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10. Capítulo X


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi povo! Eis mais um capítulo... E quando as coisas parecem começar a se encaixar aparece uma pedra no caminho...


 


Carla Cascão: Menina, sabe que eu também não!rs Juro que tento analisar os dois lados da moeda, mas simplesmente tem horas que não dá, eu com toda a certeza ficaria contra o Draco se fosse amiga da Hermione. Mas também concordo sobre a culpa se dos dois, talvez uma parcela maior dele do que dela, mas ainda sim culpa dos dois...


Taina: Oi, oi flor! Também tenho dó dela, ainda mais tendo um marido desses...rsrs


 


Bjs e boa leitura!


 


*****


 


A Bond Street ficava a apenas dois quarteirões de Godric’s Hollow, e, como o dia estava bonito, Draco sugeriu que caminhassem. Hermione concordou, mas quando ele lhe ofereceu o braço, recusou. Assim, andaram até lá sem se tocarem. Dois empregados os seguiam a distância para carregar os eventuais pacotes.


Quando chegaram ela parou indecisa.


— O que você quer comprar, Draco?


— Não tenho a menor idéia. Este é seu território, não meu. As únicas lojas que freqüento são as de calçados e as livrarias. Vez ou outra, o alfaiate. — Fez um gesto largo. — Vá na frente.


Ela olhou ao redor.


— Talvez a Bell’s seja um bom lugar para começar.


— Bell's?


— Sim. Eles vendem cortinas. Ouvi dizer que a Bell’s recebeu alguns veludos bem bonitos, e você irá precisar de cortinas novas em vários quartos. Embora, talvez, decida pintá-los primeiro. — pousou o dedo protegido com a luva na boca, hesitando. — Veremos.


De repente, o loiro riu.


—Lembra-se de quando você começou a redecorar Malfoy Park? Pintou o quarto principal de vermelho e odiou assim que ficou pronto. Mas eu gostei e queria conservá-lo. Que briga tivemos por causa disso!


— E você ganhou.


Pararam diante do estabelecimento para que ele abrisse a porta.


— Interessante como eu sempre cedia à sua vontade naquele tempo.


Ele a seguiu ao interior da loja lotada.


— Ah, eram necessários muitos beijos para convencê-la a ficar do meu lado... E essa era a melhor parte.


— Acho que você deveria parar de falar nessas coisas. — Hermione corou de novo, deixando-o encantando.


Seguiram até o balcão comprido, em que estavam empilhadas diversas peças de veludo.


— Incomoda você quando menciono como costumávamos nos beijar e fazer as pazes? — Draco sussurrou, de modo que ninguém ao redor pudesse ouvir.


Ela o encarou, exasperada.


— Precisa mesmo andar atrás de mim como uma sombra?


— Creio que não vai responder, não é? Sabe que está parecendo um porco-espinho, hoje?


— Tenho cinco boas razões para isso, milorde. Não; seis, se contarmos Millicent.


O loiro não respondeu, se encaminhou até o balcão e avistou uma peça de veludo verde-musgo, a preferida dela.


— O que acha desta?


Hermione inclinou a cabeça, examinando.


— Talvez ficasse bem em sua biblioteca. Com as paredes manteiga e todos aqueles livros com capa de couro, ficaria atraente. O que acha?


— Você gosta?


A jovem olhou para os tecidos espalhados no balcão.


— Isso não faz diferença.


— Para mim, sim, Hermione. — ela nada disse — Você gosta? — ele repetiu.


A castanha[1] mudou o peso de um pé para o outro, respirou fundo e o fitou.


— Sim, sim, eu gosto. Satisfeito, agora?


Uma pequena concessão, mas ele a aceitaria. Sorriu.


— Que bom! Por isso o escolhi.


— Como poderia saber que eu ia gostar?


— Lembrei-me de que você sempre adorou verde-musgo. Ponto para mim.


— Não é preciso ficar tão feliz consigo mesmo.


Logo Hermione ficou em silêncio e só o quebrava quando respondia alguma pergunta ocasional e quando sua opinião era exigida. Percorreram todo o balcão e ela continuava de forma impassível, como se ele a tivesse contratado para decorar sua residência.


Draco queria um sorriso, uma gargalhada, um beijo. Fazia tudo para agradá-la. De repente, algo lhe ocorreu, e pegou um retalho de uma cor que ela detestava.


— Não quero mais verde-musgo em minha biblioteca. Prefiro este aqui!


Hermione o encarou como se ele tivesse perdido o juízo.


— O quê?!


Ele ficou o mais sério que pôde.


— Prefiro este ao verde.


— Mas é cor de laranja! — afirmou, horrorizada.


Ele olhava para o tecido, fingindo estudá-lo, fingindo-se de inocente.


— Gosto de laranja. O que há de errado nisso?


— Eu odeio! É uma cor medonha!


— Mas, querida, eu gosto. — ela se descontrolou.


— Nossa biblioteca não terá nada na cor de laranja!


— Finalmente! — Draco atirou a peça de tecido para o ar, atraindo a atenção das senhoras — Até que enfim uma vitória!


Hermione pareceu desconcertada.


— Do que está falando?


Ele sorriu, sem importar-se que todas as damas de Bell’s reparavam neles.


— Você disse "nossa biblioteca". — ela olhou para o lado, sem-graça.


— Não fiz isso.


— Fez sim, e não pode apagar as palavras.


— Foi um truque, não é, Malfoy? Você não gosta de laranja.


— Claro que não. No entanto, isso não altera o fato de que você a chamou de nossa biblioteca. Sabe o que significa? Mais um ponto para mim!


— Como assim? Do que está falando?


— Se eu conseguir muitos pontos, eu venço.


— Então, trata-se de um outro jogo?


— Não, é o mesmo jogo, e o nome dele é Conquistando Hermione.


Apesar dos esforços, um sorriso veio brincar no rosto dela.


— Quer dizer que, além de ser a adversária, também sou o prêmio?


— Exato! Quantos pontos terei de marcar para vencer? — ela emitiu um som que poderia bem ser uma risada, mas baixou a cabeça e continuou a examinar os panos.


— Quantos Hermione?


— Muitos, milhares...


— Não é justo. Estabeleça um limite.


— Está bem. Que tal dezoito mil, setecentos e quarenta e dois?


— Só isso? Muito fácil para mim. E significa que ganhei um outro ponto — ela ergueu o rosto.


— Por quê?


— Porque, se me odiasse como diz, teria dito um milhão de pontos, pelo menos.


— Você é insuportável! — Hermione pegou uma peça bege com estampa de folhas verdes. — Que tal este para sua sala de música?


— Melhor este aqui. — Draco mostrou um veludo cor de lavanda e, de novo, tentou ficar sério, mas não conseguiu.


A jovem esboçou um sorriso largo.


— Lavanda, Draco? Certamente não para a sala de música, mas poderíamos usá-lo em seus aposentos particulares.


O loiro colocou o tecido no balcão, aproximou-se da esposa e, falando bem baixo, completou.


— Isso a traria para perto de mim?


A jovem por sua vez nem titubeou na resposta.


— Não.


— Então, esqueça. Estava disposto a fazer o sacrifício, mas vejo que seria em vão. Creio que só serviria para uma coisa.


— Para quê?


— Um casaco para sir McLaggen.


Foi impossível dessa vez para Hermione reprimir a gargalhada, e ela esqueceu, por um segundo, que deveria odiá-lo.


— Pobre homem — falou — Você e Blaise realmente pegaram birra dele, aposto que até rimas fizeram.


— Ora querida, é impressão sua.


A jovem ria e ele a olhava admirado, o brilho dos cabelos castanhos e seu sorriso radiante, conteve a respiração, nove anos havia se passado e mudado muita coisa nos dois, mas uma coisa seguia-se sendo sempre a mesma... Quando Hermione ria, era como se o sol nascesse.


De repente, o humor desapareceu de seu semblante, dando a impressão de que o sol se punha em pleno dia. Ele se virou para ver o motivo de tamanha mudança.


Uma linda mulher de cabelos loiros, com um vestido cereja, se inclinava no balcão no centro da loja, rindo e conversando com outra senhora. Ela captou seu olhar e fez um aceno de reconhecimento. Draco respondeu ao cumprimento e desviou o olhar de lady Greengrass.


Havia muito tempo não encontrava a baronesa. Talvez mais de dois anos. Ela parecia estar bem, e o loiro ficou feliz com isso.


Ele se virou a tempo de ver Hermione desaparecer pela porta da Bell's. Sentiu um frio no estômago, temendo que qualquer pequeno progresso que pudesse ter feito na reconquista de sua esposa tivesse se transformado em cinzas.


— Droga!


Draco tentou sair da loja atrás de sua esposa, mas, assim que deu a volta no balcão, duas senhoras carregadas de pacotes, paradas à soleira, tentavam decidir quem deveria passar primeiro. Ele teve de esperar uma eternidade até conseguir alcançar a calçada.


E foi bem a tempo de ver a esposa virando a esquina da Brook Street, caminhando o mais rápido que podia.


— Hermione, espere! — correu atrás dela, chamando seu nome, esquecido dos olhares dos transeuntes.


Não dava a mínima para o fato de estar em Mayfair, a bem comportada e comedida Mayfair, onde ninguém gritava, ninguém corria.


Alcançou a jovem perto da Davies Street.


— Aonde vai?


— Para casa.


Ele a pegou pelo braço.


— A mansão de Godric’s Hollow não é sua casa.


— Agora é. — ela se livrou do toque indesejado. — E continuará a ser, se depender de mim.


— Não podemos falar sobre isso?


— Quer conversar, em vez de fugir? Já é uma mudança. Mas, não. Não quero falar, porque não há nada a dizer. Não quero ver você, nem ocupar meu tempo em sua companhia, nem escolher tecidos para sua biblioteca. Tudo o que desejo é ir embora, por isso, me deixe. Não gosta de ter Sirius como herdeiro? Problema seu. Não tenho nada a ver com isso!


Chegaram ao fim do quarteirão e começaram a atravessar a Duke Street, mas um grande veículo ia passando, e Draco teve de agarrá-la para que ela não atravessasse.


— Por Deus, Hermione! Tenha cuidado!


Ela aguardou que o veículo se afastasse, soltou-se do marido e atravessou, dessa vez prestando atenção por onde andava. Ele continuou a segui-la até que alcançaram o outro lado da via pública, mas, quando a jovem entrou na praça, o loiro parou e ficou vendo-a se afastar. Adoraria que, pelo menos, Hermione olhasse para trás para ver se ele a seguia. No entanto, isso não aconteceu.


Draco pensou em segui-la, mas como a própria mulher afirmara, não havia nada a dizer. Encontrar Astoria Greengrass fora a pior coisa que poderia ter acontecido. Logo naquele momento em que começavam a se entender. Talvez fosse melhor mesmo deixá-la ir.


“Claro que você irá embora. Você sempre vai.”


De repente, ele mudou de idéia, atravessou a praça e entrou na casa a tempo de vê-la no topo da escadaria.


— Hermione! — ela não parou — Quem é que está fugindo, agora?


Ele gritou atrás dela. Suas palavras ecoaram pela sala, mas não houve resposta. Ignorando a curiosidade dos empregados de Potter, Draco subiu os degraus, dois de cada vez, correndo para alcançá-la. E conseguiu impedi-la de trancar a porta do quarto no segundo andar.


Winky, a camareira, se achava lá dentro, colocando alguns vestidos sobre a cama.


— Winky, deixe-nos a sós — o loiro pediu, ofegante.


— Não, fique exatamente onde está — ordenou Hermione.


A mocinha obedeceu o visconde. Ela sabia quem pagava seu salário. Assim, fez uma rápida reverência e retirou-se.


— Como ousa seguir-me até meus aposentos e dar ordens a minha camareira, Draco Malfoy?! Esta não é sua casa. Saia daqui agora ou chamarei Harry para expulsá-lo!


— Esconder-se atrás de seu irmão não vai resolver nada.


— Saia! Vá procurar companhia feminina em outro lugar.


—Não vou mais fazer isso. Por Deus, nunca mais. Não quero viver em eterna guerra com você por causa daquilo que não posso mudar. Não há nada que eu possa fazer para modificar o passado. Nada que eu possa dizer.


— Como não? Por que não tenta algo inteligente, ou algo que me faça rir? Não é assim que age quando tem de lidar com uma situação desagradável?


Aquilo o atingiu em cheio, mas o loiro se recusou a deixá-la perceber como doera.


— Estranho, querida, mas não consigo pensar em nada divertido. Adoraria fazê-la dar risada, mas está além de minhas possibilidades. Não há nada que possa dizer sobre Astoria, Laura, Millicent ou qualquer outra mulher que eu tenha tido. Você terá de superar isso.


— Sei. Aceitar e esquecer. Muito conveniente para você.


— Quer que eu lhe conte sobre Astoria para que tenha ainda mais motivos para me desprezar? Quer?


Ela ficou quieta.


— Algumas das mulheres que levei para a cama não significaram nada. Laura Madley, por exemplo. Usamos um ao outro. Sórdido, sem dúvida, mas foi só isso. Astoria e eu, no entanto, tínhamos algo em comum: nossos casamentos vazios, sem sentido.


Draco notou a tristeza no rosto da esposa, mas não se deteve.


— Astoria e eu consolamos um ao outro. Creia, nós dois precisávamos disso.


— Pare! Não quero ouvir! — Hermione tapou os ouvidos.


— Você deve querer ouvir, pois vive me lembrando a toda hora. Fomos amantes por mais de um ano. Ela era uma boa companhia e uma mulher quente e adorável. E nós dois aproveitamos o tempo que durou.


— Já é horrível ter de encontrar suas amantes por aí, mas não sou obrigada a ficar aqui escutando você falar sobre elas. — tentou sair do quarto, mas ele a impediu.


— Por que não? Será que se importa? — era possível ver a dor no rosto delicado e fácil supor que ele era o causador, mas isso pouco importava naquele momento, foi mais longe, sentindo-se seguro, cruel e droga, culpado — Mulheres de gelo precisam de alguém?


Ela virou o rosto. Como ficou de perfil, Draco pôde ver seus lábios tremerem, apertando-se numa linha fina.


—Eu poderia dizer que Astoria não significou nada para mim, porque é isso o que os maridos dizem a suas esposas. Mas, neste caso, seria uma mentira.


— Como se você se importasse em mentir para mim.


— Não posso dizer que não significou nada, mas também não foi amor, nem nada parecido. Éramos duas pessoas solitárias que se gostavam e se achavam carentes de calor humano.


— Astoria Greengrass estava apaixonada por você.


— Tolice.


— Não, não é tolice. Ela o amava. Todos sabiam disso, menos você.


A jovem tentou se afastar, mas o loiro não permitiu.


— Não era amor, Hermione. Apenas um jeito de fugir da solidão, só isso.


Ela balançou a cabeça, mas não o encarou. O loiro se aproximou mais, tocou-lhe a face e viu lágrimas em seus olhos.


— Meu Deus! — afastando-se, encostou-se na vidraça, odiando-a pelos nove anos de distância, odiando a si mesmo por ter dado motivos para que Hermione a impusesse. — Diga o que quer que eu faça, o que quer de mim?


— Nada. Você é quem quer, e é algo que não posso lhe dar. Acabou Draco, não pode ter-me de volta. Algumas coisas não têm conserto. — com isso, virou-se para deixar o aposento.


— Quantas vezes tenho de dizer que não posso fazer nada a respeito do passado?


—Pode sim. Aprenda com ele, como eu fiz. Aprendi a nunca mais confiar em você.


Não tentou detê-la. Ficou ali, parado, fitando a camisola cor-de-rosa sobre a cama, e o riso daquela manhã ecoou em seus ouvidos. Decoraria toda uma casa com papel de parede rosa, se isso a fizesse sorrir. Mas de nada adiantaria.


Deu as costas para o leito e olhou pela janela, lutando contra a vontade de quebrar os vidros com a testa.


—Droga, droga! — repetia, lamentando as palavras duras e cruéis que proferira minutos atrás.


Passara por aquilo outras vezes. Hermione ficava fria e distante; ele, com raiva, e ambos sofriam. Ela não conseguia perdoar, e Draco ia embora. Na rua, sempre encontrava alguma mulher interessante que não o julgava, não o desprezava, nem o fazia sofrer. Talvez a esposa tivesse razão. Havia certas coisas que eram irreparáveis. Nada que dissesse, fizesse ou tentasse fazer seria suficiente. Não para Hermione.


 


O duque e a duquesa de Tremore chegavam ao lar. Tinham levado seu bebê, James, para passear, e era Harry quem empurrava o carrinho. Quando o casal se sentou no banco do jardim, Ginevra colocou a criança em seus joelhos, e o duque a abraçou.


Formavam um casal feliz, rindo e conversando, enquanto o bebê tomava sol. Eram uma família.


Nesse momento, Hermione foi se juntar a eles. Segurava o chapéu, e seus cabelos maravilhosos brilhavam, refletindo a intensa luminosidade. Pegou James do colo da mãe e o ergueu no ar, para rodopiar e rir com ele. Algo tão duro e dolorido como uma pancada atingiu o peito de Draco.


Tentou desviar o olhar, mas não foi capaz. Apertou as mãos contra a vidraça e ficou ali, vendo sua esposa abraçar um bebê que não era seu filho. Jamais antes se sentira tão miserável, tão carente, nem com tanta raiva.


— Meu Deus, como ele está crescendo! — Hermione desceu o bebê e o aninhou em seus braços. — Não consigo segurá-lo assim no alto por muito tempo.


— James adora quando você brinca assim. — Ginevra fez menção de pegar o filho, mas ela se virou, mantendo a criança fora do alcance da mãe.


— Deixe-me ficar com ele mais um pouco, Ginny. Não o vi o dia todo.


— Acontece que está na hora do soninho da tarde.


— Só mais um minuto... — e apertou o bebê contra si. — Quero aproveitar, pois logo ele estará andando e não irá mais querer ficar assim, em meus braços.


— Está muito perto disso, de fato. — Harry sorriu.


— Quando ele estava em meu escritório esta manhã, agarrou-se na beirada do sofá e saiu andando. Toda vez que caía, tornava a se levantar e a tentar de novo. Sujeito teimoso esse meu filho!


— Não me surpreende. — a jovem meneou a cabeça. — Ele...


O ruído das rodas de uma carruagem sobre as pedras a interrompeu. Os três se viraram para ver quem era. Draco deixava a mansão em seu coche, sem ao menos fitá-los.


— O que há de errado com ele? — Ginevra quis saber.


— Indigestão? — sugeriu Harry, esperançoso.


—Por favor, querido, que coisa mais indelicada! — repreendeu-o a duquesa, segurando o riso.


— Suspeito que eu seja a causa de tamanho mau humor. — Hermione ficou a observar a carruagem desaparecer na curva da estrada, imaginando se, por acaso, o loiro iria atrás de outra para se consolar. Se encontrasse alguma jovem interessante, pelo menos a deixaria em paz por algum tempo.






[1] Oi, alguém conhecesse isso de algum lugar??rsrsrs


Acho tão legal esse termo que não resisti em colocá-lo, não briguem comigo, vamos dizer que foi uma pequena homenagem a uma autora que escreve Dramiones fantásticas. ^^


Quem acertar quem é, ganha um doce!



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Comentários: 1

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Enviado por Carla Balsinha em 04/04/2012

Alô querida!

Pois é,mulher traída, desconfiada para o resto da vida...e agora Draco,como é que vai "descalçar esta bota"?!

Pode ser que nos próximos capítulos,eu consiga dar "a mão á palmatória" ao draco,mas por enquanto,continuo na minha,eu no lugar da hermione já o tinha descartado há muito tempo....Oh hermione,arranja outro mulher!

Quero-lhe desejar uma Santa Páscoa junto dos seus com muitas amêndoas e ovos da páscoa !

beijinhos grandes

Carla Cascão

 

Nota: 5

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