pensamentos. Gina começou a trincar os dentes.


— E a-agora o q-q-ue? – Perguntou. — C-c-como p-p-pensa e-e-entrar?


Harry lhe dirigiu um olhar irônico.


— Como acha? — Sem esperar resposta, voltou-se e se encaminhou para a terraço que rodeava a parte oposta da casa. Gina trotava atrás dele, gelada e furiosa.


— Vai quebrar uma janela, não é? — Especulou com desagrado. Logo olhou os gigantescos painéis de vidro que se elevavam até o teto, pelo menos a sete metros e meio de altura. — Se quebrar um desses vidros, cairão em cima de você e te farão em pedaços.


— Não alimente essa esperança — respondeu ele, observando vários montículos de neve que obviamente se acumularam sobre algo que havia debaixo. Começou a cavar a neve de um desses montículos de onde tirou um grande vaso de barro que levantou e levou até a porta traseira.


— E agora o que faz?


— Adivinha.


— Como quer que eu saiba? — Perguntou Gina de mau jeito. — O criminoso é você, não eu.


— É verdade, mas me condenaram por assassino, não por ladrão.


Com incredulidade, Gina o contemplou cavando a terra congelada do vaso de barro; depois jogou este contra a parede da casa e o quebrou, esparramando a terra sobre a neve, junto à porta de entrada. Em silêncio, escondeu-se e começou a atingir a terra com o punho, enquanto Gina o observava com crescente surpresa e incredulidade.


— Está tendo um ataque de mau humor? — Perguntou.


— Não, senhorita Weasley — respondeu ele com exagerada paciência, enquanto tomava um punhado de terra e o desfazia com os dedos. — Procuro uma chave.


— Ninguém que se possa permitir uma casa como esta e fazer construir um caminho que suba pela montanha vai ser tão cândido para esconder a chave em um vaso de barro! Está perdendo o tempo.


— Sempre foi tão reclamona? — Perguntou ele, balançando a cabeça com irritação.


— Reclamona! — Exclamou Gina com a voz abafada pela frustração. — Você rouba meu carro, me toma como refém, ameaça me matar, e agora tem o... Descaramento de criticar minha maneira de ser?


Seu discurso se interrompeu quando ele levantou um objeto prateado coberto de terra: uma chave que Harry inseriu na fechadura. Com um exagerado floreio, abriu a porta e a convidou a entrar.


— Já concordamos que, no que se refere a você, quebrei todas as regras de etiqueta. Agora proponho que entre e olhe a seu redor, enquanto eu tiro nossas coisas do carro. Por que não tenta relaxar? — Adicionou. — Descansa um pouco. Desfruta da paisagem. Pensa nisto como estar de férias.


Gina o olhou com a boca aberta, logo fechou o queixo com fúria e disse com voz irada:


— Eu não estou de férias! Sou uma refém, e não pretenda que eu esqueça disso!


Como resposta, lhe dirigiu um largo olhar sofredor, como se ela fosse difícil, assim Gina entrou na casa. Dentro, esse retiro da montanha era de uma vez rústico e surpreendentemente luxuoso, construído ao redor de uma gigantesca residência central em forma de hexágono com três portas que davam cada uma a um dormitório em suíte. Os altos tetos de madeira se apoiavam sobre gigantescos troncos de cedro, e uma escada de caracol conduzia a um loft no que se alinhavam formosas bibliotecas. Quatro das seis paredes eram de vidro e ofereciam uma paisagem da montanha que, Gina supôs, devia ser esplendoroso em um dia claro. Na quinta parede, construída em pedra, elevava-se uma enorme chaminé. Frente à chaminé havia um longo sofá em forma de L, estofado em couro. Diante das janelas havia duas poltronas e várias turcas estofadas em tecido raiado, idêntica a dos almofadões descuidadamente jogados sobre o sofá. Um grosso carpete cobria o piso. Em qualquer outro momento, Gina teria se admirado ante esse lugar, que era o mais bonito que tinha visto em sua vida, mas nesse instante estava muito desgostada e faminta para emprestar muita atenção.


Encaminhou-se à zona da cozinha, que se estendia ao longo da parede posterior da casa, dividida do living por um alto mostrador com seis bancos estofados em couro. O estômago ressonou ao olhar os armários de cedro e a geladeira, mas seu apetite já perdia a batalha frente à extenuação.


Com a sensação de ser uma ladra, abriu um armário que continha pratos e copos, depois outro que continha – felizmente — uma variedade de mantimentos enlatados. Decidida a preparar um sanduíche e deitar-se, já estava para tomar uma lata de atum quando Harry abriu a porta traseira e a viu.


— Posso me atrever a esperar que tenha inclinações domésticas? — Perguntou enquanto tirava as botas de neve.


— Está me perguntando se sei cozinhar?


— Sim.


— Para você, não. — Gina voltou a colocar em seu lugar a lata de atum e fechou a porta do armário enquanto seu estômago lançava um grunhido de protesto.


— Deus, que cabeça dura é!


Esfregando as mãos geladas, Harry acendeu a calefação; depois se encaminhou à geladeira e abriu a porta do freezer. Ao aparecer, Gina viu dúzias de grossos bifes, costelas de porco, enormes assados, alguns pacotes envoltos em papel especial para freezer, e caixas e mais caixas de verduras, algumas cruas e outras já cozidas. Era um espetáculo digno de um gourmet. Ficou com água na boca ao ver que Harry pegava um bife de cinco centímetros de grossura, mas a extenuação já a vencia. O alívio que lhe produzia estar em uma casa cálida em lugar do carro, e de ter chegado ao destino depois de uma viagem interminável e tensa, de repente a fez sentir-se frágil, e se deu conta de que mais que comida, o que precisava era uma ducha quente e dormir um momento.


— Tenho que dormir — disse, já sem poder reunir a força necessária para falar com tom imperativo e frio. — Onde, por favor?


Algo na palidez da Gina e em seus olhos pesados de sono fez com que Harry respondesse sem discutir.


— O dormitório fica aqui — disse, girando sobre seus calcanhares e encaminhando-se a uma porta que dava ao living. Quando acendeu a luz, Gina se encontrou em um dormitório enorme, com chaminé e um banheiro em suíte, de mármore negro e paredes de espelho. Notou a presença de um telefone sobre a mesa de luz, e Harry o viu ao mesmo tempo.


— Tem seu banheiro próprio — explicou ele desnecessariamente, enquanto se aproximava da mesa de luz e desligava o telefone, que meteu sob o braço.


— Mas vejo que não tem telefone — adicionou Gina com amarga resignação enquanto se dirigia de retorno ao living em busca de sua valise.


A suas costas, Harry revisou as portas do banheiro e do dormitório; depois a segurou pelo braço quando ela se inclinava para levantar sua valise.


— Olhe — disse —, será melhor que estabeleçamos já mesmo as regras. A situação é a seguinte: não há nenhuma outra casa na montanha. Eu tenho as chaves do carro, de maneira que sua única possibilidade de fugir seria a pé, em cujo caso, congelaria e morreria de frio antes de chegar à estrada. Tanto a porta do dormitório como a do banheiro têm esses ferrolhos inúteis que qualquer um pode abrir com um arame, assim não recomendo que tente se trancar ali dentro, porque seria perda de tempo, e além disso um confinamento inútil para você. Está de acordo comigo até agora?


Gina fez um inútil esforço para liberar seu braço.


— Não sou uma retardada.


— Bom. Então suponho que terá dado conta de que poderá se mover livremente pela casa.


— Me mover com liberdade? Como se fosse um cão beagle treinado, não é?


— Não exatamente — respondeu Harry, e em seus lábios apareceu um sorriso enquanto percorria com o olhar o abundante e ondulado cabelo ruivo de Gina e sua figura fina e inquieta. — Melhor diria como um assustado e vivaz setter irlandês.


Gina abriu a boca para lhe dar a azeda resposta que merecia, mas antes de poder pronunciar uma palavra, voltou a bocejar.


 

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