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7. Capítulo VII


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi povo!


Eis mais um Capitulo e com ele mais uma tentativa de Draco, será que ele consegue?


Carla Cascão: Acho que sua raiva por aquele loiro não vai acabar tão cedo flor...


 


Bjs e Boa leitura!!


 


*****


 


O Covent Garden Opera House voltava a ficar em alta após anos de esquecimento, e os membros importantes da sociedade renovaram o aluguel de seus camarotes.


Blaise Zabini, o mais famoso compositor da Inglaterra, acabara de publicar uma nova sinfonia, e para ouvi-lo — como ele mesmo iria reger — o teatro ficou repleto para o concerto da noite de terça-feira. Draco tinha um camarote, mas era Hermione quem costumava usá-lo. Naquela noite, estavam com ela as duas filhas de sir Neville Longbottom e as duas irmãs Patil. A jovem viscondessa as convidara de propósito, pois o marido lhe enviara um bilhete no sábado, dizendo de sua intenção de assistir ao concerto do amigo. Sem hesitar, ela mandou uma resposta dizendo que todos os lugares estavam ocupados. Em seguida, iniciou uma busca desesperada por pessoas que pudessem ocupar os assentos vazios.


— Isto é tão excitante! — disse Parvati Patil, ao ouvir os primeiro sons da orquestra afinando os instrumentos — Estive conversando com a senhora Zabini e ela mencionou que ele estava muito animado, já que não regia a muito tempo — confidenciou a moça.


— Confesso que também estou ansiosa. — Hermione sorriu-lhe. — Só o vi uma vez há muitos anos. Estudava ainda na França, foi quando meu irmão veio me visitar, Blaise estava na cidade, não resistimos e fomos ver. Inesquecível.


A campainha tocou chamando todos a seus lugares, e a primeira parte da sinfonia teve início. Hermione não conseguiu prestar muita atenção, pois incomodavam-na os olhares que lhe eram dirigidos, por trás dos binóculos. Apenas quatro dias haviam se passado desde o piquenique com Draco, e todos em Londres discutiam a surpreendente reconciliação de lorde e lady Malfoy.


No intervalo, as jovens Longbottom e Patil foram buscar refrescos, mas Hermione não saiu de seu lugar. Quando suas acompanhantes retornaram, Parvati não estava com elas. Padma, a irmã mais jovem, explicou que Parvati fora convidada a sentar-se no camarote da duquesa de Tremore.


A campainha tocou mais uma vez, anunciando a segunda parte do espetáculo, e a viscondessa se inclinou para a frente, na esperança de avistar a senhorita Patil no camarote do duque.


— Procurando por mim?


O som inconfundível da voz de seu marido fez com que se virasse na cadeira para ver, com espanto, Draco se acomodar no assento deixado por Parvati.


— O que está fazendo?!


— Juntando-me a você, é óbvio. — o loiro sorriu.


A expressão de seu marido era tão confiante que Hermione teve vontade de bater nele com o leque. Draco estava elegante, como sempre, num traje de noite azul-marinho, sobretudo de seda prata e camisa de linho branca, impecável. Na opinião dela o homem mais bonito que já vira, mas o mais irritante também, sem dizer no mais mentiroso.


— Não pode se sentar aqui, Malfoy.


— Claro que posso. Afinal, este camarote é meu. — ela ignorou o comentário.


— Eu lhe disse que preenchi todos os lugares. Terá de sair.


— Impossível, querida. Blaise é meu amigo, e eu não perderia a oportunidade de vê-lo regendo por nada deste mundo. Ele está muito nervoso e me pediu para enviar-lhe recomendações.


— O que aconteceu com Parvati?


— Quem?


— Sabe muito bem de quem estou falando. A senhorita que estava sentada aqui antes de você usurpar-lhe o lugar.


— Ah! Sim, a Srta. Patil. — Draco apontou para cima, à esquerda. — Mudou-se para o camarote dos Crabbe.


— O quê!? — ela quase gritou, apertando a testa com os dedos, sentindo uma dor de cabeça vinda com certeza da presença daquele homem, que parecia mesmo disposto a enlouquecê-la.


— A duquesa de Tremore foi muito gentil em me apresentar a ela, durante o intervalo, e eu a apresentei a lorde Vincent. Ele a conduziu ao camarote de sua família, onde, por coincidência, havia um lugar vago.


Hermione ergueu a cabeça, mas não olhou para ele.


—Uma surpreendente coincidência, arranjada por você, sem dúvida.


— De maneira alguma, a tia dele teve um resfriado, além disso, apesar de ser um homem calculista, odioso e ser tão ansioso por ter o prazer de sua agradável companhia, não posso causar resfriados — ri — Quanto ao resto, Vincent quando pôs os olhos na senhorita Patil e vislumbrou aqueles cabelos negros e os olhos castanhos, caiu rendido como um cordeiro pronto a ser imolado. Não posso culpa-lo, afinal de contas sempre tive uma paixão por certos cabelos castanhos e olhos na cor de mel... Sei como se sente ao se deparar com tal beleza.


Ela por sua vez não se preocupou em ressaltar que suas preferências não o havia impedido de desfrutar da companhia de variados tipos de cabelos e olhos durante esses anos.


— Lord Crabbe é um selvagem e um homem menos disciplinado do que o normal.


— Isso é uma grande ofensa, lhe garanto, Lord Vincent é o filho mais velho de um Marquês. Apenas pense o que um bom matrimonio seria para a senhorita Patil... Um casal grande e sensível, eu diria.


— Claro... a sensibilidade é o mais importante num casamento — falou relembrando de certa coisas — O amor, é claro, não tem nada a ver com isso.


— Eu não diria isso... Vincent parece apaixonado... — o loiro dizia ignorando a indireta a si mesmo e ao seu casamento — Além disso, me parece que você se propôs a apresentar as irmãs Patil à sociedade e estou apenas te ajudando. Que culpa tenho então de apresentar a mais velha a um futuro Marquês ?


— No outono passado, havia prometido aos pais delas que as apresentaria para a sociedade, mas elas não necessitam de pretendentes como Lord Crabbe. Como futuro marquês seria um ótimo matrimônio, mas um desastre para sua felicidade. Parvati é uma menina muito doce.


— Justamento o que Vincent precisa para arrebata-lo.


— Sim? — respondeu de forma suave — Isso não funcionou em teu caso...


— Mas não me casei com uma menina doce...


— Muito obrigada, mas se está tentando conquistar-me com elogios como esse, pode esquecer.


As luzes se apagaram de novo. Hermione agradecida pela distração, se inclinou na mureta para ver como Zabini subiu ao palco, cumprimentou a audiência e se virou para a orquestra. Se o musico estava nervoso, não o demonstrava.


Draco se sentou bem perto da esposa, os ombros tocando-se.


— Não me casei com uma menina doce... — disse num murmúrio — porque não queria uma menina doce... E sim uma mulher apaixonada.


— O que você queria era uma mulher rica...


— Não, precisava de uma mulher rica — ele não parecia se envergonhar por dizer aquilo de si mesmo — Mas queria uma mulher apaixonada, e isso era o que tinha, até que ela esqueceu o que era paixão.


— Como você é cruel! — sua voz foi um pouco mais alta do que gostaria, mas sua sorte foi que as primeiras notas da música a cobriram — Se esqueci da paixão... A culpa é sua.


— Sim... é possível.


A admissão da culpa a surpreendeu tanto que até virou o rosto para olha-lo. Ele estava tão próximo de seus lábios que quase os tocava, mas ela parecia não querer se afastar.


— Draco, essa é a primeira vez que o vejo admitir qualquer culpa pelo fracasso do nosso casamento.


— Bom, é muito difícil para um homem admitir que ele está confuso sobre alguma coisa. Isso se deve a falta de prática, é claro, já que nunca erramos.


Ela apertou os lábios.


— Ah! — murmurou — Quase te fiz sorrir, certo?


— Não — se endireitou na cadeira — Imaginação tua...


Então, sem dizer nada, a enlaçou.


— Não, por favor, todos estão olhando!


Sendo Draco quem era, não deu importância a sua reprimenda, e passou a acariciar-lhe o rosto, fazendo movimentos circulares bem leves em sua nuca. Os lábios tocaram sua orelha.


— Se você esqueceu tudo sobre a paixão e foi culpa minha, então devo corrigir meu erro, não acha?


— Draco... — mas ela não conseguiu prosseguir, não com ele lhe acariciando daquela forma.


— Acredito que há muitas formas de lembrar... — murmurou — se me deixar mostra-las...


Cerrou as pálpebras. Por que estava fazendo aquilo com ela? Hermione esquecera o que era paixão, sim, mas naquele instante tudo voltava com força redobrada, como se fosse uma vingança.


Agora ela estava acima dele, e não queria de maneira alguma recordar essa paixão que um dia havia sentido. Não queria recordar como era fazer amor pelas manhãs, nem os passeios a cavalo e muito menos de como ele sorria e ria só de estar perto dela. Não queria sentir esse tipo de felicidade espumante mais, pois era doloroso demais quando acabava.


Ao abrir os olhos, não o fitou. Dirigiu o olhar para outro camarote, na segunda fileira do Covent Garden. Decerto lady Madley se encontrava lá, e a simples visão daquela bela dama foi suficiente para apagar qualquer início incandescente que Draco pudesse ter despertado nela.


Ele por sua vez percebeu para onde Hermione olhava. Suspirando, afastou a mão de seu rosto e se recostou na poltrona, sem dizer nada.


Mais uma vez segura, tentou concentrar a atenção na apresentação. Embora torcesse pelo sucesso do amigo, esteve tão distraída que não poderia julgar por si mesma.


Quando soaram os últimos acordes, a audiência aplaudiu de pé, e Hermione se juntou a ela, aplaudindo com entusiasmo. Estava tão feliz com o sucesso do amigo, que seus próprios problemas desapareceram por segundos.


Até que Draco a fez lembrar.


— Não importa o que tenha de fazer, vou reavivar a paixão que existia entre nós. Mais que isso, farei com que você torne a senti-la. Vejo-a na quinta-feira, às duas horas. É sua vez de decidir aonde iremos. — e desapareceu antes que ela tivesse a chance de responder.


Hermione começou a descer as escadarias com o torturante sentimento de que o marido alcançaria seu intento.

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Comentários: 2

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Enviado por Carla Balsinha em 15/03/2012

Bom dia querida!

Mais um maravilhoso capítulo!Estes dois não atinam,ele bem quer fazer as pazes,mas ela não lhe dá hipótese,era cómico se agora aparecesse alguém que arrastasse a asa para o lado da hermione e ela começasse a sentir-se dividida....eu nem quero imaginar a reacção do draco,eh!!eh!!

Beijinhos amiga

Fica bem

Carla Cascão

Nota: 1

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Enviado por Aninha Snape em 12/03/2012

Mais uma ótima fanfic que está prendendo minha atenção! ;)

Gatinha, continue!!! estou torcendo pra esses dois se acertarem logo! kkk

 

Nota: 5

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