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6. Tudo esta bem quando se termin


Fic: Nova Chance de Harry [REVISANDO]


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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TUDO ACABA BEM, QUANDO SE TERMINA BEM


Já com tudo planejado eles apenas tiveram que esperar todos irem dormir.


 


Harry olhou para o relógio de parede junto à porta. Não podiam se dar ao luxo de perder mais tempo, Snape talvez estivesse naquele instante mesmo tocando para adormecer Fofo.


 


– Vocês não podem sair – Disse Neville –, vocês vão ser pegos outra vez. Grifinória vai ficar ainda mais enrolada.


 


Neville estava claramente tomando coragem para fazer alguma coisa desesperada.


 


– Não vou deixar vocês irem – disse, correndo a se postar diante do buraco do retrato. –Eu... eu vou brigar com vocês.


 


– Neville – explodiu Rony –, se afaste desse buraco e não banque o idiota...


 


– Não me chame de idiota! Acho que vocês não deviam estar desrespeitando mais regulamentos! E foram vocês que me disse para enfrentar as pessoas!


 


– Foi, mas não nós – Respondeu Rony exasperado. – Neville, você não sabe o que está fazendo.


 


Ele deu um passo à frente e Neville largou Trevo, o sapo, que desapareceu de vista.


 


– Vem, então, tenta me bater! – disse Neville, erguendo os punhos. – Estou esperando!


 


Harry voltou-se para Hermione.


 


– Faz alguma coisa – pediu desesperado.


 


Hermione se adiantou.


 


– Neville – disse ela. –, eu realmente lamento muito.


 


Ela ergueu a varinha.


 


 Petrificus Totalus! – Falou, apontando para Neville.


 


Os braços de Neville grudaram dos lados do corpo. As pernas se juntaram. Com o corpo inteiro rígido.


 


Rapidamente trataram de se encaminhar para o terceiro andar, a visão da porta aberta por alguma razão parecia causar neles a impressão do que os aguardava. Debaixo da capa, Harry se virou para os outros dois.


 


– Se vocês quiserem voltar, não vou culpa-los. Podem levar a capa, não vou precisar dela agora.


 


– Não seja burro – Respondeu Rony.


 


– Vamos com vocês – disse Hermione.


 


Assim que passaram por Fofo foram jogados em uma queda livre que foi amaciada por alguma coisa.


 


– É realmente uma sorte que esta planta esteja aqui – disse Rony.


 


– Sorte! – gritou Hermione. – Olhem só para vocês dois.


 


Ela se levantou de um salto e lutou para chegar à parede úmida.


 


Teve que lutar porque, no momento em que chegou ao fundo, a planta começou a se enroscar como as gavinhas de uma trepadeira em volta de seus tornozelos. Quanto a Harry e a Rony, suas pernas já tinham sido bem atadas por logos galos sem que eles notassem.


 


Hermione conseguira se desvencilhar antes que a planta a agarrasse para valer. Agora observava horrorizada os dois meninos lutarem para se livrar da planta, mas quanto mais se esforçavam, mais depressa e mais firme a planta se enrolava neles.


 


– Parem de se mexer! – mandou Hermione. – Sei o que é isso. É visgo do diabo!


 


– Ah, fico tão fico tão contente que você saiba como se chama, é uma grade ajuda – resmungou Rony, tentando impedir que a planta ase enroscasse em seu pescoço.


 


– Cala a boca, estou tentando me lembrar como mata-la! – Disse Hermione.


 


– Bom, anda logo, não consigo respirar! – ofegava Harry, lutando com a planta que se enroscavam torno de seu peito.


 


– Visgo do diabo, visgo do diabo... o que foi que o professora Sprout disse? Gosta da umidade e da escuridão...


 


– Então acenda um fogo! – engasgou-se Harry.


 


– É... é claro... mas não tem madeira... – Lamentou-se Hermione, torcendo as mãos.


 


– VOCÊ ENLOUQUECEU? – berrou Rony. – VOCÊ É UMA BRUXA!


 


 –Ah, certo! – disse Hermione e, puxando a varinha, sacudindo, murmurou alguma coisa e despachou um jato daquelas chamas azuis que usara em Snape contra as plantas. Em questão de segundos, os dois meninos sentiram a planta afrouxar e se encolher para longe da luz e do calor.


 


– Que sorte que você presta atenção às aulas de Herbologia, Hermione –  disse Harry, quando se juntou a ela ao pé da parede, enxugando o suor do rosto.


 


– É – comentou Rony –  , e que sorte que o Harry não perde a cabeça numa crise, “não tem madeira”, francamente.


 


Seguiram por um corredor que deu em sala, por um instante cogitaram a ideia de estar do lado de fora do castelo, pois o teto parecia uma noite linda.


 


– Pomos ouro! – Deixou escapar Harry, a sala estava repleta de Pomos de ouro.


 


– Isso vai ser mais fácil do que eu pensei! – exclamou Rony. – Temos o melhor apanhador de Hogwarts ao nosso lado!


 


– Isso esta muito fácil – disse Hermione. – Não tem nenhuma vassoura aqui.


 


– Deve ser isso! – Exclamou Rony – Pegar o pomo sem vassoura!


 


– Não Ronald, não é isso, a questão aqui é qual é o pomo verdadeiro? – Disse Hermione


 


– O que você acha Harry? – Perguntou Rony, que só agora notara que o amigo estava quieto.


 


Harry observava a sala enquanto os outros dois descobriam coisas que ele notara no instante em que chegara ali, enquanto examinava os pomos um em especial chamou-lhe atenção aos olhos do garoto parecia mais brilhante.


 


– Harry? – Chamou o Ruivo.


 


– Oque? – Respondeu ele meio alheio.


 


– Qual que você acha que é o pomo verdadeiro? – Perguntou o ruivo.


 


– Aquele ali. – Falou apontando para o canto.


 


– Tem certeza? Por que estou com a impressão que uma coisa não muito legal vai acontecer se pegarmos o errado. – Disse Hermione receosa.


 


–Pegarmos? Quem vai pegar é o Harry. – Rony falou como se fosse obvio.


 


–Não seja burro Ronald! – Exclamou a garota. – Para passarmos para a próxima fase, nós três temos que pegar o pomo.


 


Eles caminharam ate a bolinha dourada e tocaram-na juntos e foi instantâneo, no segundo seguinte estavam em um corredor que dava em uma sala cheia de chaves enfeitiçadas para voarem, ao centro do local havia uma vassoura velha.


 


– É só você pegar aquela chave velha que esta ali – Falou Hermione apontando para uma chave mais velha que as outras cuja asa estava quebrada indicando que Snape já havia passado por lá.


 


Depois que Harry pegou a chave e eles abriram a porta se depararam com um jogo de xadrez gigante ao qual tiveram de participar como peças do jogo, sendo Rony o cavalheiro, Hermione a Torre e Harry o bispo.


 


Para poderem passar para a próxima sala Rony teve que se sacrificar para Harry dar o Xeque-mate.


 


Precipitaram-se para a porta e pra o corredor.


 


– Ele vai ficar bem – disse Harry tentando convencer a si memo. – Que é que você acha que vai acontecer agora?


 


– Tivemos o feitiço de Sprout, o visgo do diabo, Tiago deve ter feito à sala dos pomos, Flitwick deve ter encantado as chaves, McGonagall transfigurou as peças de xadrez para lhes dar vida. Faltam Quirrell, Snape, Jane e Dumbledore. – Respondeu a garota pensativa.


 


Tinham chegado a outra porta que Harry empurrou.


 


Assim que entraram na sala alguma coisa aconteceu Hermione já não estava mais lá.


 


– Harry, querido onde estava? – o garoto parou em estado de choque – quando olhou a dona da voz seu coração falhou – diante de Harry estava uma ruiva de olhos verdes iguais aos seus.


 


– Mamãe... – foi tudo o que Harry conseguiu dizer.


 


– Eai, Campeão? Não vai responder sua mãe não? – Agora um moreno que Harry em outrora poderia jurar ser seu primo Tiago, apareceu.


 


– Papai? – sussurrou ainda mais confuso.


 


– Sim garoto! Somos seus pais, vocês esta bem? – Perguntou seu pai parecendo preocupado.


 


–E-eu... – sua voz parecia não querer sair, em sua cabeça era impossível de se formular um único pensamento coerente.


 


–Harry, querido, tem certeza de que esta bem? – Lilian agora se dirigia ao filho colocando a mão no rosto do garoto que fechou os olhou ao toque que sempre ansiara.


 


Lagrimas começaram a surgir nos olhos do menino que não se importou de deixa-las correm livremente por seu rosto, Lilian o abraçou e logo Tiago juntou-se a ela.


 


– Filho, o que esta acontecendo? – Perguntou ela mais uma vez.


 


– N-nada mamãe. – Disse agora sorrindo, mesmo em meio as lagrimas.


 


– Vamos almoçar todos os seus amigos estão ai esperando por você. – Informou ela;


 


– E aproposito feliz aniversário. – Desejou seu pai.


 


Quando desceu para o local onde a festa estava ocorrendo foi cumprimentado por muitos amigos, porem mesmo estando na presença dos pais, ainda sim, sentia a falta de alguém.


 


– O que esta procurando? – Perguntou Tiago.


 


– O que não! Quem! Tiago, Jane e a Hermione, onde eles estão?. – Respondeu enquanto passava os olhos pelo local, quando pronunciou o ultimo nome sentiu um certo incomodo, mas não sabia o por que.


 


– Eu estou aqui filho, e não faço a mínima ideia de quem seja Jane e pelo que me lembro Hermione é o nome daquela garota que você e Hogwarts inteira não suportam. – Respondeu o outro confuso.


 


– Não pai! Estou falando do Tiago, seu primo e da Jane esposa dele, e a Hermione estava lá encima comigo ainda agora. – Disse pensativo.


 


– Onde você ouviu falar no Tiago? Alias, eu nem sabia que ele tinha casado, e quanto à garota tenho certeza de que você estava sozinho. – Disse o outro primeiro surpreso depois preocupado.


 


Ao escutar as palavras de seu pai, Harry se deu conta do que estava errado.


 


Então lembrou-se que os primos só haviam voltado para Inglaterra por causa dele e se ele agora não estava sozinho eles não precisariam voltar e Hermione sumiu por que provavelmente também estava passando pela prova.


 


– A pedra! Preciso achar a pedra! – Disse disparando entre as mesas correndo para longe de tudo aquilo que sempre sonhara.


 


Harry ainda corria quando uma porta se materializou na sua frente fazendo com que o moreno se chocasse com força contra ela.


 


– Ai! – gemeu quando se levantou para abrir a porta. Assim que abriu alguém se jogou em seus braços o apertando com toda a força. – Her...mio...ne não con...si...go res...pirar! – Falou com dificuldade.


 


 Me desculpe! – Disse meio encabulada.


 


– Tudo bem– Perguntou o garoto.


 


 Tudo, fique preocupada, achei que você tivesse caído na tentação de querer ficar lá. – Respondeu ainda sem graça pelo abraço.


 


– No inicio eu quis, mas depois comecei a sentir falta das pessoas que não estariam ao meu lado e depois lembrei que tinha que pegar a pedra. – Disse sentindo-se fraco por não ter saído de lá mais rápido.


 


 Não fique, assim eu também me sentir tentada a permanecer lá, dai também senti falta das pessoas e assim também lembrei da pedra. – Confessou ela.


 


– Essa sala é coisa da Jane com certeza! – Falou Harry seguindo em frente com Hermione em seu encalço. Ao passarem pela próxima porta um Fedor horrível entrou em suas narinas, fazendo os dois puxarem as vestes para cobrir o nariz. Os olhos lacrimejando, eles viram, deitado no chão diante deles, um trasgo ainda maior que o que tinham enfrentado, desacordado e com um calombo ensanguentado na cabeça.


 


– Que bom que não precisamos lutar contra este ai – sussurrou Harry, enquanto, cautelosamente, saltavam  por cima da perna maciça do trasgo. – Vamos, não estou conseguindo respirar.                                                                                                                                                                                 A porta seguinte era a de Snape e como o mesmo já havia passado por lá e tomado da poção para seguir para a ultima fase, impossibilitou que Hermione continuasse o caminha com Harry.


 


– Você tem certeza? – Perguntou Harry analisando novamente o frasquinho.


 


– Sim. – Respondeu ela.


 


– Ok, então você toma a poção que a fará voltar a assim que passar ache o Rony e enviem uma coruja ao Dumbledore, e também verifiquem se meus primos já votaram e os coloque a par da situação. – Repassou novamente o plano.


 


– Isso mesmo, Pronto? – Perguntou ela meio impaciente


 


– Sim! Boa sorte. – Disse a ela, antes que o moreno pudesse se dar conta a menina já o abraçava.


 


 Hermione! – Exclamou afinal era o segundo abraço que recebia dela naquele dia.


 


– Harry, você é um grande bruxo, sabe? – Disse ela.


 


– Não sou tão bom quanto você – disse Harry, muito sem graça, quando ela o largou.


 


– Eu! Livros! E inteligência! Há coisas mais importantes, amizade e bravura e, Harry, tenha cuidado!


 


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– Professor Dumbledore! Professor Dumbledore! – A menina estava tão desesperada que não percebeu que o diretor estava acompanhado de alguns professores.


 


Acalme-se Srta. Granger! – Pediu ele.


 


– Não, Professor o Harry! O senhor precisa ajuda-lo o Snape esta lá embaixo tentando pegar a pedra, Harry vai tentar impedi-lo, mas creio que ele não consiga impedi-lo por muito mais tempo. – Falou em um folego só.


 


 Snape?   Indagou McGonagall.


 


– Ela quis dizer o Quirrell. – Falou Tiago enquanto corria para o terceiro andar.


 


Quando alcançaram o menino já estava desmaiado e foi imediatamente levado à enfermaria.


 


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 Temos o direito de falar com ele, Papoula! – Exigiu Tiago que estava a porta da enfermaria.


 


– Esta bem, mas terão apenas cinco minutos ele realmente precisa descansa! – A muito custo concordou a velha senhora.


 


Ouviu-se o barulho das portas sendo abertas e por elas passaram dois adultos um tanto preocupados.


 


– Harry, meu amor, você esta bem? – Jane foi logo perguntando.


 


– Sim, eu acho. – Disse meio cansado.


 


Jane estava acariciando os cabelos do garoto que se sentiu tão familiarizado com o gesto que apos alguns minuto ele adormeceu.


 


Quando chegou a hora de entregar a taça das casas, uma tempestade de pés e mãos batendo irrompeu da mesa de Sonserina. Era uma cena nauseante.


 


– Sim, senhores, Sonserina está de parabéns. No entanto, temos de levar em conta os recentes acontecimentos.


 


A sala mergulhou em profundo silêncio.


 


 Tenho alguns pontos de ultima hora para conferir. Vejamos. Sim... – Começou Dumbledore,  Primeiro: ao Sr. Ronald Weasley...


 


O rosto de Rony se coloriu de vermelho vivo; parecia um rabanete que apanhara sol demais na praia.


 


... Pelo melhor jogo de xadrez presenciado por Hogwarts em muitos anos, eu confiro à Grifinória cinquenta pontos.


 


Os vivas da Grifinória quase levantaram o teto encantado; as estrelas lá no alto pareceram estremecer. Ouviram Percy dizer aos outros monitores: “ É meu irmão, sabem! O meu irmão caçula! Venceu uma partida no jogo vivo de xadrez da McGonagall!


 


Finalmente voltaram a fazer silencio.


 


 Segundo: à Senhorita Hermione Granger... pelo uso de lógica inabalável diante do fogo, concedo à Grifinória cinquenta pontos. – Prosseguiu o Diretor


 


Hermione escondeu o rosto nos braços; Harry teve a forte suspeita de que caíra no choro. Os alunos da Grifinória por toda a mesa não cabiam em si de contentes- tinha subido cem pontos.


 


 Terceiro: ao Sr. Harry Potter. – A sala ficou mortalmente silenciosa – Pela frieza e excepcional coragem, concedo à Grifinória sessenta ponto.


 


A balburdia foi ensurdecedora. Os que conseguiram somar enquanto berravam de ficar roucos sabiam que a Grifinória agora chegara a quatrocentos e setenta e dois pontos- exatamente o mesmo que Sonserina. Precisariam sortear a taça das casas- se ao menos Dumbledore tivesse dado a Harry mais um pontinho.


 


Dumbledore ergueu a mão. A sala gradualmente se aquietou.


 


 Existe todo tipo de coragem – disse Dumbledore sorrindo. É preciso muita audácia para enfrentarmos nossos inimigos, mas igual audácia para defendermos nossos amigos. Portanto, concedo dez pontos ao Sr. Neville Longbottom. O que significa, que precisamos fazer uma pequena mudança na decoração.


 


Num instante a decoração Sonserina foi substituída pela Grifinória.


 


Na mesa dos professores Harry pode observar que tanto Tiago quanto Jane se seguravam para não comemorar a vitória da casa dos leões.


 


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– Prof. Dumbledore? – Perguntou Jane entrando na sala juntamente com seu marido.


 


– Olá, como vão? – Perguntou ele oferecendo-lhes um lugar para sentarem.


 


– Estamos bem, mais por que o senhor nos chamou aqui? – Perguntou Tiago.


 


– Bom, o Ministro anda muito intrigado com o casal Potter, vocês sabiam? – Disse em seu habitual tom calmo.


 


– Não. – Respondeu Harry sinceramente


 


– Senhor em que isso é relevante? – Perguntou Hermione


 


– Quando o Ministro quer saber sobre alguém ele manda investigar e seria realmente um infortúnio que não houvesse nada a respeito de vocês, então providenciei estes documentos e alguns precisam de suas assinaturas o quanto antes. – Explicou ele.


 


– Que tipo de documentos? – Perguntou Harry.


 


– Certidões de Nascimento e Casamento, histórico escolar e fichas de atividades em outros países. – Resumiu o Diretor.


 


– Mas quais vão ser os nomes dos nossos pais? – Perguntou Harry


 


– Seu avô, senhor Potter, tinha um Irmão chamado Charles Potter, que era casa do com Elizabeth Smith. – Respondeu Dumbledore.


 


– Sou Filho de Charles e Elizabeth Potter? Isso não vai ser suspeito não? – Indagou o moreno um tanto receoso.


 


– Não, pelo que se sabe Charles era um comensal e Elizabeth uma nascida-trouxa, por isso é de se esperar que não quisesse divulgar o nascimento de um filho mestiço. – Falou Dumbledore, Harry não gostara muito de ter que se passar por filho de um comensal, mas aparentemente era a única solução.


 


– E eu? – Perguntou Mione.


 


– Você senhora Potter me daria à honra de aceitar esse velho bruxo como seu avô? – Hermione quase caiu da cadeira, ser neta de Dumbledore? Era isso mesmo que ele estava pedindo?.  Eu tive um filho seu nome era Wulfric Dumbledore, poucos sabiam de sua existência, e se eu não me engano ele teve um caso amoroso com a Senhorita Louise Black, mas o caso acabou com a morte dela que se eu não me engano, foi no mesmo ano em que supostamente você nasceu.


 


 – Então, sou filha Wulfric e Louise Dumbledore! – Hermione não cabia em si de tanta felicidade, sempre considerara o Diretor como alguém de muita estima, mas agora era diferente agora ele era seu avô.


 


– Receio que aqui tenhamos um problema, Wulfric não chegou a se casar com Louise, então a menos que se importe de ser um “fruto” fora do casamento, você será filha de Wulfric Dumbledore e Louise Black, você se importa? – Perguntou se inclinando levemente sobre a mesa.


 


– N-não, para mim seria uma honra ser sua neta! – Disse Hermione, que não conseguindo mais se conter precipitou-se para o diretor o abraçando.


 


– Fico feliz que tenha apreciado minha sugestão, confesso que realmente será uma grande honra ter uma neta tão bonita e talentosa como você. –Disse depois que já tinha sido liberado do abraço. – Então ficam Sendo Tiago Charles Potter e Jane Elizabeth Potter, nome de solteira Jane Elizabeth Black Dumbledore, preciso de suas assinaturas. Estendeu-lhes um papel aparentemente a certidão de casamento. Os morenos se entreolharam com uma simples pergunta vamos nos casar ou não?


 


– Hum-hum. – Ele Limpou a garganta enquanto ajoelhava. – Jane Elizabeth Black Dumbledore, aceita se casar comigo? – Hermione estava prestes a xinga-lo quando notou que em seus olhos havia um brilho novo de algo e isso a deixou sem ação.


 


– E-eu aceito. – Disse em um sussurro.


 


– Ufa! Achei que fosse me rejeitar! – Essa brincadeira teve uma ponta de verdade, pois o moreno estava realmente aliviado por ela não tê-lo rejeitado.


 


Ficaram mais uma hora preenchendo fichas e assinando papeis.


 


– Agora creio que todos devemos ir a Londres para resolver os assuntos que requerem a sua presença. – Disse o diretor se levantando.


 


E assim partiram, mal sabiam eles que um certo menino de olhos verdes os aguardava ansiosamente na estação.


 


Levou um bom tempo para todos desembarcarem na plataforma. Um guarda muito velho estava postado na saída e os deixava passar em grupos de dois e três para não chamarem atenção ao irromper todos ao mesmo tempo por uma parede solida, assustando os trouxas.


 


– Vocês precisam vir passar uns dias conosco – Disse Rony. – Os dois, isso é seu seus pais deixarem Mione e é claro seu você não passar as férias com seus primos, Harry.


 


– E por falar neles onde estão? – perguntou Hermione olhando em volta.


 


– Não sei, ainda não os vi. – Disse Harry desapontado.


 


– Fica assim não Harry, vai ver eles se atrasaram. – Disse Rony tentando animar o amigo que estava cabisbaixo. – Vai ver eles estão do lado trouxa.


 


Ele, Harry e Hermione passaram juntos pela parede.


 


A Sra. Weasley sorriu para eles.


 


– Muito trabalho este ano? – Perguntou ela.


 


– Muito – Respondeu Harry. – Obrigado pelas barrinhas de chocolate e pela suéter, Sra. Weasley. – A matriarca o olhava fixamente, e pareceu eu despertar com os agradecimentos.


 


 – Ah, de nada, querido. – E continuou a fita-lo.


 


– Mamãe por que tá olhando pro Harry desse jeito? – Perguntou Rony envergonhado pelo maneira como a mãe olhava para o amigo.


 


– É só que Harry me lembra tanto o Tiaguinho – declarou ela. – Ah! Pobre garoto também estava perdido, não sabia como chegar à plataforma. – Disse com lagrimas nos olhos. – E por falar nisso ele não deveria estar aqui? Depois de tantos anos sem vê-lo... – ela parou de falar, pois Rony a estava cutucando, quando ela se voltou para ver o que o filho queria este apontou discretamente para Harry, que estava cada vez mais aflito e a menção do que obviamente era o apelido de Tiago.


 


– Esta pronto?


 


Era tio Valter, ainda com a cara vermelha, ainda bigodudo, ainda parecendo furioso com a audácia de Harry de andar carregando uma gaiola por uma estação cheia de gente normal. Atrás dele, achavam-se tia Petúnia e Duda, parecendo aterrorizados só de olhar para Harry.


 


– Espero que você tenha... hã... umas boas férias – Disse Hermione, olhando hesitante para tio Valter, espantada que alguém pudesse ser tão desagradável.


 


– Ah, claro que sim – respondeu Harry, e eles ficaram surpresos com o sorriso que se espalhava pelo seu rosto. – Jane me disse que eles não sabem que não podemos fazer bruxarias em casa.  


 


 



Capitulo curtinho pra vocês.
rosana franco: Obrigado, nem sei de onde eu tirei inspiração para escrever aquelacena e eu adorei escrever ele dando uma broca nela kkkk

Nety_Potter:
 Sim a Forma animaga do Harry é um Nundu.

Beijinhos até o proximo capitulo que como podem ver é o iniciu de a camara secreta!!!
 

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Comentários: 1

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Enviado por Nety_Potter em 11/12/2012

Nossa! ja pensou a Mione rejeitar o Harry? kkkkkk
Ela ser neta do Dumbledore foi zica! 

Nota: 1

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