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6. Where's The Sun?


Fic: Dramione: For Once In My Life - NC 18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NOTA DA AUTORA: Perdoem-me pela demora em atualizar. Ando com horários muito complicados devido aos estudos, trabalho e ensaios, o que me desregrou completamente. Devido a isso, os próximos capítulos tendem a ser um pouco menores, mas não perderão a qualidade. Um imenso obrigado a todos que continuam acompanhando. 88 leitores!


* * *
WHERE'S THE SUN? 


 


 


Era dia de encontrar-se com Snape para mais uma aula regada à humor ácido e lições que Hermione já conhecia de cor, além da companhia luxuosa dos colegas sonserinos. Forçando outro sorriso no rosto, Hermione se olhara no espelho pela última vez antes de deixar o quarto. Já não temia encontros com Malfoy depois que ele lhe demonstrara que havia alguma humanidade em si; Afinal, ele poderia muito bem tê-la deixado agonizar em seus pesadelos.


De todo modo, ali estava a grifinória sentada em seu lugar de costume. Achava engraçado como os colegas iam e vinham pelos lugares a cada nova aula, enquanto ela sempre permanecia fixada em um lugar em cada sala. Ela era Hermione Granger! Certinha, regrada, com poucos contatos. Certamente ninguém jamais havia parado para pensar naquilo além dela e se sentia um pouco estúpida quanto a isso, voltando a focar-se na aula outra vez.


Agora podia perceber que Snape lhe observava com uma expressão semelhante a de Draco Malfoy. Não, não podia ser mera coincidência do destino. A garota procurou então sustentar o olhar por mais algum tempo, mas Snape rapidamente quebrara o contato desviando seu rosto para outro aluno qualquer. Saberia ele o significado das palavras de Voldemort? Saberia sequer que aquela conversa aparentemente amistosa ocorrera? Ela não tinha dúvidas. Snape sabia, pois sua expressão o denunciava. E se ele sabia, Draco também, visto que compartilhavam a vigia da grifinória. Certamente eram comensais ativos, cientes de um plano maior.


Fora pensando nessas coisas que Hermione saíra da sala ao final da aula. Havia sido a única que realizara com perfeição o que lhe fora pedido e sentia-se orgulhosa de si tanto pelo feito digno quanto pela premiação que Snape fora obrigado a conceder para a Grifinória.


 


— Hermione? — Ron atraíra a atenção dela para si.


— Você parece muito desligada ultimamente. — Harry considerara, observando-a com atenção.


— Desculpem, eu... — Ela parou por um momento, pensando em uma desculpa que não parecesse tão óbvia. Não que os amigos fossem realmente espertos o suficiente para desmascará-la. — Eu acho que esqueci a minha pena na sala. Encontro vocês depois, sim?


— Não quer que acompanhemos você?


— Não se preocupe, Ron. Odiaria fazer vocês se atrasarem no treino.


— Na verdade, você adoraria. — Harry sorrira alegre. — Nos vemos depois, então.


 


Hermione nem mesmo acompanhara os amigos distanciarem-se pelo corredor, irrompendo através do caminho que acabara de percorrer. Não podia ter mais sucesso no seu desejo. Todos já haviam ido para as aulas seguintes, mas ali estava Draco Malfoy, praticamente implorando por para que ela o interceptasse. E assim Hermione o fizera, aproximando-se sem cautela alguma.


 


— Ora sangue-ruim, a que devo a visita? — Draco sorrira com falsidade para ocultar o espanto de vê-la ali.


— Pulemos a cordialidade, Malfoy. Nós não nos gostamos o suficiente para fingir isso.


— Vejo que a Granger sabe notar as coisas muito bem.


— Muito melhor do que você imagina, para o seu azar. — Ela o olhara com astúcia, certa de que o encurralaria do melhor modo. — Eu sei que há algo sobre mim que você sabe. Não algo comum, porque isso não me importaria nem ao longe, mas há algo forte. Voldemort tem planos para mim e você sabe disso.


— Não entendo o que você está falando, Granger. Talvez devesse escolher Madame Pomfrey para a sua visita, não? — E ali estava a típica máscara Malfoy de dignidade, falsa como apenas ele sabia ser. Hermione agora já sabia de sua existência.


— Oh, eu sei exatamente o que se passa. Vou te adiantar alguns fatos, sim? Ambos sairemos ganhando agora. — A grifinória deixara um sorriso audacioso escorrer pelos lábios, assustando Draco. Ele não imaginava que ela tivesse um lado assim. — Eu sei que você é um comensal, portanto não pode dizer o que sabe, visto que seria demarcado como traidor e sofreria largas penalidades. Sim, eu sei. Mas há uma coisa que você não sabe: Apostar na minha redenção é sinônimo de jogo perdido.


— Você não sabe o que diz, Granger.


 


Havia um brilho nos olhos de Draco Malfoy, mas não era um brilho comum. Era um brilho de medo por ter sido descoberto, de vergonha por qualquer que fosse o método que usariam para fazê-lo sofrer. Ele realmente deveria estar acreditando que Hermione sabia de tudo, mas a verdade é que pela primeira vez na vida ela não sabia de nada. Aquilo lhe era assustador, pois não era algo que encontraria nos livros da biblioteca ou nas palavras de um professor experiente.


Pela primeira vez ela estava lançando um feitiço no escuro, mas havia acertado a verdade e podia vê-la estuporada através das orbes cinzas nos olhos de Malfoy. Agora ela sentia medo porque tivera a confirmação de que ele era de fato um comensal e tinha ciência do plano de Voldemort contra ela.


 


— Seu segredo está guardado comigo, Malfoy. — Ela forçou um sorriso, conseguindo apenas estender os lábios com fraqueza. — Espero que tenha cuidado com o que fará para que não se machuque. Eu não estou disposta a considerar.


 


Enquanto a garota andava apressada pelos corredores, Draco entendera que ela compreendia o plano maior que o Lord ligava à ela. Não dissera nada até então, estava extasiado. Hermione sabia. Seria ele punido sem nem mesmo ter dito algo a respeito? O Lord acreditaria quando ele dissesse que a garota descobrira tudo sozinha? Temia que não. Tinha um tipo de medo em si que atingia até os ossos, congelando de modo doloroso cada fibra ao longo do seu corpo. Narcisa, a mãe, sofreria nas mãos dos comensais caso os planos do Lord falhasse.


Os temores de Draco haviam sido levemente afastados ao sentir as mãos gélidas de Severus em seu ombro. Ele surgira na porta, tendo ouvido a conversa entre os dois jovens e agora lançava ao loiro um olhar significativo. Eles haviam conversado um pouco antes do sonserino mais novo deixar a sala; Era por isso e apenas por isso que Hermione Granger o encontrara ali, sozinho e atrasado pelos corredores das masmorras.


Severus havia lhe chamado para instruí-lo diante dos planos que Voldemort possuía sobre a grifinória. Snape também o alertara sobre a sagacidade da garota, sendo que o garoto tinha diante de si uma missão audaciosa.


 


 


 


FLASHBACK


 


— Ele tem planos para a Grifinória. — Severus dissera minutos antes de lançar um feitiço silenciador na sala em que outrora estivera a dar uma de suas aulas. Agora era apenas ele e Draco ali. — Você já foi instruído sobre suas tarefas?


— Sim. — O garoto respondera visivelmente amargurado pelo assunto.


 


Se havia algo que fazia com que aquele homem protegesse a vida do garoto a sua frente, esse algo poderia ser definido na pureza das ações em seu coração. Por mais que Draco não quisesse admitir, ele possuía sim um coração. E era exatamente sobre isso que Severus estava tentando alertá-lo. Se agora estava naquela situação tão difícil, vivendo perigosamente entre os dois lados do jogo, era porque teimara em negar que possuía um coração cheio de bons sentimentos. Não queria que o jovem Malfoy acabasse como ele.


 


— E qual é o seu dever? — Snape dissera em notável teste. Draco poderia imaginar ele sussurrando um “Vinte pontos para a Sonserina” quando terminasse de responder.


 


— Devo sondar as fraquezas no elo entre o trio dos grifinórios; Fraquezas que possam afastar a garota do Potter e do Weasley.


 


— Perfeito. — Severus sorriu divertido. Tinha a certeza de Draco só estava fazendo aquilo com alegria porque detestava os dois garotos mais do que qualquer outra pessoa no mundo. — Agora vá, já está atrasado.


 


~


 
 


Ao ver Draco saindo com peso no olhar e os ombros baixos, Severus mordeu brevemente o lábio inferior em sinal de nervosismo. Aquele garoto estava passando por uma situação horrível e não tinha escolhas a fazer. Torcia agora para que o fato de Hermione Granger ter descoberto algumas coisas não o colocasse em problemas sérios. Snape já não sabia mais até quando conseguiria proteger a mente do garoto das invasões de Voldemort, sem que o poderoso bruxo das trevas percebesse sua interferência.


Estava perto. Muito perto.


 

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