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19. Um bom Natal para todos


Fic: O Coração Nunca Esquece ATUALIZANDO


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Capítulo 19 – Um bom Natal para todos


 


Aquele com certeza era o melhor feriado de todos os tempos para Draco. Sempre odiou essa época. Em sua casa não havia nada que o fizesse se alegrar pela famosa data do Papai Noel onde praticamente todas as crianças ansiavam pelos presentes embaixo da Árvore de Natal colocados pelo bom velhinho que nada mais era do que o pai ou um tio fantasiado, mas que para seus infantis olhos era a figura de amor, esperança e bondade que Deus lhes presenteou para recompensar suas boas ações para com os outros e consigo mesmo.


Draco jamais teve uma árvore de natal.


A família Malfoy nunca foi de festas comuns como Natal, Páscoa ou Ação de Graças. Para eles só importava as festas chatas que inventavam para que pudessem mostrar quanto dinheiro tinha em sua posse e quanto podiam comprar com aqueles milhares de galeões. Lucius estava sempre muito elegante e o obrigava a vestir aqueles ternos pretos brilhosos que o deixavam sufocado. O pai exigia que estivesse presente e bem apresentável, incluindo nisso os gestos de desdém e arrogância que tanto o faziam parecer com Malfoy pai. Draco sempre odiou tudo aquilo e agora sabia que perdera a maior parte de sua infância. Aquela parte gostosa em que se prepara com vontade para algo e que quando chega à hora o coração palpita fortemente dentro do peito.


Talvez por ser a primeira vez que sentia isso, ficou encantado quando Harry olhou com olhos brilhantes para os fogos que as fadas minúsculas estouravam nas grandes árvores que Hagrid usara para enfeitar o grande salão naquela noite de Natal. O loiro mal conseguia afastar os olhos do moreno, mas era preciso manter a descrição, precisava fazer parecer que naquele momento Harry não queria nada com ele, apesar de que logo logo tivesse que demonstrar exatamente o contrário. Trevor fora bem claro na reunião feita na noite passada. Queria Harry Potter o quanto antes e o prazo estava se esgotando.


Seus olhos minguaram um pouco e perderam um mínimo daquela doçura adquirida pela sensação maravilhosa que o Natal na escola o fazia sentir, lembrava-se nitidamente da conversa que tivera com Harry logo depois de voltar do encontro com Trevor, por sorte não precisou contar a ele os momentos íntimos, pois não teve nenhum. Não gostava ter que contar, mas Harry acabava sempre o fazendo dizer se fez ou não sexo com Trevor e como se sentia. Era como se Harry conseguisse entender uma coisa que não deveria nunca ser compreendida com tal calma e segurança. Harry deveria estourar, gritar e espertenear como uma criança mimada ao ver que seu brinquedo favorito tinha que ser dividido com alguém que o brinquedo gostava, mas ao contrário disso, ele apenas pediu que esquecesse aquilo e vivesse o momento.


Vivesse o momento. Como se Draco pudesse viver o momento. Ele tinha sempre que pensar adiante, arquitetar e entender o que se passava, fazer planos e os colocar em ação sem pensar nas chances de fracasso. Era por isso que os atos calmos de Harry o deixavam assustado e intrigado. O menino estava tranquilo demais para quem estava passando por uma situação complicada como os dois.


- Podemos fazer alguma coisa quanto ao namoro próximo ao dia dos namorados, isso deixará Trevor interessado. – Dissera Harry já indicando quando deveriam dar indícios de que o plano do comensal estava dando certo. – Tudo ficará bem.


Não, não ficará bem. Draco conhecia muito bem aquele olhar que Harry lhe lançava junto com um sorriso fraco e forçado. Era o olhar de quem está prestes a se entregar nas mãos da morte e era isso que Harry queria fazer, entregar-se por completo como Trevor desejava, mas não podia deixar isso acontecer. Não iria dar seu amor de mão beijada para alguém que... alguém que é somente paixão, só luxuria e ardor. Não deixaria que o menino fizesse isso.


Por isso os olhares do grifinório agora eram compreensíveis. Ainda assim eram idiotas, Draco jamais permitiria. Ele iria ganhar tempo com os dois então.


Pobre Draco, se tivesse realmente entendido os sinais de Harry...


 


Quando o jantar finalmente acabou, Harry se despediu de todos e disse que iria dormir. Com rapidez o grifinório saiu do salão principal e subiu as escadas com pressa desviando seu caminho da torre da Grifinória e rumando diretamente para a sala precisa onde ficaria esperando Draco chegar. Ao entrar já encontrou tudo arrumado como desejou, seu quarto estava enfeitado tipicamente para um natal a dois. Ele sorriu, iria dar a Draco o melhor Natal de todos, com direito a tudo que o sonserino quisesse. Afinal era o primeiro e último dos dois juntos, certo?


Havia uma vitrola ao lado com um disco nem tão velho assim. Harry colocou para tocar e sentiu a balada leve começar a entoar pelo cômodo transmitindo uma sensação gostosa de quem quer começar a cantar e dançar. Sem pensar em nada, apenas na sensação maravilhosa começou a acompanhar a letra da música de forma desafinada e a arriscar alguns passos estranhos pelo piso gelado.


You know I can't smile without you


I can't smile without you


I can't laugh and I can't sing


I'm finding it hard to do anything


Quando o cantor deu a última nota alta para finalizar a canção, Harry deu um rodopio sobre os pés sentindo-se o melhor cantor do planeta, mesmo sabendo que apanharia do cantor se estivesse frente a frente com ele. Ainda assim ouviu aplausos no fim da sala. Olhando com o rosto vermelho e sem fôlego pelos rodopios e andados tentando alguns passos errados e nunca vistos antes, viu Draco escorado na parede ao lado da porta olhando-o como se jamais o tivesse visto antes e sorrindo como se aquilo fosse a imagem mais bonita que já tivesse visto e era.


- Ual!!! Você canta muito bem, senhor cantor. – Ironizou Draco.


- Pare de brincar. Pensei que chegaria mais tarde. Achei que Snape iria segurá-lo novamente.


- Não, ele até tentou, mas eu disse que tinha que vir vê-lo.


- Você e Snape estão se falando cada vez mais.


- Os movimentos dos comensais estão cada vez mais ativos, eles estão atacando mais vezes sem medo de serem pegos. Snape está me deixando a par de tudo que acontece do outro lado. Por sorte temos ele como nosso aliado.


- É, por sorte. Agora, vamos esquecer tudo isso, pois temos que pensar em nós nesse momento. É quase meia noite e logo logo te darei seu presente de Natal.


- Mal posso esperar para ver o que é.


- Não se preocupe, sei que irá gostar.


Draco sorriu e se aproximou da vitrola vendo os discos que tinham ali. Alguns eram uma porcaria completa, mas tinham alguns muito bons, até mesmo com um som trouxa que no fundo Draco gostava quando ouvia algum aluno cantando. Passando os dedos pelas músicas escolheu um e colocou na vitrola arrumando-a para tocar desde o inicio. Quando a melodia lenta começou a aparecer, seguiu para frente de Harry e estendeu a mão aguardando o menino a aceitar.


- Não sei dançar. – Tentou protestar, mas a mão de Draco era mais forte e por fim a aceitou.


Harry foi puxado com força para perto do corpo do sonserino e sentiu-se tonto com o perfume da pele dele. Draco estava sempre cheirando àquele odor de corpo recém saído do banho onde o sabonete impera em formato de espuma branca. O sonserino riu e começou a se mexer lentamente pelo quarto sempre levando Harry em seu compasso não o deixando errar o passo. Era tremendamente gostoso dançar colado ao corpo do grifinório, Harry tinha em seus olhos uma paixão tremenda que abalava as estruturas de Draco e o provocava com seus dedos ágeis que se livrara de sua mão e passeava por seu ombro enquanto a sua agarrava a cintura dele.


Claro que a dança não durou muito, Harry estava completamente eufórico, queria dançar outra coisa. Rapidamente agarrou-se ao pescoço de Draco e o trouxe para mais perto beijando-o com sofreguidão. O loiro, mesmo tentando conter o grifinório para poder seduzi-lo como havia planejado, se entregou ao beijo com igual vontade mordendo os lábios vermelhos e bailando sua língua com a dele como se ainda estivessem ouvindo a música que acabara.


As mãos de Harry apertavam a cintura do loiro enquanto as de Draco aventuravam-se por seus cabelos revoltos segurando seu rosto com delicadeza deixando que a imagem de seu beijo cheio de amor e carinho fosse o quadro mais belo daquela noite de Natal.


- Draco. – Chamou Harry entre os beijos. – Eu amo você. Muito. Sabe disso não sabe?


- Sei sim. – Respondeu Draco descendo os lábios para o pescoço do grifinório. – E adoro ouvir você dizer.


- Eu te amo.


Ao dizer a frase novamente Harry sentiu um nó em sua garganta e se agarrou ao sonserino com força tentando afastar de sua mente as imagens que apareciam. Ele precisava ser forte naquele momento, curtir o tempo que tinha ao lado do único homem que fazia seu coração bater com força. Após se controlar um pouco e saber que não iria desabar, afastou-se um pouco e olhou nos olhos de Draco, aqueles olhos cinza que derretiam sua pele ao lhe olhar daquele jeito tão voraz. Devagar ergueu a mão e acariciou as bochechas alvas e quentes daquele rosto tão perfeito.


- Hoje eu quero ser seu.


Os olhos de Draco abriram-se com clara surpresa e devoção. Claro que Harry se entregava as vezes, mas jamais fora assim com completa vontade, jamais permitiu que Draco desfrutasse completamente de si, sempre guardava algo para si próprio, mas hoje ele estava a mercê das mãos habilidosas do sonserino, entregue ao seu bel prazer.


Sem esperar muito o sonserino reclamou seu premio e apertou a cintura de Harry trazendo o quadril de encontro ao seu enquanto sua língua sentia o completo gosto da boca rosada e quente. O coração e Draco estava disparado enquanto descia a mão pelas coxas do jogador de quadribol e subia pelo quadril perfeitamente arredondado. Começando a se sentir ofegante agarrou com força a cintura de Harry e o levantou fazendo-o circular sua cintura com as pernas e abraçar seus ombros enquanto Draco levantava sua camisa deixando seu peito e costas nuas. Em um único movimento Harry retirou a parte de cima de sua roupa e ofegou ao ser levado diretamente para a parede mais próxima sentindo suas costas quentes baterem contra o mármore frio.


Draco deu uma leve mordida em seu lábio inferior e desceu a boca por seu pescoço encontrando o ponto de encontro com seu ombro fazendo-o gemer levemente. Rapidamente retirou também a camisa de Draco fazendo suas peles se tocarem causando um arrepio que o deixou de boca aberta enquanto Draco atacava seu mamilo sensível mordendo-o e chupando. Harry estava tão excitado que mexia seus quadris com força tentando o máximo de contato com Draco naquela região sensível mesmo por cima de suas calças.


Mas Draco estava paciente, não tinha pressa de chegar ao destino desejado. Queria experimentar todos os cantos de Harry e explorou com sua língua cada canto da pele do grifinório descobrindo os pontos mais sensíveis do menino, como em suas costelas. Harry ofegava cada vez mais rápido puxando o cabelo loiro enquanto Draco apertava suas nádegas com força e chupava o outro mamilo.


- Draco, por favor. – Pediu Harry mexendo-se impacientemente.


Obedecendo aos pedidos do menino, Draco o colocou no chão e o virou de frente para a parede e sem falar nada começou a beijar-lhe as costas malhadas e definidas pelos esforços em cima da vassoura nos jogos e treinos de quadribol. Enquanto sua língua traçava caminhos pela pele alva, sua mão descia até seu cóccix e aventurava-se por dentro da calça do menino sentindo sua pele quente vibrando de ansiedade.


- Acalme-se garoto. – Sussurrou no ouvido de Harry fazendo-o respirar fundo e soltar um gemido mais alto.


Draco retirou a mão de dentro da calça de Harry e a levou para frente abrindo o botão e descendo o zíper fazendo o possível para não tocar no membro duro que crescia cada vez mais dentro da cueca do menino. As mãos firmes desceram a calça de Harry até o tornozelo e quando o grifinório ameaçou retirá-las por completo, Draco pisou em cima da roupa e sibilou no ouvido de Harry.


- Não, quero comê-lo assim, com a roupa abaixada. É deliciosamente tentador.


Harry não tinha mais como pensar em responder alguma coisa. Só afastou as pernas o máximo que a roupa deixava e sentiu o loiro trazer seu quadril para traz fazendo-o se curvar ainda segurando na parede. Harry tinha plena visão de seus pés e pernas e percebeu o quanto elas tremiam de prazer ao sentir Draco começar a tirar sua cueca liberando o pênis duro de seu esconderijo. Quase imediatamente a mão do grifinório se dirigiu ao nervo rígido, mas Draco o impediu fazendo-o se segurar na parede novamente.


- Não se atreva.


O grifinório nem se deu ao trabalho de responder, não conseguiria, sua mente estava nublada pelas mãos que agora arranhavam sua pele sensível. Foi com surpresa que viu os joelhos de Draco se dobrarem e sentir a língua experiente beijar-lhe as nádegas macias enquanto as apertava com vontade deixando-as vermelhas. Harry achou que iria a loucura e sucumbiria ao prazer, mas nada se comparou com o momento em que sentiu as mãos separar-lhe as bandas e a língua explorar-lhe aquele vale inóspito e jamais descoberto.


Draco sentia um prazer tão grande por saborear aquele canto de luxuria enquanto ouvia os gemidos altos de Harry causados por sua boca esfomeada que devorava aquilo que era seu por direito. O sonserino beijou e chupou o meio de Harry, venerou aquela porta do tesão que lhe proporcionava imensa satisfação. Seu próprio pênis quase explodia dentro da calça, mas precisava saborear mais daquelas rugas que circulavam o anel de entrada para o paraíso, o seu paraíso onde logo adentraria libertando-se da tensão que aquela entrega lhe causava. Harry sentia sua pele molhada pela boca sedenta e sua bunda arder pelos tapas dados, mas nada conseguia lhe tirar a sensação de prazer que carregava sua razão.


Sem conseguir aguentar, Draco levantou-se e apenas abriu o zíper da calça liberando o membro vermelho. Com pressa o lubrificou com um feitiço simples e passou a cabeça pela entrada molhada de Harry que já rebolava implorando para ser consumido. Atendendo ao pedido do grifinório Draco puxou Harry com força e adentrou ao corpo de uma única vez. Harry gritou e xingou pela invasão abrupta, mas não retrocedeu, apenas respirou fundo e tentou relaxar sentindo o pênis do outro começar a pulsar dentro de si. Alguns segundo depois Harry sentiu a mão de Draco fechar-se em seu membro masturbando-o devagar, fazendo-o relaxar em suas mãos. Demorou alguns minutos, mas logo Harry começava a se movimentar sozinho dando a Draco a brecha que precisava para começar a movimentar o próprio quadril tirando e colocando o membro dentro do corpo de seu amante.


Harry sentia a pele de sua abertura arder conforme Draco se mexia, mas o prazer que aquele ato, e principalmente a força e violência que o sonserino usava o deixava louco. Jamais havia deixado Draco tão livre para invadi-lo como desejava, sabia como o menino era bruto e de certa forma até achava excitante, mas temia se machucar. Porém agora sabia que mesmo que Draco o machucasse um pouco em seus atos livres, o prazer que sentiria cobriria qualquer desgosto.


Foi pensando assim que se entregou ao prazer das estocadas firmes, fortes e fundas atingindo sua próstata enquanto as mãos de Draco lhe apertavam deixando suas nádegas vermelhas e com marcas dos dedos desenhadas após os tapas. Tudo era pleno prazer e não dor como havia imaginado. Deveria ter feito isso antes, mas a hora certa para a entrega era aquela, na sala precisa, faltando apenas um minuto para meia noite, um minuto para o Natal.


Draco aumentou as estocadas sentindo que seu corpo começava a se desfazer em mil pedaços, se desintegrava por completo. O suor escorria pela sua testa enquanto puxava com extrema força o corpo do grifinório afundando completamente em seu interior e esvaindo-se naquele canal fundo e acolhedor. Harry sentiu a quentura do gozo de Draco e o tremor de suas mãos que mais uma vez apertaram seu membro causando-se um frenesi louco e desvairado fazendo-o derramar-se no chão sujando o mármore e seus sapatos com aquele líquido branco.


Após alguns segundos em que Draco demorou para conseguir respirar direito. Harry se ergueu deixando o sonserino sair de dentro de si e virou-se olhando para duas nuvens cinza completamente entregue ao tesão e pleno prazer do sexo. Sem dizer palavras se ajoelhou e pegou o pênis flácido na mão levando-o a boca e sentindo o gosto de seu esperma quente que ainda pendurava-se na cabeça sensível. Draco gemeu ao sentir a língua macia limpar-lhe o membro e soltou uma exclamação de tristeza ao sentir a boca abandonar-lhe e se erguer.


Harry beijou Draco com paixão e o empurrou desajeitadamente até a cama onde se deitou em cima do sonserino e tirou a calça que o impedia de se movimentar direito. Os amantes entregaram-se novamente aos desejos e sensações que seu corpo lhes presenteavam sem pensar no futuro, naquele momento só existia o agora. Harry só pensou no futuro a qual estava preso quando o sol já estava começando a nascer do lado de fora e Draco, deitado nu ao seu lado apoiado somente em seu braço passou a mão por suas costas e desceu até sua nádega vermelha e marcada. A mão do sonserino parou naquele monte e passou os dedos com delicadeza por cada marca que encontrou. Com a tez franzida ele olhou para Harry deitado de bruços e lhe perguntou com mágoa na voz.


- Por que me deixou fazer isso?


Harry sorriu um pouco antes de se erguer devagar e se apoiar no braço também olhando diretamente nos olhos de seu amante. Jamais diria a ele a extensão de sua dor, pois ela ultrapassada a forte dor física que agora sentia em seu quadril.


- Eu fiz isso porque te amo demais para não me entregar completamente.


- Mas eu te machuquei.


- Não, acredite Draco, eu jamais me senti tão feliz assim antes.


Sem dar chance do sonserino responder Harry o abraçou fortemente escondendo dele seu olhar perdido. Tudo o que tinha fora entregue naquela noite. Tudo de bom que tinha em si estava agora nas mãos de Draco. Consigo ficou apenas sua vida, que logo também o abandonará.


 


 


 


 


 


 

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