– Professor Dumbledore sabemos quem é, podemos impedi-lo então por que não nos deixa fazer isso? – Perguntou Harry pela milésima vez.
– Meus caros, se vocês impedirem o traidor antes do tempo à vida vai arrumar um jeito de fazer acontecer. – Disse com o tom de voz calmo.
– Ele tem razão, Harry, é melhor que aconteça de um jeito que saibamos e possamos impedir, como no caso das mortes que viram acontecer, do que de uma maneira totalmente inesperada. – Falou Hermione e o moreno pareceu ponderar.
– O tempo é uma coisa poderosa, meus caros, e vocês estarem aqui já esta mudando o futuro que vocês conhecem, por isso, façam apenas pequenas mudanças ou aquelas que juguem necessárias, a menos que alguém morra é melhor vocês deixarem que tudo siga seu curso natural. – Mas o Potter ainda parecia descrente. – Vocês poderiam ajudar na proteção?
– Sim. – Disseram os dois, afinal se tinha duas pessoas as quais Quirrell não conseguiria enganar essas certamente seriam os morenos.
O prof. Dumbledore mandou chamar a professora Sprout, a Profa. Minerva, Flitwick e Snape só que este ultimo eles não sabiam o porquê.
– Inaceitável! – Foi professora Minerva a primeira a se pronunciar quando o Diretor terminou de contar o que aconteceria. – Alvo, você acha mesmo prudente deixar que duas crianças protejam a pedra?
– Concordo com Minerva, eles são apenas crianças não tem a mínima experiência, mal acabaram de sair das fraldas. – Falou Snape e foi apoiado pelos demais.
– Alvo, eu sempre concordo com você, porém creio que desta vez você possa ter se precipitado contando a eles sobre a pedra. – Falou Minerva agora um pouco mais calma. Harry e Hermione a muito custo se mantinham quietos, mas estava ficando difícil para o moreno que já não tem um gênio muito “Facil”.
– Quero deixar claro que eu estava apenas informando-os, não pedindo permissão – Falou com o tom de voz calmo, porém firme. – Acho importante que saibam que estes dois jovens tem tanta experiência quanto vocês. – Falou fitando cada um dos professores ali presentes.
Depois disto embora estivessem muito curiosos para saber quais tipos de experiências o Sr. e Sra. Potter já passaram, nada perguntaram, então seguiram todos para o terceiro andar a qual Harry e Hermione ganharam sua salas para enfeitiçar. A sala de Harry Ficava depois da de Sprout, por isso ele foi o primeiro por sua ideia de proteção em pratica.
Harry conjurou trinta Pomos de ouro e em seguida um por um ele os enfeitiçou, quando terminou apontou sua varinha para o teto e o enfeitiçou para parecer o céu à noite, depois soltou os pomos.
– Que ideia estupida, Potter! – Falou Snape com desdém.
– Meu caro, Snape, estes pomos foram enfeitiçados para serem mais rápidos que os normais, , além disso, eu fiz de cada um deles uma chave de portal que vai mandar quem o tocar para um lugar não muito agradável e céu assim como o pomo verdadeiro são especiais, se quem passar por aqui for alguém com um mau caráter o céu irá se fechar e uma tempestade ira começar o que dificultara a visão, porém se a pessoa for pura de coração, além do céu se tornar uma noite linda, o pomo de uma maneira que só essa pessoa irá saber, vai enviar-lhe uma espécie de sinal, como por exemplo pra mim o verdadeiro é aquele ai – e apontou para um pomo que estava mais ao canto. – Por que o perfume que exala é igual ao da Mione. – Falou e corou ao perceber o que havia dito.
Eles foram até o pomo que o moreno havia indicado e quando o tocaram foram transportados para a sala Flitwick. A sala de Hermione ficava após a de McGonagall.
Hermione andou por toda a extensão da sala murmurando feitiços e em meia hora já havia acabado.
– Mione, o que você fez? – Perguntou Harry, mas antes que essa pudesse responder foi cortada por um Snape impaciente.
–Mione? Por que você a chama assim se o nome dela é Jane. – Falou o que parecia ser a duvida de todos.
– Bom... é... que no dia do nosso primeiro beijo Tiago me deu uma flor muito rara e disse que eu era tão bela quando uma flor de Mione e desde então ele me chama de Mione. – Falou ela e as mulheres ali ficaram encantadas com a historia, já Snape pareceu não gostar nada daquilo.
– E então, o que você fez? – Perguntou Harry já se sentia corar sob o olhar das Professoras.
– Quem entrar nessa sala terá tudo àquilo que mais quer, porém se desejam seguir adiante terão que largar isto. – Falou deixando todos abismados, se já haviam ficado impressionados com a perspicácia de Harry, o que Hermione fez só provou que eles de fato estavam tão ou mais preparados que eles.
_________________X________________________________________X_________________
No dia de Natal Harry percebeu que havia ganhado muito mais presentes do que jamais tivera, aos pés de sua cama tinha uma enorme pilha de presentes.
– Feliz Natal. – Disse Rony meio sonolento mais ainda sim pegando um presente e começando a desembrulhar, ato que Harry tratou de imitar pegando o primeiro presente da pilha, era de Hagrid! Ele havia ganhado uma flauta de madeira.
O segundo embrulho, muito pequeno, continha um bilhete.
Recebemos sua mensagem e estamos enviando seu presente. Tio Válter e Tia Petúnia. Presa com uma fita adesiva na nota havia uma moeda.
– Que simpático! –Exclamou Harry
Harry ganhou um Suéter Weasley, além dos doces feitos pela própria matriarca. O presente seguinte também continha doces – uma grande caixa de sapos de chocolate dados por Hermione.
Os outros presentes eram dos Potter que deram-no um par de luvas de quadribol de couro de dragão, uma jaqueta, uma calça jeans, um jogo de xadrez de bruxo e um jogo de quadribol em miniatura.
– Uau! Por que será que me deram tantos presentes? – Perguntou Harry que nunca ganhara tantos presentes de uma pessoa só, ou melhor, de um casal só.
– Sei lá, vai ver é por que eles não tem filhos e pelo que sei você é o parente mais próximo que eles tem, e fora o fato de que eles podem estar remorso por terem deixado você mofando na casa dos Dursley que te odeiam e nunca te deram um presente decente. – Responde Ron enquanto se preocupava em degustar um mini bolo.
– Não acredito nisso, por que eles não podiam ficar comigo pelo que sei ambos tinham onze anos quando meus pais morreram e nem eram namorados, embora já fossem amigos. – Falou Harry, agora restava apenas um embrulho. O menino apanhou-o e apalpou-o, era muito leve. Desembrulhou-o.
Uma coisa sedosa e prateada escorregou para o chão onde se acomodou em dobras refulgentes. Rony soltou uma exclamação.
– Uma capa da invisibilidade! Olha Harry tem um cartão!
Seu pai deixou isto comigo antes de morrer. Esta na hora de devolvê-la a você.
Use-a bem.
Um Natal muito feliz para você.
– Quem será mandou a capa? – Perguntou Harry
– É meio obvio, né?
– Não acho que tenha sido o Tiago. – Falou Harry ainda pensativo.
O Natal com os Weasley e seus primos fora maravilhoso, por isso Harry se esqueceu de Pesquisar sobre Nicolau Flamel.
Já que tinha a capa da invisibilidade que pertencera ao pai Harry resolveu ir a seção reservada para procurar alguma pista, porém estava tão ansioso que ao ouvir um barulho derrubou a lâmpada na fuga. Ao chegar em uma sala que continha um espelho, ele se aproximou devagar.
Olhou para o espelho e nele tinha uma mulher muito bonita. Tinha cabelos acaju e os olhos – os olhos iguaizinhos aos meus, Harry pensou, acercando-se um pouco mais do espelho. Verde-vivo – exatamente do mesmo formato, mas então reparou que ela estava chorando, sorrindo, mas chorando ao mesmo tempo. O homem alto, magro, de cabelos negros, parado ao lado dela abraçou-a. usava óculos e seu cabelo era muito rebelde. Espetava na parte de trás, como o de Harry.
Harry estava tão perto do espelho agora que seu nariz quase encostava em sua imagem.
– Mamãe? – murmurou – Papai?
Harry estava olhando para sua família, pela primeira vez na vida.
Os Potter sorriam e acenaram para Harry e ele retribuiu o olhar, carente, as mãos comprimindo o espelho como se esperasse entrar por dentro dele e alcança-los. Sentiu uma dor muito forte no peito, em que se misturava a alegria e uma tristeza terrível, foi quando um par de braços o abraçou por trás tentando passar segurança e carinho – por um instante Harry achou que seu pedido havia sido atendido e sentiu um lagrima rolar ao rosto quando viu que não. Quem o abraçava era Tiago.
– Ei! Garoto, sei que não sou quem esperava, mas eu estou aqui agora e você não esta mais sozinho. – Falou com a voz branda, porem dentro de si estava tão triste quando o garoto a sua frente que agora se derramava em lagrimas. Tiago aninhou o garoto em seus braços o pegou no colo e seguiu até seu quarto, onde Hermione que sabia onde o amigo tinha ido o esperava em sua cama, assim que o moreno chegou ela entendeu o que estava acontecendo e estendeu os braços para que Harry aninha-se neles também, ninguém falou o resto da noite eles apenas secaram as lagrimas silenciosas do garoto, que depois de um tempo chorando finalmente caiu no sono.
Harry abriu os olhos meio incerto as lembranças da noite anterior invadindo sua mente, o garoto se levantou de súbito quando se deu conta de onde estava, porém aparentemente estava sozinho no quarto dos professores, por isso seguiu diretamente para seu dormitório na torre da Grifinória, lá também estava vazio então deduziu que todos deviam estar tomando café da manhã.
Quando chegou ao salão principal todos pareciam estar em uma conversa animada onde até os professores participavam.
– Bom dia flor do dia! Disse Fred.
– A bela adormecida resolveu acordar! – Exclamou Jorge fazendo os outros darem risadas.
– Dormiu fora do quarto Potter? Seus amiguinhos pareciam preocupados com você. – Disse Snape sondando.
– Na verdade Severo, ontem eu minha esposa convidamos Harry para tomar um chocolate quente e acabamos por nos demorar quando vimos já estava tarde então achamos por bem Harry dormir em nosso quarto. – Falou Tiago como se o desafiasse a punir Harry na sua frente.
_______________________X______________________________X_________________
– Outra vez aqui Harry? – Perguntou Dumbledore, já que há dias que o garoto passava horas admirando o espelho.
– Eu... eu não vi o senhor.
– como você pode ficar míope quando se esta invisível. – Disse Dumbledore, e Harry sentiu alivio ao constatar que ele sorria.
– Então – continuou Dumbledore, escorregando da cadeira ate para o chão para se sentar ao lado de Harry – você, como centenas antes, descobriu os prazeres do Espelho de Ojesed.
– Eu não sabia que se chamava assim, professor.
– Mas espero que a essa altura você já tenha percebido o que ele faz?
– Bom... me mostra a minha família.
– Deixe-me explicar, o homem mais feliz do mundo poderia usar o Espelho de Ojesed como um espelho normal, ou seja, ele olharia e se veria exatamente com é. Isso o ajuda a pensar?
Harry pensou. Então respondeu lentamente:
– Ele nos mostra o que desejamos... seja o que for que desejemos...
– Sim e não – disse Dumbledore. – Mostra-nos nada mais nem menos do que o desejo mais intimo, mais desesperado de nossos corações. Vocês, que nunca conheceu sua família, a vê de pé a sua volta. – disse Dumbledore o olhando atentamente. – O espelho vai ser levado para uma nova casa amanhã, Harry, e peço que você não volte a procura-lo. Se algum dia o encontrar, estará preparado. Não faz bem viver sonhando e se esquecer de viver, lembre-se. E agora, por que você não põe essa capa admirável outra vez e vai dormir?.
E Harry assim o fez.
O resto das feria passam rápido, e quando Hermione voltou e descobriu que eles não haviam achado nada, que sequer procuraram.
– Já sei que tal perguntarmos para os primos de Harry? – Disse Rony
– Você tá falando serio? – Perguntou Harry depois de um tempo.
– É claro!
A contra gosto os dois concordaram com o ruivo, então naquele dia a ultima aula seria de Transfiguração e como de costume Tiago ia buscar Jane, o trio esperou até que todos saíssem para falar como os professores.
– Disfarça! Eles estão vindo. – Harry sussurrou para Hermione, mas sem dar tempo para esta responder puxou-a para um beijo que se iniciou suava, porém foi ganham fervor e por um instante eles se esqueceram dos alunos ali presentes.
– Ham-ham! – O pequeno Harry tentou chamar atenção do casal que assim percebeu que eles ainda estavam ali se afastaram bruscamente, e ambos com o rosto vermelho. – D-desculpa atrapalhar, mas queríamos perguntar uma coisa.
– Harry, querido fique tranquilo você não atrapalhou. – Disse Hermione com o tom brando.
– É verdade, mas o que vocês querem perguntar? – Concordou Tiago.
– É... que queríamos s-saber se vocês... s-sabem algo sobre Nicolau Flameu. – Perguntou Rony
– Nicolau Flameu? Famoso alquimista, inventor da pedra Filosofal? – Indagou Tiago causalmente.
– Pedra Filosofal? – Perguntaram os três em uni som.
– Sim, uma famosa pedra capaz de produzir o elixir da vida e transformar qualquer tipo de metal em ouro. – Desta vez foi Jane quem respondeu.
– É isso! – Exclamou Hermione
– Isso o que? – Perguntaram os professores, então os três garotos se olharam e com em um acordo multou decidiram contar aos adultos.
– A pedra filosofal esta aqui na escola e é guardada por um cão de três cabeças. – Contou Rony
– Sabemos que a pedra esta aqui, só que vocês não deveriam saber disso, não é? – Disse Jane lançando um olhar reprovador às crianças.
– Mas a pedra vai ser roubada! – Exclamaram os três.
– Como assim? – Perguntou Tiago fingindo-se de incrédulo.
– O Snape que roubar a pedra! – Disse Rony
– Professor. – Corrigiu Jane. – Não sejam ridículos o professor Snape não quer roubar a pedra– Disse Jane se lembrando do quando foram injustos com o professor.
– Mas professores! O vimos ameaçando o Prof. Quirrell – Disse Hermione.
– Crianças, acreditamos em vocês. – Declarou Tiago.
– Acreditam? – Os três já estavam preparados para expor tudo o que sabiam, ficaram incrédulos.
– Sim, porém sabemos que não é o Snape. – Afirmou com veemência Tiago.
– E podemos afirmar que será muito difícil para qualquer um que tentar roubar a pedra. – Confidenciou Jane.
– Existem outras proteções? Não é? – Conjecturou Hermione.
– Sim, mas é claro ou vocês pesaram que deixaríamos algo assim tão importante a mercê da simples proteção de um cão de três cabeças? – disse Tiago.
–Mais é claro que não! Quem mais ajudou na proteção da pedra? –Perguntou Rony
– Não podemos dizer. – Responderam os dois adultos
– E vocês tem que ir para o jantar. – Disse Jane empurrando os três porta a fora.
– Hermione, o que você acha? Quem mais será que esta protegendo a pedra? – Perguntou Harry assim que se afastaram dos professores.
– O Quirrell com certeza! – Disse Rony fazendo os outros dois o olharem interrogativamente. – Por que o Snape iria ameaça o Quirrell se não para saber como se passar pelas defesas que ele colocou? – Falou espantando os outros com sua perspicácia.
– O Rony tem razão e posso apostar tudo o que quiserem que a McGonagall também ajudou com as proteções – Disse Hermione.
– E com certeza o Tiago também tá nessa, posso apostar minha Nimbus 2000 que a Jane também. – Disse Harry se mostrando confiante.
– Claro que eles estão, e com certeza o Flitwick também esta! – Disse a menina pensativa.
– Talvez a Sprout também, o que acham? – Perguntou Rony meio incerto.
– Com certeza! E é claro que não poderia faltar o Prof. Dumbledore. – completa Hermione.
– Acham que mais aguem? – Pergunta Rony olhando para os amigos em expectativa.
– Não. – Disseram os dois, o resto do caminha foi percorrido em silencio com cada um dos jovens imerso em seus próprios pensamentos.
____________________________X__________________________X_____________________
– COMO ASSIM? – Berrou Tiago Potter exasperado!
– Isso mesmo que o Senhor ouviu Sr. Potter, o seu primo, o Sr. Longbotton, o Sr. Malfoy e a Srta. Granger, foram pegos fora da cama e por isso iram cumprir detenções com o Hagrid. – Respondeu Minerva.
– Na floresta? Não poderia ser em outro lugar? – Indagou ele.
– Não confia na capacidade de Hagrid? – Replicou a professora.
– Confiaria minha vida ao Hagrid, o problema é que a regra do toque de recolher foi feita para proteger os alunos e manda-los para a floresta negra não condiz com isso! – Fala Tiago tentando apelar para o lado racional da Professora
– Eles deveriam ter pensado nisso antes de sair da cama depois do horário para ficar inventando historias! – Disse a Professora impassível.
– INVENTANDO HISTORIAS? – Berrou ele.
– Isso mesmo! – Respondeu ela perdendo a paciência de vez.
– Tiago, querido, mantenha a calma, por favor. – Pediu Jane se aproximando do “amigo” e o abraçando por trás para lhe acalmar.
– Calma? – Perguntou incrédulo, pois Hermione mais do que ninguém sabia o que havia acontecido àquela noite.
– Minerva, não podemos auxiliar na detenção essa noite? – Perguntou a morena.
– Creio não ser possível Sra. Potter, pois pelo que me foi informado vocês tem que ir a Londres ainda hoje. – Disse a professora agora um pouco mais calma.
– Que se dane Londres! – Disse Harry.
– Tiago! – Repreendeu Jane.
– Londres pode espera o que temos de fazer lá é só as 2:00am, a detenção já vai ter acabado! – Disso lançando um olhar de cachorrinho pidão a Hermione.
– Não me olhe assim! – Pediu ela. – Não posso fazer nada se a professora não concordar.
– Tenho ordens expressas de manda-los ao encontro de Albus ainda essa noite! Por isso vão se aprontar e para ter certeza os acompanharei até Hogsmeade.
– Esta bem! – Concordou Hermione enquanto puxa Harry para fora da sala.
– Esta bem? – Perguntou incrédulo
– Ela nós acompanha até Hogsmeade então aparatamos, só que ao invés de ir para Londres vamos para a casa dos gritos, tomamos nossas formas animagas e seguimos Hagrid e os outros na floresta. – Disse ela com um sorriso maroto nos lábios.
–Você é simplesmente fantástica! –Disse Harry que estava tão feliz que não se conteve capturando os lábios da morena a sua frente, em um beijo cheio de amor e carinho.
–Hum-hum. – McGonagall estava atrás dos dois com uma expressão indecifrável no rosto. – Pensei ter mandado irem se aprontar e não ficar se agarrando no corredor, que exemplo darão aos alunos!
– Minerva, queira nos desculpar. – Disse Hermione que estava Com as faces rubras. – É que acabamos por nos empolgarmos um pouco. – Terminou lançando um olhar a Harry, este por sua vez lhe lançou um daqueles sorrisos charmosos.
– O que estão esperando andem rápido, não tenho noite toda! – Exclamou a professora.
Eles seguiram o plano direitinho.
Já na floresta estavam procurando por Harry que era quem corria mais perigo e quando o acharam a “Coisa” que Tiago sabia ser Voldemort estava pronta para atacar menino a sua frente.
Harry apenas observava a cena esperando que Firenze aparecesse e o salvasse como da primeira vez em que tudo aquilo aconteceu, porém mais segundos se passaram e o centauro não apareceu – Onde esta? – Harry se perguntava freneticamente agora Voldemort estava muito mais perto de Harry do que ele julgou lembra.
O menino-que-sobreviveu achara que já era seu fim quando um enorme lobo branco de duas caldas Pulo por cima dele e ficou frente a frente com a “Coisa”. Harry ainda estava assimilando isso quando Leopardo Gigantesco se prostrou ao lado do lobo.
O Leopardo atacou Voldemort fazendo-o se deslocar para o lado assim caindo direto nas caras do Lobo, que logo o abocanhou arrancou-lhe um pedaço de pele da lateral de seu corpo na altura das costelas, pingando sangue a “coisa” foi obrigado a pater em retirada, o leopardo estava pronto para segui-lo quando o lobo entrou em sua frente impedindo-lhe a passagem e olhando fixamente em seus olhos, o leopardo meio que suspirou derrotado e o lobo ladrou uma risada depois indicou com a cabeça o garoto que estava mais atrás que ainda estava para em choque.
Harry arregalou os olhos quando viu que o Leopardo que era maior que um elefante correr em sua direção – Perto dele o lobo que já era Gigante na opinião de Harry fica parecendo um filhotinho indefeso – a poucos metros do garoto o Leopardo Pulo e quando aterrissou já não tinha a forma de um enorme felino e sim a de um humano para ser exato a de um Homem que agora se aproximava do garoto, que estava tão assustado que nem percebeu que o lobo fizera o mesmo movimento que o Leopardo e agora se tornara uma Mulher que também se aproximara.
– Você esta bem? – Perguntou o Homem que tinha uma voz familiar ao garoto e isso o fez sair do estado de choque.
– Foi ferido? – Perguntou a mulher que também era familiar ao garoto que quando os viu a luz da lua soltou um suspirou de alivio eram Jane e Tiago.
– C-como V-vocês... – Ele não conseguiu terminar a frase, pois após uma breve avaliação de Jane ele viu que o garoto tinha torcido o tornozelo e lançou um olhar significativo a Tiago que se encaminhou ate o garoto e o pegou no colo. – Me coloca no chão! – Exigiu ele.
– Você torceu o tornozelo, querido, então é melhor que não tente andar ou pode agravar sua situação. – Disse Jane com o tom de voz carinho.
Harry não falou nada depois de alguns minutos andando eles encontraram os outros que ficaram realmente supressos pela presença dos professores ali.
– Tiago, Jane, o que fazem aqui? – Perguntou Hagrid ainda confuso. – E por que o jovem Harry esta sendo carregado? – Aqui Malfoy não fez questão nenhuma de disfarçar e acabou soltando uma gargalhada fazendo Harry ficar vermelho.
– Menos Cinquenta pontos a Sonserina pela sua falta de respeito Sr. Malfoy. – O riso do garoto sumiu pelas palavras do professor. – O Harry foi atacado. – Disse enquanto continuava a se encaminha para a saída da floresta.
– Atacado?! – Exclamou Hermione que não tinha acreditado no que Malfoy havia dito a pouco.
– Não exatamente, eles chegaram antes que a “Coisa” se quer tocasse em mim. – Apressou-se em dizer o garoto visto a preocupação da amiga.
– Oh! – Foi tudo o que a garota conseguiu deixa escapar.
Agora eles se encaminhavam para a ala Hospitalar onde entraram sem fazer cerimonia, logo Madame Pomfrey veio ver o que tinham acontecido.
– O que houve? – Perguntou assim que Tiago colocou Harry em uma cama.
– Ele ... – ela foi incapaz de continuar, a porta da enfermaria foi aberta com um estrondo e um McGonagall muito furiosa passou por ela.
– E não disse que vocês tinham ordens expressas de ir direto a Londres como ousam me desobedecer, ou melhor, como ousam desobedecer a Dumbledore? – Perguntou ela furiosa em todos os anos em que a conheciam nunca a haviam visto daquele jeito.
– Nós avisamos que era perigoso deixar um bando de crianças ir a floreta proibida anoite com apenas um adulto para supervisiona-los, mas você não escuta , não é mesmo Minerva? E a prova de que estávamos certos é que estamos tento esta conversa aqui na Enfermaria! – Falou Tiago igualmente furioso.
– O-o que? – Ela pareceu vacilar.
– Isso mesmo meu primo quase foi atacado e se não fosse e por mim e pela Mione ele estaria morto a uma hora dessa. – Disse tentando se acalmar.
– Minerva, creio que Albus ainda esteja nos esperando afinal ainda não passou do prazo que nos foi dado, então podemos ir a Londres imediatamente. – Jane estava mais calma que o marido por isso tomou a frente.
– Sim, vocês estão dentro do prazo. – Disse ela.
– Harry, receio que não possamos ficar com você, então desejou a sua melhora. – Disse ela enquanto se dirigia a cama e lhe dava um beijo na testa.
– Obrigado não sei o que faria sem vocês, espero que voltem logo. – Disse com certa esperança
– Voltaremos para aplicar os testes em vocês mais receio que tenhamos que partir logo em seguida. – Disse Tiago.
– Sr. e Sra. Potter vocês tem de partir agora se quiserem chegar lá no horário exigido. – Disse em tom de reprovação pela demora do casal.
– Voltaremos para te ver erguer a taça de quadribol, Campeão! – Disse Tiago bagunçando os cabelos já revoltos do garoto.
– Mas se alguma coisa acontecer comigo você vai cumprir sua promessa? – Perguntou Harry em um sussurro para que apenas Tiago ouvir.
– Sim. – Disse brevemente seguindo para fora da enfermaria com todos os outros.
Harry não fazia ideia de como conseguiu se concentra nos testes agora ele sabia que a “Coisa” na verdade era Voldemort e ele sabia que o Lorde Negro queria a pedra Filosofal para conseguir um corpo como Hermione lhe disse.
– Harry, fica calmo! – Disse Hermione que não aguentava mais o amigo andando de um lado para o outro.
– Ele vai tentar pegar a pedra! – Repetiu Harry
–Você já disse isso. – Manifestou-se Rony.
– Eu sei mais agora eu literalmente sinto que ele quer a pedra!
– Harry pensa bem, quem é o único bruxo que Voldemort temeu? – Perguntou a menina prendendo a atenção do colega.
– Dumbledore?. – Falou incerto
– Isso! Você-Sabe-quem não vai tentar nada enquanto Dumbledore estiver aqui. – Falou
– Eu sei mais é que minha cicatriz esta doendo, eu tenho certeza de que ele esta para agir. –Falou Harry recomeçando a andar de um lado para o outro.
– Então vamos falar com Dumbledore e contar nossas suspeitas.
No segundo seguinte eles estavam correndo ate a sala dos professores já que não sabiam onde ficava a sala do diretor.
– Profa. McGonagall! – Exclamaram os três entrando porta a dentro.
– Sim?
– Precisamos falar com o Diretor! – Disse Harry um tanto afobado.
– Se acalme mocinho. – Ralhou ela – Não será possível que o façam.
– QUE! – O garoto pareceria desesperado.
– O Prof. Dumbledore recebeu uma coruja urgente do ministério e acabou de partir para Londres.
– Calma, Harry! Exigiu Hermione – O Prof. Tiago esta?
– Não.
– E a Profa. Jane? – Perguntou receando a resposta.
– Os Professores Potter estão em Londres desde ontem.
– Mas a senhora sabe quando eles vão voltar?
– Não e estas perguntas já me encheram então é melhor que saiam antes que eu me zangue.
Eles estavam perdidos nem Dumbledore nem os Potter estavam presentes e já era certo que Snape ia tentar roubar a pedra hoje.
rosana franco: Prometo que quando acabar a pedra filosofal vai ter muito mais H/H.
Nety_Potter: Prontinho Tá postado!!!!!!!