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9. Capítulo IX


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi povo! Eis mais um capítulo e nele Hermione está aflita e Draco ataca mais uma vez...
Carla Cascão: Pois é, não é. Draco está abusando da sorte, até quando a Hermione vai aguentar a pressão?
Taina: Flor, que bom vê-la por aqui! ^^
Vou continuar sim a postar, mas estou fazendo alterações e acrescentando algumas coisinhas, os capítulos estão menores por conta disso, mas a história segue sem maiores problemas.
 
Bjs e boa leitura!!
 
*****
 
Hermione se mirava no espelho da sala da modista, mas não via nem sua imagem, nem a fantasia que pretendia usar no baile beneficente. Tudo o que enxergava era o sorriso malicioso de seu marido. Um homem odioso, isso é o que ele era, preparando todo tipo de armadilha, nas quais ela era sempre apanhada. Teria de ser mais cuidadosa dali em diante, pois Draco era muito bom nisso. Aliás, era bom em muitas outras coisas também.
Tocou os lábios com os dedos, sentindo mais uma vez o delicioso calor daquele beijo. Porém, lembrou-se de que ele beijava bem porque tinha beijado inúmeras vezes e muitas mulheres diferentes. No entanto, as memórias dolorosas, só a fez se sentir mais indefesa e ferida.
O que acontecera com ela na véspera, no museu? Por que comportara-se como a mocinha ingênua de nove anos atrás? Havia muito tempo Draco não a tocava daquele modo, mas o tempo não alterara o modo como respondia aos carinhos do marido. Nem mesmo o orgulho conseguiu fazê-la esquecer da excitação que aquelas mãos e boca produziam. Aliás, a ajudara a superar o coração partido, manteve sua cabeça erguida quando ele procurou outras companhias, auxiliou a fingir que não se importava, fez com que encontrasse satisfação numa vida de trabalho social e de bons amigos. Onde esse bendito orgulho havia se metido ontem?!
Cruzou os braços e tornou a fitar-se no espelho. No reflexo, viu toda a confusão e o sofrimento a contemplá-la de volta, e não compreendia a si mesma. O que estava errado com ela? Draco iria magoá-la de novo, se permitisse.
Os artifícios de puxá-la para corredores vazios e de roubar-lhe beijos poderiam ser inofensivos, mas tinha consciência de que o marido era capaz de mentir como ninguém. O pior era que ela estava sempre disposta a acreditar nele. “Você me ama? Claro que sim. Adoro você.”
Uma batida na porta a trouxe de volta à realidade, e Ginevra entrou, fantasiada de Cleópatra.
— Bem, o que acha? — perguntou, alisando os cabelos da peruca.
“Acho que estou perdendo o juízo”, pensou desolada
Com grande esforço, Hermione tentou tirar as cenas do museu de sua cabeça e se virou para a cunhada, grata pela interrupção.
——Qual sua opinião sobre a roupa? Foi tolice escolher algo assim?
A viscondessa olhou para sua melhor amiga, pensando na mulher que Ginevra era quando se conheceram, três anos atrás: insegura, extremamente tímida em se tratando dos assuntos do coração, tão apaixonada por Harry e tentando, com todas as forças, não demonstrá-lo. Estava muito diferente, agora. Ter seu amor correspondido e o fato de haver se tornado uma duquesa acabaram com sua insegurança aumentando sua auto-estima. Mas havia momentos — como aquele — em que aquela antiga Ginevra voltava à tona.
— Não foi tolice, não, bobinha. Por que disse isso?
— Confesso que sempre quis ser Cleópatra. Só não sei se ficarei muito convincente no papel. Mesmo que seja só para um baile à fantasia, teremos de representar nossas personagens a noite toda.
— Está parecendo mesmo uma rainha, Ginny, e creio que Harry ficará feliz em ser seu Marco Antônio. Ele estaria disposto a dar-lhe todo o Império Romano, se você pedisse.
A ruiva sorriu de um jeito que lembrava um gato diante de uma jarra de leite.
— É verdade. Harry já me falou que tenho todo o poder sobre ele. As mulheres podem fazer o que quiserem com os homens, se souberem agir com sabedoria. Demorei muito para entender o que meu marido queria dizer. — Hermione suspirou.
— Se você compreende, explique-me. Um pouco desse poder me seria muito útil...
O sorriso de Ginevra desapareceu, e olhou a cunhada com piedade e isso Hermione não poderia suportar. Tratou de mudar de assunto.
— Como fiquei nestes trajes de marquesa francesa?
—Linda, como sempre. Porém, se quiser que a fantasia fique de fato autêntica, deveria colocar talco nos cabelos. — a jovem viscondessa alisou o veludo azul-escuro do vestido.
— Será que não iria estragar o tecido?
— Pelo menos o talco para cabelos não é mais feito com açúcar.
— Está querendo dizer que antigamente era feito com açúcar?! Isso não atraía todo tipo de inseto?
— Evidente. Essa era uma desvantagem.
— Que horror!
“Se pelo menos mantivesse Malfoy longe de mim, talvez valesse a pena tentar. Ora, eu me prometi não pensar mais nele!”
— Para evitar o uso de talco nos cabelos, você poderia optar por ser uma princesa grega de dois mil anos atrás. Nesse caso, teria de pôr gordura no lugar do talco.
— Credo, Ginny! Por que alguém usaria gordura nos cabelos?
A ruiva rui da expressão de horror da cunhada.
— Eram óleos perfumados Mione, e ao derreter com o calor iam liberando a fragrância.
— Você sabe de cada coisa! Obrigada pela sugestão, mas continuarei como estou. Não posso imaginar o que lady Deane diria se eu aparecesse no baile usando gordura perfumada na cabeça. E, já que é tão sabida, minha querida, o que posso fazer para evitar que o talco danifique o veludo azul?
— Coloque uma peruca. Todos faziam isso há oitenta anos.
—Nunca! Só serviria para me dar coceira no couro cabeludo.
— Ah, é por isso então que vive tirando seus chapéus! Agora compreendo.
Uma batida na porta as interrompeu, e Madam Malkin, uma senhora baixinha, gorducha, sorridente e a mais famosa modista londrina, entrou.
— Duquesa, lady Malfoy, há alguma coisa que queiram alterar? Estou à disposição.
— Adorei meu traje. Ficou perfeito.— Ginevra sorriu-lhe. A modista bateu palmas, lisonjeada. — A senhora é muito gentil. — Dirigiu-se a Hermione: — E a senhora?
— Madam, o que as pessoas usam nos cabelos? Talco?
— Hoje em dia, existe um talco muito bom para perucas. Os juízes e magistrados costumam usá-lo. Mas, se me permite uma opinião, seria uma lástima cobrir seus cabelos com talco. A cor deles é maravilhosa, e combinaria bem com a seda azul-clara e com o veludo azul-marinho. Ficará deslumbrante, milady.
Os momentos apaixonados no museu voltaram como um flash em sua memória, e a jovem viscondessa não teve tanta certeza de que queria estar deslumbrante.
— Obrigada, Madam.
— Concordo com ela, Mione — completou a ruiva. — Nenhuma mulher deste mundo cobriria cabelos da cor dos seus com talco.
— Certo. Então não usarei. — e jurou para si mesma que era por causa da sujeira que o talco causaria. O fato de Malfoy adorar sua cabeleira não tinha nada a ver com aquilo. — Mas temos outro problema. Trata-se de um baile, e não conseguirei dançar uma valsa ou uma quadrilha com isto. Não me admira que na época de minha avó só se dançasse o minueto. Madam Malkin poderia soltar um pouco na cintura? O corpete é apertado demais.
— Claro, mas só um pouco, para não estragar sua silhueta. O vestido ficou espetacular em milady.
A senhora saiu, e uma assistente as ajudou a se trocar. Instantes depois, na carruagem, de volta para casa, Ginevra comentou.
— A modista tinha razão. Você ficou linda com aquela roupa — Hermione se recostou contra as almofadas e olhou para a cunhada.
— Beleza não é suficiente para tornar um marido fiel, não é mesmo? — a ruiva a enlaçou pelos ombros, com carinho.
— Não sei, minha querida.
 
 
Draco teria de tomar medidas desesperadas para conquistar a própria esposa. E compreendia que isso ia demandar algum sofrimento. Manteve-se afastado de Godric’s Hollow por alguns dias, imaginando que Hermione pudesse sentir saudade. Na verdade, ele precisava de tempo para controlar seu desejo. As cenas do museu, o gosto da boca dela, a deliciosa sensação de tê-la nos braços invadiram seus sonhos e dominaram seus pensamentos por três dias.
Na manhã de segunda-feira, decidiu que estava pronto para vê-la de novo. Dessa vez, duvidava de que fosse conseguir roubar-lhe alguns beijos, pois ia ser submetido a um outro tipo de tortura. Pretendia levá-la às compras.
Embora a sugestão de que Hermione redecorasse a casa não tivesse sido aceita com entusiasmo, ele imaginava que, ao começar a comprar os artigos, ela se sentisse parte daquela mansão.
Quando chegou a Godric’s Hollow e a convidou para essa atividade, ela recusou.
— Não quero ir. — E sentou-se numa poltrona. — Não me sinto bem.
— Você mente muito mal. Vamos, ponha um chapéu, pegue suas coisas e vamos andando.
— Já falei que não quero redecorar sua casa.
— Nossa casa. Compartilhamos nossos bens quando nos casamos, lembra-se? Com todos os meus bens terrenos, te abençoei. Portanto agora ela é sua também.
A jovem cruzou os braços
— Você não tinha nenhum bem terreno.
— Claro que sim, um título, alguns quadros horrorosos de antigos viscondes, isso não conta?
— Por que não convida lady Madley para ir às compras com você? Ela adora desfilar na Bond Street e gastar o dinheiro de sir Madley.
Draco entendeu que ela estava atirando Laura em sua face para fazê-lo desistir. Falar sobre o assunto seria ainda pior, entretanto. Poderia contar-lhe como fora vazia aquela relação, nada mais que a satisfação de desejos físicos. E isso fora cinco anos atrás. Para ele, só o futuro importava. Assim, decidiu ignorar o comentário.
— Prefere caminhar ou ir de carruagem? — indagou, com suavidade.
A jovem fez um gesto de impaciência, levantou-se e andou até a lareira.
— Não quero fazer compras!
— Hermione, você adora visitar lojas e sabe como eu odeio. Achei que não perderia a oportunidade de me torturar, testando o conforto de almofadas para as poltronas ou escolhendo tapetes orientais. Sem mencionar as joalherias, onde poderia me convencer a gastar uma fortuna com um inútil colar de rubis e diamantes, para depois exibir para suas amigas.
Ela se virou para o marido.
— Não quero nenhuma jóia vinda de você, Malfoy. E quanto ao resto, já afirmei que não quero gastar o dinheiro que recebo de Harry em sua propriedade, mesmo sendo você quem controla essa renda.
Hermione estava mesmo determinada a brigar, mas o loiro não iria deixar isso acontecer.
— Muito bem, podemos fazer outra coisa, então. Que tal visitarmos alguns amigos? Poderíamos nos sentar no sofá, de mãos dadas. Os casados nunca se dão as mãos em público, portanto... imagine como todos ficariam chocados!
— Não vou visitar ninguém, nem ficar de mãos dadas com você.
— Sem problemas. Se não quer fazer nada disso, talvez possamos voltar ao museu de seu irmão. Ouvi dizer que há alguns afrescos romanos deliciosos escondidos em algum lugar, e que só poucos antiquários tiveram acesso a eles. Você, como irmã do duque, poderia...
— Não.
— Sei que eles são bastante eróticos — continuou, percebendo que ela estava corando, começou a rir Parou bem na frente da esposa para encará-la. — Ora, ora, você já os viu, não é? Aproveitou para dar uma olhada durante os instantes em que esteve sozinha?
— Não diga tolices!
O rosto de Hermione ficou ainda mais vermelho por isso Draco soube que acertara. A idéia de imaginá-la espreitando pelo museu para ver figuras eróticas o encheu de satisfação.
— Pena não ter me lembrado disso naquele dia. Mas você pode descrevê-los para mim. São muito picantes? Não tenha vergonha, querida. Afinal, sou seu marido...
Ela continuava calada, cada vez mais rubra, e o loiro teve a certeza de que os afrescos eram mesmo bastante interessantes.
— Sabe, quanto mais eu penso, mais tenho vontade de voltar ao museu. Garanto que não há nada naqueles afrescos que já não tenhamos feito. Mas, se, na sala em que estão, houver uma fechadura, talvez possamos...
— Está bem, está bem! — Hermione ergueu os braços na direção do marido, como que para fazê-lo parar de falar. — Vamos à Bond Street, como você queria.
Ela se virou e saiu da sala com a saia de seda amarela batendo em seus calcanhares, tamanha a força de suas passadas.
— Mudei de idéia. — Draco deu risada. — Prefiro ir ao museu ver aqueles afrescos indecentes.
— De jeito nenhum. Ande logo! — E ela desceu as escadas sem esperar pelo loiro.

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Comentários: 2

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Enviado por taina cullen em 30/03/2012

huahauhauah, tadinha da mione, mas confesso estar torcendo para o draco =*

Nota: 5

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Enviado por Carla Balsinha em 27/03/2012

Alô querida!

Eu,bem tento ver o lado do draco,mas ainda não estou convencida e acho que a hermione também não...

acho que a culpa não foi só de um,foi do outro também e penso que a hermione tem medo que ele volte a fazer a mesmo....

Cá fico á espera de novas emoções...E,já agora,que falta de imaginação,ir para o museu novamente?!Oh,Draco,muda o roteiro,homem!

Beijinhos

Carla Cascão

Nota: 5

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