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20. Lembranças de um feriado inesq


Fic: O Coração Nunca Esquece ATUALIZANDO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 20 – Lembranças de um feriado inesquecível.


 


Por mais que a família Weasley seja maravilhosa e estar com eles seja uma sensação deliciosa e emocionante, além de alegre e divertida, Harry tinha que confessar a si mesmo que aquele era o melhor feriado de final de ano que passara em sua vida. No castelo ficaram apenas alguns alunos, a maioria da lufa lufa, dois corvinais, um grifinório além de Harry e somente Draco da sonserina. Com o local praticamente vazio, a imaginação de Harry voou longe aproveitando cada momento possível com o loiro. Suas lembranças mais intensas variavam entre o Natal, quando entregou o embrulho contendo um diário com folhas de pergaminho de fibra fina e capa de couro onde o loiro poderia escrever o que vinha em sua mente sem se preocupar que o lessem, pois estava enfeitiçado para que somente o dono conseguisse saber o conteúdo, nem mesmo Harry conseguiria descobrir os segredos de Draco. E os doces momentos em que se olhavam intensamente e com fome um do outro durante o café da manhã, almoço e jantares, mesmo com todos os professores na mesa, só para depois se encontrarem na primeira sala ou armário vazio.


Draco jamais estivera tão livre e descontraído como estava ao seu lado naqueles dias. Até mesmo beijá-lo ao ar livre em uma manhã fria antes do ano novo, o loiro fez. Estavam no jardim, escondidos de todos, apenas conversavam longe um do outro para caso alguém olhasse por uma janela. Mas em um ato inexplicável enquanto ria de uma história que ele contara, Draco o puxou para um beijo apressado e carinhoso. Se fechasse os olhos poderia sentir a sensação da boca fina na sua e seu gosto doce em meio a um vento frio que lhe arrepiava. Só se lembrou que estava no jardim do castelo com completa possibilidade de ser visto quando o loiro se afastou e sensualmente lhe disse para se encontrar com ele na sala precisa.


O ano novo chegou e passou com facilidade, Harry e Draco continuaram com sua rotina de amantes assíduos. Poderiam dizer até mesmo que se esqueceram dos obstáculos que estavam diante de si, aqueles que os tiravam de sua segura tranquilidade, mas os perigos eminentes sempre estavam rondando suas vidas esperando o momento certo para atacar a água calma transformando-a em uma correnteza furiosa. Foi isso que Harry sentiu quando Draco se levantou naquela noite de dois de janeiro e se arrumou com pressa. O grifinório não disse uma única palavra enquanto assistia o loiro se afastar de seus braços quentes, apenas fechou os olhos e rezou para conseguir dormir e acordar somente quando Draco estivesse de volta, mas o sono já havia partido deixando-o sozinho com seus piores pesadelos que o atormentariam enquanto estivesse acordado.


 


Draco seguiu pelo jardim naquela madrugada fria. Sua mente desligava-se aos poucos dos momentos calorosos que passara agarrado ao corpo quente de Harry sentindo-o entrar profundamente em sua alma. A entrega dos dois jamais fora tão forte, pela primeira vez o loiro podia confirmar que realmente amava o moreno, pois a mínima distância causava-lhe uma dor angustiante. Mas o dever com a sua missão o chamara após lhe dar alguns dias de descanso. Que tolice achar que tudo estava bem só porque o jovem Harry Potter o fazia sorrir. Suspirou. Nada nunca estava bem, muito menos enquanto subia os degraus daquele lugar lindo e frio.


A sala de estar estava vazia, olhou para todos os cantos, mas só havia o nada. Aproximou-se devagar da lareira que estava acesa e olhou atentamente para suas labaredas enquanto fechava sua mente de tudo que precisava esconder. Normalmente não era difícil, mas naquele dia Draco achava quase impossível fazer sumir o rosto jovem de Harry, ou seu sorriso, muito menos o sabor doce de sua boca.


Boca.


Lábios que delicadamente tocavam em sua pele na altura do pescoço causando-lhe arrepios intensos em sua espinha. Nesses momentos seus olhos fechavam e apenas o deixavam sentir o prazer das pequenas mordidas na nuca enquanto uma mão sedenta arrancava sua roupa com pressa. Sua pele alva tremia ante os beijos cada vez mais desesperados que o atacavam com a força de um touro. Um suspiro saiu de sua boca ao sentir-se ser jogado contra a parede e pressionado com fúria. Ah! Como era delicioso sentir o desejo dele cutucando duramente seu traseiro. Nem ao menos conseguiu pensar em como ou quando sua roupa fora tirada, só prestava atenção na mão que levantava sua perna enquanto o quadril quente e ainda vestido se encaixava ao seu penetrando-o devagar. O gemido que saiu da garganta de Draco era carregado de prazer, ele conseguia ouvir a respiração alterada do outro em suas costas enquanto o corpo dele tremia pelas estocadas fundas que aumentavam de velocidade aos poucos.


O suor já brotava de sua testa quando foi puxado e obrigado a se deitar de costas em cima dele. Suas pernas e quadril foram levantados dando total acesso ao seu traseiro fortemente traçado pelo membro duro e esfomeado. Ao sentir o gozo próximo relaxou o corpo deitando a cabeça no ombro forte. Poucos minutos se passaram até que gritasse liberando-se de tudo que o incomodava.


- Isso Draco, goza pra mim.


A voz baixa no pé de seu ouvido era sedutoramente rouca e lhe causava arrepios intensos. O loiro arfava sentindo o membro bater-lhe com força até sentir o liquido quente derramar-se dentro de si e os dentes cravarem-se em seu ombro causando-lhe um frenesi pela mistura de dor e prazer. Seus olhos arregalaram-se de angustia ao ser abandonado pelo membro flácido que saíra de dentro de seu corpo trêmulo. Cansado, Draco largou-se em cima dele e adormeceu sentindo o conforto dos braços fortes.


Ao acordar sentiu-0se confortável e quente. Estava em uma cama grande com gostosos lençóis de seda a lhe cobrir apenas a perna. Um raio de luz vinda da lua entrava pela janela e iluminava o homem nu ao seu lado. Seus olhos cinza vagaram pelo corpo alvo subindo e descendo desde as pernas torneadas até os ombros definidos. Mas era o sorriso que o incomodava. Aquele sorriso sincero e leve, completamente verdadeiro enquanto era observado.


Fechou os olhos com força, não deveria gostar daquele sorriso, deveria odiá-lo e verdadeiramente odiava ao longe, quando a expressão de menino, reservada somente para si, não podia nublar sua mente. Mas quando estava assim, perto o suficiente para sentir seu perfume natural, todo o ódio, desconfiança e raiva se esvaiam.


- No que está pensando? – Perguntou ele com uma voz baixa e rouca.


- Em como minha vida é uma merda.


- Ora mea caries*, está andando tanto com Potter que está dramático como ele?


- Não fale de Potter comigo, Trevor. – Vociferou Draco levantando-se e parando na frente da lareira sem ligar para sua nudez.


- O que é isso? – Perguntou Trevor levantando-se também. – Está defendendo Potter?


- Não estou defendendo ninguém. Só estou de saco cheio de bancar seu escravo e ficar de babá namoradinho do santo Potter. – Disse Draco franzindo a testa pela concentração em encher suas palavras com ódio que não sentia pelo menino.


- Calma Draco. – Disse Trevor se aproximando e tomando o rosto delicado do sonserino em suas mãos antes de se aproximar e tomar-lhe os lábios em um beijo rápido e sensual. – Falta pouco, podemos até mesmo adiantar tudo.


- Adiantar?! – Quase gritou Draco olhando-o surpreso.


- Sim, ao invés de esperar até o final do ano letivo, você me traz ele no dia dos namorados. Todos os meus planos estão adiantados e você está com grande progresso com o menino pelo que me contou, sei que conseguirá trazê-lo nesse prazo.


- Mas isso me dá somente um mês e meio.


- Exato, daqui há um mês e meio eu mato Harry Potter, honro a memória de nosso mestre e poderemos ficar juntos. Juntos, Draco.


“Não, aquele olhar de novo.” Pensou Draco vendo os olhos do outro brilharem intensamente com a esperança de um menino solitário que se segurava na única opção de salvação que tinha.


- Claro. – Sussurrou sem forças para responder qualquer outra coisa. – Preciso ir, se demorar muito mais Potter pode estranhar e podemos colocar tudo a perder.


- Verdade. – Concordou o outro mordendo o lábio e se aproximando. – Você me faz esquecer o tempo, me faz esquecer tudo. – Disse mordendo a bochecha de Draco e subindo os lábios até seu lóbulo. – Você é minha salvação. – Sussurrou antes de se virar bruscamente e sair daquele quarto.


Draco odiava quando Trevor o deixava com aquela sensação pesada no peito de que se desse uma chance para ele tudo poderia ser diferente. Não podia ser diferente, pois se deixasse que Trevor o ganhasse acabaria perdendo Harry e isso era inaceitável. Tinha que pensar em uma forma de não perder os dois, pois a possível morte de Trevor também o matava. Balançou a cabeça afastando aqueles pensamentos e se vestiu, tinha que voltar para o grifinório e contar o prazo novo que tinham. O relógio girava mais rápido e o tempo começava a voar. Tinha que pensar.


 


A reação de Harry não fora como esperada, ao invés de ser dramático e querer dar uma de herói ele apenas concordou que deveriam então seguir o plano de Trevor e se preparar para o que ele queria. Aquilo fora o fim para Draco, todo o seu controle com a calma e serenidade de Harry fora jogada para o alto.


- Chega! Você vai me dizer agora o que está planejando, Potter.


Draco o olhava com tanta raiva que chegava a exalar em sua aura, era possível senti-la mesclada com o tamanho de sua preocupação.


- Não estou planejando nada, Draco. Só acho que devemos nos preparar para o que temos em frente, não dá para mudar. Trevor me quer no dia dos namorados, caso contrário ele vai fazer algo muito ruim. Talvez ele mate pessoas inocentes. Crianças talvez. Pense nisso Draco.


- Eu penso, mas nada me tira da cabeça que você vai fazer algo estupido e que é bem característico de você.


- Uau, então você acha que só faço coisas estupidas? – Perguntou Harry olhando-o com ressentimento.


- Não. – Disse Draco com uma voz cansada. – Só me promete que não fará nada precipitado, deixe que eu cuide disso.


- Não se preocupe, eu não farei nada estupido.


- Que bom. É melhor irmos, os alunos chegarão daqui alguns minutos.


 


Harry balançou a cabeça e saiu da sala precisa onde estiveram naquela tarde e rumou para a sala comunal da Grifinória onde se trocou para poder receber os alunos que voltavam do feriado. O jantar fora deliciosamente alegre. Rony ainda estava sentido por Harry preferir ficar com Draco do que ir para a Toca com ele, mas ainda assim lhe trouxe muitos doces que a Sra. Weasley mandara e esqueceu de todo o ressentimento ao começar a contar como se divertiram com todo o pessoal na noite de Natal.


- Gina não parou de fazer piadas junto com Jorge e mamãe viva reclamando que eles deveriam ficar quietos. Bom, ela nunca conseguiu superar que Fred não estará mais lá para fazer piadas também.


Rony parou de falar por um instante como se lembrasse de seu irmão. Harry respeitou aquele momento, a morte dos entes queridos ainda era muito recente e muito dolorida. Mas logo o ruivo balançou a cabeça e contou como foi a desgominização feita pela Senhora Weasley e Fleur. Uma coisa Harry tinha certeza, jamais conseguirá imaginar Fleuma chegando perto de um dos gnomos feios.


Apesar de rir e comentar algumas coisas, Harry estava com a mente longe. Seus pensamentos estavam completamente voltados para seu plano e o quão perto ele estava. Perto demais para que pudesse aproveitar algo. Draco estava começando a desconfiar, teria que agir rápido para que não fosse impedido pelo sonserino.


 


O tempo, como sempre, voou rápido e logo estavam no final de Janeiro. O frio ainda assolava os alunos, mas estava mais ameno e alguns até se aventuravam nos jardins molhados e frios. Harry fizera o possível para que o loiro não desconfiasse de nada e fizera um bom trabalho, pois Draco não perguntara uma única vez o que ele estava planejando, tudo estava indo muito bem até aquele momento e precisava continuar assim. Precisava avistar o sorriso no rosto delicado do sonserino enquanto ainda tinha chances. Talvez quando se fosse tudo melhorasse, Trevor não iria fazer nada de ruim com os trouxas e nem com inocentes, cuidaria disso pessoalmente. Depois Draco poderia se vingar, teria tempo.


Tempo.


Uma dádiva da qual não compartilhava.


Suspirando e fechando os olhos por um momento, fechou o envelope e saiu da sala camunal indo diretamente para o corujal. Ao chegar lá avistou as corujas mais negras da escola e levantou o braço em direção a uma delas que voou diretamente para si. Seus olhos dourados contrastavam diretamente com sua plumagem extremamente negra que brilhava ao mexê-las.


- Leve isso para Trevor Danver. O mais rápido possível.


Com um peso no coração soltou a ave ao ar e a avistou sumir no branco ceu.


Pronto.


A primeira peça fora mexida. O peão fora colocado para frente e o jogo começara.


Logo receberia o check-mate.

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