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24. O tempo se esgota


Fic: O Coração Nunca Esquece ATUALIZANDO


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Capítulo 24 – O tempo se esgota


A saudade causa a cada despedida uma morte. E a morte causa a cada encontro uma saudade.


Matheus Peal


 


Sábado - 13 de fevereiro


 


Os olhos de Draco estavam completamente desfocados enquanto caminhava lentamente em direção ao quarto principal da mansão onde Trevor o estava esperando. Seu terno negro estava desalinhado e sua gravata repousava torta. A única coisa que estava certa em si eram os pensamentos completamente no lugar.


Por mais que estivesse odiando-se por todos os sentimentos avassaladores que o dominavam, sabia que perante Trevor deveria esconder seus pensamentos, ele jamais deveria saber sobre o que verdadeiramente acontecia entre ele e Harry e muito menos que não estavam mais juntos. Trevor era carinhoso e cuidadoso consigo como um bichinho manso, mas sabia ser tão cruel quanto o mestre que ele tanto venerava. Ao parar diante da porta dupla Draco engoliu a saliva acumulada, ergueu a cabeça, ajeitou o terno e a gravata e finalmente estendeu a mão abrindo a maçaneta prateada.


 


Harry caminhava pelas estradinhas de Hogsmead vendo as lojas abarrotadas de alunos eufóricos querendo comprar presente para seus amigos, namorados ou para si mesmos. Hermione andava quase colada em Rony e Harry podia sentir a vibração gostosa do amor que havia entre os dois, ele também sentia isso com Draco. Sentia. O verbo no pretérito imperfeito era constante em sua vida naquele momento, tudo era sentia, vivia, amava, pois não havia mais nada para ter um futuro e mesmo se houvesse não aconteceria. Draco fora embora de sua vida devido sua armação e não voltaria mais. Não havia para o que voltar.


A carta de Trevor ardia em seu bolso parecendo querer lembra-lo de seu encontro a meia noite daquele mesmo dia, um encontro decisivo não somente para ele, mas para o mundo bruxo e para Draco. Finalmente, após anos fugindo, se entregaria de braços aberto para a morte, tal qual fez com Lord Voldemort, porém dessa vez não haveria Horcrux para salvá-lo. Ela finalmente levaria seu corpo, mas somente seu corpo, pois sua alma era de Draco e unicamente dele.


Por um momento, após parar na frente da Dedosdemel e ver o doce preferido do sonserino, Harry se atreveu a deixar seus pensamentos saírem de seu controle ao imaginar o que o loiro estaria fazendo naquele momento. Estaria ele na sua sala comunal, ou no quarto? Ou quem sabe em Hogsmead com alguns de seus amigos importunando os terceiranistas como gostavam de fazer. Talvez. No fundo sabia que ele não estaria em nenhuma dessas opções, mas temia pensar que ele estaria com...


- Tudo bem, Harry? – Perguntou Hermione se aproximando e parando ao seu lado com um sorriso no rosto enquanto via para onde Harry olhava. – Você quer esse doce? Eu compro.


Harry ia lhe dizer que não era necessário, mas Hermione já estava lá dentro. Sorriu de leve para a menina e entrou na loja.


 


Draco andou devagar até a cama grande de dosséis e se sentou na beirada, Trevor estava no banheiro e o mandou esperar. O loiro aguardou imóvel até que o homem saísse somente com uma toalha em sua cintura e com os cabelos pingando enquanto os enxugava.


- Que cara é essa Draco?


- Precisamos conversar. – Disse Draco baixinho sem olhá-lo.


- Eu sei. – Respondeu Trevor indo para o outro lado da cama e jogando a toalha com que enxugava o cabelo em um cesto pequeno. – Mas não quero conversar agora.


- Trevor. – Suspirou Draco se levantando e o olhando determinado. – É referente a... – Até mesmo dizer o nome dele era difícil. - ...Potter


Trevor olhou para Draco com pena, sabia que ele iria lhe dizer que falhou e que não tinha como trazer o grifinório para suas mãos, porém isso ele também sabia. Sorrindo de leve se aproximou e tocou em seu rosto sentindo a textura macia de sua pele alva.


- Draco. – Disse baixinho olhando para os olhos cinza claramente tristes em sua essência e amaldiçoando-se por se deixar levar por esse sentimento ridículo que o dominava quando estava perto dele. – Você não sabe de nada.


Antes mesmo que Draco tivesse tempo de pensar em algo para responder, Trevor adiantara-se e atacara seus lábios com fome enquanto deixava a toalha cair ao chão expondo seu corpo. Draco ofegou nos lábios dele.


Harry viu todos os vidros coloridos nas prateleiras pelos cantos dos olhos. Viu a vendedora informando os sabores para as crianças e recebendo as moedas correspondentes ao produto comprado. Ouvia a gritaria dos pequenos terceiranistas que se acotovelavam para chegar ao balcão e a conversa animada dos alunos mais velhos falando da escola, da família e principalmente das paqueras. Porém todo esse barulho estava em segundo plano, pois estava completamente vidrado na menina a sua frente.


Como não percebera que Hermione tinha traços finos em seu rosto que a fazia ser tão mulher? Passara anos estudando ao seu lado, meses morando na mesma barraca e ainda assim não havia verdadeiramente olhado para ela. Os cabelos castanhos caiam em cachos comportados por toda suas costas e colo, emolduravam um rosto de pele alva e provavelmente macia com lindos olhos marrons que brilhavam completando o sorriso estonteante com dentes perfeitos dignos de uma filha de dentista. Descendo um pouco os olhos os parou nas mãos finas e delicadas. Instintivamente a pegou entre as suas fazendo Hermione o olhar intrigada. Harry experimentava a sensação de perceber como a mão dela era intensamente delicada enquanto via um vinco de curiosidade aparecer entre suas sobrancelhas.


- O que está fazendo?


A pergunta era simples e curiosa, típica dela, mas trazia a percepção de sua voz de sino.


- Nada. – Respondeu largando a mão dela para que o doce pudesse ser pago. – Só estava reparando no quanto você é bonita.


- Hummm, obrigada. – Respondeu a menina para a vendedora e para Harry. – Toma suas balas, vamos encontrar o Rony no Três Vassouras.


Harry sorriu e saiu daquela loja com, somente agora percebeu, uma das meninas mais bonitas de Hogwarts.


 


Draco sentia a mistura de sentimentos dentro de si enquanto a língua de Trevor o invadia deliciosamente divertindo-se com seus lábios. Sua mente informava que deveria manter-se completamente sóbrio para poder explicar a situação e ganhar mais tempo para si e para Harry, mas seu corpo implorava pelo contato de Trevor. Inconscientemente levou a mão até o rosto languido de Trevor e o acariciou delicadamente. Trevor gemeu quando sentiu a mão de Draco puxar seus cabelos expondo seu pescoço para que os lábios do loiro o atacassem deixando-o sem reação por apenas um segundo.


Sentindo os arrepios no abdômen Trevor empurrou Draco em direção a cama o fazendo cair deitado no colchão, sem pudor o comensal subiu na cama e ficou em pé sobre Draco que piscava enquanto via o outro se abaixar aos poucos fazendo-o abrir aboca para receber o membro duro. Trevor gemeu e fechou os olhos quando Draco deu um tapa em sua bunda antes de apertar suas nadegas com força e sugar seu membro como se fosse o remédio para todos os seus males. Os olhos cinza estavam vidrados no homem que gemia pelos seus beijos e toques, aquela visão nublava de si toda e qualquer lembrança de qualquer coisa que o estivesse machucando. Naquele momento ele era Draco Malfoy, amante de Trevor Danver, senhor dos comensais.


 


Harry entrou no três vassouras com os amigos e sentou-se em uma mesa no canto, logo Hermione comelçara seu monologo sobre o futuro pós Hogwarts. Rony nem mesmo ouvia o que a namorada dizia de tão fissurado que estava pela menina, Harry por sua vez, ao contrário do que sempre fez, estava bebendo cada palavra que ela dizia. Mais uma vez percebera o quão idiota era quando ignorava-a pensando que nada dito era interessante. Tudo era interessante. O fato da morte próxima o fez sorrir ao imaginar o futuro de Hermione e Rony conforme ela ia narrando.


Segundo a amiga seu futuro seria na França em um escritório do Ministério onde poderia ajudar as criaturas mágicas que ali estavam escravizadas. Se casaria com Rony que seria um auror e teriam filhos, pelo menos um menino e uma menina.


- E você será o padrinho do primeiro deles.


Harry sentiu-se emocionado com aquela afirmação da menina e quase a deixou ver uma lágrima que estava prestes a cair de seus olhos, mas por sorte fora salvo pela exclamação abobada de Rony.


- Você m pediu em casamento? – Perguntou o menino com o olhar vidrado para Hermione.


- Não sei. – Respondeu Hermione surpresa. – Pedi?


- Você disse que vamos casar na França.


- É, eu disse. – Falou a menina pensando um pouco. – Eu acho que sim, eu pedi você em casamento. – Constatou quase gritando. – Mas você não me disse a resposta.


- É preciso dizer? É sim. Eu aceito.


No mesmo momento uma avalanche de palmas irrompeu no bar enquanto Rony erguia Hermione nos braços e a beijava apaixonadamente. Ao redor de Harry seus amigos sorriam e gritavam vivas aos noivos. Em seu rosto havia um sorriso sincero, um sorriso de amor eterno, um amor por aquelas pessoas, desde o casal que se beijava, passando pelos amigos de escola e guerra até chegar ao menos conhecido.


Madame Rosmerta liberou uma rodada de cerveja amanteigada para todos e uma pequena comemoração se seguiu com muitos risos. Harry falou um pouco com Luna, Neville e Gina. Ficou feliz em saber que estavam todos bem resolvidos em suas vidas amorosas e profissional, mesmo que só para depois do fim do ano letivo.


Após mais alguns minutos Harry se aproximou de Rony e Hermione que ainda eram a sensação do momento, após conseguir afastar Denis, irmão de Collin, que pegou o lugar de fotógrafo de Hogwarts do irmão falecido, se aproximou e sem pensar abraçou Hermione fortemente colocando nesse abraço todo o amor que jamais conseguiu demonstrar para a amiga.


- Parabéns Hermione, tenho certeza de que você irá se dar muito bem em seu futuro.


- Obrigada Harry, você também se dará muito bem em seu futuro como auror tenho certeza.


- Claro. – Sussurrou Harry segurando-se para não chorar.


Após se afastar de Hermione e olhá-la bem nos olhos gravando sua imagem nítida em sua mente, virou-se para Rony. O menino alto e sardento sorria como um bobo para Harry e pela primeira vez o menino que sobreviveu percebeu o quanto amava aquele desengonçado. Rony abriu o maior sorriso que Harry já vira e estendeu a mão para ele. Harry sorriu de leve e se aproximou rapidamente envolvendo-o com seus braços em um abraço nunca dado.


- Ei! – Exclamou Rony abraçando o amigo de volta. – Eu não vou morrer, vou só me casar. Não precisa se desesperar seremos amigos ainda.


- Você é um idiota. – Disse Harry rindo e se afastando.


Os três riram juntos e Harry gostou da sensação, mas logo eles se afastaram e Harry foi em direção a porta. Ao abri-la olhou uma última vez para aqueles rostos e agradeceu pela ultima imagem ser o feliz brinde que Gina puxou de todos. Com um sorriso fraco ele saiu e fechou a porta guardando ali dentro as lembranças que levaria consigo onde quer que fosse após sua morte.


 


Draco apertou as mãos no lençol de seda da cama de Trevor enquanto o homem apertava seu quadril puxando-o para mais perto de seu corpo enterrando-se completamente nele. Os lábios finos de Trevor mordia seu ombro enquanto seu corpo tremia ao penetrar Draco com força e ao mesmo tempo delicadeza.


- Draco, como você é gostoso. – Disse Trevor fazendo Draco se virar e ficar deitado de costas.


Trevor levantou as pernas do loiro e as colocou em seu ombro, passou a mão pelo peito alvo de Draco e brincou com seu mamilo fazendo o sonserino gemer e jogar a cabeça para trás enquanto sentia as gostosas sensações do gozo próximo. Os olhos cinza se abriram e miraram os azuis de seu amante, estavam repletos de luxuria, tesão e completo desejo. Os cabelos negros de Trevor estavam bagunçados e pingavam suor, o corpo definido tremia de excitação.


- Ah, Draco. Como é delicioso estar dentro de você.


Draco bebeu as palavras ditas e se entregou ao gozo que se seguiu com as estocadas fortes e a mão hábil de Trevor que trabalhava em sua ereção. Sentiu quando seu gozo espalhou-se por sua barriga e quando o homem o levantou fazendo-o se sentar em cima de seu quadril enterrando-se por completo e causando a euforia em seus olhos. Trevor abraçou o corpo de Draco enquanto sentia as sensações do orgasmo, suas mãos passeavam pelas costas suadas e sua cabeça repousara em seu peito enquanto ofegava. As mãos do loiro se postaram na cabeça do outro e acariciaram seus cabelos afastando-os de seu rosto. Sem pensar em nada plantou um beijo delicado na cabeça de Trevor e o sentiu tremer.


- Deite-se comigo. – Disse o moreno beijando o peito de Draco antes de se deitar e puxar Draco para seu lado.


Trevor encaixou sua perna no quadril de Draco e o puxou para bem perto olhando dentro de seus olhos enquanto acariciava suas bochechas vermelhas.


- Ah, meu querido Draco. Não sabe o que me causa.


- O que eu te causo?


- Algo que eu não deveria sentir.


Draco não falou nada, não queria que ele continuasse. Sabia muito bem onde Trevor iria chegar e não queria ouvir. Não queria saber de nada, porque saber que Trevor o amava era mais cruel do que saber que ele o mataria quando descobrisse sobre sua falha no plano de levar Potter para suas mãos. Era cruel porque Trevor era tão solitário e carente que sentia dentro de si a necessidade de abraçá-lo e colocar em sua mente o fato de que ele não estava sozinho.


- Eu te amo, Draco. – Disse Trevor baixinho olhando em seus olhos e o fazendo estremecer com a verdade inocente daquele homem. – Vamos ficar juntos, para sempre.


Nenhuma palavra foi dita por Draco, ele apenas sentiu as mãos de Trevor o virarem de costas fazendo-o se aconchegar no corpo másculo do senhor dos comensais dando-lhe total acesso a sua nuca que rapidamente foi reinvindicada pelos lábios dele antes de sussurrar em seu ouvido e o abraçar.


- Durma, mais tarde tenho uma surpresa para você.


Os olhos de Draco obedeceram a ordem dele, não pelo fato de terem sido ordenados, mas porque estava cansado demais para permanecer acordado.


 


Harry abriu os olhos quando já estava escuro. Levantou-se devagar e olhou no relógio, tinha trinta minutos para se encontrar com Trevor no lugar combinado. Com nostalgia olhou em volta e admirou seu cantinho de amor com Draco, a cama no chão bagunçada com seus suores, um pequeno armário ao canto com algumas coisas que deixavam ali e uma mesa para comerem. Era tão simples e tão cheio de amor que Harry senti a pressão em seu corpo querendo derrubá-lo, esmagá-lo em sua grandeza. Mas não deixaria isso acontecer, precisava continuar, pelo bem de todos.


Pegou a capa de invisibilidade, o mapa do maroto e saiu da sala precisa fechando-a para nunca mais abri-la. Sem olhar para trás colocou a capa e rumou com passos firmes em direção ao portão do castelo onde aparataria para sua morte.


 


Draco já estava com seu terno negro muito bem alinhado e olhava-se no espelho tentando pensar no que diria para Trevor quando o relógio batesse meia noite. Faltavam quinze minutos.


- Está pronto, Draco? – Perguntou Trevor o abraçando por trás e beijando sua nuca.


- Onde vai me levar?


- Ora, eu disse que era uma surpresa, surpresas não se contam.


- Sabe que não gosto de surpresas.


- Acredite, meu amor, essa você vai amar. É a resposta de todos os nossos problemas.


Trevor se afastou e levantou a manga de sua camisa expondo a marca negra que dançava em seu braço branco. Com um toque de varinha a marca ficou mais nítida e Draco sentiu a sua arder no mesmo momento.


- Para que está chamando seus comensais?


- Vamos nos encontrar com eles. Será uma ocasião muito boa hoje. Alegre-se.


Draco franziu a testa, mas não questionou, estava em péssimo estado para poder perguntar alguma coisa, ainda estava tentando contar a Trevor que seu plano falhou e que precisava de mais tempo. Trevor por sua vez estava sorrindo internamente com o desespero claro de Draco.


Os dois aparataram perto de um parque em uma vila trouxa em que havia acontecido atentados pelos comensais comandados por Trevor.


- O que fazemos aqui?


- Estamos aqui, Draco. Por que quero lhe apresentar o salvador do mundo, a resposta de nossos problemas e aquele que nos permitirá ficarmos juntos para sempre.


- Do que está falando?


- Estou falando dele. – Disse Trevor apontando para um local escuro de onde um vulto se aproximava devagar. – Quero lhe apresentar o senhor Harry Potter.


Draco arregalou os olhos ao ver o menino vestido com seu uniforme escolar se aproximar dele, os olhos verdes de Harry prenderam-se aos seus e o acompanharam até que ficasse bem de frente um com o outro. Harry não sorriu, mas respirou fundo quando os relógios marcaram meia noite.


- Olá Draco.

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