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6. Capítulo VI


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi gente!
Antes de qualquer coisa, gostaria de me desculpar pela falta de postagem da semana passada, tive alguns problemas de ordem emocional e pessoal, a semana passada e retrasada foi um tanto quanto complicada, mas agora tudo está voltando para sua devida ordem natural. \o/
Portanto, sem mais delongas, eis mais um capítulo.


Carla Cascão: É flor, o calor continua com tudo por aqui e cada vez mais forte... Não sai pra pular carnaval, fui é curtir uma piscina e pegar uma corzinha, ao menos né?rs
Pois é, o Draco é um grande cachorro aqui, mas calma a tendência é piorar, ou não...rs
mas é fato que você vai conhecer mais das razões dele e dela também.
E concordo, a Hermione não merecia um cara desses...


Lolita: Sim, o Draco é um manipulador de primeira, mas aos poucos você vai conhecendo mais da história deles...


 


Muitos bjs e boa leitura!


 


*****


 


Na sexta-feira, Hermione acordou rezando para que chovesse. Porém, parecia que até Deus estava contra ela. O dia amanheceu lindo, e a tarde de abril era quente e agradável, perfeita para um piquenique.


Voltar a fazer um piquenique com Draco a assustava. Ela sempre adorara piqueniques, e, desde a separação, nunca mais participara de nenhum.


Agora, parada ali no saguão, de frente para seu marido, o temor se multiplicara.


— Onde? — a resposta veio em uma gargalhada, totalmente inexplicável para Hermione.


— Não precisa me olhar como se a tivesse convidado para correr nua comigo pelo mercado.


— Malfoy, por favor! Não seja grosseiro! — repreendia-o enquanto olhava  de maneira séria os empregados que os acompanharia.


— Iremos ao Hyde Park — disse, ainda rindo.


— O que significa um passeio numa carruagem aberta. Nós dois juntos! — constatou mortificada.


— Não vejo o que isso tem de tão assustador.


— Você e eu passeando em carruagem aberta até o Hyde Park! Com um clima destes, metade da população estará lá. Todos nos verão juntos!


— Somos casados, Hermione.


— Eu não vou! — afirmou, apavorada.


— Por quê? Não quer que ninguém me veja beijar seu pescoço? — e era aquilo mesmo o que ela temia.


— Pare de dizer essas coisas! — Hermione lançou um olhar significativo na direção dos empregados — Não é decoroso e alem do mais, não me importo com nada vindo de você.


— Não?


— Não, por que não irei a esse piquenique.


— Qual é o problema, afinal? Não quer que nossos conhecidos saibam que nos reconciliamos?


— Nós não nos reconciliamos! E eu não vou ficar passeando com você pelo Hyde Park, dando a impressão de que reatamos.


— Se não vier comigo... — Draco parou, fitou os empregados, depois falou bem perto do delicado ouvido da jovem — ...eu mesmo arrastarei você daqui e a colocarei dentro do veículo. Os vizinhos do duque com certeza nos verão, e, como sei que você lutará para dar cada passo, eles saberão que nossa reconciliação não vai muito bem. Acha melhor assim?


— Deu sua palavra de que não usaria a força — lembrou-o, num sussurro.


— Não. Eu jurei que não usaria a força para levá-la para a cama — murmurou de volta. — O resto, para mim, é válido.


— Então falta eu acrescentar "bruto" em minha lista de qualificações a seu respeito.


— Como já lhe disse, a força bruta é bem útil,em certas ocasiões.


Hermione não duvidou nem por um momento de que Draco cumpriria a ameaça. Além do mais, um lugar público seria melhor do que ficar a sós com ele, de novo. Além do mais, isso não passava de um jogo para ele, logo se cansaria e iria embora, como sempre fez.


— Vamos, então. Quanto mais cedo formos, mais cedo acabará.


— Essa é a Hermione que conheço. Espirituosa, aventureira, pronta para experimentar de tudo.


Dirigiram-se para a carruagem, estacionada na frente da mansão. Quando ela entrou, ajudada pelo marido, encontrou uma cesta e uma sacola de couro no chão.


Quando namoravam, costumavam fazer piqueniques e Draco sempre dava um jeito de ficar a sós com ela e roubar alguns beijos. Funcionara antes, e ele achava que iria funcionar de novo.


Draco estava mais do que decidido a relembrar os dias em que namoravam, acreditava que assim conseguiria trazer Hermione de volta para si, mas com um adicional, agora poderia tocá-la e beijá-la sem se ocultar da vista dos outros, afinal estavam casados e poderia ser tão atrevido quanto quisesse.


Como Hermione previra, havia muita gente no Hyde Park. O excesso de veículos e de gente cavalgando fez a viagem parecer ainda mais longa. Ela podia ver as pessoas olhando e comentando uns com os outros, sem dúvida especulando sobre a reconciliação de lorde e lady Malfoy.


Detestava ser assunto de falatórios, e já suportara o suficiente os rumores e mexericos durante todos esses anos. Havia uma certa discrição, porque era irmã de um duque, mas as amantes de Malfoy a tornaram o alvo favorito da sociedade. Tinha plena consciência de que muitos a culpavam por não ter dado um herdeiro para o marido. Porém, a vida impecável e regrada que levava transformou-a num tema monótono. Naquele momento, contudo, graças ao desejo absurdo de Draco de reatar, seu nome estava, de novo, envolvido em falatórios.


Ambos acenavam a seus conhecidos, cumprimentando-os ao passar por eles, pois a etiqueta mandava que assim fosse. Ainda bem que o loiro só parou quando chegaram a um lugar mais deserto.


Os dois empregados que os acompanhavam carregaram os utensílios para o piquenique e estenderam a toalha no local indicado pelo patrão. Hermione se sentou, e a saia de seda branca espalhou-se a seu redor. Puxou-a um pouco para dar espaço, e o marido se acomodou do lado oposto. Os criados, então, distribuíram os pratos, a prataria, a sacola de couro e a cesta com a refeição. Draco fez um sinal para que se afastassem.


Eles ficariam a uma distância conveniente para não ouvirem a conversa, mas prontos para servir quando eles quisessem.


— Hermione? — chamou, forçando-a a olhá-lo. — Não importa o que as pessoas pensam.


— Claro que importa! Amanhã as apostas no clube estarão sem dúvida a seu favor. Você será aplaudido por enfim, fazer sua esposa histérica e desobediente a cumprir seus deveres.


— Se disserem isso é porque não a conhecem...


— Quer dizer então que posso ganhar a aposta?


— Não... Com isso quis dizer que você não é histérica — ri divertido — agora ser desobediente é outra coisa totalmente diferente... — tirou uma garrafa de Champanhe gelado da sacola de couro.


Maldito Malfoy que mesmo sendo um cretino conseguia arrancar um sorriso seu... Vendo a garrafa pergunta meio sarcástica.


— Champanhe, Malfoy? Está mesmo disposto a me impressionar. O que mais trouxe? Ostras, talvez... Ou quem sabe morangos cobertos de chocolate.


— Não. Algo muito melhor. — ele colocou uma porção de quitutes bem tostados diante dela. — Aqueles bolinhos de aveia de que tanto gosta. — em seguida, tirou um pote de geléia.


Hermione adorava bolinhos com geléia. Draco parecia saber muito a seu respeito, e ela se deu conta de que aquele era seu grande trunfo. Ele sabia a que horas sentia fome, quais seus pratos favoritos, que gostava de ser beijada no pescoço...


— Tenho certeza de que a geléia é de amora.


O loiro abriu o pote, consultou seu interior, depois olhou para a esposa, com um sorriso nos lábios.


— Veja só, que coincidência! Acho que é mesmo de amora; sua favorita.


— Isso tudo é um tipo de teatro para me fazer gostar de você outra vez!


— Evidente. — muito alegre, ele serviu o champanhe. — Já está funcionando?


— Acredita que sua vitória é só uma questão de tempo, não é? — Hermione tomou um gole da bebida — Muita pretensão sua achar que me conquistará com essas táticas simplórias.


Draco parou de passar geléia num bolinho e fingiu consternação.


— Isso quer dizer que não vai querer nenhum destes?


Ela estreitou os lábios e inclinou a cabeça, engolindo o orgulho.


— Trouxe creme?


— Claro! — Hermione não resistiu.


— Certo, passe-me um dos bolinhos.


Com cuidado partiu ao meio e o entregou a ela com uma colher.


— Sabia que ia funcionar...


— Pelo contrário. — ela usava a colher para espalhar o creme no doce. — Não sou tola. Bolinhos, geléia, champanhe... nada disso vai me comover.


— Tenha piedade de mim. Olhe só a que papel ridículo estou me prestando para reconquistá-la.


Não conseguiu evitar. Teve de rir quando o marido engoliu metade do bolinho recheado de creme e de geléia.


— Pobrezinho, veja como está sofrendo!


Draco assentiu com um movimento de cabeça, pois a boca estava cheia demais para falar.


— Estou mesmo sofrendo. Sabe que eu prefiro damasco... — tirou um pouco de geléia do canto da boca com o polegar — ...mas amora tem lá suas vantagens.


Hermione entendeu ao que o loiro se referia. Seu corpo e seu coração também. Estremeceu quando Draco pôs o pedaço de bolinho no chão, mas não conseguiu se mover quando ele começou a se aproximar.


— Sua boca está toda suja de geléia.


— Não é verdade. — ela franziu o cenho, tocando a boca com os dedos para se certificar da mentira.


Ele se esticou todo e pegou um pouco de geléia com o dedo. Virou-se para Hermione e tocou-lhe o canto da boca.


— Agora está.


Era o jogo que costumavam jogar anos atrás. Naqueles piqueniques, quando ninguém estava olhando, Draco passava geléia nos lábios dela para depois tirá-la com beijos. Após se casarem, isso se tornou um ritual: café na cama, geléia de amora, fazer amor. Eram coisas que ela havia se obrigado a esquecer, mas que o loiro fazia questão de trazer a tona novamente.


Ele chegou mais perto com aquele olhar e, de repente, todos os esforços de Hermione para se manter gélida se mostraram vãos. Havia algo naqueles olhos acinzentados que a fazia sentir-se lânguida e quente. E ela o odiava por isso.


A boca dele estava a centímetros da sua...


— Não quero que passe a tarde toda com geléia no rosto, minha querida. O que as pessoas iriam dizer? Eu poderia tirar para você — ela lutou para controlar-se.


— É muita gentileza sua, mas estamos em público.


— Não importa, somos casados.


Hermione começou a entrar em pânico e tentou afastá-lo com as mãos, antes que ele a beijasse.


— Não estou a salvo de suas investidas nem em um lugar como este!


— Não estará a salvo disso em nenhum lugar.


— Isso não é adequado!


— Ora querida, não me venha falar do que é adequado ou não, quando está com o rosto todo sujo de geléia.


Ela tentou limpar-se antes que ele prosseguisse com o jogo.


— Agora piorou. — Draco sorriu largo. — Espalhou ainda mais. Há uma grande mancha vermelha em sua face. — ergueu a mão, e os dedos a acariciaram. — Bem aqui...


Hermione respirou fundo. Fazia tanto tempo que o marido não a tocava daquele jeito, com carinho, com desejo... Depois de nove anos ela ainda sentia arrepios quando ele a tocava, como se o tempo não tivesse passado.


— Todos estão olhando — disse, desesperada.


— Nesse caso, vamos dar a eles algo interessante para comentar. — Draco a beijou e, por um instante, a jovem sentiu que ia desfalecer.


Já tinha se esquecido do gosto daqueles beijos, do prazer de suas carícias. Mas será que não aprendera nada? Será que não sabia que nada daquilo era real... Estava sendo manipulada, como antes.


Draco lhe ministrara uma lição que nenhum homem pode dar a uma mulher: que amor e paixão são coisas bem diferentes E Hermione não seria enganada de novo Isso a fez recobrar-se. Afastou-se para poder respirar e olhou em torno. Seus temores se confirmaram.


— Todos estão falando de nós.


— Dizendo coisas horríveis, imagino. Beijar sua própria esposa em público é de péssimo gosto. Mas está bem, da próxima vez deixarei que você fique com o rosto sujo de geléia.


— Creio que você poderia, ao menos, não colocá-la em meu rosto.


— Mas aí não seria divertido.


— A vida para você é sempre divertida, não é?


— E não deveria ser?


Fora para ela também um dia, mas não era mais. E tudo graças ao seu marido. Hermione mergulhou a ponta do guardanapo no champanhe e esfregou a face, com vigor.


— Saiu? Não minta para mim, Draco.


— Saiu, sim, mas esfregou com tanta força que agora seu rosto está todo vermelho.


A jovem enrolou o guardanapo e o atirou nele. Estava tentada a olhar de novo para ver quem continuava por perto, mas desistiu. No dia seguinte, decerto, ouviria os comentários. Pela manhã, todos os seus conhecidos estariam sabendo que Malfoy andou beijando a esposa no parque, e que ela não se mostrava muito contrariada. Diriam também que já passara da hora de ela voltar para a casa do marido e aprender a ser uma esposa de verdade.


Porém, não tinha a menor intenção de fazer nem uma coisa, nem outra.

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Comentários: 1

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Enviado por Carla Balsinha em 07/03/2012

Alô querida!

Mais um capítulo maravilhoso,como sempre!Mas,continuo com "vontade de bater no draco"!se estes dois viessem daquele tempo para este,logo veriam o escândalo,eh!!eh!!

Até ao próximo episódio!

Beijocas

Carla Cascão

Nota: 5

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