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4. Capítulo IV


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi povo!


Eis mais um capítulo.


Carla Cascão: Sim, sim o Draco é terrível, mas segundo as razões dele, ele está certo. Será mesmo?rs


Bjs e boa leitura!


 


*****


 


Na segunda-feira, Draco chegou a Godric’s Hollow às duas horas em ponto. Hermione voltara a se esconder atrás do escudo de gelo que criara para se defender, e conversava, muito calma, com sua secretária, a Srta. Susan Bones. Discutia com ela alguns detalhes do cardápio para o baile à fantasia que organizava todos os anos em prol dos hospitais londrinos, uma de muitas das instituições que ajudava e inclusive patrocinava, foi quando o mordomo veio avisá-la da chegada do marido.


— Lorde Malfoy, milady.


Hermione levantou o olhar quando ele entrou, e se lembrou de como outrora se sentira feliz quando o mesmo chegava à casa de seu irmão para visitá-la. Mas agora não sentia nada. Retribuiu com displicência o cumprimento e voltou a atenção para sua secretária.


— Estes são os pratos que o chefe de Sua Alteza sugeriu?


— Sim, senhora.


A jovem bateu com a pena na escrivaninha com expressão deliberada de dúvida, levando muito tempo para estudar a lista de pratos, antes de falar.


— Confesso que não estou certa de que devemos servir enguias, Susan. Lady Bathilda Bagshot é uma de nossas contribuintes mais generosas, e ela não suporta enguias.


— Isso não me surpreende. — Draco se acomodou numa cadeira próxima. — Lesmas combinam bem melhor com ela.


A jovem secretária deu um princípio de gargalhada, logo interrompido pelo olhar severo de sua patroa. Tudo bem que lady Bagshot se movia, falava e andava tão devagar que seria capaz de irritar um santo, mas isso não dava a Susan o direito de recompensar ele com uma risada franca. Hermione não achava mais graça na jovialidade do marido, e não ia permitir que os empregados o fizessem. Desse modo, decidiu que era melhor fingir que ele não estava na sala.


— Bem, será melhor substituirmos as enguias por...


— ...Escargot — Draco sugeriu. Ela olhou para a jovem.


— Lagostas — disse, descartando o menu e passando para outro item. — Agora, quanto à lista de convidados Susan, gostaria que você apresentasse a que fiz para lady Lavander.


— Claro milady. — a moça suspirou, resignada, detestando a idéia de apresentar a lista à arrogante lady Lavander Brown.


— Hermione, como você é cruel — o loiro se pronuncia — Enviar a pobre garota para enfrentar aquela megera da Brown e sozinha...


— Por acaso é assunto seu? — falou de forma gélida e lançando um olhar mais frio ainda.


— Sim, devo objetar contra essa crueldade com os empregados. Falo isso para o  seu bem. É assustador, devo dizer.


— Não é por covardia, se é isso a que se refere — disse, mas logo em seguida lembrou-se que não tinha que dar explicações ao marido. Afinal de contas, não era assunto dele.


— Tome cuidado... Ela guardará rancor e se vingará... Essa mulher é assim.


Ignorando o que o marido dizia, voltou sua atenção para a secretária.


— Continuando Susan, quando apresentar a lista para lady Lavander é muito provável que ela questione a presença de sir Neville e de lady Hannah Longbottom. Se isso acontecer, de forma educada pode mencionar que o duque e a duquesa de Tremore insistem que os nomes estejam na lista. Isso deve ser o suficiente para acabar com esses rumores ridículos sobre o status de sir Neville e suas amizades de pouca categoria... É apenas uma questão de saber que devemos ou não evitar. Afinal de contas, é um baile de caridade, por Deus! Faça o mesmo se houver reclamações sobre as irmãs Patil.


— Sim senhora — a jovem respondeu com um suspiro resignado.


— Não tenha medo Susan — Draco se pronuncia mais uma vez e Hermione prestou a atenção para ver como ele olhava para a jovem... Sempre flertando — Pense que a infernal lady Brown está com roupas de baixo de lã e ficará bem! Por isso está sempre tão mal-humorada, é que a lã pinica.


A secretária começa a rir divertida, mas logo se recompõe ao ver o semblante sério da patroa que continua com a lista como se nada tivesse acontecido, não sem antes dar um olhar de reprovação ao marido


— Deixe-me ver quem mais... Lord e lady Tonks é claro, sempre contribuem com somas substanciais para os hospitais. Bem a condessa McGonagall e Sir Cormac McLaggen... Está ótimo, suponho... — Hermione se espantou ao ver Draco quase pular da cadeira.


— Não acredito que vai convidar aquele pomposo e pretensioso! — a olhava com assombro.


Ele não gostava do homem e isso já era um forte motivo para sua esposa deixar o nome na lista.


— E por que não, milorde? Sir McLaggen é um homem rico e sempre faz contribuições generosas — respondeu, mesmo com a convicção de que não lhe devia explicações.


— Duvido muito, ele é um rato arrogante que só quer se vangloriar, achando-se o melhor, já viu como ele se veste? Um absurdo completo!!


— Não consigo entender por que tanto interesse pela lista de convidados de meu baile de caridade. Não é assunto seu.


— Você é minha mulher e, como estamos nos reconciliando, tudo o que lhe diz respeito me interessa. Portanto, é assunto meu.


— Nós não estamos nos reconciliando!


— Convidar sir Cormac é implorar por confusão. — ele a ignorou. — Da última vez, ele se envolveu em luta corporal com Blaise, e desta vez posso eu mesmo perder a paciência e lhe dar uns sopapos.


— Então, não há com o que se preocupar. Você não consta da lista. — ela sorriu sarcasticamente.


— Não diga! Susan, acrescente meu nome e tire o de sir McLaggen.


— Você não está convidado! E se convido ou não Sr. McLaggen não lhe diz respeito. Eu decido quem incluir na lista e se ele está lá é porque é alguém que pode ajudar os hospitais que precisam de fundos.


— Nada disso o torna menos burro, Hermione.


Ela por sua vez ergueu as mãos num gesto de desespero e raiva, tinha a mandíbula travada. O loiro queria deixá-la louca!


— Se pretende se reconciliar comigo, dar-me ordens e interferir em meu trabalho tornará isso muito mais complicado.


Ele a ignorou.


— Certa vez Blas e eu enumeramos todas as qualidades do idiota do McLaggen, quer ouvir?


— Não.


Ignorada mais uma vez.


— Pois bem, além do péssimo e obvio gosto para suas roupas, ele...


Ela não estava acreditando nisso, Susan já não agüentava mais segurar sua risada, tudo estava virando um caos, aquilo já era demais.


— Pare Malfoy! — ordenou com a voz fria.


Draco por sua vez a respondeu com o ar mais inocente que pode fazer.


— Parar com o que, minha querida?


— Com as suas brincadeiras fúteis! Estou trabalhando. — juntou os papéis sobre a mesa e tentou voltar sua atenção para a lista.


— Hermione, se supõe que a vida deve ser divertida — sorriu provocador — Como é mesmo aquela frase maravilhosa da novela de Jane Austen? Você gosta de Jane Austen, lembra? Era algo sobre viver para dar o que falar para os vizinhos e depois rir dele... — ele falava pensativo, mas sempre com o sorriso nos lábios.


Inferno de homem, como ousa lembrar que gosto tanto de Jane Austen! Maldito sorriso e senso de humor. Essa era sempre sua ruína perante o marido. Ele sempre tinha esse dom de fazer mulheres como lady Brown e homens como McLaggen rir e deles mesmos sem perceber. Ela chegou a ser feliz ao seu lado, de alguma forma se sentia protegida desse mundo repleto de fofocas maldosas. Ele era como um sopro fresco no meio de tudo se sentia viva e vibrante... Até descobrir que tudo não passava de uma mentira, seu refúgio quebrou-se e agora não tinha mais volta.


No entanto, ele infelizmente tinha razão sobre sir McLaggen, olhando para a secretaria finalmente falou.


— Susan, risque o nome de sir Cormac. — olhou Draco que sorria — Em consideração a Blaise, odiaria que uma briga interferisse no baile e que Blaise saia machucado. Agora, pode se retirar.


— Sim, milady. — a jovem pegou as folhas de papel, despediu-se de ambos e fechou a porta atrás de si. O loiro falou antes de Hermione.


— Seus baús estão prontos? Qual residência escolheu?


— Malfoy, não preparei minhas coisas. Deixe-me dizer algumas palavras antes que você se exalte — ela ficou de pé, olhando-o por cima da escrivaninha. — Nós dois sabemos que, se quisesse, você poderia me arrastar daqui contra minha vontade, mas também sabemos que eu poderia fugir para qualquer parte da Europa ou para a América, e assim nunca mais me encontraria. O divórcio não é possível, por isso, gostaria de propor um acordo.


— Ora! As coisas estão começando a melhorar. Diga o que tem em mente.


— Antes que eu concorde em voltar para sua casa, gostaria de ter um tempo, para me acostumar com a idéia — disse ela, com dignidade.


— A que idéia se refere? A de fazer amor comigo de novo? — não havia suavidade na entonação de voz dele, apenas determinação. Ele parecia muito zangado. Mas como, se ele era o errado?!


— A de voltarmos a viver juntos.


— Tolice, Hermione. O que pretende é ganhar tempo para ver se eu desisto e vou embora.


Exatamente. Olhou para ele com frieza, tentando não sentir nada.


— Foi isso o que você fez Draco.


— Aí vem você, outra vez. Parece até que a culpa pelo estado lastimável de nosso casamento é só minha. Gostaria que tentasse enxergar por meu ponto de vista.


Hermione o observou chegar perto e se inclinar bem próximo a ela, colocando as mãos na escrivaninha. Aquelas mesmas mãos que a acariciaram um dia com volúpia.


Como sofrerá ao imaginá-lo afagando outras mulheres. Mesmo naquele instante, depois de tudo o que ele tinha feito, ainda doía. Mas, não deveria doer mais. Não, não podia permitir que seu escudo de gelo começasse a derreter.


— Não fui eu a infiel, não fui eu quem mentiu Draco. Mas fui eu quem passou nove anos sozinha.


— O fato de um homem ter uma amante não significa que não esteja sozinho, Hermione.


Será que ele estava tentando fazê-la se apiedar? Ela olhou mais uma vez para aquelas mãos, e, como em tantas outras ocasiões, colocou seu orgulho entre os dois, voltando a atenção para os papéis espalhados na mesa.


— Então, vá procurar uma outra amante e eu esperarei para ler nas colunas sociais o quanto você está solitário.


— De novo, não — Draco murmurou, com um suspiro. Deu a volta para ficar atrás do espaldar da cadeira em que a esposa estava. — Isso é o que sempre acontece quando ficamos mais de dez minutos no mesmo recinto. Começamos a culpar um ao outro, sempre procurando ver o pior. Há poucos minutos, quase a fiz rir, e de uma hora para outra, isso. Como é possível? — Hermione mordeu o lábio.


Ele se aproximou mais. Seus lábios tocaram o ombro dela.


— Não quero que passemos a vida procurando novas maneiras de nos magoar, Hermione. Isso acaba comigo.


— Eu também não, mas também não pretendo voltar a viver com você.


— Deixou isso bem claro por todos esses anos. Não era necessário repetir. — respondeu azedo, tudo o que ela dizia parecia ser a coisa errada.


— Enfim, pretende honrar meu pedido ou não? — a jovem quis saber como se a resposta fosse indiferente.


— Isso é adiar o inevitável.


— Talvez sim, talvez não.


— Não irei embora, Hermione. Não desta vez.


Claro que iria. Ele sempre ia. Era só uma questão de tempo até que tornasse a abandoná-la. Um rosto bonito ou um corpo esbelto o atrairia, e ela teria de se sentar com aquela mulher em algum evento social. Era sempre assim!


Draco, como que lendo seus pensamentos, passou as mãos pelos cabelos, impaciente.


— De quanto tempo você precisa? O resto de nossas vidas?


— Três meses.


— Nem pensar! Terá três semanas.


— Você não fala sério, Draco!


— Três semanas, Hermione. E, durante esse período, vamos passar a maior parte do tempo juntos.


— Isso não será possível. Temos nossos compromissos e...


— Eles terão de ser reorganizados. Será como determinei. — o pânico tomava conta dela.


— O que tem em mente? Não temos amigos em comum, exceto Blaise e Luna, e mesmo assim porque eles se recusaram a tomar partido. Não possuímos os mesmos interesses, nada sobre o que falar... enfim, nada em comum.


— Tínhamos muito sobre o que conversar e muito o que fazer, lembra? — havia um pouco de ternura nessa última frase, mas ela o ignorou.


— Nós nem sequer comparecemos às mesmas festas Draco, pois nos movemos em círculos diferentes.


— Mas isso vai mudar. Não demorará muito e lorde e lady Malfoy começarão a receber os mesmos convites. Cuidarei disso pessoalmente.


— Meu Deus! — disse, assustada. — Eu estava certa. Você vive para me torturar!


— Você me pediu tempo, e eu o estou concedendo. Temos um acordo e, se, se recusar a cumpri-lo, farei uma petição ao Parlamento e estaremos vivendo sob o mesmo teto dentro de dois dias.


Draco falava sério. Quando Hermione via aquele olhar duro, sabia que não poderia demovê-lo.


— Muito bem, então — capitulou. —Três semanas. Mas eu o aviso, Malfoy, que farei todo o possível para que compreenda que essa tentativa de reconciliação é inútil.


— Estou avisado. Esteja pronta na quarta-feira, às duas horas.


— Aonde vamos?


— Vou levá-la a minha casa em Witshire. — ela o encarou com desconfiança.


— Para quê?


— Sossegue Hermione, não vou seqüestrá-la. Só quero que conheça o lugar. Se a escolher como nossa casa em Londres, poderá desejar fazer algumas reformas, antes.


— Duvido.


— Terá direito a gastar quanto quiser.


— Obrigada pela generosidade de colocar o dinheiro que recebe de Harry a minha disposição, mas...


— É meu dinheiro também. Os investimentos e as propriedades do visconde são bem lucrativas agora, e isso graças a nós dois.


Hermione detestava quando ele se mostrava razoável. Isso a fazia sentir-se na obrigação de ser razoável também, e ela não queria ser racional quando se tratava de Draco Malfoy.


— Agradeço a oferta para redecorar sua mansão, mas para mim isso é um exercício de futilidade.


— Sua má vontade com minha proposta me ofende. Não consigo entender por que não está feliz.


— Feliz?! — Encarou-o, indignada.


— Sei que adora decoração, Hermione. E isso lhe dará uma excelente desculpa para fazer compras a minha custa. Diante de tal oportunidade, a esposa de qualquer outro homem se atiraria em seus braços para cobri-lo de beijos.


— Fique esperando por isso sentado!


— De fato, mal posso esperar. Quando esse dia chegar, temo que morrerei de alegria, e então você lamentará não ter me coberto de beijos antes.


— Não faça isso comigo. Não, por favor. Deixe-me em paz, vá embora! — ela respirou fundo e soltou o ar bem devagar — Não sei que parte de você odeio mais, Draco. Se a sarcástica, que pode ferir como uma faca, ou a amistosa, que todos adoram.


— Houve uma época em que você gostava de ambas. Porém, a ironia é que nenhuma das duas expressa minha real natureza. — com esse comentário enigmático, ele se inclinou e se afastou.


— Estou falando sério, Malfoy! Não estamos nos reconciliando!


— Essa é uma possibilidade a considerar, Hermione. Vou aumentar minha aposta no Cabeça de Javali. Assim, o prêmio será muito maior quando eu ganhar.


Ela achou que fosse desmaiar.


— Nossa reconciliação está nas casas de apostas?!


Draco se voltou e a olhou, surpreso diante de tal indagação.


—Claro que sim. Além do Cabeça de Javali, no Três Vassouras[1] e no Caldeirão Furado também. Lady Malfoy estará de novo no leito matrimonial antes do fim da estação? O que lorde Malfoy fará se ela não vier?


Hermione soltou um gemido de mortificação.


—Deus tenha piedade de nós, pobres mulheres, e nos proteja dos homens e de seus clubes!


— Anime-se, Hermione! — Draco sorriu. — Entenda como um cumprimento à sua teimosia e vontade férrea. Hoje, as apostas estão, de longe, a seu favor — encostando-se no batente, ele cruzou os braços.


— Mas não lhe contarei mais nada do que é conversado nos clubes masculinos sob pena de sermos privados das delícias da companhia feminina para sempre. — ele tornou a se virar e desapareceu, mas sua voz ainda ecoou pelo corredor: — Quarta feira, Hermione. Duas horas.


Como era irritante aquele homem! Sempre dava um jeito de ter a última palavra. Passar algum tempo com ele era a última coisa que desejava. Contudo, ainda assim era melhor do que viver com Draco, e ela conseguira três semanas. Só podia esperar que seu plano funcionasse. Até porque não tinha outra opção.






[1] Alguém se lembra do Três Vassouras no The Hearts Desire??? Só um lembrete, as duas histórias de passam no mesmo lugar... Só que em anos diferentes.



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Comentários: 3

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Nana-moraes malfoy em 21/02/2012

Flor olha eu aqui! Bem, tomara que o Draco coloque Hermione no seu devido lugar que é a " aposto que pensou besteira né? kkkkkkk! Brincadeirinha. Aposto que Hermione vai deixá-lo de quatro por ela. Ops! Maldade de novo! Ou ela por ele. Acho mais provável. Ai,ai! Estou muito maliciosa hj não? Adorando essa fic. Desculpe a brincadeira mas digamos que é o que espero desses dois. Esperando ansiosamente pelos próximos capítulos.
Beijos! nana 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lolita Haze em 19/02/2012

Morgana, perdão, perdão, juro que não sumi de propósito! Meu computador, depois de muitos anos de bravas batalhas, veio a falecer. Mas agora estou de volta, ok Carla? :D

Bom, cada vez mais me convenço de que Draco não valhe o lixo que produz. Casar por dinheiro? E justificar as traições com essa desculpinha de "necessidades naturais"? Eu não caio nessa. Não é a primeira vez que ouço essa infâmia, mas não deixo de pensar que seja apenas mais uma prova do quanto certos homens podem ser canalhas. Draco incluso.

Sei que é estranho, mas acho que pela primeira vez não estou torcendo pelo casal principal. Não faz o menor sentido, mas o caso é que odeio o Draco quase tanto quanto odeio o Rony. Espero que isso acabe, porque convenhamos, é muita saganagem ser do contra a finais felizes =S

Bjinho flor, até amanhã o próximo capítulo!

 

 

 

 

 

 

 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Carla Balsinha em 14/02/2012

Alô querida!

Maravilhoso capítulo como sempre!Agora vem o Draco pedir "batatinhas",eu se estivesse no lugar da Hermione,dava-lhe "o arroz"!

Ontem,esteve 3ºC e só por volta das 11h é que subiu para 10ºC!Não me lembro de tanto frio!!!!br!!!br!!!

Mas,o que se passa com estes leitores?Fugiram todos?Vá lá pessoal!Comentar não custa!!

Beijocas

Carla Cascão

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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