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4. Os marotos


Fic: O despertar do poder


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Capítulo 4 – Os marotos

Harry piscou e esfregou os olhos para ajustá-los à luz fraca dos corredores de Hogwarts de dentro da penseira, uma grande diferença comparada à forte luz do sol do jardim dos Weasley. Parados ao lado de Harry estavam Hermione, Rony, Gina, Neville, Luna e o Lupin mais velho, cada um deles olhando fascinados para Thiago, o Lupin mais novo e Pedro que estavam parados nas sombras esperando por Sirius, que se aproximava.

“Whoa”, disse Rony em voz alta.

“Rony, shush!” disse Hermione.

“Por quê? Eles não podem nos ouvir. É uma memória!”

Hermione o encarou. “Eu quero ouvir, shush!”

Harry sorriu e voltou sua atenção para os marotos. Sirius tinha colocado uma caixa grande no chão e Thiago estava abrindo-a.

“Eu as peguei. Elas são brilhantes. Isso vai ser hilário!”, disse Sirius sorrindo de orelha a orelha.

Depois de mexer dentro da caixa, Thiago tirou de lá um longo objeto que lembrava uma serpente verde. A serpente se enroscava em sua mão à medida que ele a inspecionava criticamente. “Parece bom. Como a gente as faz funcionar?”

“Depois que você colocá-las em posição, você aponta a sua varinha para elas e diz ‘Serpent Mischief!’. Então elas se arrastam pelo lugar perseguindo qualquer coisa que se mova. Eu até fiz algumas serpentes que voam!” Sirius disse orgulhoso.

Thiago riu, travesso. “Brilhante, de fato. Os sonserinos deveriam nos agradecer por isso. Eles amam cobras, não é?”

Rindo em bajulação, Pedro olhava de Thiago para Sirius. Harry sentiu calafrios ao ver Pedro com os outros.

O Lupin jovem fechou a cara em desaprovação. “Elas não vão machucar ninguém, certo? Lembrem-se do que aconteceu da última vez... que aquele feitiço encolhe-roupas saiu um pouco do nosso controle.”

“Relaxa, Aluado. Não se preocupe. Eu as fiz para que elas só chegassem perto das vítimas mas não tocá-las realmente. Só as perseguir”, disse Sirius. O jovem Lupin parecia satisfeito com isso.

“Certo, aqui está o plano.” Thiago disse. “Deve haver uma boa quantidade de sonserinos em seu salão comunal fazendo dever de casa. Rabicho, você vai levar a caixa lá para fora. Levite a caixa, abra-a e jogue as serpentes na chaminé deles. Depois nos encontre fora do corredor da Sonserina. Vamos assistir de perto os sonserinos fugirem com medo.” Ele gargalhou alegremente.

“Todos prontos? Excelente. Mapa do Maroto!” Thiago disse estendendo a mão. Sirius colocou o mapa nas mãos dele, como uma enfermeira entregando um bisturi a um cirurgião. Thiago tocou o mapa com sua varinha e disse, “Eu juro solenemente não fazer nada de bom.” O mapa se ativou, mostrando toda Hogwarts.

“Certo Rabicho. O caminho está limpo. Vá!” Thiago disse, como um general comandando suas tropas.

Pedro riu e pegou a caixa. De repente seu sorriso murchou. “Uh, qual é o feitiço mesmo?”

Sirius revirou os olhos e respondeu. “Serpent Mischief.”

“Ah, sim. Certo.” E Pedro saiu andando pelo corredor para cumprir sua missão.

“Vamos!” Thiago disse, checando o mapa. “Está tudo limpo.”

Harry e os outros os seguiram pelos corredores de Hogwarts até a parte do castelo onde ficava a Sonserina. Eles desceram várias escadarias e as pedras começaram a ficar úmidas à medida que eles desciam abaixo do nível do lago.

Eles tomaram suas posições na esquina do corredor onde ficava a porta da Sonserina, fora de vista. Esperaram, espiando de intervalo em intervalo. Freqüentemente Thiago dava uma olhada no mapa para ter certeza que ninguém estava se aproximando de modo a encontrá-los.

Harry se deu conta de quão jovens e inocentes eles pareciam.

Abruptamente a porta da Sonserina se abriu e de lá saiu correndo um professor furioso sendo perseguido por uma grande quantidade das serpentes de Sirius. Seu rosto estava tomado pela raiva e ele movimentava seus braços violentamente ao seu redor tentando abater as que voavam. Harry nunca o tinha visto antes, o homem era alto e esbelto, com cabelos pretos e curtos, olhos escuros e um bigode fino.

“Grande Merlin! É o Floggman! Como ele descobriu tão rápido?” Thiago disse em pânico.

O Lupin mais velho explicou. “O Professor Floggman era o diretor da Sonserina naquela época. Ele era bem parecido com o Professor Snape, para dizer a verdade”, ele disse para o grupo. Estava obviamente se divertindo imensamente com a memória.

“Ah não. Vocês não acham que...” disse Sirius, suas mãos tensas pressionando os lados de sua cabeça.

O Lupin jovem suspirou. “Ele pôs as serpentes na chaminé errada.”

“Aquele idiota!” disse Thiago, exasperado. “Ele deve ter posto bem na chaminé do quarto do Floggman! E agora?”

O feitiço das serpentes parecia estar acabando. Os três garotos começaram a correr pelo corredor para longe de Floggman. “Ele está indo lá para fora! Nós precisamos encontrar Rabicho primeiro”, disse Sirius.

Eles pararam e checaram o mapa. “Droga, Rabicho está indo bem na direção dele”, disse Thiago, passando os dedos pelos cabelos.

“Deixa isso comigo”, disse Sirius dando um sorriso. “Eu vou distrair Floggman, vocês pegam o Rabicho. De algum jeito a gente precisa chegar às nossas camas antes que Floggman pense em checar se nós estamos fora da torre. Vamos nos encontrar na entrada da Grifinória.”

Thiago fez sinal positivo com o polegar. Sirius se transformou em sua forma de cachorro e saiu.

Harry deu uma olhada para Neville e Luna, pensando que eles deveriam estar surpresos com a transformação. Achou melhor explicar. “Sirius era um animago secreto. Meu pai também era, na verdade” ele disse com orgulho.

Thiago e o Lupin jovem estavam checando o mapa. Harry podia ver Floggman e Sirius no mapa se movendo rapidamente por um corredor adjacente, longe de Pedro e da posição em que eles estavam.

“Certo, Aluado, vamos”, disse Thiago.

Eles correram pelo corredor e logo encontraram Pedro. “Como foi?” Ele perguntou empolgado.

“Bem, teria sido brilhante – se você tivesse colocado as serpentes na chaminé certa”, Thiago disse friamente.

Pedro parecia petrificado. “O que?”

“Você as colocou na chaminé do Floggman!” disse Thiago, bravo.

“Oh, er, desculpe”, Pedro disse envergonhado.

“A gente fala sobre isso depois. Precisamos voltar para o nosso dormitório!” Thiago checou o mapa de novo. “Parece que Almofadinhas se livrou de Floggman. Ele está bem do outro lado do castelo. Almofadinhas está indo para o buraco do retrato.”

Eles correram pelos corredores e subiram muitos lances de escada em direção à torre da Grifinória. Viraram uma esquina e pararam abruptamente.

“Droga”, disse Thiago angustiadamente, “Floggman deve ter falado com Stirling. Ele está esperando na porta!”

“Ele não pode ter vistoriado os dormitórios ainda. Deve estar esperando para quem for que volte”, disse o Lupin jovem.

O Lupin mais velho narrou de novo, rindo. “Stirling era o diretor da Grifinória.”

Almofadinhas os alcançou e se transformou de volta em Sirius. “Missão completa. Eu peguei a varinha dele com a boca e ele me perseguiu por todo o castelo”, ele disse, rindo.

“Não ria ainda. Stirling está guardando o retrato”, disse Thiago. Sirius murchou. “Nós precisamos de uma distração. Você ainda tem alguma serpente?”

“Bem, na verdade não. Eu tenho alguns protótipos e rejeitados...” disse Sirius, duvidoso.

“Pegue-as! Melhor do que nada!” disse Thiago.

“Elas não vão funcionar totalmente como esperado,” disse Sirius, “mas eu não vejo outra opção. Eu as coloquei no armazém secreto. Volto num minuto.” Ele saiu correndo pelo corredor. Os três que ficaram olharam-se nervosamente, esperando que Sirius retornasse. Thiago estava vigiando o Mapa do Maroto.

Sirius voltou logo com outra caixa. “Não posso garantir nada por essas aqui –”

Thiago cortou-o, impaciente. “Chega de avisos. Deixe-as aqui e vamos dar a volta para chegar ao outro lado.”

Eles se afastaram do buraco do retrato, passando por várias outras passagens até chegarem ao outro lado do corredor. “Ainda estão lá. Hora de agir.”

Thiago fez um movimento com a varinha em direção ao outro lado do corredor e sussurrou “Serpent Mischief!”

De repente uma grande explosão veio da direção das serpentes. Stirling pareceu assustado e depois foi até o local da explosão para investigar. Thiago já ia começar a se mover quando Stirling apareceu tropeçando de volta. Um monte de cobras parecia estar tentando fazê-lo correr em direção ao outro lado do corredor, mas quanto mais elas se aproximavam de suas pernas mais ele corria. Harry piscou quando Stirling caiu pesadamente no chão de pedra.

Algumas serpentes voadoras faziam círculos em volta de sua cabeça em uma grande velocidade, depois perdiam a direção e começavam a bater direto nas paredes de novo e de novo produzindo um alto WHAP-WHAP, antes de voltar a girar em torno da cabeça dele.

Harry olhava a cena com descrença. Parecia um pandemônio. O quarteto parecia concordar pois estavam de queixo caído assistindo Stirling balançando os braços em pânico.

Finalmente, Stirling deve ter sentido que precisava de ajuda e começou a correr pelo corredor para longe dos marotos, com as serpentes o atacando freneticamente por todo o caminho.

“Inferno sangrento, nós estaremos bem encrencados se não subirmos agora para os dormitórios. Essa é a nossa chance. Vamos!” disse Thiago, sua voz falhando um pouco.

Eles correram para buraco do retrato. Sirius disse a senha e a passagem se abriu enquanto a mulher gorda mandava a eles um olhar de reprovação. Sirius deu a ela um sorriso ofuscante e uma piscadela, e a desaprovação se evaporou. “Sr. Black, você é um vagabundo. Suba já”, ela disse corando.

Ainda tinha um bom número de estudantes fazendo seus deveres, apesar de alguns parecerem estar se preparando para subir. Os marotos atravessaram casualmente a sala comunal, tentando não chamar atenção. Ninguém pareceu notar o grupo entrando. Quando eles alcançaram a escada que levava aos dormitórios, começaram a correr como nunca, com Harry e os outros os seguindo de perto. Eles escancararam a porta do dormitório e correram em direção às suas respectivas camas.

Pegaram seus pijamas e quase rasgaram suas roupas enquanto se trocavam. Harry notou divertido que as meninas fecharam os olhos para não ver a cena, apesar de que ele poderia jurar que as viu espiando. Eles se jogaram em suas camas e fecharam as cortinas. Um silêncio tomou conta do quarto, mas Harry podia ouvir a respiração pesada vindo das camas.

Sirius riu baixinho de sua cama. “Isso não foi realmente como planejamos, mas ainda sim foi extremamente brilhante.”

“Outra noite de sucesso para os marotos”, disse Thiago, gargalhando. “Boa noite Almofadinhas, Aluado, Rabicho.”

Um coro de boa noite ecoou pelo quarto.

***

Harry sentiu-se girando de volta e aterrizando de pé na Toca. Notou os outros se sacudindo um pouco enquanto também percebiam que estavam de volta.

“Whoa,” disse Rony, “ isso foi brilhante. Harry, se algum dia eu der uma festa, você vai ter que trazer essa coisa.”

Hermione revirou os olhos. “Rony, penseiras não são brinquedos.

“Mas a idéia foi sua!” Rony disse, indignado.

Hermione lançou-lhe um olhar ofuscante. “Realmente foi muito excitante visitar a memória do Professor Lupin, entretanto.” Ela se virou para Harry e disse em voz baixa, “Tudo bem, Harry?”

Harry forçou um sorriso para Hermione, sem saber exatamente o que estava sentindo. “Estou bem.”
A verdade era que Harry sentiu uma mistura de emoções. Sentiu-se inebriado com a experiência de ver seu pai e Sirius em ação, e ele tinha que admitir que havia sido muito divertido assistir às suas travessuras. Mas ele também sentiu uma tristeza profunda ao vê-los tão inocentes e despreocupados. Sabia que todos os quatro terminariam com um destino triste, mas de algum jeito vê-los daquele jeito trouxe-lhe de volta à mente toda a tragédia dos marotos. Seu pai morreu cedo, Sirius passou anos em Azkaban e depois morreu, Lupin tinha uma vida solitária e mesmo Pedro Pettigrew tinha tido um destino ruim.

“Obrigado, Professor – er, quero dizer, Remo”, Harry disse a Lupin. Sentiu-se estranho usando o primeiro nome dele. “Isso foi ótimo.”

“Estou feliz que tenha gostado, Harry. Eu gostei”, disse Lupin com um grande sorriso no rosto. Ver o olhar de felicidade nostálgica no rosto dele fez Harry pensar que o que quer que ele tenha sentido com a experiência valeu a pena.

Todos eles gastaram o resto da tarde dividindo memórias, algumas divertidas (os gêmeos mostraram quando escaparam de Umbridge e todos quiseram assistir), e algumas excitantes (Olho-Tonto Moody dividiu uma memória em que ele lutava com um grupo de Comensais da Morte, quando ele sozinho capturou cinco deles).

Finalmente a festa começou a caminhar para o final. Todos pareciam um pouco cansados depois de tantas experiências, mas ninguém queria ir embora.

“Dumbledore estava certo. A penseira serve mesmo como um bom entretenimento”, disse Lupin. “Cansativo, apesar disso.” Houve um murmúrio geral de concordância.

“E quanto a você, Harry? Você não dividiu nenhuma memória. Talvez nós pudéssemos fechar com você”, disse Lupin.

Harry sentiu-se um pouco tímido. “Bem, eu não sei se tenho alguma memória interessante.”

“Você está brincando, não é?” disse Rony. “Se alguém aqui tem memórias, esse alguém é você.”

“Rony!” disse Hermione horrorizada.

“Uh, er, bem, você sabe o que eu quero dizer, Harry. Não quis dizer que todas as suas memórias são boas”, disse ele desconfortável.

Harry suspirou. “Está tudo bem, Rony.”

De repente Harry estava cansado de todo mundo sempre tomando cuidado com o que falavam sobre sua vida. Procurou em sua memória por uma experiência que poderia dividir e ocorreu-lhe que essa era uma boa oportunidade para finalmente mostrar a todo mundo que tinha mais sorte envolvida em sua vida do que as pessoas pensavam. Antes que pudesse mudar de idéia, disse rapidamente, “Escutem, alguém estaria interessado em ver, hm, o que aconteceu com a Pedra Filosofal? Meu primeiro ano?”

Silêncio. “Você não está falando sério!” disseram Fred e Jorge juntos, em voz alta. Todos riram, quebrando o silêncio que tinha se instaurado.

“Tem certeza disso, querido?” disse Moly, com uma expressão preocupada.

“Está tudo bem, Sra. Weasley”, disse Harry, sorrindo.

“Harry, acho que é seguro dizer que muito de nós aqui dariam muita coisa para ver essa memória, se você quisesse compartilhá-la”, disse Lupin. “Não é todo dia que alguém pode ter a experiência de sobreviver a Você-sabe-quem. Eu ouso dizer que os aurores iriam particularmente gostar muito de ver isso”, ele disse, sorrindo.

Harry já estava pensando duas vezes sobre sua promessa de mostrar a memória, mas estava determinado a revê-la. Estava cansado de todo mundo pensando que ele era um herói. Está na hora das pessoas saberem a verdade, pensou.

Caminhou até a penseira. “O que eu tenho que fazer?”

“É bastante simples Harry. Concentre-se na imagem da hora que você quer que a memória comece. Ponha a varinha em sua têmpora e depois a afaste em uma linha reta até a bacia. Isso vai extrair a memória para dentro da penseira.”

Harry pensou no começo de tudo, quando eles encontraram Fofo dormindo. “Certo, estou pronto.” Ele levou sua varinha até sua têmpora, extraiu a memória e colocou-a na bacia. “Essas são mesmo minhas memórias?” Ele perguntou.

“É um pouco mais complicado que isso, Harry”, Lupin respondeu. “Ela ainda está na sua cabeça, claro, se não você não poderia relembrá-las agora mesmo. Mas você colocou uma essência mágica delas dentro da penseira.”

“Certo então. Vamos começar com os amigos de Harry? E talvez eu espere e dê as honras da primeira visita para o nosso distinto auror veterano, Alastor Moody.”

Olho-Tonto Moody olhou agradecido para Lupin, seu olho de vidro girando descontroladamente para todos os lados. “Obrigado, Remo. Estou curioso para ver isso.”

E então eles entraram na penseira. Harry tinha se esquecido do quão assustador tudo aquilo tinha sido. O tempo desbotou a memória em sua mente, mas a penseira trouxe tudo à vida de novo. Harry narrou algumas partes, mas na maioria das vezes deixou que os acontecimentos transcorressem sozinhos. Algum tempo depois eles retornaram à realidade depois de ver alguns eventos assustadores.

“Wow! É estranho ver a mim mesmo jogando aquele jogo de xadrez”, disse Rony, empolgado.

“Sim, e é muito interessante finalmente ver em primeira-mão o que aconteceu depois que Harry nos deixou”, disse Hermione. “Você foi brilhante, Harry.”

As reações dos outros foram variadas. Gina estava com uma expressão resguardada, mas olhava sorrateiramente para Harry. Luna parecia serena, como se lutar contra Voldemort fosse algo que acontecesse todos os dias. Neville, por outro lado, olhava para Harry sem conseguir esconder a cara de pavor. Harry contorceu-se com toda a atenção. Será que eles não viram que foi sorte? ele pensou.

“Quem é o próximo? Acho que eu vou dessa vez”, disse Lupin com um sorriso. O próximo grupo entrou na penseira e começou a ver a memória. A cada grupo que ia, Harry ia junto, mas fazia o mínimo de comentários possível. Era difícil falar nos momentos chave, já que todos ficavam lançando-lhe olhares maravilhados, fazendo com que seu rosto queimasse com embaraço.

Finalmente, todos tinham visto a memória e praticamente todos eles pareciam petrificados com a memória de um Harry de 11 anos lutando contra Voldemort.

“Oh, Harry, deve ter sido tão assustador para você!” disse a Sra. Weasley. “E Rony! Não de atreva a se colocar em perigo daquele jeito de novo!” Rony evitou os olhos dela, talvez esperando que o fato de que ele tinha acabado de se colocar em perigo de novo no mês anterior não passasse pela mente dela.

“Aquilo foi um ótimo trabalho, Potter,” disse Moody, “e para vocês também Weasley e Granger.” Todos assentiram em concordância.

“Bem, vamos ser sinceros, eu tive foi muita sorte”, Harry disse modestamente.

“Sorte, Potter? Deixe-me falar com você por um segundo, garoto. Venha até aqui.” Moody gesticulou para um lugar mais afastado no jardim. Começou a andar até lá e Harry o seguiu.

Moody virou-se para Harry, seu olho mágico parecendo estar olhando através de deste. “Potter, deixe que eu te explique alguns fatos da vida para você. Toda batalha tem um elemento de sorte – boa e ruim. Mas a razão pela qual você sobreviveu não foi sorte. Você sabe por que você sobreviveu?”

Harry negou com a cabeça.

“Você sobreviveu porque não perdeu a cabeça. Você estava com medo, mas não deixou que o medo tomasse conta de você. Você fez o que tinha que fazer”, Moody rosnou em voz baixa.

“Mas se eu não tivesse aquela proteção...”

“Você tinha uma arma, Potter. Quantas batalhas eu teria sobrevivido se não tivesse minha varinha? Todos nós temos uma série de bens que usamos nas batalhas. Mesmo que você tenha uma arma, você ainda tem que ter a coragem para usar essa arma. Repetindo, Potter, você não perdeu a cabeça. Você usou o que tinha a seu favor como vantagem.”

Moody continuou. “Deixe-me te dizer qual é a maior arma de Você-sabe-quem. É o medo, Potter. Simples assim. Noventa e cinco por cento do trabalho dele está feito se todos o temem. As pessoas se acovardam e não lutam. Mas você não se acovardou. Você fez o que tinha que fazer. Sorte não tem nada a ver com você ter lutado.”

Harry só assentiu, sem saber o que dizer. Seus pensamentos estavam uma bagunça.

“Eu não estou falando da boca para fora, Potter. O que disse foi exatamente o que penso. Bom trabalho. Há muitos aurores adultos que teriam se acovardado ao dar de cara com – aquilo.” Moody fez uma pausa, deixando que Harry organizasse seus pensamentos.

“Bem, vamos, garoto. Vamos voltar para a festa. Mas não se esqueça do que eu te falei.”

“Obrigado, senhor. Vou me lembrar.” Harry disse com respeito.

Eles fizeram o caminho de volta até o grupo. Todos pareciam estar recolhendo suas coisas, preparando para ir. Harry andou por todos os lados agradecendo a todos por terem vindo e pelos presentes.

“Não, obrigada a você, Harry. Acho que posso dizer que esta foi uma das melhores festas que eu já fui na vida”, disse Tonks entusiasmadamente. “Cuide-se esse ano, está bem?”

Harry assentiu apreciando a preocupação. Agradeceu a Neville e Luna e prometeu encontrá-los no Expresso de Hogwarts. Finalmente, só sobraram os Weasleys e Hermione.

Harry deixou seu corpo cair em uma cadeira, exausto. “Wow!”

Todos pareciam se sentir do mesmo jeito. “De fato. Foi um dia cheio, Harry”, disse o Sr. Weasley.

“Muito obrigado por tudo isso”, Harry disse gesticulando para o jardim.

“Harry, eu quis dizer exatamente o que falei. Você é como um filho para nós. Estamos orgulhosos que sua primeira festa de aniversário tenha sido aqui conosco.”

Harry apenas corou, sem conseguir dizer nada. O Sr. Weasley sorriu para ele parecendo aceitar aquilo como uma resposta. Bateu no ombro de Harry e depois se levantou para ajudar a Sra. Weasley.

***

Hermione andava por um caminho, não muito longe da Toca, sua mente zunindo com todas as experiências que eles tinham visto na penseira. Depois que ajudou a limpar tudo depois da festa, sentiu que precisava caminhar um pouco para clarear sua cabeça. Era bem de tardinha e o sol estava se escondendo lentamente no horizonte.

Seus pensamentos foram levados até Harry. Ela estava feliz que ele tinha tido um dia tão bom em sua festa de aniversário. Ele sempre parecia tão surpreso quando via evidências de que as pessoas se importavam com ele. Apesar de sua felicidade, ela podia ver que durante a semana ele estava profundamente perturbado. Ela estava tomando cuidado para não pressioná-lo demais, lembrando-se bem de sua explosão no ano anterior.

Harry é muito sozinho. Ele precisa de algo que eu e Rony não podemos dar a ele, pensou. Ela sabia que ela e Rony eram importantes para Harry, mas também sabia que havia partes dele que estavam fechadas e nunca estariam acessíveis a eles. Harry precisava de alguém em quem pudesse confiar e amar. Ela torcia para que os instintos de Gina estivessem certos e Harry estivesse mostrando algum interesse. Achava que Gina seria perfeita para ele, mas sabia bem que tentar prever Harry era um negócio de risco.

Hermione considerou o interesse amoroso de Harry no ano anterior. Ela tinha dois pensamentos sobre Cho. Por um lado, estava feliz que Harry tenha achado tempo e atenção para estar interessado em alguém. Mas por outro lado, não gostou muito de sua escolha.

Não era que Cho fosse uma má pessoa, mas Harry a tinha escolhido pelos motivos errados. Ela tinha um rosto bonito e Harry tinha se apaixonado por ela sem considerar se ela tinha a personalidade e o temperamento certo para ele. Inevitavelmente, o relacionamento tinha falhado uma vez que Harry pôde ver através de sua beleza e percebeu a verdadeira pessoa que estava por trás disso, uma pessoa que era simplesmente errada para ele. Isso sem mencionar que ela ainda gostava de Cedrico, Hermione pensou revirando os olhos.

Ela parou, olhando para o laranja brilhante e o vermelho raivoso do céu enquanto o sol se punha. Era um pôr-do-sol maravilhoso. Ela preguiçosamente desejou que tivesse alguém com ela para dividir a vista.

Eu com certeza não iria me apaixonar pela primeira carinha bonita que aparecesse, eu seria mais prática, Hermione pensou com orgulho. Mas assim que esse pensamento veio, sua honestidade própria insistiu para que ela inspecionasse aquela afirmativa. Vítor não foi realmente um namorado, mesmo que ele tenha deixado claro que queria mais do que ela podia lhe oferecer. Vítor com certeza seria uma escolha prática, não seria? Mesmo que o coração dela não concordasse.

Seu coração a tinha comprometido com outra, menos prática, escolha.

Hermione suspirou. Por que ela amava Rony? Eles brigavam demais. Ele era completamente distraído quando se tratava de sentimentos, e feria os dela várias vezes. Ele era atraente, alto e fofo, mas não era totalmente irresistível.

Ela pensou que ultimamente a razão pela qual ela amava Rony era que ele a fazia rir. Como cresceu como filha única e como uma criança extremamente brilhante, ela se sentia isolada dos outros de sua idade. Sua seriedade só serviu para isolá-la ainda mais, e o isolamento só fez com que se tornasse ainda mais séria. Ela pensou que tudo isso iria mudar quando descobriu que era uma bruxa, mas ficou amargamente desapontada quando descobriu que escolas de magia eram exatamente como escolas de trouxas, e o mesmo isolamento continuou lá.

O ano mais feliz da vida dela foi seu primeiro ano, quando Harry e Rony se tornaram seus melhores amigos, os primeiros amigos de verdade de sua vida. Ela sabia que tinha defeitos e que levava muitas coisas a sério demais. Mas Harry e Rony aceitaram-na do jeito que era.

Ela parou e assistiu o sol terminar de se pôr no horizonte, os últimos raios do dia dando lugar à noite. O ar quente da noite estava gostoso e ela começou a andar novamente.

Mas e Harry? Ele com certeza seria uma escolha prática, por um lado. Mas por outro lado, nada sobre Harry era simples, e prático nunca poderia descrever nada que tivesse a ver com ele. Metade da escola já esperava que ela e Harry tivessem tido alguma coisa e a outra metade provavelmente pensava que ela já tinha tentado e não tinha conseguido. Como se eu não fosse boa o bastante, ela pensou amargamente.

Parou em frente ao lago, encarando a superfície perfeitamente parada como um espelho. Podia ver árvores refletidas na superfície, e as primeiras estrelas estavam começando a aparecer no céu.

Por que não o Harry? O que mais uma garota poderia querer? Harry é esperto, leal, corajoso, poderoso – e se ela fosse sincera com si mesma – muito bonito também. E o melhor de tudo, ele era um de seus melhores amigos.

Mas sentimentos eram sentimentos, e ela simplesmente não se sentia daquele jeito sobre ele. Harry era o irmão que ela nunca tinha tido. Ela suspeitava que era a seriedade dele que a impedia de ter quaisquer sentimentos mais fortes. A seriedade dele nutria a dela própria. Eles podiam se divertir juntos, mas quando passavam muito tempo sozinhos, eles se fechavam e ficavam sérios. Era difícil ser boba perto de Harry do mesmo jeito que ela podia ser boba perto de Rony.

Rony a fazia rir, e o prazer disso era indescritível. Rony era maravilhoso de um jeito próprio, e quando seu jeito protetor saia (como quando Draco fez aqueles comentários nocivos), fazia o coração dela bater forte com excitação.

Mas o que ele realmente sentia sobre ela? A ironia sobre Rony era que ele era tão transparente em como se sentia sobre as coisas. Mas nessa única área importante, ela não conseguia saber o que ele sentia. Certamente ele parecia ter ciúmes de Vítor. E ele olhava para ela quando pensava que ela não estava olhando. Mas se ele gostava dela, por que não fazia nada sobre isso? O que ele estava esperando?

Ela supunha que podia fazer o primeiro movimento. Mas uma coisa a segurava. Sua amizade com Rony era importante para ela, e, além disso, ela sabia que ela e Rony precisavam estar lá para Harry. Não era justo que Harry tivesse que agüentar os problemas deles se as coisas não dessem certo.

Não, seu instinto dizia que Rony precisava perceber seus próprios sentimentos, em seu tempo. Se ela tentasse forçá-lo a se abrir, não sabia se daria certo. Ela precisava esperar – e ter esperanças de que ele iria perceber seus sentimentos por ela no final das contas.

***

Harry acordou bem cedo e se trocou rapidamente. Desceu as escadas, as quais faziam um grande barulho mesmo que ele andasse na ponta dos pés com o maior cuidado possível. A casa estava bastante quieta, já que todos ainda estavam dormindo, cansados do dia anterior.

Escreveu um bilhete dizendo que tinha decido caminhar um pouco, o que era só parcialmente verdade. Ele realmente queria testar sua penseira em privacidade. Sentia que se ia explorar suas memórias, queria estar longe de todo mundo. De algum jeito mesmo fazendo isso na privacidade de seu quarto na Toca não era o suficiente.

Ele apressadamente pegou um pão com geléia para comer no caminho e saiu da casa, por um caminho que levava para trás da Toca. Ele sabia que havia feitiços de segurança colocados em volta da área, por isso tentou tomar cuidado para não ir muito longe, mas o desejo de ir para um lugar quieto era grande.

Harry subiu uma encosta coberta de grossas árvores. Os topos delas forneciam proteção contra o sol da manhã, que já estava fazendo com que o tempo ficasse quente e abafado. As árvores se abriam formando uma clareira em um ponto, o que fazia com que ele pudesse ter uma boa vista do vale verde. O lugar era extremamente tranqüilo e privado, exatamente o que ele queria.

Harry colocou a mochila que estava carregando no chão e tirou de lá sua penseira e o panfleto com as instruções. Começou a lê-lo e ficou surpreso ao ver o quão sofisticada a penseira realmente era. Ela permitia que se visitasse memórias, mas isso era só o básico. A penseira combinava os pensamentos do usuário e as sombras dos eventos, partes que a pessoa não tinha na memória. Isso explica porque as memórias são tão detalhadas, mostrando até coisas que estão fora da atenção imediata da pessoa, pensou.

A penseira também podia operar de muitas maneiras diferentes. A pessoa podia entrar na memória e ter uma experiência completa, ou a penseira poderia mostrar a memória flutuando em sua superfície, como Dumbledore tinha feito quando mostrou a ele a profecia no ano anterior. Ela também tinha alguns jeitos vantajosos de operar que permitia achar uniões ou links entre pensamentos. Aquilo parecia bastante complexo, então Harry focou-se apenas em ver ou presenciar as memórias.

Harry pensou que o ‘modo flutuante’ poderia ser algo bom a se tentar. Ele não tinha ouvido a profecia palavra por palavra desde que Dumbledore tinha mostrado-a a ele. Depois de ler o panfleto, ele levou sua varinha até sua têmpora e extraiu um fio prateado e fino de sua memória da profecia e a depositou dentro da bacia. Ele encarou com fascinação a substância enevoada que parecia não ser nem líquida nem gasosa.

Fez um movimento com sua varinha e disse o encantamento. Dumbledore apareceu na superfície da substância, inclusive a penseira dele, a qual mostrava Trelawney flutuando em sua superfície. Harry assistiu com calafrios descendo por sua espinha à medida que ela repetia a profecia. Ele deixou que as palavras adentrassem em sua mente mais uma vez quando a memória terminou. Ela não soou nem um pouco melhor ouvindo pela segunda vez. Na verdade, soou pior.

Ele sentiu uma nova onda de frustração preenchê-lo. Por quê? Por que eu sou, entre todas as pessoas, o responsável por derrotá-lo? Ele encarou a penseira. Então você deveria acalmar meus pensamentos e emoções? Não está funcionando muito bem até agora, pensou bravo. Recolheu a memória da penseira e a colocou na cabeça.

Mais para se acalmar do que para qualquer coisa, ele começou a ler o panfleto novamente. Parou, petrificado, quando lia uma seção.

A penseira não precisa necessariamente de memórias fortes para operar. Memórias fracas, ou mesmo memórias que você acredita que tem, podem também ser suficientes para que se consiga ver. Quanto mais forte a memória, melhores serão os resultados, mas freqüentemente podem ocorrer bons resultados de memórias fracas. Por exemplo, muitas pessoas podem ver memórias de sua infância, ou mesmo de seu nascimento. Para achar essas memórias, concentre-se no tempo em que o evento aconteceu, as pessoas que estavam lá ou o local. Se houverem muitas memórias sobre o que se pensou, a penseira pode procurar por uma aleatoriamente. Essas podem ser muitas vezes experiências muito estimulantes.

Harry sentiu medo e empolgação ao mesmo tempo. Será que ele poderia ver seus pais antes deles terem morrido? Ousaria ele tentar? Ele hesitou. Começou a sentir um oceano de sentimentos ao mesmo tempo. E se isso não funcionasse? Mas se funcionasse ele poderia vê-los novamente com ele mesmo, vivendo como uma família normal do jeito que ele sempre quis. Ele tinha apenas algumas preciosas fotos daquele tempo, e mesmo fotos bruxas eram uma fraca imitação dos detalhes que uma penseira fornecia.

Sentindo-se sem obstáculos para fazer aquilo, ele consultou o panfleto de novo. Começou a levar sua varinha em direção à têmpora, mas depois hesitou novamente. Será que eu quero mesmo fazer isso? ele pensou. Por que eu estou hesitando? Sem entender completamente os conflitos em sua mente, concentrou-se no tempo em que era um bebê. Imaginou a si mesmo com seus pais, do jeito que eles pareciam nas fotografias. Tirou uma memória prateada de sua têmpora, bem mais fina do que o normal. Gentilmente colocou-a na penseira.

Ele assistiu a memória girar dentro da penseira, um pouco preocupado. Tocou sua varinha na substância enevoada, que começou a girar rapidamente. A janela da memória apareceu e ele se inclinou vagarosamente. Podia distinguir apenas três figuras, duas grandes e uma muito pequena. Respirando fundo, ele entrou.

Sentiu a agora familiar sensação de frieza e escuridão ao entrar na memória e apareceu em pé em um pequeno quarto, decorado com desenhos de crianças pequenas. Elas não eram familiares para Harry, mas pareciam ser de livros bruxos para crianças. As cenas mostravam crianças segurando varinhas e tendo grandes aventuras.

Ele se virou e viu seus pais. Eles estavam olhando para um berço com expressões de felicidade em seus rostos. Estavam em silêncio e de vez em quando olhavam um para o outro sorrindo. De repente ele escutou um choro vindo do berço, e com isso os sorrisos de seus pais murcharam. Eles olharam um para o outro de novo e suspiraram.

“Droga! Ele estava quase dormindo!” disse Thiago.

“Thiago! Cuidado com o que fala!” disse Lílian, rindo um pouquinho.

O Harry bebê começou a chorar ainda mais alto.

“Viu o que você fez? Pronto, pronto, venha cá. Papai disse uma palavra feita, não disse?” Lílian se inclinou, pegou o bebê nos braços e começou a acalmá-lo. “Shhhhh, mamãe está aqui.”

Thiago estendeu a mão e acariciou a testa do bebê-Harry. “E o papai está aqui também. Você deve estar cansado... não é?” O bebê-Harry chorou ainda mais alto. “Acho que não”, Thiago riu.

Harry estava hipnotizado assistindo ele bebê sendo acalmado por sua mãe e seu pai. Sentiu um bolo gigante em sua garganta e lutou contra as lágrimas enquanto assistia à cena. Mas mesmo lutando contra as lagrimas ele se sentiu estranhamente reconfortado. Aquilo era amor incondicional por ele. Eles o tinham amado e se importado com ele. Mesmo que ele não pudesse se lembrar da cena, ela era parte dele, e nunca poderia ser tirada dele. Nem mesmo Voldemort poderia algum dia fazer isso.

Ele olhou novamente para seus pais e para o olhar de orgulho que eles estavam dando ao bebê. Enquanto o bebê dormia, Harry sentiu-se sendo puxado para fora da penseira e depois ele apareceu na clareira de novo, sentado no chão.

Harry fechou os olhos e apenas ficou lá sentado por muitos minutos repassando a cena de novo e de novo em sua mente. Seu rosto sentiu o sol da manhã, que tinha subido ao céu enquanto ele estava dentro da penseira e agora já conseguia iluminar por entre as árvores do monte onde ele estava. O calor do sol parecia lembrá-lo do calor do cobertor que cobria o bebê. Ele sentiu lagrimas se formando em seus olhos, mas mesmo assim não se moveu.

Finalmente ele abriu os olhos e limpou a lágrima que quase caiu. Respirou fundo e soltou o ar devagar, recobrando o controle de si mesmo. Chega de memórias por enquanto, pensou. Colocou a memória de volta em sua têmpora, guardou a penseira e o panfleto de volta na mochila e começou a voltar.

À medida que andava pelo caminho que o levaria de volta à Toca, Harry sentiu-se invadido por um sentimento de quase desespero por voltar para a casa de seus pais.



N/A: Aeee mais um capítulo completo!! Até que to traduzindo essa fic bem rápido, podem falar.. xD

Talvez o quinto eu poste em duas partes, ainda to me decidindo..

Obrigada a todos que estão comentando!! São os comentários que me animam a traduzir rápido assim... =]
E também queria agradecer à minha beta, Gika Black que não demora praticamente nada pra betar os caps pra mim.. Acho que vcs também deveriam agradecê-la por isso já que isso faz com que eu poste mais rápido ainda.. x)

Mas é isso.. Depois me digam se a historia está ficando cada vez melhor ou não..

=**

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