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9. Baile de Formatura


Fic: Nove Meses Para Amar


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NOVE MESES PARA AMAR


CAPITULO IX


BAILE DE FORMATURA


O baile de formatura era uma tradição nova em Hogwarts. Começou quando a
turma formando do ano passado pediu uma festa ao diretor, para que todos
pudessem comemorar o fim do Lorde das Trevas.


Dumbledore, achando que era uma boa idéia, fez do baile um evento anual.
Apesar dessa ser sua segunda edição.


O baile acontecia em uma casa noturna bruxa, no centro de Londres. Não
poderia ser na escola, já que alguns alunos têm pais trouxas e trouxas não
enxergam Hogwarts.


O dono da casa noturna era um homem muito bonito. Cabelos loiros um pouco
maior que o normal (tão liso que sempre caia em seu rosto, coisa que ele não se
incomodava: afinal tinha um jeito todo especial pra tirar ele de lá). Os olhos
eram de um azul quase violeta. E ele tinha um sorriso que era quase impossível
de se resistir. Aliás, Matthew Scofield era inressistível.


De uma simpatia contagiante, sempre de bom humor e com esse rosto de anjo e
corpo do diabo, o homem era o que poderíamos chamar...De deus Grego.


E na noite do baile de Formatura, Matthew sempre ficava nervoso. Afinal ele
estudara lá e seus pais também. E lá estava o charmossíssimo dono da mais
badalada casa noturna, vendo os últimos detalhes da festa, quando uma mão tocou
o seu ombro.


- Olá Matt. - Era Dumbledore. Mas um diretor bem diferente. Afinal no baile a
roupa exigida era smoking trouxa. E não as longas capas bruxas.


- Olá senhor. - Matt sorriu. Era um sorriso Colgate.


- Venha filho. Preciso dar uma palavrinha com você, antes dos formandos
chegarem.


E Matt se deixou levar calmamente para seu escritório.


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Harry se sentia estranhamente apreensivo. Tinha certeza que à noite de hoje
mudaria sua vida completamente. Mas ainda não sabia se era uma coisa boa ou
ruim.


- Ei que cara é essa, meu amigo? Hoje a noite é de festa! - era Sirius que
estava em um bom humor irritante, pensou Harry.


- Ah, Sirius que motivos tenho para estar feliz? Eu queria Hermione e não a
droga de um diploma!


Sirius parou de sorrir e se sentou de frente ao afilhado. Estavam no
apartamento que agora era a casa dos três. Dele, de Lupin e de Harry.


Era um apartamento decorado com bom gosto, e completamente trouxa. Tinha as
coisas estranhas, mas era essencialmente trouxa.


- Olha Harry, eu ainda não sei o que aconteceu entre você e Hermione. Mas sei
com certeza que irão se ajeitar. Vocês se amam e se tem uma coisa que aprendi
foi que sempre há uma saída. Ate mesmo para morte.


Sirius se referia logicamente ao período que passara atrás do véu da morte.
As poucas vezes que ele se referia a esse assunto, era sempre assim em tom de
brincadeira. E Harry não pode deixar de rir.


- Dando conselhos amorosos é primo? Não sabia que o galinha da família tinha
sentimentos.


Era Tonks que falava. Ela estava perto da porta e simplesmente deslumbrante,
pensou Sirius.


O vestido, um longo na cor branca, moldava perfeitamente o belo corpo que
Tonks tinha. E os cabelos nessa noite estavam pretos, fazendo um contraste
maravilhoso com os olhos azuis.


- Então já chegou é Nymphadora? É educado bater na porta sabia?


Sirius não se levantou do sofá preto em que estava sentado. Poderia ser
embaraçoso.


- Falta de educação é chamar o outro pelo nome que odeia. - Tonks se
encaminhou ate o sofá e parou em frente ao Harry - como vai, Harry? Belezinha?


O garoto chegou pro lado. Dando espaço para ela se sentar, mas Tonks preferiu
se sentar do lado do primo.


- Só um pouco nervoso Tonks. Essa coisa de baile não me traz boas
recordações.


Ela riu. E Sirius achou a risada muito feminina e delicada. Gostou do som.


- Vamos embora pessoal?


Era Remo que vinha do quarto. Ele estava irreconhecível. Em um terno preto,
muito bem cortado, parecia até outro.


Tonks se levantou rápido.


- Remo, por Merlin! É você mesmo? Está muito bem!


Remo riu, e afetou descontração.


- Obrigada. A srta, também não fica atrás.


Harry e Tonks riram daquilo. Sirius fechou a cara. Não gostava daquilo. Ahh,
não gostava mesmo.


________________________________________________


Por ele, não iria mesmo naquela droga de festa. Um monte de trouxas nojentos
e sangues-ruins. Se tivesse tido escolha não iria. Afinal nem sua mãe poderia ir
mesmo. Não teria ninguém lá que se importasse se iria ou não.


Era isso que Draco dizia a si mesmo, enquanto seguia para a tal boate. Mas no
fundo ele sabia que não era verdade: queria ir porque Gina estaria lá. E ele
queria, por mais estranho que fosse, ao menos ver ela nessa noite.


Porque ela estaria lá. Afinal o irmão dela e toda aquela família enorme e
pobre também estariam.


Por um instante Draco se divertiu ao imaginar com que tipo de roupa os
Weasley iriam. Pobres como eram, não poderiam comprar roupa de gala para todos.


Ele só não se divertiu mais com a idéia, porque simplesmente estava pensando
demais nela. E se lembrar disso, tirava qualquer humor que uma piada pudesse
ter.


________________________________________________


Rony se sentia extremamente nervoso. Ele pedira a moto de Sirius para buscar
Carol e ainda não conseguira achar o endereço da garota.


Afinal, pensou ele aborrecido, por que ela não podia morar em um bairro
normal?


Carol Blair, morava em um dos melhores bairros da Londres trouxa. Onde
somente existiam casas enormes, com jardins maiores ainda e guardas mal
encarados na porta.


"Acho que achei afinal!"


Estava na ultima casa da rua, que era larga e bem cuidada, e tinha um portão
preto como Carol descrevera.


Parou a moto e o guarda veio ter com ele no portão, mas olhando de modo
esquisito para moto.


- O que quer aqui rapaz?


- Eu tenho um encontro com a srta. Blair. Poderia avisar que o sr. Weasley
chegou?


Rony se impressionou por sua voz ter saído segura e confiante. E
aparentemente o guarda também. Por que rapidamente ele foi falar no interfone.


- Ela falou para o sr. entrar, sr. Weasley.


O homem abriu o portão e Rony entrou no jardim da casa do primeiro-ministro.


Ele nunca vira um gramado tão bem cuidado e com tantas flores. A alameda por
onde seguia era de cascalho e tinha grandes carvalhos a bordejando.


Dando a volta, na fonte que tinha no meio do pátio, Rony parou em frente à
porta da residência. Um mordomo apareceu na porta.


- Por aqui sr. Weasley.


Rony subiu os degraus e seguiu o mordomo para dentro da mansão.


O velho homem era empertigado demais, riu-se Rony. Andava com uma pompa pra
cima das estrelas.


Ele levou o garoto até uma sala, um aposento muito bem decorado. Em tons
leves e femininos, a sala lembrava um jardim: era agradável ficar ali.


- Sr. Ronald Weasley.


Anunciou o mordomo da porta. Rony chegou mais para dentro e ficou cara-a-cara
com o pai de Carol.


- Como vai sr. Weasley?


- Bem, obrigada sr. Blair. Espero que o sr, também?


Rony estava extremamente nervoso. Sentia que estava sendo avaliado, pesado e
medido. E tinha medo de não passar na avaliação.


- Bem. - respondeu o sr. Blair em tom um tanto quanto seco. - Aonde vocês
irão sr. Weasley?


Rony ia falar a verdade, mas mudou de idéia no último minuto. Seu instinto de
sobrevivência falou mais alto:


- À uma festa de família senhor.


Tony Blair ergueu uma Sobrancelha:


- Você não bebe não é mesmo rapaz?


- Não senhor. Apressou-se a responder.


- Não fuma? Não usa drogas? - a cada uma das alternativas Rony dizia que não
- E onde estuda rapaz?


A mudança foi tão brusca, que Rony achou que ficaria zonzo.


Mas foi salvo de responder essa pergunta. Carol chegou nessa hora.


Ela estava linda. Com um longo verde claro e os cabelos presos em um coque
elaborado.


- Ola Carol. - Rony foi até ela e pegou delicadamente na sua mão - Você está
linda.


Ela corou. Afinal seu pai estava olhando.


- Não voltaremos tarde papai. Ela foi até ele e lhe deu um beijo no rosto.


- Qualquer coisa, ligue e eu irei buscá-la, está bem? - pressentindo que ele
só largaria sua mão se concordasse, Carol acenou afirmativamente.


Eles foram saindo, e quando chegaram lá fora, pararam em frente a moto.


- Como vamos fazer para você andar de vestido e na moto Carol? - Rony coçou
atrás da orelha, num cacoete que ela achava charmoso.


- Eu tenho uma idéia, mas temos que sair daqui primeiro.


Com muito cuidado ela subiu na garupa, colocaram os capacetes, e Rony saiu
roncando pneu.


Quando já estavam longe o suficiente da casa dela, Carol deu uma cutucada nas
costelas dele. Rony parou a moto na hora.


- Rony - disse ela saído da moto - você acha que pode dar um jeito nas minhas
roupas?


Ele sorriu e entendeu. Com um simples toque de varinha, o lindo vestido
verde, virou uma horrível roupa de motoqueiro.


- Hum... Desculpe - começou sem graça - eu acho que posso dar um jeito...


- Deixa pra lá Rony. É só pra chegar lá. E não para ficar com isso.


Ele riu junto com ela. Carol se juntou a ele na moto, e Rony partiu a toda
para o baile.


________________________________________________


O sr. Granger parou o carro a umas duas quadras da boate. A área em volta
estava lotada já.


Descendo do sedan azul, quatro portas, Hermione sentiu um arrepio de
excitação. Estava louca para poder dançar até esquecer os problemas.


A mãe de Hermione, uma mulher ainda muito bonita para a idade, não estava de
vestido. A sra. Granger, somente usava calças.


O sr. Granger estava em um terno formal, com camisa formal. Os pais de
Hermione eram formais.


- Você realmente não vai voltar conosco Hermione?


Ela suspirou de novo. O pai já lhe perguntara isso umas vinte vezes.


- Não senhor. Irei aparatar em casa. Assim vocês não terão que ficar ate
muito tarde.


Hermione não entendia como seus pais a deixaram estudar magia. Era ainda um
grande mistério.


Quando finalmente eles alcançaram a porta da boate, que como qualquer coisa
bruxa, nenhum trouxa dava nada por ela, Hermione bateu três vezes. Em uma
seqüência ritmada.


Um guarda abriu passagem para os Granger. Hermione soltou um suspiro.
Finalmente chegara.



________________________________________________


Gina se sentia entediada. A entrega dos diplomas estava sendo lenta, muito
lenta. Primeiro foram os Corvinais que receberam as notas dos exames e os
diplomas, depois os Lufa-Lufa e finalmente, agora ia começar os da Sonserina.


"Pelo menos lá eu conheço alguém". Se arrependeu na hora de ter pensado
assim. Não conhecia ninguém da Sonserina.


Nem mesmo, o loiro estupidamente lindo, sentado a duas mesas dela. Malfoy
estava completamente perfeito.


Os cabelos normalmente jogados para trás, hoje estavam cuidadosamente
desarrumados e ao invés dele se vestir como todos os outros (terno, camisa
branca e gravata), ele estava todo de preto e com o colarinho aberto.


Isso dava o que pensar em Gina. Não que ela quisesse pensar, mas na falta de
algo melhor para fazer...


Ele virou a cabeça e pegou Gina olhando abobalhadamente para ele. Ergueu um
drinque na direção dela. Gina virou a cara. Hermione chegou nessa hora.


- Olá Hermione!


- Oi Gina. Tem lugar para mais três, nessa mesa?


- Mas é claro que sim! - replicou o sr. Weasley na mesma hora, ele e o sr.
Granger eram bons amigos - Vamos, venha Jack. Sente-se e me conte as novidades.


Instalados os Granger, Hermione se sentou ao lado de Gina.


- Onde está Rony?


- Ele foi buscar Carol. - Gina balançou a cabeça - não vai acreditar no
quanto os gêmeos zoaram ele por causa disso.


Hermione riu.


- Ah... Eu posso imaginar sim. Onde estão seus irmãos? - ela perguntava por
Carlinhos, Percy e Gui.


- Gui e os gêmeos devem estar perto do barman. Disseram que queriam tomar
todas hoje. - Gina balançou a cabeça. - Mas era só para irritar mamãe. E
Carlinhos não pode vir. Já Percy, deve estar entediando alguém com sua conversa
mortalmente chata.


Hermione teve que rir de novo. Gina ainda guardava ressentimento de Percy.
Alias a família inteira.


- Sabe Gina - começou Hermione provocante - até que o Malfoy não é de se
jogar fora. Pelo menos está charmoso de preto. - aqui Hermione afastou um pouco
o corpo e olhou para Gina - vocês combinaram de se vestir igual?


Gina fechou a cara.


- Já é suficiente estar em um vestido que não quero, Hermione. Por Merlin não
toque nesse assunto.


Hermione se contentou em levantar as mãos.


________________________________________________


- Se continuar olhando assim para ela, os irmãos viram aqui tirar satisfação
com você, Draco.


Draco se assustou. Pensou que estivera sendo discreto (mas se Henri
percebera), mas simplesmente não conseguia tirar os olhos de Gina. Ela estava
maravilhosa no vestido preto, que chegava até nos joelhos. Os cabelos, ela
enrolou somente as pontas. Simplesmente fantástica.


- Vamos Draco, estão chamado a gente para a subir no palco.


Draco suspirou. Não gostava dessa papagaiada. Mas já que estava ali...


Subiu no palco e junto com Henri, esperou ser chamado. A cada aluno que era
chamado, as pessoas batiam palmas.


- Draco Malfoy. Anunciou a professora Minerva.


Draco se adiantou, ganhou um aperto de mãos de McGonagal. Depois Dumbledore
entregou o diploma (ao que ele foi educadamente aplaudido) e pegou suas notas
com Snape. Saiu do palco o mais rápido que pode e se sentou ao lado dos pais de
Henri.


Na vez do amigo, Draco viu que as garotas foram generosas com os aplausos.
Henri até que era bastante popular.


Gina sentiu seu coração condoído pelos poucos aplausos de Malfoy. Mas
resistira a tentação e não o aplaudira. Ele não merecia consideração de sua
parte.


Na hora que a profª. Sprout começou a reunir os alunos formandos da
Grifinória, Harry chegou.


Sirius estava em um mal-humor terrível. Eles pegaram um congestionamento
terrível, tudo pela idéia maluca da Tonks que se aparatasse amassaria seu
vestido. E o carro nem mesmo voava.


Todos se acomodaram na mesa, e Harry nem teve tempo de falar com Hermione.
Rony surgido do nada puxou a garota pra perto e correu com ela dali.


Ninguém na mesa entendeu coisa alguma.


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- Rony...Que? - tentava Hermione.


- Venha rápido. É um caso urgente.


Seguindo para o lado de fora da boate, Hermione viu qual era o caso urgente:
Carol estava com uma roupa ridícula, um pijama velho com bolinhas amarelas e
pompons roxos.


- Carol! O que aconteceu as suas roupas? Hermione tentava, mas não conseguia
se conter. Caiu na risada.


A garota fechou ainda mais a cara.


- Tudo culpa do muito inteligente Rony aqui. Ele transfigurou meu vestido
para poder andar naquela moto horrorosa e agora não sabe como fazer voltar ao
normal.


Rony somente se encolheu.


- Como era seu vestido Carol?


Fungando e com a maquiagem toda borrada, ela custou a responder:


- Era verde. Tinha alcinhas e era longo. Colado no meu corpo.


Hermione pensou bem e falou.


- Pense com muita força nesse vestido Carol. Em todos os detalhes dele.
Mesmo.


Ela só assentiu.


- Pronta?


- Sim.


Hermione ergueu a varinha e num gira e sacode, falou: - vest tranfigo!


Rapidamente a roupa horrorosa de Carol foi embora e o lindo vestido voltou ao
corpo da dona. E com mais um aceno, Hermione concertou a maquiagem de Carol.


Vendo a situação normalizada, Rony atreveu-se a falar:


- Me desculpe Carol...Eu...


Hermione não deixou ele acabar. Tinham de voltar já lá para dentro.


- Anda venha Rony. Já devem ter começado a chamar os alunos da Grifinória.


Correndo, os três tentaram chegar até onde estavam as mesas deles. Deixaram
Carol com Gina ali e rapidamente subiram no palco. Nesse momento a profª.Minerva
chamou:


- Srta. Hermione Granger.


Hermione se adiantou e escutou um murmúrios por todo o salão. E gostou disso.
Ela estava em um provocante vestido vermelho, que deixava quase todas as costas
a mostra. E com os cabelos presos em um bonito coque, sem ser formal, ela entrou
deslumbrante no palco.


Ela foi amplamente aplaudida. Afinal com todas aquelas pessoas (os Weasley,
Sirius, Lupin, Tonks e Carol) a acompanhando, não tinha como não ser muito
aplaudida.


Ela ganhou um abraço da prof.ª Minerva e o boletim. E de seu querido novo
amigo, o Diploma e uma caixinha preta e pequena.


- Meus parabéns querida. Disse Alvo emocionado.


Harry foi entusiasticamente aplaudido (o que provocou náuseas fingidas em
Henri e Draco), afinal ele era a pessoa mais popular de Hogwarts.


E quando finalmente chegou a vez de Rony, os gêmeos não resistiram e
perguntaram : - Ei Rony, não quer transfigurar o meu terno, não hein? - ninguém
entendeu, é obvio, mas as orelhas de Rony ficaram vermelhas.


Imediatamente, depois da entrega dos diplomas. O dono da casa subiu ao palco:


- Boa noite. - a voz dele era incrivelmente sexy - agora a Which House, tem o
prazer de trazer a banda do momento. SHUT UP!!!!


Os jovens foram ao delírio. E a pista de dança realmente lotou. Uma coisa se
podia dizer, bruxo ou trouxa as pessoas se divertiam do mesmo jeito.


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A festa estava uma animação geral. Hermione estava lá no meio do povo,
dançando e se divertindo. A bebida tava rolando solta. Carol perdoara Rony
(lascando um bom beijo nele) e as olhadas de Draco já tinham chamado a atenção
dos gêmeos.


- Ei Hermione.


A garota se virou e deu de cara com Matt Scofield. "ele é ainda mais bonito
de perto!"


- Hum... Ola? - ela franziu as sobrancelhas.


Matt sorriu.


- Venha tem umas pessoas que querem falar com você. - ele pegou no braço
dela.


- Ei cara me largue. Você pode ser dono da casa, mas não vou a lugar nenhum.


- Humm... - Matt semicerrou os olhos - nem mesmo se eu disser que Vanessa
Woolf está na minha sala e quer falar com a srta Hermione Granger?


Os dois tinham que gritar, porque o som estava muitíssimo alto.


- Tudo bem - concordou Hermione - mas solte meu braço.


Na mesma hora Matt soltou a garota.


Hermione começou a seguir ele para fora da pista de dança. E como estava de
costas, não viu a cara que Harry fez.


E o garoto da cicatriz, muito enciumado, foi se se sentar à mesa de Sirius.


________________________________________________


Hermione seguia Matt Scofield, com um misto de excitação e medo. Afinal podia
ser que Vanessa Woolf, não quisesse trabalhar com uma mulher grávida.


O escritório do sr. Scofield foi uma surpresa para Hermione. Ela esperara
algo louco e psicodélico como a boate, mas estava num aposento requintado e
inegavelmente masculino.


Com uma bonita escrivaninha de mogno, estofados pretos e tons verdes nas
paredes, era um lugar que por mais sóbrio que fosse a pessoa se sentia à
vontade. Como se estivesse tudo bem.


- Obrigado sr. Scofield. Sua ajuda e escritório foram inestimáveis. Declarou
Vanessa Wolf.


A dispensa fora gritante. Ela mandava Matt para fora de sua sala, sem o menor
embaraço. Ou medo de não ser obedecida. E Matt simplesmente sorriu, indo embora.


- Então nos encontramos novamente, Hermione.


A mulher deu a volta na mesa e se sentou na cadeira atrás dela. Apontou onde
Hermione devia se sentar.


- Já tem uma decisão formada, eu espero.


Hermione confirmou com a cabeça e se sentou.


O silencio se estendeu, até que Hermione se tocou que era para dar a
resposta.


- Eu aceito sua oferta Vanessa.


A inominável apenas sorriu.


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Tocava uma musica romântica e tudo o que Draco mais queria, era dançar com
Gina. Mas os malditos dos irmãos dela não há perdiam de vista.


Foi quando ele a viu indo ao banheiro, que sentiu ali sua melhor chance.


O lado do banheiro feminino era mais reservado, sendo que entre a porta e a
parte da boate onde se dançava, tinha um pequeno espaço. "Suficiente" pensou
Draco.


Ele agarrou Gina pela cintura, e antes mesmo que ela se desse conta, começou
a dançar no ritmo da musica.


A principio tensa Gina não queria aproveitar, mas depois relaxou. Era meio
mágico, eles dois dançando como se não tivesse mais ninguém no mundo.


- Já esqueceu de mim Virgínia?


Ele a encostou na parede. Não tinha mais vontade de dançar.


A pouca luz do lugar, não deixava Gina ver o que o rosto de Draco refletia.
Disso ela não gostava. Nenhum pouco.


- Nem mesmo sei quem é.


Assim que acabou de falar, Gina percebeu o erro. Devia ter dito o contrario.


- Vamos ter que refrescar sua memória então.


A ultima coisa que Gina viu foi um par de olhos pratas brilharem na
escuridão. E depois Draco a beijou.


Um beijo completamente diferente dos que já haviam trocado. Um beijo que
falava de solidão. De quem carrega angustia demais no coração.


- Gina. - Ela escutou Carol chamá-la baixinho. - venha, seus pais estão
querendo ir embora.


Draco descolou os lábios. E Gina viu somente o brilho da prata antes dele
sumir.


Com a mão na boca, ela também foi embora.


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Rony queria que a noite durasse para sempre. Ficar, ali, agarradinho com
Carol estava sendo muito bom.


Os dois bailavam suavemente ao ritmo de "Save Me Hanson". Parecia até que a
boate tinha conspirado para dar aquele clima. Luz azul, musica romântica...


Ele olhou nos olhos da garota, e de novo se sentiu perdido. Como se estivesse
se afogando em um mar verde. Mas ele não queria que o salvassem. Não queria
mesmo.


- Ei Rony. Nós estamos indo embora. Você vai ficar?


Ele descolou os olhos de Carol (com muita relutância) e virou-se para Percy.


- É acho que nos também vamos embora.


A perfeição acabara. Hora de enfrentar o mundo real.


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Hermione saiu superconfiante do escritório de Matt Scofield. A conversa fora
pouca, mas Vanessa falara o suficiente para deixar Hermione confiante.


Quando chegou na mesa, Molly deu o recado que o sr. Granger deixara para a
filha.


- Sinto muito querida. Mas seus pais já foram embora. Você quer ir conosco?


Hermione ia responder que sim, mas mudou de idéia:


- Obrigada sra. Weasley. Mas acho que vou embora sozinha mesmo.


Vendo que a mãe de Rony ia começar a protestar, Hermione tratou de
convencê-la logo.


- Pode deixar mesmo. Alias com tanta gente... Um tanto embriagada (ela
apontou para Fred, Jorge e Gui), eu não caberia mesmo dentro do carro.


Molly foi obrigada a concordar. Mas não queria ver Hermione andando sozinha
por ai. Ao ver Harry se despedindo de Arthur a solução foi imediata.


- Então Harry pode levar você para casa querida.


Ao ouvir isso, houve duas reações adversas. Harry mal conseguia ocultar o
contentamento e Hermione o desagrado.


- Não quero nem ouvir nada - declarou firme a sra.Weasley, aos protestos de
Hermione - Você vai com Harry e pronto. E nem adianta me dizer que já sabe
aparatar a um ano Hermione. Simplesmente não deixaria Gina fazer isso e com
certeza você eu também não deixaria.


Diante da obvia conclusão de que Molly Weasley a considerava uma filha,
Hermione ficou quieta e se resignou a ir embora com Harry.


Como o ex-namorado nunca havia ido à sua casa (alias os pais de Mione não
sabiam que ela tinha tido um namorado) eles foram embora no carro de Sirius. O
padrinho, Tonks e Lupin aparataram em casa. Tonks morava no apartamento de
frente para eles.


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O silencio dentro do Maserati verde de Sirius era completo. E tenso também.
Harry guiava o carro com perícia pelas ruas de Londres, que há essa hora (umas 4
da manha) estavam desertas.


Hermione se ajeitou de novo no banco. Estava odiando cada minuto daquele
percurso. E odiava a sensação de querer pular em cima de Harry e beijá-lo com
sofreguidão.


Passaram por uma rua estranha. Depois outra e virando uma curva Hermione não
reconheceu o lugar onde estava.


- Aonde pensa que vai Potter?


Harry nem ao menos olhou para ela.


- Apenas quero conversar com você Hermione. Só isso.


Por fim, ela reconheceu o lugar onde estavam. Era o motel mais famoso da
cidade. Primeiro o choque tomou conta de Hermione. Depois a raiva, seguida por
um acesso incontrolável de riso.


Vendo o olhar intrigado de Harry, Hermione perguntou:


- Então você se lembra dessa conversa?


Harry apenas balançou a cabeça confirmando.


"Eles estavam sentados na beira do lago, era domingo, no final da tarde.
Estavam preocupados, porque Voldemort ainda não fora derrotado. E o cerco estava
se fechando em cima da Ordem. Foi quando, para desanuviar o clima, que Hermione
perguntou":


- Qual é o seu desejo mais louco Harry?


Ele deu de ombros e respondeu:


- Beijar você agora o que acha?


Hermione riu e jogou o corpo para trás, fugindo do namorado.


- Pois eu queria ir ao House Sex! - ao ver a cara que Harry fez, explicou-se
melhor - é o melhor motel de Londres. Eu já ouvi falar dele. Se fosse escolher
uma coisa louca seria isso.


Os olhos verdes de Harry brilharam, e como um imenso leopardo ele avançou e
beijou Hermione. Quando finalmente se descolaram, ele prometeu:


- Iremos lá meu amor. Nós iremos lá."


Quando Hermione deu por si finalmente, eles já entravam na garagem do motel.
O carro finalmente silenciou-se, e Hermione respirou fundo falando o mais calma
possível:


- Acha mesmo que entrarei ai com você Harry?


O garoto sorriu.


- Você até mesmo me chamou de Harry. Acho que posso ter esperanças.


Vendo que ela ia retrucar, Harry foi mais rápido.


- Venha vamos Hermione. Eu lhe prometi que íamos ao House Sex e aqui estamos.
Podemos conhecer e ir embora. - ao ver a cara desconfiada, achou prudente
completar - se você quiser, será só isso. Mesmo.


Hermione foi. Afinal ela também queria aquilo.


________________________________________________


A moto seguia suavemente pelas ruas desertas. O vento fustigava o rosto de
Carol (que estava sem capacete) deixando mais corado do que normal.


Dessa vez Rony transfigurara uma cadeira na roupa de motoqueiro, assim Carol
pode colocá-la por cima do vestido.


O guarda do portão, pego em flagrante (estava dormindo) os deixou entrarem
sem problemas. Afinal, Carol sabia fazer voz pedante quando queria.


Rony estacionou a moto no mesmíssimo lugar de antes. Ajudou Carol descer da
moto e a despir a roupa de couro.


- Obrigado pela noite de hoje, Rony. Foi especial.


Ele custou, mas só sorriu um pouquinho. Como se não fosse muito importante.
Aquilo deixou Carol triste. "Será que ele não gostou da minha companhia?"


- Eu também gostei Carol. Foi muito bom.


Ela sorriu. E o sorriso afastou qualquer preocupação que Rony podia ter.


E no meio do jardim da mansão dos Blair ele beijou a garota mais linda que já
vira.


________________________________________________


"Droga de vida, de tudo". Pensou Draco ao despir as roupas que vestia.


Estava na mansão Malfoy, onde tudo o deixava terrivelmente sombrio e
mal-humorado. Só continuava a morar ali por sua mãe. Sabia que ela não resistira
cortar mais esse elo com o passado.


Somente de cueca (preta, meu Deus!!!), ele se sentou na cama. E em um gesto
frustrado ele passou a mão nos cabelos, bagunçando-os de verdade.


Não queria pensar em Gina, mas a ruiva se intrometia m todos os seus
pensamentos. E o ultimo o deixava mais raivoso que tudo. "ela esteve linda hoje
a noite!" o vestido preto e clássico. A pouca maquiagem. O porte elegante e
altivo. "Perfeita demais!"


Draco suspirou e deitou debaixo da cobertas pretas com borda verde. Aquele
quarto era deprimente.


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Eram seis horas da manhã quando Hermione abriu os olhos. A primeira coisa que
viu foi o teto espelhado.


Ela tomou um susto. Estava nua e Harry também. Levando a cabeça
cuidadosamente do travesseiro (que por um acaso era o tórax de Harry) Hermione
correu e se vestiu.


"Como pudera ser tola a ponto de ir para cama com ele? Não era possível!
Hermione Granger essa gravidez ainda não lhe ensinou nada?"


e ralhando mentalmente consigo mesma, Hermione deu o fora dali.


Não queria ver quando Harry acordasse. Não queria mesmo.


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