FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

8. Capítulo VIII


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Oi, oi Povo!!


Eis mais uma tentativa de Draco, será que ele vai se dar bem nessa?


Aninha: Flor!!! Você apareceu!!! \o/
Pelo menos uma a favor do casal!! Acho que o povo dessa vez está com raiva do Draco Ana, e agora?rsrs


Carla Cascão: Como foi seu final de semana flor? Saudades das nossas conversas.
Ah Carla, acho que vai ser difícil a Hermione esquecer tudo que ela sofreu por causa dele, mas sabe que gostei da sua ideia, um rival pro Draco seria ótimo, talvez ele desse mais valor ao que perdeu.


 


Muitos bjs e Boa leitura!


 


 


*****


 


 


Na quinta-feira, Draco começou a se lamentar por ter permitido que Hermione escolhesse o passeio do dia.


— Você não pode estar falando sério!


— Mas estou. — ela ostentava um olhar de triunfo ao subir na carruagem. — Quero passar a tarde no museu de Harry. Ouvi meu irmão dizer que estará lá o dia todo, e assim poderá nos mostrar tudo. Não será maravilhoso?


— Claro, será tão bom como visitar o inferno. Seja razoável, você odeia História.


— Não mais. Ampliei meus interesses.


— A ponto de incluir antigüidades romanas?


— E por que não? — respondeu, satisfeita consigo mesma. — Isso pode chocá-lo, mas tenho uma vida intensa e satisfatória sem você. Desenvolvi curiosidade por muitas outras coisas.


Bem que aquilo poderia ser verdade, mas Draco não acreditou nem por um minuto que sua mulher tivesse escolhido o museu de Potter por estar fascinada por História Antiga. Não, ela escolhera o museu porque o irmão estaria lá o dia inteiro para vigiá-los o tempo todo.


No caminho para o museu, Draco via frustrado seus planos e ainda pior, seu desejo. Tudo isso o fez prometer a si mesmo que antes do final desse passeio conseguiria roubar-lhe um beijo, igual ao que fazia quando namoravam, dariam um jeito de escapar do irritante Potter, bastava planejar com cuidado.


 


Com efeito, o duque se encontrava no museu aquela tarde. Contudo, manteve-se ocupado com um grupo de colecionadores vindos de Veneza, e só estaria disponível dentro de duas horas ou mais.


Foi a vez de Draco sorrir.


— Bem, seu irmão não poderá juntar-se a nós. Não é uma pena?


Hermione não parecia mais muito contente consigo mesma.


— Voltaremos mais tarde, então.


— Não, não. — ele tentava se manter sério. — Já que estamos aqui e que você desenvolveu esse gosto por antigüidades greco-romanas, que tal me mostrar tudo?


Estava sendo desafiada e ela sabia perfeitamente disso, aceitando o desafio, a jovem empinou o queixo e disse, com toda a dignidade.


— Muito bem. Por onde gostaria de começar?


— Não sei ainda... — Draco olhou para a enorme abóbada acima deles, para as paredes e corredores de mármore que se ramificavam em todas as direções.


Era um prédio majestoso aquele. Tinha de admitir que quando Potter se dispunha a fazer algo, fazia bem feito. O loiro pegou um mapa de um jovem funcionário que passava e o abriu. Uma rápida olhada foi suficiente para encontrar o que queria.


— Vejo que há uma nova ala aqui.


— Sim. — Hermione afrouxava a fita do chapéu embaixo do queixo, fazendo-o ficar mais atrás na cabeça. — Mas não há muito o que se ver ali. Apenas poucas salas com armaduras e espadas. Só estive lá uma vez.


— Excelente local para começar, não acha? — entregou-lhe o mapa. — Mostre-me o caminho.


O museu estava repleto, e eles gastaram quase uma hora no meio das pessoas, que se espremiam diante de vitrines cheias de escudos de bronze e de espadas de ferro. Draco notou que o interesse da esposa era genuíno.


— Quando começou a se interessar por História? — quis saber ao se debruçarem sobre um gabinete envidraçado, que exibia facas com pedras preciosas incrustadas.


— O entusiasmo de Harry e Ginny é contagiante. Eles falam tanto no assunto que é impossível não nos empolgarmos também. Além disso, as jóias sempre me fascinaram.


— Disso eu lembro. — ele decidiu então que já era hora de começar a agir.


Pouco a pouco, uma exposição após a outra, foi encaminhando sua mulher para um lugar que vira no mapa.


— Quero ver o que há lá embaixo — disse, dirigindo-se a uma porta que dava acesso a um longo corredor. — Volto logo.


— Não há nada para se ver aí embaixo, Malfoy. Essa parte do museu ainda não foi inaugurada.


— O que não significa que não haja nada de interessante, não é?— piscou para ela e atravessou todo o corredor, passando por várias alas cheias de potes quebrados e mosaicos ainda não terminados, mas não encontrou ninguém.


Os passos de Hermione denunciaram que ela o seguira, exatamente como ele pretendia.


— Draco?


— Aqui embaixo! Venha ver isto aqui.


— Ver o quê? Não há nada aí.


— Como sabe? Disse que só esteve aqui uma vez.


— Sim, mas o mapa informa que o lugar está vazio.


— Esqueça-o e veja com seus próprios olhos.


O visconde se escondeu em um nicho na parede, ali preparado para receber uma estátua. Entrou nele e esperou. Hermione estava caindo direitinho em sua armadilha. Afinal, ela sempre caía, bendita alma inocente.


Ele sorriu.


Quando finalmente chegou e o achou dentro do nicho, rindo para ela, indignou-se.


— Você me enganou!


— Claro que sim! — afastou-se da parede e, dando uma risada, abraçou-a pela cintura e a puxou para si. — Lembra como eu fazia isso o tempo todo para conseguir ficar a sós com você?


— Lógico. Mas agora deixe-me ir e pare de ser ridículo. — ela quis fugir, mas Draco a levou consigo para dentro do nicho. — Malfoy, o que está fazendo?!


Ele se virou de forma que ela ficasse contra a parede.


—Está presa agora querida e, para sair, terá de pagar a prenda. Sabe bem como isso funciona.


Sim, de fato e como sabia. Olhando para o marido assim tão perto, teve de umedecer os lábios, de repente secos.


—Não vou beijá-lo.


O sorriso de Draco se alargou, e ele chegou mais perto. Com a mão livre, soltou o laço do chapéu fazendo-o cair no chão e começou a acariciar-lhe o rosto.


— Você sempre cai neste truque. — ele começou a brincar com o primeiro botão do vestido — Acho que é porque, na verdade, quer me beijar, mas não é honesta o suficiente para admitir.


— Se caio em suas artimanhas é porque você é especialista em enganar. — Hermione se moveu, na esperança de que ele a deixasse sair.


Mas o loiro não deixou. Pelo contrário, apertou-se mais contra ela, sem deixar de brincar com o botão, aproveitou a outra mão livre para afagar o delicado pescoço.


— Regras são regras, querida. Terá de me beijar primeiro.


— Pare com essa tolice! Nós fazíamos isso quando éramos namorados, mas não estamos mais namorando!


— Será que não? Tenho a impressão de que estamos. Veja só o que tenho de fazer para conseguir um beijo. Achei que depois de casado não precisaria mais passar por isso, mas você me obriga a...


— Não obrigo você a nada. Não seja tolo — ela mordeu o lábio tentando forçar passagem, mas vendo que seu marido não mexia um músculo, suspirou meio resignada — Me deixe sair daqui!


— Eu deixo. — Draco brincava com a gola de seu vestido agora e com a outra mão se cercou de sua cintura — Porém, quero que me beije primeiro.


Ouviu-se uma voz masculina vinda do outro lado da galeria.


— Cavalheiros, sei que vão gostar muito de nossa coleção de vasos romanos que acabaram de chegar. Não foram nem expostos ainda. Venham por aqui.


— É o Harry! — ela sussurrou, empurrando o marido com ambas as mãos. — Ele nos verá!


O loiro nem sequer se moveu.


— E daí? Somos casados, não?


— Deixe-me ir, Draco. —  o desespero começando a aparecer em sua voz — Meu irmão está trazendo aqueles homens para cá.


Segurando-a pela cintura com ambas as mãos para mantê-la no lugar, ele esticou a cabeça para fora do nicho, para verificar a galeria, por onde o duque acabara de passar. Uma fila de senhores o seguia.


— Não, eles não vêm para este lado.


Assim que todos desapareceram, Draco voltou a atenção para a importante tarefa a cumprir.


— Onde estávamos?


A jovem olhou ao redor procurando uma saída, mas não encontrou nenhuma.


— Quero sair! — ele meneou a cabeça negando.


— E eu quero meu beijo. — Hermione gemeu de impaciência.


— Homens agem como se fossem crianças!


Draco apertou mais sua cintura, ergueu a mão e tocou o rosto delicado da esposa, adorando a maciez de sua pele. O polegar acariciava o canto da boca, e ele respirou fundo, sentindo o aroma de violetas. A lenta dor do desejo começou a queimar com mais força dentro dele.


— Meus pensamentos neste momento não são nada infantis, creia-me. — ela começou a se desesperar e o pânico começava a ser detectado em seu rosto.


— Não vou beijá-lo!


Ainda acariciando-lhe a face, Draco apertou ainda mais sua cintura.


— Está bem, eu me contento em ficar assim, abraçado a você.


— Quer dizer que pretende ficar aqui o resto do dia?


— Depende de você. Seja razoável, querida. — falou aproximando ainda mais os lábios.


Com calma ele moveu a mão até embrenhar os dedos nos cabelos acastanhados, desfazendo o belo penteado, deixando cair o prendedor ao chão fazendo um tilintar delicado. Passou a observar os lábios tentadores, os espessos cílios foram para baixo numa fração de segundos, Oh sim! Ela se lembrava do jogo, assim como ele.


A jovem por sua cerrou as pálpebras, recordando-se do jogo. Enquanto o insolente de seu marido esfregava os lábios no canto de sua boca e implorava.


— Um beijo Hermione, um beijo e eu a deixo ir...


— Não deixa, não. O conheço muito bem para saber que se o beijar, você tomará mais liberdades. — Draco começou a desabotoar os primeiros botões do vestido da esposa, expondo o pescoço e os ombros alvos e delicados.


— O que está fazendo?! — ela tentava fechar o decote.


— Tomando outras liberdades. Você demorou muito. — inclinou a cabeça e beijou-a bem embaixo da orelha e o colo macio, sentindo o cheiro da pele sedosa.


Hermione respirou fundo. O pescoço era seu ponto fraco. Não podia mais resistir. Naquele momento, um casal surgiu a poucos metros.


— Tem de me deixar ir — ela pediu, agora sem muita convicção.


Ignorando o som das vozes, Draco traçou uma trilha de beijinhos pelo pescoço, a mão deslizando pelo ombro até tocar a curva dos seios. Um gemido baixo e contido escapou da boca da jovem. Camadas de tecido o impediam de tocá-la, mas ele se lembrava de cada curva daquele corpo.


Ela apertou o punho do loiro com ambas as mãos, como que para fazê-lo descer mais um pouco. Sentindo-se encorajado, ele tomou o seio inteiro na mão, mas sem se esquecer das regras. Quando Hermione pedisse, ele pararia. Antes, não.


Saboreou toda a parte exposta com beijos delicados até chegar ao rosto. A respiração dela estava mais ofegante, e ela se mexeu em seus braços.


— Draco! Alguém pode nos ver! — sussurrou, excitada e com raiva ao mesmo tempo.


— Nesse caso, é melhor me beijar logo.


Sem dizer mais nada, ela voltou o rosto e deu o que o marido queria. Sua boca tocou os lábios de Draco, enviando ondas de prazer para todas as suas terminações nervosas. A mão se ergueu para afagá-lo. A pele tão macia, os lábios tão quentes e doces...


O loiro fechou os olhos, saboreando um deleite que havia muito tempo lhe negado, mas ainda muito familiar. Lembrou-se do gosto dela, dos lábios carnudos que ele sugava, da linha perfeita daqueles dentes quando os explorava com a língua.


Sem aviso, Hermione interrompeu o beijo. Fez um leve ruído, um protesto talvez, mas além daquele som e do sangue correndo rápido em suas próprias veias, Draco escutou os passos de alguém vindo em sua direção. Assim, deu um último beijo no pescoço da esposa e a deixou sair. Ajeitando a gravata, foi para o corredor, tentando disfarçar sua ereção.


Depararam com um senhor de terno preto e óculos. Atrás de si, o loiro podia ouvir Hermione se recompondo.


— Até que enfim! — exclamou Draco, fora do nicho. — Estávamos tentando achar a saída, e eis que surge alguém para nos auxiliar.


O cavalheiro parou e olhou para trás, ao ouvi-lo.


— Há alguém aí com o senhor?


— Minha esposa e eu estávamos procurando a nova coleção de armamentos, e acabamos nos perdemos.


— Entendo. Não fica aqui embaixo, senhor. — o loiro fez sua melhor expressão de inocência.


— Desculpe-me, querida. Pelo visto, eu a trouxe ao local errado. Não é aqui embaixo mesmo.


Recebeu por isso um discreto – mas nada gentil – chute na canela.


— Eu sou o Sr. Dean Thomas, diretor-assistente do setor de antigüidades. Vou levá-los à exposição de armamentos.


— O senhor é muito bondoso. — Draco olhou para o nicho e estendeu a mão para Hermione, acrescentando, baixinho: — O botão está aberto.


Ela o fechou, encarando o marido, culpando-o por toda aquela situação constrangedora. Endireitou a coluna, tirou várias mechas de cabelo da testa, aceitou a mão que ele estendia e deixou para trás a galeria.


— Meu Deus! É lady Malfoy!


— Boa tarde, Sr. Thomas. — tentava se controlar, mas seu rosto tingiu-se de um vermelho vivo.


— Perdida, de novo, milady?


— É esta nova ala, senhor. Sempre me confunde.


— Já lhe disse que é importante pegar um mapa logo na entrada. — o Senhor puxou os óculos para mais perto do nariz. — Vejo que seu marido á acompanha, hoje.


Draco se inclinou, para se apresentar, já que Hermione não o fazia.


— Lorde Malfoy.


— É um prazer, milorde. Venham ver os armamentos, sim?


O casal o seguiu poucos passos atrás, pelo longo corredor.


— Essa foi por pouco — o loiro murmurou ao ouvido da jovem, rindo, feliz com toda a experiência, e sobretudo com a paixão que conseguira despertar em sua esposa. — Não me sentia assim havia anos! Foi tudo muito bom.


— Pois não espere que se repita. Não comigo, pelo menos. Não tenho a menor intenção de deixar que me engane de novo!


— Tem certeza? Saiba que esse é um desafio irresistível para mim.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Carla Balsinha em 23/03/2012

Alô querida!

Eu já ouvi melhores desculpas,eh!!eh!!E,o Draco continua a pensar que a Hermione está sempre disponível para ele, até um dia....

Bom fim de semana

Beijocas

Carla Cascão

 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.