Prólogo
Um homem corria desesperado pelas ruas de Londres. Aquele vazio amarelado pelos postes lhe dava medo.
De onde estava via um beco escuro. Pensou, então, que poderia aparatar quando chegasse lá.
Não seria perigoso, pois não havia pessoas àquela hora da madrugada – nem mesmo viciados em drogas que habitariam esse beco.
Se chegasse ao Ministério da Magia estava salvo. Mas antes, deveria despistar seu seguidor armado.
Estava quase chegando no beco, seu coração batia acelerado, junto de sua respiração.
Tarde demais.
A quente dor dilacerante que lhe atingiu as costas o derrubou. Sentia o sangue enxarcar-lha e uma risada atrás de si foi ouvida.
Ouviu também um disparo e a luz do poste foi a ultima coisa que viu.