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16. Negação


Fic: SAVE ME - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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The Corrs - Long Night


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It doesn't really matter now you're gone

You never were around that much to speak of

Didn't think that I could live without you, baby

It couldn't be that hard to live alone

But I'm all, all alone again

Thinking you will never say

That you'll be home again

And it's gonna be a long night

And it's gonna be cold without your arms

And I`m gonna get stage fright caught

In the headlights

It's gonna be a long night

And I know I'm gonna lose this fight

Once upon a time we fell in love

And I thought that I would be the only one

But now I'm on, I'm on my own again

Thinking you will never show

you won't be home again

And it's gonna be a long night

And it's gonna be cold without your arms

And I`m gonna get stage fright caught

In the headlights

It's gonna be a long night

And I know I'm gonna lose this fight

Lost in your arms, baby

Lost in your arms

Now I'm on my own again

Thinking you will never show

you won't be home again

And it's gonna be a long night

And it's gonna be cold without your arms

And I`m gonna get stage fright caught

In the headlights

It's gonna be a long night

And I know I'm gonna lose this fight

I'm gonna get stage fright caught in the headlights

It's gonna be a long night

And I know I'm gonna lose this fight

I'm lost in your arms, baby

Lost in your arms


The Corrs - Long Night (tradução)



Não importa agora que você se foi

Você não estava mesmo por perto

Não pensava que poderia viver sem você, meu amor

Não deveria ser tão difícil viver sozinha

Mas eu estou sozinha novamente,

Pensando que você nunca dirá que estará em casa novamente

E esta será uma longa noite,

E será fria sem os seus braços

E eu ficarei paralisada

Pega pelos holofotes...

E esta será uma longa noite

E eu sei que perderei essa batalha

Houve uma época que nós nos amamos

E eu achei que eu seria a única

Mas agora eu estou sozinha novamente,

Pensando que você nunca mostrará que estará em casa novamente

E esta será uma longa noite,

E será fria sem os seus braços

E eu ficarei paralisada

Pega pelos holofotes...

E esta será uma longa noite,

E eu sei que irei perder essa batalha

Perdida em seus braços, amor

Perdida em seus braços

Agora eu estou sozinha novamente,

Pensando que você nunca mostrará que estará em casa novamente

E esta será uma longa noite,

E será fria sem os seus braços

E eu ficarei paralisada

Pega pelos holofotes...

E esta será uma longa noite,

E eu sei que irei perder essa batalha

E eu ficarei paralisada

pega pelos holofotes...

E esta será uma longa noite,

E eu sei que irei perder essa batalha

Eu estou perdida em seus braços, amor

Perdida em seus braços


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Capítulo 16


Negação


Com sua decisão tomada, e suas emoções aos pedaços, Gina não deixou de se impressionar um pouco em como ela conseguira aparatar para o apartamento de Olívio sem ter pedaços espalhados por toda a Inglaterra.

Seus lábios nem haviam se partido e eles estavam arrancando as vestes um do outro enquanto tropeçavam pelo corredor até o quarto dele.

Ela estava desesperada para ter as mãos dele nela. Ela precisava ser tocada. Ela precisava saber que ele a desejava. Que alguém a desejava.

Olívio a pressionou contra a parede, as mãos dela deslizando por baixo de sua camisa quando, de repente, ele se afastou para poder fitá-la.

- Tudo bem?

- Hmmm? - Gina fechou os olhos e o ajudou a desabotoar a camisa.

- Quero dizer. - Ele gemeu quando o tecido escorregou. - Eu sinto que algo não está certo. Você parecia tão magoada mais cedo e eu não quero tirar vant...

Ela o silenciou com os lábios, aliviada quando ele a pegou no colo e chutou a porta.

- Espere um minuto. - Ele arfou, afastando-se dela, mas segurando seus quadris firmemente.

- O que foi? – Ela perguntou impacientemente, desejando que ele se apressasse e a despisse antes que ela perdesse a coragem.

Sua mente ficou vazia por um breve momento enquanto ela desabotoava a camisa dele.

- Uh... um Feitiço de Proteção...

Ela empurrou a camisa pelos ombros dele, imaginando se o peito e os braços musculosos de Olívio eram parecidos com os de Harry. Sacudindo a cabeça para afastar os pensamentos de Harry, ela olhou para os olhos em expectativa de Olívio.

- Desculpe... Um o quê?

- Um Feitiço de Proteção, Gina - Ele analisou o rosto dela bem de perto - Você já fez isso antes?

- Oh. - Ela corou e baixou os olhos para o chão.

- Tudo bem se você nunca... - Ele replicou rapidamente - Eu não quero forçar isso se...

- N-não, eu já fiz... - Ela gaguejou, corando ainda mais – Desculpe, minha mente se distraiu um pouco sobre o que você estava falando.

Ela sentiu as mãos dele em seu queixo, erguendo- o para pressionar os lábios contra os dela. Os olhos dela se fecharam e ela o ouviu murmurar um Feitiço de Proteção... Um que sua mãe lhe ensinara há algum tempo. Um que ela nunca lembrou de usar com Harry.

Ele a despiu devagar, seus lábios cobrindo cada centímetro de pele que ele revelava. Quando ela ficou nua diante dele, ela resistiu ao ímpeto de levantar os braços e cobrir-se. Suas bochechas coraram de vergonha, mas Olívio meramente sorriu e a tomou nos braços, sussurrando estímulos doces em seu ouvido.

Ele pegou em sua mão e a levou para a cama, seus lábios capturando os dela, tentadores. O corpo de Olívio cobriu o dela enquanto ela se deitava na cama e seus dedos cravaram nos ombros dele quando ela sentiu- o se acomodar entre suas coxas. Ela o ouvia gemer enquanto a penetrava, e ela virou a cabeça para encontrar os lábios desejosos dele. Quando ele começou a se mover dentro dela, ela deixou escapar uma lamúria baixa e agarrou-se a ele, livrando-se de todos os pensamentos e perdendo-se nas sensações.

Suas mãos subiram pelas costas dele enquanto suas pernas o enlaçavam pela cintura. Olívio gemeu novamente e enterrou o rosto no cabelo espesso dela. Ele se movia dentro dela gentilmente, como se ela fosse algum tipo de cristal delicado que pudesse se quebrar e Gina arqueou contra ele, seu corpo e sua mente lutando desesperadamente para alcançarem o ápice e não sentirem nada além da libertação.

A brisa noturna soprou ao redor deles, mas a luz das velas não bruxuleou. Quando Olívio começou a penetra-la mais rápido, Gina mal pôde sentir um sinal de alívio quando percebeu a deliciosa pressão começar a crescer dentro dela. Ela levantou os quadris contra os dele rapidamente e o sentiu erguer-se levemente. Ela abriu os olhos e o encontrou observando-a antes de inclinar-se para beija-la sofregamente enquanto sua mão escorregava entre seus corpos até seus dedos deslizarem dentro da intimidade dela.

Seus gemidos preencheram o quarto até que ela finalmente chegou ao limite, gemendo sofregamente. Ela o ouviu gemer seu nome em algum canto distante e calmo de sua mente. Arqueando contra ele, ela o sentiu finalmente alcançar o fim, seus quadris descansando contra os dela firmemente enquanto ele chegava ao limite.

Ele enterrou seu rosto nos cabelos dela mais uma vez e ela o ouviu falar sofregamente em seu ouvido. Seus olhos se arregalaram, e os últimos resquícios de prazer se esvaíram de seu corpo enquanto ela enrijecia levemente debaixo dele.

- O que? – Ela sussurrou, esperando não ter ouvido direito.

Ele levantou a cabeça e lhe ofereceu um pequeno sorriso:

- Eu disse que te amo, Gina.

Oh. Droga, ela o tinha ouvido direito. Engolindo em seco, ela analisou o rosto dele, desejando poder forçar as palavras e não lhe causar nenhuma dor.

- Olívio...

- Tudo bem. - Ele lhe disse, percebendo seu desconforto. Ele saiu de dentro dela e deitou ao lado dela na cama. - Você não tem que me dizer a mesma coisa. Eu posso esperar.

Ela soltou um suspiro baixo e não ofereceu resistência quando ele a puxou para seus braços. Ela descansou a cabeça no peito dele, e quando ele pressionou os lábios no topo de sua cabeça, Gina sentiu seu peito comprimir dolorosamente. Ela respirou fundo algumas vezes para aliviar a pressão que crescia em seus olhos e tentou ignorar a voz resmungona dentro de sua mente que insistia que ela estava nos braços do homem errado.

Ela estava apenas confusa. Olívio era perfeito. Ele a tratava com paciência e respeito. Ele era romântico, beijava bem e a fazia sentir como a mulher mais maravilhosa do mundo.

Ele era o homem certo.

Não era?

Gina sentiu a respiração regular de Olívio sobre ela. Ela fechou os olhos e concentrou-se em tentar dormir um pouco. Seu corpo estava fisicamente exaurido. Sua mente e sua alma estavam vazias. Harry era uma lembrança distante. Olívio era seu futuro.

Mas muito tempo depois que a noite caíra, e as velas morreram, deixando o quarto na escuridão, ela ainda estava acordada, fitando o teto e tentando imaginar como seu futuro seria nos braços de Olívio. Satisfeita pela imagem de Harry não ter assaltado seus devaneios, Gina fechou os olhos e começou a vagar para longe, inconsciente de seus sonhos não seriam realidade.


Gina estava sentada tranqüilamente na sacada da Torre de Astronomia, observando as luzes de Hogsmeade brilharem como estrelas ao longe. O lago abaixo estava quieto, sinistramente calmo sob o céu claro. Ela sentiu a mão de Harry segurar a sua e de repente o frio tinha ido embora, substituído por nada além de um calor suave. O silêncio entre eles era confortável e seus corações batiam menos pesados, apesar do caos que continuava a reinar ao redor deles.

Gina sentia-se agradecida por poder ajuda-lo a escapar... Mesmo que por pouco tempo. Ela olhou para suas mãos unidas e o sentiu apertar gentilmente. Erguendo seus olhos para ele, ela o encontrou fitando-a, pensativo.

- O que foi?

- Eu te amo. - Ele disse, oferecendo-lhe um pequeno sorriso antes de continuar a encarar a noite. As palavras haviam sido simples, e ditas tão casualmente, como se fossem as coisas mais naturais do mundo a lhe serem ditas enquanto os nós dos dedos dele roçavam nos seus gentilmente.

O ar dentro dela pareceu vaporizar-se enquanto seu coração pulava para sua garganta. Ele nunca havia dito aquilo antes, e escutar isso agora lhe trazia ondas de choque. Ela tentou retorquir rapidamente mas achou o nó em sua garganta difícil de passar. Engolindo em seco, ela deu-lhe um sorriso trêmulo:

- Eu também te amo.

Ele a trouxe para perto e ela descansou contra ele, fechando seus olhos enquanto ele a envolvia apertado com os braços. Ela aspirou o cheiro dele, sentindo os lábios dele pressionarem o topo de sua cabeça. Era assim que devia ser quando tudo acabasse... Pacífico e tranqüilo nos braços de Harry. Para sempre.



Os olhos de Gina arregalaram-se, e ela piscou rapidamente contra a luz forte e ofuscante do sol que irradiava da janela. A manhã estava quente e a brisa soprava pelo quarto, provocando-lhe um calafrio e fazendo com que puxasse as cobertas até o queixo. Ela aconchegou-se no colchão por um breve momento antes de arregalar os olhos, tentando rapidamente se familiarizar com o ambiente.

Ela ergueu-se nos cotovelos e encontrou Olívio ainda adormecido, uma mão pousada no estômago, a outra descansando no travesseiro debaixo da cabeça. Ele fora doce, e gentil, e completamente romântico. Isso deveria ser o suficiente para afastar seus pensamentos de Harry... Mas...

Gemendo, Gina enterrou a cabeça no travesseiro. O que havia nele que ela não podia resistir? Ela gostava de pensar em si mesma como uma pessoa forte. Ela sabia como cuidar de si mesma. Mas todos tinham uma fraqueza. E cabelos escuros e olhos verdes eram a fraqueza dela.

Gina sabia que teria que superar isso. Não deveria ser difícil...As atitudes de Harry estavam tornando sua mudança quase fácil. Talvez tudo que ela tivesse com Harry fosse luxúria, talvez eles se sentissem atraídos fisicamente um pelo outro. Não se podia construir um relacionamento baseado em apenas sexo, podia?

Ela virou-se e respirou profundamente. Era tão fácil se deixar acreditar em uma mentira. Era mais fácil que ter que encarar a verdade. A fria realidade de que Harry apenas a desejava ardentemente, enquanto ela o amava. E nunca seria mais que isso.

Mas com Olívio... Talvez pudesse ser.

Ela o sentiu se erguer e deslizar sua mão por sua barriga nua, a trazendo para perto. Sentindo o calor do corpo dele, ela deitou a cabeça em seu ombro e sorriu quando sentiu os lábios dele beijarem o lóbulo de sua orelha gentilmente.

- Você dormiu bem? – Olívio perguntou, seus lábios descendo pelo pescoço dela. Ela assentiu e deixou que seus olhos se fechassem enquanto os lábios dele subiam para encontrarem os seus.

- Dormi e você? – Ela xingou a si mesma por soar tão formal, mas ele pareceu não ter percebido o tom em sua voz enquanto se movia parcialmente para cima dela.

- Melhor que em meses. - Ele retorquiu, capturando seus lábios novamente. - E eu quero você de novo... Tudo bem?

Gina não pôde evitar sorrir contra a boca ele quando ele ergueu-se para cobri-la completamente. Ela fez um sinal positivo de algum lugar fundo em sua garganta, quando ele deslizou para dentro dela, e prometeu esquecer seus pensamentos de antes. E mais importante, ela prometeu esquecer Harry.


Gina abriu a porta da Toca uma hora e meia depois e encolheu-se quando viu Carlinhos sentado na mesa da cozinha, seu rosto escondido pelo “Profeta Diário”. Ele desviou os olhos do jornal e ergueu uma sobrancelha em curiosidade, mas não disse nada antes de voltar para sua leitura.
Agradecida, ela colocou sua bolsa no balcão e apressou-se para as escadas em caracol. Ela não queria nada além de tomar um banho quente e ficar na cama por uma semana. Mas ela tinha que trabalhar em uma hora e sabia que teria que contentar-se com apenas o banho.

- Gina, querida!

Gina grunhiu baixinho e parou no segundo andar enquanto sua mãe descia as escadas e parava em frente a ela.

- Sim, mamãe?

- Onde exatamente você esteve? - Molly perguntou, colocando as mãos nos quadris do jeito que lembrava Gina e Hermione que ela estava possessa. - Harry veio aqui esta manhã e você não pode imaginar a minha preocupação quando fui ao seu quarto e encontrei a cama vazia.

O coração de Gina desceu para o estômago.

- H- Harry veio aqui?

- Mmm. Ele parecia muito mal. - Molly disse, pensativa, colocando os cabelos de Gina para trás dos ombros. - Aquele garoto não tem dormido direito. Eu lhe fiz alguns ovos e torradas antes de ele ir embora parecendo extremamente aflito.

- Oh, mamãe, eu estava na casa da Hermione. - Gina engoliu em seco, forçando um rápido sorriso. - Tenho certeza de que Rony disse a ele. Desculpe por te deixar preocupada.

Molly analisou seu rosto por um momento antes de assentir:

- Tudo bem então, o café será servido logo. Seu pai não te vê há dias. Acho que seria bom tomar café da manhã conosco antes que Gui tenha que partir para o Egito.

- Sim, mamãe. - Gina concordou e esperou até ouvi-la entrar na cozinha e começar a ralhar com Carlinhos por usar uma blusa de lã no clima quente de setembro. Esfregando os olhos cansados, ela subiu o resto dos degraus e abriu a porta de seu quarto.

Ela estacou, e então piscou muitas vezes antes de caminhar até a metade de seu quarto. Dúzias sobre dúzias de flores enchiam todo o espaço vazio imaginável. Flores do campo caíam das cortinas, lírios e tulipas cobriam o chão em potes e vasos. Sua cama e sua roupa de cama estavam cobertos por rosas brancas e vermelhas.

Com a essência de magnólias inebriando seus sentidos, Gina soltou uma risada, baixinho, imaginando como Olívio podia ter feito tanta coisa no curto período de tempo em que estiveram separados. Isso era mesmo possível?

Gina tirou as roupas e percebeu que não havia espaço para coloca-las. Encolhendo os ombros, ela as deixou em cima de uma pilha de cravos e rapidamente percebeu um pergaminho enrolado na cama, jazendo em cima das rosas e no que parecia uma caixa enorme de chocolates da “Dedos de Mel”.

Ela o tirou da pilha de flores, seu sorriso desaparecendo levemente quando uma tulipa vermelha caiu do pergaminho enquanto ela o desenrolava. Seus olhos folhearam a mensagem curta e quase ilegível duas vezes antes de desabar na beira de sua cama, ignorando as rosas que caíram aos seus pés.


Sinto muito.

Eu quero mudar.

Você me faz querer mudar.

Não posso fazer isso sem você.

Harry,



Ela soltou um suspiro surpreso e suas mãos caíram em seu colo enquanto ela olhava ao redor do quarto novamente. Com certeza ela estava tendo alucinações, Gina releu a mensagem mais uma vez antes de apertar o pergaminho firmemente em seu punho úmido.


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