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5. Capítulo V


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi Povo!! Curtiram bastante o carnaval?? Deu pra pegar uma corzinha? Bora voltar pra vida normal agora.


Eis mais um round capítulo e nele veremos a primeira tentativa pós acordo.


 


Carla Cascão: Adoro ver seus comentários, já te falei isso?rsrs
Me divirto muito, mas falando sério, o Draco vai nos dar muita raiva ainda... Eu não apoio de maneira nenhuma as atitudes dele...
E o Brasil está na onda de calor ainda e estamos em pleno carnaval, aqui só volta a funcionar as coisas quando acaba o carnaval, faz parte. ^^


Lolita: Saudades flor! Está mais que perdoada! ^^
Não tiro sua razão de forma nenhuma e dou todo o meu apoio a Hermione, acho que faria pior se fosse ela...
Eu também não torcia muito pro final feliz deles, mas tem muita coisa pra acontecer ainda...


Nana: Sua sumida! Menina que comentário é esse??rsrsrs
Se você já está assim, não quero nem ver quando chegar a nc e olha... Ela está bem... Interessante...rsrsrs
Nenhuma represaria pro Draquinho?rs


 


Bjs e Boa leitura!!!


 


*****


 


Dois dias depois, Draco se perguntava se teria sido uma boa idéia convidar a esposa para conhecer sua casa na cidade.


Ele alugara aquela residência em Londres dois anos atrás, quando o casal decidira parar de fingir que tinha uma vida em comum. Naquele momento, enquanto dirigiam-se de carruagem para lá, o único som que se ouvia era o da chuva leve no teto de couro. Hermione mantinha a distância costumeira adquirida nesses anos, estava voltada para a janela, se recusava a olhar para o marido.


Aquela garota que havia dado alguns dos melhores prazeres de sua vida, agora era apenas uma memória vaga em sua mente, não lhe agradava em nada essa criatura que havia ocupado seu lugar, ainda mais porque sabia que em parte era culpado por essa transformação.


O loiro pensava sobre essa mudança que ela sofreu ao longo dos anos e percebeu que não sentia raiva, apenas um vazio estranho. Havia perdido algo valioso quando aquela menina desapareceu a nove anos atrás, era algo belo e frágil, algo que não poderia se recuperar.


A falta de vontade dela de não querer compreender o ponto de vista dele sobre o que havia acontecido de errado era algo que não entendia.


Existia outro problema também, o encanto e sarcasmo do loiro adiantou por algum tempo, mas agora as coisas eram diferentes, pois havia muita dor entre eles e não sabia se poderia ser suficientemente encantador para reconquistá-la.


Não podia mentir estava inseguro, no dia em que entraram em acordo, quase a fez sorrir, por um breve instante ela havia voltado a ser aquela menina de antes e agora a idéia de voltar a ter uma mulher apaixonada e um filho parecia muito distante.


Quando o veículo parou na frente da mansão, um criado veio recebê-los, desdobrando os degraus da carruagem. Draco saiu primeiro e ofereceu a mão a ela, que hesitou, mas acabou aceitando o auxílio. Em seguida, ambos adentraram a residência.


Comparada com a Mansão Malfoy em Chiswick, aquele lugar era bastante simples. Havia poucos criados, alguns tapetes e quadros, muitos livros e pouco mais que isso.


— Veja, é por isso que pensei que você poderia querer comprar algumas coisas.


Hermione não respondeu. Tirou o chapéu e balançou-o para despejar as gotinhas de chuva que grudaram na palha. Draco recordou que a esposa sempre odiara chapéus e era uma das coisas que gostava nela. Mulheres como ela, que tinham o brilho do entardecer nos cabelos e gostavam de esconde-los era um pecado.


A jovem observava as pedras do vestíbulo e a escada de madeira polida, as paredes cor de manteiga. De repente, sem nenhuma palavra, foi para os fundos, carregando o chapeuzinho. Draco a conduziu pelos cômodos do andar de baixo, depois à cozinha e aos aposentos dos empregados, mas ela permanecia calada.


— Poderíamos achar uma casa maior para a próxima temporada — ele afirmou, ao levá-la a uma das salas. — Esta é muito pequena para receber.


Nem assim Hermione se manifestou, e os piores temores dele começaram a tomar forma. Quando ela brigava e discutia pelo menos ele sabia com o que estava lidando. Mas aquele silêncio era enlouquecedor. Porém, quando entraram no salão principal, Hermione estacou de um modo que ele quase se chocou contra ela.


— Meu Deus! Não posso acreditar! — ela tentava segurar o riso. Deu alguns passos adiante e ficou olhando para ele, surpresa. — Papel de parede cor-de-rosa! Você alugou uma casa com papel de parede cor-de-rosa! Quem diria?!


— Eu diria que é quase vermelho.


— Vermelho, Malfoy?! — meneou a cabeça. — Não me venha com desculpas, é cor-de-rosa, sim. Quem poderia supor que Draco Malfoy teria um salão dessa cor?!


Ele a fitava, sentindo-se como que preso ao chão, ouvindo aquela risada. Era algo de que se via privado fazia anos, mas ainda era tão familiar! Nenhuma mulher ria como Hermione. Tão inocente e tão sensual, aquele riso sempre fora capaz de fazê-lo sonhar. E o desejo aflorou com toda a força.


— Malfoy, qual o problema?


— Eu me recordo desse som. Sempre adorei sua risada. — ela, então, ficou séria. O relógio da sala tocou, e a jovem desviou o olhar.


— Já são quatro horas! — caminhou para a porta. — É melhor me mostrar o resto logo, Draco. O jantar da sra. Longbotton começa às oito, e precisarei de tempo para me arrumar.


O loiro foi forçado a sair da emoção que surgiu assim de repente, mas por mais que tentasse, não conseguia parar de ouvir o riso baixo e sensual enquanto subiam os degraus. Como foi capaz de esquecer aquele som e do que ele fazia consigo?


No segundo andar, ele virou à esquerda e levou-a por um pequeno corredor.


— Os quartos ficam aqui. Este será o seu; o meu é anexo — ela entrou, observou as paredes cinzentas, as cortinas azuis e a mobília de madeira polida, mas não emitiu opinião. — Você pode pintar da cor que quiser e redecorar à vontade. — Draco se deu conta de que a jovem estava rígida e apertava as abas do chapéu. Seguindo seu olhar, viu-a fitar fixamente sua cama.


— Eu lhe asseguro que nenhuma mulher jamais dormiu ali. — Hermione abriu um armário vazio e ficou olhando para dentro do móvel, como se aquilo fosse coisa de suma importância.


Ele desejou lembrar-se de algo que a fizesse rir de novo, ou então que ela dissesse que sim, que gostaria de pintar as paredes, ou de trocar alguma mobília. No entanto, o que ela disse o pegou desprevenido.


— Quais são suas intenções, Malfoy? Quando as três semanas acabarem, se eu não pedir o divórcio... enfim, se voltarmos a viver juntos, pretende impor seus direitos de marido de imediato?


Surpreso, não conseguiu responder, por isso tentou ganhar tempo.


— O quê?


— Ouviu-me muito bem, e é uma pergunta bem direta. Pretende me forçar?


O loiro soltou um grande suspiro constatando cada vez mais que o desagrado dela em fazer amor com ele só tinha aumentado durante esses anos e isso dificultaria e muito retornar a vida a dois. O desanimo ameaçava dominá-lo, ele recordava de como sua esposa era na cama e se isso se foi para sempre? Que tipo de vida levariam? Ele não agüentaria.


— Por Deus, Hermione! Será que não sobrou nada? Costumava haver paixão entre nós. Recordo-me de como você gostava quando eu a tocava. E Deus sabe como eu adorava quando você me tocava. Era muito bom, lembra?


Ela enrubesceu, seu queixo tremeu, mas não disse nada. Draco seguiu avante. Tinha de fazê-la lembrar-se de como era no começo de sua união.


— Não acredito que tenha se esquecido de como fazíamos amor, como era bom, quente, quase selvagem... Lembra-se do prazer, o fogo, do êxtase... de como você...


— Pare com isso! — ela falou energética lhe jogando o chapéu.


— Será que agora estamos condenados a falar de amor como se fosse algo que irei lhe impor? Não sobrou nada da magia que havia entre nós? Será que conseguimos destruir tudo?


— Eu não destruí nada! Foi você!


Draco não se importava em saber de quem era a responsabilidade. A verdade era que Hermione ainda o excitava, e ele precisava descobrir se poderia fazer o mesmo com ela. Se não conseguisse, tudo estaria perdido.


Quando deu um passo para se aproximar, Hermione deu outro para trás, e bateu no armário às suas costas.


— Outro dia falou que nossa vida em comum foi um inferno querida, mas, quando olho para trás, vejo que costumava ser bem divertida. Você preferia fazer amor de manhã, e depois tomávamos o desjejum na cama. Geléia de amora sempre foi sua favorita.


Ela se virou para fugir, mas Draco foi mais rápido e a impediu, colocando os braços nas prateleiras do armário ao fundo, prendendo-a. Ficou bem próximo, sentindo a delicada fragrância que não demorou a reconhecer: violetas. Hermione sempre cheirava a violetas.


Recordou as manhãs, de tanto tempo atrás, quando acordava envolvido por aquele aroma, sentindo o calor do corpo macio. Cerrou as pálpebras, respirando fundo, lembrando-se da viagem de núpcias pela Escócia e, depois, três meses num sítio deserto, só fazendo amor. O outono em Northumberland e o leito de madeira maciça em Malfoy Park.


Um calafrio percorreu-lhe a espinha ao pensar em todas aquelas manhãs, quando lambia geléia de amora dos lábios de Hermione. Talvez ela estivesse certa ao dizer que a vida deles juntos fora um inferno, porque seu corpo estava ficando em brasas.


— Você era muito ruim em xadrez e por isso sempre perdia. — Draco continuava de olhos fechados — Jamais esquecerei os passeios a cavalo e como você atirava longe seu chapéu, e ria... e como eu adorava seu riso! Lembro-me de nossas brigas, mas também de como eram deliciosas as reconciliações! Essa era a melhor parte.


Quanto a jovem, as memórias não pareciam tão boas, pois cruzou os braços e seus olhos se estreitaram. Hermione tinha aquele olhar gelado que ele tanto odiava.


— Impressionante, Malfoy.


Ele se inclinou mais e beijou-lhe o pescoço.


— Querida, vamos fazer as pazes. — Draco a sentiu tremer e sorriu, satisfeito e aliviado. — Você ainda gosta quando faço isso.


— Não, não gosto. Não gosto de nada em você. Não mais — descruzou os braços e o empurrou.


O loiro a encarou, e dessa vez viu uma mulher. Claro que magoada, confusa, desesperada, mas pôde ver também que Hermione era sua esposa e que o desejava.


— Já estamos em guerra há anos. O que acha de uma trégua?


— Draco — murmurou, aproximando-se ainda mais — Quero sua palavra, Malfoy. Prometa que, se eu voltar a viver com você, nunca irá me impor seus direitos de marido.


Nada neste mundo poderia fazê-lo esfriar mais depressa do que aquelas palavras. Assim, ele arqueou a cabeça para trás e expeliu o ar dos pulmões. Como a vida poderia ser bem mais simples se tivesse um outro tipo de esposa, uma que cumprisse seus deveres e que gostasse disso. Mas não. Casara-se com Hermione; linda, doce, mas mimada e voluntariosa. Tornou a fitar seus olhos.


— Você um dia me chamou de canalha e de mentiroso. Portanto, de que lhe serviria minha palavra?


— É minha única garantia. Espero que pelo menos sua palavra de honra como um cavalheiro signifique algo para você.


—E assim você poderá atirar minha promessa e minha honra em meu rosto, em momentos como este.


Ela não negou, nem confirmou a afirmação, pois sabia que não importava. Draco nunca a forçaria, e sabia disso. Hermione não estava com medo dele. Temia a si mesma.


Agora ele compreendia a timidez da esposa. Ambos sabiam que o ponto em que um homem e uma mulher podem parar ou completar o ato de amor é muito difuso. Hermione receava não resistir e ultrapassar aquele ponto. Procurava uma saída, um jeito de acreditar que ele era mesmo o vilão de sempre.


O loiro sorriu.


— Por que ri?


— Nunca a forçarei Hermione, sabe bem disso. Se é minha palavra que quer, você a tem.


Um sorriso de satisfação iluminou o semblante dela.


— Acha que isso é uma vitória? Que minha promessa a coloca no controle da situação?


— Sim — afirmou, triunfante.


— Tem razão, mas não me importo. Sempre gostei de deixá-la no controle. — Draco beijou-a no pescoço. — É melhor levá-la de volta a Godric’s Hollow, pois sei que você demora horas para se arrumar, e nenhum de nós quer se atrasar para os compromissos.


O caminho de volta foi feito em silêncio, mas Draco não se importava. Ele mesmo não tinha vontade de falar. Estava muito feliz, pois sabia que algo mudara naquela tarde. A frieza que Hermione demonstrava era uma defesa. Bem no fundo, embaixo de toda aquela mágoa, de seu coração partido e do orgulho ferido, ela ainda sentia desejo por ele. Poderia ainda odiá-lo, podia querer bater nele, mandá-lo para o inferno, mas ela amolecera. Um pouquinho, só por um instante, mas Hermione tinha amolecido.


Porém, Draco sabia que não ia ser nada fácil. Ela era tão apaixonada no amor quanto no ódio, e ele teria de seduzi-la.


Mas deveria ir com cautela, afinal depois que ela o expulsou da cama, não voltaram a ficar juntos, apenas quando eram obrigados a estarem embaixo do mesmo teto e nessas ocasiões a educação permitia apenas um cumprimento cortês. Avaliando toda a situação, eles haviam se tornado dois estranhos. Precisaria de um milagre para fazer aquela chama voltar. Mas hoje tudo mudou, num único instante, algo do antigo e ardente deseja havia voltado e não tinha como mudar isso.


Hermione também sabia disso, sabia também que seu marido estava empenhado em seus propósitos, assim como ela em negá-los e tinha apenas duas armas, a promessa feita por ele e seu orgulho.


 


Quando chegaram à Mansão Potter, uma empregada veio recebê-los e apanhar a capa e o chapéu da jovem senhora.


— Até logo, Malfoy. — ela começou a se afastar.


— Hermione, nós nos veremos na sexta. Esteja pronta às duas horas.


— Aonde iremos? — ele sorriu.


— Você verá. Só posso lhe dizer que será um passeio ao ar livre.


— E eu não tenho direito de opinar? Por que é você quem escolhe os lugares a que devo ir?


— Porque sou seu marido e você jurou me obedecer.


Ela não pareceu nem um pouco impressionada, por isso ele completou.


— Tenho um plano em mente.


— Era o que eu temia.


— Nós iremos fazer um piquenique.


— O quê?! — Hermione o fitava como se tivesse enlouquecido.


— Sempre adorou piqueniques, minha querida. Duas horas é o horário ideal, pois sei que sente fome lá pelas três.


— Está tudo decidido então, e eu não posso opinar?


— Não, contudo poderá escolher nosso destino da próxima vez. Sim, porque haverá a próxima vez, e a próxima, e a próxima...


— Muito bem, não adianta mesmo teimar com você. — e lhe deu as costas, aborrecida e resignada, e Draco ficou a observar ela subir as escadas. E exultou de alegria quando a viu tocar o lado do pescoço que ele beijara.

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Comentários: 2

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Enviado por Lolita Haze em 22/02/2012

E aqui estamos de novo!

Continuo odiando o Draco. Muito. Maldito manipulador. Aquele safado, tentando bancar o cãozinho arrependido com todo aquele papo de não saber o que tinha até perder e mimimi. E como ele pode não saber o porquê de Hermione não entender o lado dele?! Qualquer um com pelo menos 90 pontos de QI saberia. 

Pobre da Hermione, gostaria de saber em que circunstâncias se conheceram. Talvez isso me esclarecesse um pouco as coisas. Mas do jeito que tudo está agora, não tem como eu torcer pelo casal principal, não mesmo.

Então é isso, até o capítulo que vem :D

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Carla Balsinha em 22/02/2012

Alô querida!
Você aí com imenso calor e aqui uma frieza desgraçada,o que vale é o bom tempo que tem estado....aqui houve bronca ,o governo não quis dar tolerância no carnaval,mas grande parte das câmaras municipais deram-no e houve algumas empresas que fecharam e fora aqueles que puseram 1 dia de férias,pois as crianças estão de férias.existem algumas autarquias aqui que têm tradição do carnaval,mas nem todas...mascarou-se em algo?
Amei o capítulo como sempre!Este Draco não existe,traíu-a,agora quer recuperá-la....é mesmo tótó!já percebeu a mulher que tinha,mas ainda não percebi por raio é que ele traíu,a hermione não mereceu....eu se fosse a ela mandava-o dar "uma volta ao bilhar grande"!
Beijocas
Carla Cascão

Nota: 5

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