olá,pessoas! Em primeiro lugar, iria postar o capítulo ontem mas me prendi a um livro de uma maneira que não consegui mais soltá-lo. Consegui me desligar dele hoje para postar o capítulo graças aos comentários de vocês. Em segundo lugar, mas não menos importante, agradeço as pessoinhas que comentaram a fanfic e fico feliz que estejam gostando. Por fim, Estarei esperando os próximos comentários...
Beijos e bom capítulo!
Luluweasley
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Meu coração batia aceleradamente. Ver Hermione torturada também me torturou de várias maneiras. Sinto ódio de mim mesmo por ter permitido que isso chegasse a esse ponto.
Escuto um barulho metálico. Harry bate levemente em meu braço e acena com a cabeça em direção ao lustre de cristal. Vejo Dobby em cima do mesmo e fico tentando entender o propósito. Noto que não fui o único a ficar confuso. Todos estão olhando para o elfo com curiosidade até o ver soltar um parafuso. Tento gritar, mas em vão.
Belatriz rapidamente solta Hermione. O lustre despenca com estrépito por cima dela e do duende Grampo. Nada mais importava para mim a não ser a segurança dela então me esqueço de tudo e corro ao seu encontro. Consigo enxergar sua mão por entre os pedaços do lustre partido e sinto um embrulho no estômago. Mas eu precisava ser forte e, por ela, eu seria.
Retiro-a com o máximo de delicadeza e agilidade que consigo. Vejo seu semblante sem vida e tento ocultar pensamentos já receando o pior. Seu rosto não foi muito atingido, mas seus braços sangravam e parecia que tinha recebido uma batida forte na cabeça.
Apanho a varinha lançada por Harry, abraço-a junto ao meu corpo e tento pensar com clareza “Chalé das conchas, casa de Gui e Fleur, Chalé das conchas, Chalé das conchas”.
Sinto um conhecido solavanco e sinto aliviado o cheiro do mar. Abro os olhos e consigo ver o chalé das conchas. Olho para Hermione e meu alívio esvai-se. Esqueço-me totalmente de Harry, e dominado pelo desespero, pego Hermione em meus braços e corro em direção ao chalé.
Minha cabeça explodia em preocupação. Se algo acontecesse a ela, Belatriz iria se arrepender do dia em que encostou em Mione. Gritei por Gui até Fleur aparecer na janela com o semblante assustado.
Ela parecia confusa, mas ao ver Mione desacordada em meus braços, rapidamente fez coro aos meus gritos por Gui. Quando a porta é finalmente aberta, Fleur abre passagem e diz para colocar Mione no sofá mais próximo. Mione estava completamente inconsciente e Gui, muito assustado.
Peguei sua mão e ajoelhei-me ao lado do sofá e implorei com todas as minhas forças que ela voltasse, mesmo achando que não ajudaria.
- Mione, não morra, por favor, não morra! – mas Hermione nem se mexeu. Minha única esperança estava na respiração fraca, porém ativa dela.
- Fleur, por favor, pegue as poções. Hermione parece ter perdido muito sangue – Disse Gui, ainda um pouco trêmulo.
Apertei com mais força a mão de Hermione na minha e não impedi as lágrimas de caírem. Não me importei se era observado. Por ela, eu choraria.
Fleur aplicou prontamente todas as poções necessárias mas Mione continuava desacordada, mas o sangue estancara.
- Hermione... Mione... Acorde! Eu preciso de você aqui, por favor, acorde!
- Ron, não adianta. Só nos resta esperarmos – mas eu não quis escutar o que Gui dizia.
- Mione, resista. Você não pode morrer, eu preciso muito de você aqui – baixei meus olhos agora vermelhos para minha mão segurando a dela – Não consigo continuar sem você ao meu lado. Quero você aqui... Eu preciso de você aqui comigo.
- Egoísta... – Sua voz estava fraca, mas eu não me importei. Nunca fiquei tão feliz por ser chamado de egoísta por ela.