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34. Capítulo XXXIV


Fic: O que vem depois do fim


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Pouco faltava para as 16h e nós já havíamos visitado duas casas. A primeira delas estava localizada na Wycombe Square, Kensington. Fazia parte de um conjunto de casas muito charmoso e eu me apaixonei pelo visual externo. O enorme jardim à frente, os pinheiros bem cuidados e podados simetricamente, a fachada das casas... Tudo parecia ter saído de um daqueles filmes românticos. E seria perfeito viver ali – se fôssemos um casal recém casado e com planos para um ou dois filhos, no máximo, notei assim que contei os cômodos do segundo pavimento.


A casa tinha, sim, cinco quartos, porém havia outra porção de cômodos, a exemplo de uma sala de estar enorme e aconchegante com direito a estantes que cobriam uma parede por completo e uma parede tão livre que caberia uma tevê gigante, além de acomodar com folga um largo sofá de três lugares onde assentavam-se fácil e confortavelmente cinco pessoas, duas poltronas, dois pufes para colocar os pés e uma quadrada mesa de centro que ocupava cerca de três metros quadrados.


Ah, e não podemos esquecer a sala de jantar – talvez o menor cômodo da casa depois do lavabo – e da sala de visitas – esta separava-se da sala de estar por uma porta de madeira trabalhada e impecavelmente pintada de branco. Havia também uma cozinha que era o sonho de qualquer dona de casa, coberta por armários e mármore negro por todos os lados.


É claro que a sala de estar nos seria muito útil e uma cozinha grande também, já que logo seríamos oito ocupantes – ao menos durante os fins de semana –, mas não precisávamos de uma casa tão luxuosa. Apesar de apaixonada pelo local da morada, logo a descartei.


O motivo? O antigo morador desfizera-se de um quarto para ampliar a suíte de casal e transformara outro quarto em um enorme closet. Com isso, nos restaram apenas dois quartos para acomodar as crianças. Eram quartos espaçosos e ali caberiam todos confortavelmente, mas logo eles cresceriam e quereriam seu próprio espaço e privacidade, o que seria impossível em uma família tão numerosa, eu sei, a não ser que adquiríssemos uma casa de pelo menos sete quartos. Oh, e o preço! A casa decididamente saíra dos filmes românticos, pois somente em filme pagaria-se 12 milhões de libras esterlinas por um teto. Um absurdo!


Então fomos à segunda casa, na Tregunter Road, Chelsea. Eu sequer precisei entrar na casa para vetar. Não era exatamente uma casa, mas uma verdadeira mansão. Provavelmente era linda, um verdadeiro sonho e eu reconhecia ser a melhor opção para nós, afinal, espaço não faltaria ali, mas de modo algum atravessei a soleira da porta. Eu não me deixaria seduzir e preferia nem olhar além do que já havia visto.


- Não, Harry! Não, não, não, não e não – eu fiz, veemente. – Não! – repeti mais uma vez, agora subindo a voz dois ou três oitavos. – Provavelmente partiremos dessa para uma melhor antes de quitar a compra desta casa! Aposto que custa trinta milhões de libras...


- Quarenta – Harry corrigiu de imediato. – E dois – acrescentou, baixando a voz em uma oitava.


Por pouco não tive de procurar o meu queixo à minha volta e os meus olhos quase saltaram das órbitas.


- Próxima – fiz. E Harry obedeceu sem pestanejar. Num átimo estávamos à porta de um palacete. Hampstead Garden Suburb era conhecido por suas maravilhosas casas, pelas ruas limpas e calmas, cercada por árvores e campos por todos os lados. Era um bairro lindo, realmente encantador. Estávamos em The Bishop’s Avenue, provavelmente uma das mais caras moradas de toda Londres.


A casa que eu tinha à minha frente, como disse, me parecia um palacete em muitos sentidos, e disso tive certeza assim que adentrei-a. Não era como se eu estivesse em um simples hall de entrada ou mesmo em uma sala de visitas. Não. Havia dois verdadeiros tronos no centro do enorme recinto bem iluminado e arejado que nos recebera. Além de esculturas dignas de grandes exposições e até museus! Ao fundo uma imponente lareira, sobre ela um espelho que tomava a parede quase que por completo e entre as poltronas uma mesa baixa totalmente feita de mármore. Ah, e a quantidade de portas de mogno maciço que se espalhavam pelas paredes... Céus, eu me sentia em um salão real!


- Harry – chamei, tateando às cegas em algum lugar às minhas costas. Eu estava embasbacada com a imponência daquele lugar. E intimidada. Deveras intimidada. – Já podemos ir embora?


- Mas nós nem começamos a olhar...


- Harry, como você me traz a estes lugares após eu ter dispensado a primeira casa? – eu fiz, agora virando-me para encará-lo. – Cada uma destas casas deve valer uma fortuna!


- A casa em que moro vale uma fortuna – ele retrucou. – Estávamos em Chelsea há um minuto, você viu quanto custava aquela casa...


Quarenta e dois milhões de libras, eu pensei, encolhendo-me. Provavelmente a casa em que Harry morava valia vinte, talvez trinta milhões.


- Se vendermos a minha casa, teremos pago pelo menos três quartos dessa aqui – ele continuou. – Tem certeza de que não quer olhar?


Não, eu pensei, mas nem cheguei a responder. Harry já me arrastara para conhecer os outros cômodos.


Em termos de jardins, aquela ganhava das anteriores sem mesmo precisar de competição. Pudera! O antigo proprietário comprara três terrenos para garantir espaço de sobra! Havia até mesmo lago artificial nos terrenos e... e estúdio!


Sim, havia um estúdio externo totalmente forrado por espuma acústica. E dentro da casa... oito quartos que facilmente comportariam o meu apartamento inteiro! A cozinha comportava o meu apartamento, que dirás!


Ah, e uma sala de cinema. Sim, uma sala... de cinema! Em um andar subterrâneo, paredes totalmente negras, projetor, um enorme sofá que rodeava quase três paredes... É claro, não podemos esquecer as salas de visitas, de jantar, de estar... todas milimetricamente projetadas e decoradas.


- Ao todo, treze cômodos, fora a área externa – Harry resumiu. – E aí temos sauna, piscina coberta e aquecida, salão de jogos...


- É um exagero, Harry – eu disse por fim. – Não podemos morar aqui.


- É a única, de todas as que solicitei ao corretor, que perfeitamente nos caberia, Hermione – ele argumentou.


- Veja como fala! Você mesmo parece um corretor – eu repliquei, soltando um bufo contrariado – e totalmente espontâneo, involuntário – ao final. – Vamos ver as outras.


- Como quiser – ele concordou. Ele sabia, me conhecia o suficiente para saber que eu não queria luxo, mas aconchego e conforto, unidos. – Nelson Road, New Malden.


- Isso não fica longe demais? – questionei.


- Vinte e uma milhas do centro. Podemos conviver com isso – Harry assegurou. Então tomou a minha mão e desaparatou.


- Ah, agora estamos chegando ao que eu quero – eu disse, satisfeita, ao ver a casa.


O problema é que eu vira mais três casas além daquela, todas na mesma faixa de preço, todas muito parecidas em seus atrativos. Quartos espaçosos, arejados e bem iluminados, salas de estar e jantar e cozinhas maravilhosas... Ao final, a dúvida: Nelson Road, New Malden; Chiswick High Road, Turnham Green; The Walpole Collection, Ealing; ou Cranbourne Gardens, Temple Fortune?


Acabamos ficando com a casa na Chiswick High Road, em Turnham Green – biblioteca fora o diferencial. É claro que havia algumas reformas a serem feitas e eu fazia questão de iniciar pela cozinha e pelo quintal. De resto, eu já sabia até como mobiliar cada um dos aposentos.


- E então, satisfeita? – Harry fez assim que deixamos a casa.


- Como não estaria? É aqui que vamos começar nova vida – eu respondi. – Ainda que tudo não passe de uma mentira, me esforçarei para sermos felizes nessa casa.


- Melhor começarmos a tomar nossas providências, então. Temos uma casa a vender, um apartamento a alugar e filhos para apresentar à nova morada – ele enumerou. – Também teremos de nos acostumar todos com as novidades.


Eu não queria pensar naquilo. Haveríamos de passar por algumas dificuldades, mas talvez o melhor fosse deixar que elas viessem e fossem superadas a seu tempo. Eu já tinha muito com o que lidar por enquanto.


- Vamos, ainda temos que passar na casa de meus pais – eu disse, afastando o assunto. Aparatei sem esperar por ele. Ele sabia para onde ir e a prova disso se deu quando ouvi um segundo estalido, logo após o meu próprio, e ele se materializou ao meu lado num beco próximo à casa de meus pais.


Caminhamos juntos em silêncio e uma vez que chegamos à porta, baixei os olhos para o espaço entre nós e segurei a mão dele. Harry automaticamente entrelaçou nossos dedos e nós nos encaramos por um instante, trocando um olhar cúmplice. Então ele tocou a campainha e eu bati à porta com as mãos livres.


Papai atendeu a porta.


- Ah, crianças, eu não disse? – Ele sorria. – Sua mãe chegou!


- Papai – eu o cumprimentei, aproximando-me sem soltar a mão de Harry e acabei puxando-o comigo. Abracei papai e beijei uma de suas bochechas, tornando a me afastar.


- Como vai, querida? – fez. Os olhos dele pararam no ponto entre Harry e eu onde nossas mãos entrelaçadas pairavam. O sorriso dele enfraqueceu, mas logo ele disfarçou: – Olá, Harry.


- Boa tarde, Richard – Harry o cumprimentou e estendeu a mão, que, com a graça de Morgana, papai aceitou sem hesitar.


As crianças logo apareceram. Hugo se aproximou e ao ver Harry hesitou, mas logo me abraçava pela cintura. Rose parecia um tanto mais desconfiada, mas mesmo assim se postou ao lado de papai e ele a abraçou de lado.


- Por que não entram? – foi mamãe quem perguntou. Eu nem a vira chegar. – Como vai, Harry?


- Muito bem, e espero o mesmo da senhora – Harry respondeu.


Nós entramos e papai fechou a porta às nossas costas. Agora eu tinha Hugo segurando uma de minhas mãos e Harry a outra. Seguimos para a sala de estar e eu nem esperei que todos se acomodassem:


- Nós só viemos buscar as crianças, mamãe. Podemos ficar uma outra hora – eu me apressei em dizer. – Acabamos de olhar algumas casas e fechamos negócio. Logo nos mudaremos para Turnham Green.


- E quanto ao seu apartamento, querida? – papai foi quem questionou.


- Será alugado novamente, mamãe. E Harry venderá a casa dele – eu respondi.


- Iremos para Turnham Green quando Hermione encontrar um novo inquilino – Harry disse. – Eu já entrei em contato com um corretor e ele anunciará a venda de minha casa para logo, assim como o aluguel do apartamento.


- Vejo que têm tudo sob controle – mamãe comentou.


- Sim – limitei-me a dizer. – Bem, agora é melhor nós irmos. Vamos passar no Kaffeine antes de irmos para casa.


- Nesse caso, melhor se apressarem. Vamos, crianças, vocês têm que pegar as mochilas de vocês – mamãe disse e saiu da sala acompanhada de perto por Rose e Hugo.


- Kaffeine, hã?! Excelente café! – papai elogiou. – Oxford Street, certo?


- Oxford Street – Harry concordou. – Conforto e sofisticação em um só ambiente, além de um dos melhores cafés da cidade.


- Decerto – papai assentiu.


- Muito bem, eles estão prontos – mamãe anunciou. Estava de volta com as crianças.


- Obrigada, mamãe – agradeci. – Melhor nos apressarmos, ou aquele lugar ficará impossível!


Nos despedimos todos muito rapidamente e logo mudamos os planos: iríamos visitar a casa que acabáramos de escolher como nossa. Mostramos cada cômodo às crianças, explicamos as divisões que seriam feitas e seguimos com Rose e Hugo para a cafeteria. Aparatamos, eu com Rose e Harry com Hugo. O Kaffeine ainda não estava cheio, mas havia alguns trouxas aqui e ali, com seus tablets e notebooks sobre a mesa enquanto apreciavam suas xícaras de café.


Acomodamo-nos e Harry logo fez os pedidos. Hugo parecia totalmente à vontade com a nova situação, ou pelo menos estava lidando bem com isso. Rose, por outro lado, ainda demonstrava alguma resistência. Logo ela, que sempre fora apaixonada por Harry!


- Vou ao banheiro – Harry anunciou e, para manter as aparências, roubou-me um selinho antes de se levantar.


- Quando iremos para a casa nova, mamãe? – Hugo quis saber.


- Provavelmente quando as férias da mamãe começarem, mas começaremos as reformas logo mais – eu respondi, afagando os cabelos dele. – Por quê?


- James, Albus e Lily irão conosco? – ele questionou.


- Talvez você devesse perguntar a Harry quando ele chegar – eu sugeri, sorrindo, e voltei-me para Rose. – Por que está tão quieta, minha Rose?


- Só estou pensando – ela respondeu, evasiva.


- Pensando em... – insisti.


- Ela está se acostumando com a novidade – Hugo cortou-me, repetindo as próprias palavras que Rose escolhera quando soube que eu estava grávida de Harry e que todos iríamos morar com ele.


- Tem tido dificuldades, não é? – fiz, sorrindo-lhe maternalmente. – Não há mistério algum, meu amor. É só o seu tio Harry, que você tanto adora... Logo se acostumará a essa nova situação.


- Enquanto isso, eu vou morar com papai quando você for morar com tio Harry – ela despejou sem expressar qualquer hesitação.


Aquilo foi como uma facada no meu peito. Senti meus olhos se inundarem e a minha boca tremer. Hugo afagou a minha mão e eu tinha certeza de tê-lo ouvido murmurar um ‘você não vai chorar, vai, mamãe?’ e mal vi Harry retornar e assumir o seu lugar. Houve um burburinho e logo eu tinha o meu rosto afagado.


- Harry, talvez seja melhor nós irmos embora – eu disse, voltando-me para fitá-lo.


- Mas acabamos de chegar!


- Eu sei – eu apressei-me em dizer, nervosa. – Eu sei, mas é melhor nós irmos. Eu não estou me sentindo muito bem. Estou um pouco enjoada e...


- Tudo bem, notei que está mesmo pálida – Harry assentiu. – Vou cancelar os pedidos e nós iremos, sim?


E Harry o fez, totalmente alheio à dor que me consumia por dentro. Poucos minutos depois, nos despedíamos à minha porta. Somente horas mais tarde, já sozinha em meu quarto, pronta para dormir, entreguei-me às lágrimas.

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Comentários: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Amigo Leitor em 08/08/2012

Enquanto eu lia a 'busca' pelas casas, foi impossível não lembrar de minha mãe dizendo "ESSE AÍ TEM BALA NA AGULHA!", porque todos temos de ir e convir que Harry tem bala na agulha. O cara levou a mulher, que nem mulher de verdade dele é, pra ver casas que custam rios de dinheiro! Estamos falando de milhões... trinta milhões, quarenta milhões... QUARENTA. E DOIS. MILHÕES. DE LIBRAS! $.$' Reforça os MILHÕES e as LIBRAS, porque é demais para um ser humilde como este que vos fala. PQP!

Sr. e Sra. Granger não muito confortáveis na primeira visita que Harry faz à casa deles como homem da filha deles... E Rose pegando pesado com a mamãe. É, tá fácil pra ninguém mesmo! Mas não creio que seja só birra. Ela só não conseguiu ainda lidar com a quantidade de mudanças que a cada dia despenca na cabeça dela! Mas era só um mês... e esse mês precede a volta dela para Hogwarts para um ano inteirinho longe de casa. Aí é pra acabar com Hermione mesmo!
 

Nota: 5

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Enviado por Léo Mota em 06/08/2012

Ta fácil pra ninguém mesmo...42 milhões de LIBRAS numa casa é pra matar um...mais fácil morar debaixo da ponte que é mais barato e tem muito espaço pra acomodar todo mundo =P Coitada de Hermione,fiquei trsite depois de ler o final do capítulo :/

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Lara em 06/08/2012

compras compras compras, casas de gente rhycca weeeeeeee

pulando para a parte triste, rose decidiu não ficar com a mãe, tia mione ficou muito muito triste ):

mas deve tá sendo uma barra pra ela tb. não tá facil pra ninguém essa vida viu.

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Rosiane em 06/08/2012

Primeiro Dona Ingrid, não precisa fazer que encantamento nenhum acabe viu? kkkkkkkkk

Quanto ao capítulo...

Essa da Rose morar com o pai enquanto se acostuma com a situação foi peso velho. Hermione que já vinha com toda uma tensão...gravidez/Ron/Ginny... Essa da Rose foi forte demais, não deu pra ela segurar. Acredito que nem Harry Fofo Potter dessa vez consiga ajudar muito ela.
Com essa da Rose deu nem pra ficar empolgada com a busca por casas da familia fez :/



 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por alylyzinha em 06/08/2012

A decisão da Rose foi um golpe para a Mione.. ams dá pra entender, ela tá confusa, primeiro a separação e logo a mãe gravida do melhor amigo... mas torço pela Mione e pelo Harry.. eles são lindo juntos sempre!!
Ansiosa pelo proximo capitulo!! Parabéns!! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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