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7. O Frasco no Baú


Fic: A Origem dos Dementadores - A PEDIDOS CAP 8 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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27/12/2012



Dia 01


 


  Agatha I, a belíssima nau construída com o esmero de um homem obstinado, de certo era o principal motivo da presença dos indiscretos que se amontoavam a beira do cais para vê-los partindo. Pouco a pouco, enquanto a embarcação rainha e suas duas filhas iam deslizando para dentro do mar, aquela sombra colossal que havia se abatido durante dias sob o porto, foi desaparecendo também.


  


  Entretanto, Ogden sabia que mais motivos acercavam a curiosidade das pessoas ali. Sondava-se em diversos lugares do Reino, de tabernas a castelos, que naquele dia uma frota comandada pelo explorador Durham partiria com a permissão do Rei para o Norte, em águas onde o mar se solidificava, na busca de rumores sobre continentes errantes.


 


   O país estava inquieto e frustrado nos últimos anos. Perdendo diversos territórios importantes para economia do reino. Sofrendo retaliações dos franceses, humilhações de espanhóis e portugueses, que sem demora adquiriam novas posses oriente afora.  


  


  No geral, havia uma comedida expectativa em cima daquela viagem.


 


   Finalmente, o jovem parou de atentar-se a terra e visualizou o cenário a sua volta. Indubitavelmente, Agatha I engolia suas naus irmãs.  Dava até um pouco de medo de se encarar.  Quando ancorada ao cais, apesar de impotente sobre as demais, não possuía a vivacidade de agora, deslizando sobre o mar. Confiante e pesando toneladas, cortava as águas, abrindo espaço oceano adentro.


  


  Na lateral do casco, ele teve a oportunidade de observar outra estrutura da qual não havia se atentado. Uma fileira ferrenha de dez canhões. Claro, o armamento havia se tornado essencial depois que os corsários viraram a pior espécie de mercenários do mar. Entretanto, Ogden chegou a imaginar com leve temor, quando o Capitão precisou requerer àquela artilharia.


 


   Se algum dia precisou...


  


    E lá estava o Capitão Durham, de pé sobre o castelo da popa, honrado e determinado. Brandia comandos aos tripulantes que se movimentavam apressados em agradar seu capitão pelo convés.


 


    De repente, ao lado dele – para a surpresa Ogden - novamente aquela figura enigmática surgiu.


 


  E sim, agora observando quase no mesmo limiar, era claramente uma mulher.


 


 — Não é uma boa maneira de se começar no comando... — primeiro ele sentiu o odor pútrido no hálito, da voz carregada de sotaque. Depois se virou para avaliar seu interlocutor.


 


   Um homem de pele parda e sorriso amarelo. O tripulante esfarrapado que possuía um único zelo com o corpo: uma argola barata, arraigada na orelha esquerda.  Seus olhos miúdos e negros, entre o nariz cumprido e largo faziam com que suas origens se estreitassem a dos povos Otomanos. Porém o aspecto mais grosseiro dele era um símbolo tosco de flechas cruzadas na cabeça lustrosa e sem cabelos.


 


   Ogden recuou.  Não havia percebido tal marca naquele homem. Novamente a tripulação parecia não condizer com o que o Rei esperava de seus ingleses representados no mar.


  


— O que disse... tripulante? – perguntou, cheio de desdém. Durham já havia imposto as barreiras entre ele e aquela classe de subalternos, cabia ao jovem comandante mantê-las. 


 


— Disse que começar seu primeiro dia de navegação, espichando os olhos para ela não é nada prudente. – afirmou apontando para mulher a muitos metros distantes, na altiva nau mãe.


 


— O que não é nada prudente é um tripulante, ou seja lá qual for sua graça, adornar o corpo nesses desenhos pecaminosos.


 


— Isso?! – exclamou ele, tocando a pele manchada pelas flechas no couro cabeludo – Apenas uma “tatau” feita em Sofie, há muitos anos...


  


— Deve saber que o manifesto é demoníaco em nosso Reino. Tal injúria foi considerada banida pelo Papa há muitos séculos. – como um bom cristão, ele não esquecia regras cruciais da igreja.


 


 — Ah é... Vocês têm dessas... – resmungou o Otomano com cinismo.


 


— Vocês têm dessas? - repetiu indignado.


 


— É, vocês. Ingleses, nobres, aristocratas, escravos, fiéis ou como melhor gostem de ser chamados.


  


— Como ousa? — estava horrorizado tanto pelo desrespeito dele pelo reino como pela religião.


  


— Calma, Comandante.  Estamos nos distanciando do seu mundo. – e indicou toda água que os cercava – Não existe um rei e muito menos uma crença entre nós, agora. Pelo menos, não a sua. Aqui, quem é esperto comanda e quem é sábio, obedece.


 


  Petulante, era o que ele era, pensou Ogden. Em breve teria que inquirir o Capitão sobre a conduta herege de seus tripulantes.


  


— Seja sábio então... Volte para seu ofício e somente me dirija à palavra quando for necessário.


  


— Como quiser, Comandante. – sua voz azeda assumia uma nota zombeteira.


 


  Ainda irritado com aquele diálogo irrelevante, o jovem inglês voltou à atenção para as naus.  A mulher continuava postada ao lado do Conde.


  


  Seria uma meretriz? Mais um dos muitos luxos que só Agatha I ostentava? Não. Vestia-se como um homem.


 


  Calças, botas e blusa branca eram o que ele conseguia enxergar àquela distância.


  


  “Que mundo dos avessos!” pensou desolado. “Homens com desenhos no corpo, mulheres em trajes masculinos. Quais mais discrepâncias poderiam existir nos tripulantes que trabalhavam para Durham?”


  


- OH CAPITÃO!!! NÃO ESTÁ NA HORA DE TOMAR CONTA DO SEU PRÓPRIO CONVÉS? – berrou Alan Hulse, avançando com a Agatha II entre ele e o outro navio. 


 


  Alan estava pomposo, agarrado as cordoalhas do mastro, sorrindo. Aquele sorriso do avesso. Que antipatia surgiu entre eles, Ogden ainda não era capaz de entender. Mesmo assim, acenou discretamente, experimentando timidez, mas no íntimo, crescente desafeto por aquele sujeito.


 


  Alan praticamente o ignorou a partir daí, e prosseguiu com seus próprios afazeres, dando ordens sobre as direções dos velames com mais empenho que seu verdadeiro Capitão.


  


  Exasperado, ele desceu da proa e alcançou o convés.


 


  Regendo alguns colegas, o sujeito pardo, lhe fitou divertidamente. Mais homens com características turcas, otomanas e até bárbaras o avaliavam com o mesmo brilho debochado nos olhos.


 


  E aquele era somente o primeiro dia...


                                                                                                    


 


                                                ***


 Dia 4...


  


   Um Sol escaldante começou a castigar sobre o navio. Desde o dia anterior, ele permanecia assim, arredio e excessivo.


 


   As vestes do mais novo comandante não demoraram a se mostrar um constante incomodo. Estavam se tornando pesadas e abafadas. Sufocantes. Logo, o suor colava-lhe no corpo e escorria salobro pela têmpora e pelo o pescoço.


  


     Ogden passou o dorso da mão pelo rosto. Buscou o ar. Nada parecia adiantar. O mal-estar só fazia crescer, irradiando-se da cabeça para cada músculo do corpo.


  


    O barulho monótono do mar continuava sendo suficiente para que o estômago voltasse a embrulhar.


 


   Ele voltou pela quinta vez ao seu aposento, no interior do convés, descendo as escadas o mais rápido que suas pernas, presas a túnica, conseguiam. Em um balde de madeira instalado ao lado da cama, arqueou-se. Vomitou reforçando a pungente dor abdominal produzida pelos músculos fatigados.


  


   Quatro dias e ainda não se adaptara ao balanço de Agatha III!


 
   Quatro dias sofrendo como um maldito moribundo. Sem conseguir descansar pela manhã ou pela noite. Em constante mutação, como um camaleão, assumindo todas as colorações possíveis.


 


    Insolação e náuseas.


 


   A estadia na terceira nau de Durham, para Ogden se resumia nisso. E o jovem ainda tinha que se preocupar em esconder qualquer evidência de que passava mal, levantando na madrugada para jogar o conteúdo que enchia com ímpeto naquele balde.


 


   Não iria dar o prazer de ninguém o vendo sofrer. Seria apenas mais um entre tantos motivos pelos quais já debochavam dele.


 


  Sua própria tripulação o desacreditava.


 


  No segundo dia, deixara a verga da mezena voltar contra seu rosto enquanto soltava debilmente a vela içada pelas cordoalhas intrincadas. Fora uma dor lancinante e fenomenal, que ficou dez vezes pior unida a risadas em coro e ao contínuo mal-estar.


 


   Agora, apesar de continuarem no campo de visão uns dos outros, os três navios haviam tomado uma distância maior entre si. Algo a menos para preocupar-se: Alan ridicularizando os meus modos de liderança pelo convés.


 


  Sentando na cama de colchão fino e fronhas encardidas, ele fechou os olhos. Novamente experimentou respirar profundo e pausadamente. Pensamentos confusos vieram-lhe a mente. Parecia que tinha ficado com o pior daquela viagem. Com os marinheiros mais desrespeitosos e desorganizados. Com o aposento mais selvagem e emporcalhado.


 


   Se Alan comandara aquelas duas embarcações em outros tempos, de certo não se instalara no cubículo reservado para o atual Comandante de Agatha III.


 


  “...nem todos os nossos tripulantes tem condições físicas e mentais de comandar uma nau”.


 


  Esta frase proferida por Durham alguns dias antes, o fez refletir. Que atributos ele acreditava ter para assumir aquela tarefa?


 


  Todos ali pareciam ser mais bem adaptados ao cargo do que ele. O pardo Otomano, por exemplo, possuía uma popularidade nata entre seus companheiros de convés. Habilidade também não lhe faltava. Ainda naquela tarde havia subido com destreza pelo mastro grande, e afinado as velas quando um vento mais forte, enfim desistiu de lhes açoitar.


  


  Em meio aquela frustração imprevisível, várias perguntas surgiam sem resposta. Sua mente fervilhava. Sempre fora naturalmente ansioso e descarregava essa tensão na escrita e prática da cavalgada. Como não havia cavalo ali, precisava escrever. Esboçar um diário de bordo, quem sabe. Qualquer coisa onde pudesse expor suas ideias de forma mais física e avaliá-las, ou simplesmente direcionar a concentração a qualquer outra coisa que não fosse vomitar. 


 


    Outro problema residia ali. Desde que chegara e fora apresentado aos conveses, não havia encontrado um pedaço de pergaminho ou qualquer rastro de pena.


 


    Num navio repleto de analfabetos débeis, qual seria a utilidade de tais objetos?


 


   Olhou em volta. Não havia explorado seu quarto por completo. Ele era pequeno, a cama desconfortável e dois baús de carvalho postavam-se perto da escada.  Além disso, ainda havia uma mesinha com a perna bamba encostada embaixo da janela, da qual toda a noite travava árdua luta para manter o castiçal de vela em pé.


 


    A curiosidade de Ogden já havia o levado a tentar abrir aqueles baús, mas no momento ele estava mais empenhado.


 


   Agachou-se sobre eles analisando possíveis trancas. Elas já haviam lhe chamado a atenção antes, pois não existiam!


 


   O que quer que estivesse obstruindo a abertura dos tampos, era um mecanismo de dentro para fora.


 


 — Faca... preciso de uma faca... – sussurrou, olhando à volta.


 


     Não tinha nada em mãos, qualquer ferramenta que se assemelhasse a uma.


 


  Foi então que uma lembrança surgiu na mente dele. O pardo Otomano estava com pequena faca de mão – canivete, como eles chamavam - presa entre os dentes, enquanto subia para o mastro a fim de resolver o problema das cordoalhas da mezena.


 
  Obstinado, subiu as escadas e passou pelo alçapão, rumo ao deque. Poucos homens permaneciam ali. A maioria em conversas triviais, estatelados na madeira, como sempre.


 


  Desceu até o segundo convés, um compartimento a sombra, onde a vadiagem dos tripulantes continuava. Como havia imaginado, eles estavam sentados espaçosamente nos bancos jogando com cartões numerados - um jogo promíscuo que só aqueles marinheiros orientais poderiam oferecer.


 


   Não demorou a avistar o Otomano. Ele comandava uma nova rodada na mesa principal, rodeado por outros quatro.


  


— Preciso da sua faca. – disse, quando se aproximou.


  


  Todos pararam para lhe fitar, surpresos. Ele nunca ia naquela parte do anteparo.


 


 - Ora, ora, ora, se não é o nosso comandante... – balbuciou o Otomano depositando as cartas na mesa. – Ao que devemos a honra de tão nobre visita?


 


— Me dê sua faca. É uma ordem! – exigiu Ogden, estendendo a mão para ele.


 


   O cheiro de run combinado com o balanço da nau naquela parte do convés estava fazendo o mal estar voltar.


 


 — O que o bom Comandante fará? O jogo de adagas começa depois do anoitecer, mas se já quiser praticar...


 


  Risos gerais. Otomano era piadista, sarcástico e, antagônico aos seus companheiros, hábil nas palavras.  


 


 - Então eu já posso considerar isso um motim? – retorquiuo inglês, furioso.


  


-Calma, comandante! Apenas descontração. –justificou ele com não mais de que um sorriso franco nos lábios. – Aqui está! – e entregou a faca, antes presa por uma bainha na sua cintura, nas mãos dele.


 


  Ogden pegou o objeto e deu-lhes as costas, ainda tendo que ouvir seu gracejo provocante e outra chuva de riso no convés.


 


-Use-a com sabedoria, Comandante!


  


  Voltando para o quarto e ignorando completamente aquela insolência, por enquanto, concentrou-se no novo plano. Não tinha certeza se era prudente abrir aquele baú, porém “e se não” sempre teria alguém de conduta duvidosa para culpar entre sua tripulação.


  


  No caso, aquele maldito pardo que insistia em lhe desrespeitar na frente de todos. 


 


  Deixou a navalha da pequena faca de cabo de madeira na horizontal. A seguir deslizou-a pelo vão milimétrico entre o tampo e o caixote do baú. Cautelosamente correu a navalha, buscando alguma resistência. Um trinco, uma dobradiça, algo que estivesse trancando a arca pelo lado de dentro.


 


    Isso também o intrigava. Como a conseguiram fechar por dentro? Como pretendiam abri-la depois?


  


Clang!


 


  Algo sólido esbarrou na lâmina quando encostou à extremidade direita. Criando mais pressão, primeiro com uma das mãos, depois sem conseguir sucesso contra o que parecia ser forjado em ferro, com as duas mãos.


 


  O trinco resistiu bravamente, mas, enfim, cedeu a sua força. Um barulho seco de metal chocando-se contra madeira ecoou de dentro do baú. O que estava ocultado ali, certamente não ocupava espaço suficiente no fundo do baú.


 


   Voltou com a faca para extremidade esquerda. Outro trinco. Direcionou a mesma força e com um pouco mais de dificuldade, o metal ali também cedeu. O baú estava destrancado.  


 


   Sentiu-se ao mesmo tempo ansioso e preocupado. E a preocupação de violar algo pessoal de Durham, não fora o bastante para lhe barrar. Lentamente, grudou as mãos pelo tampo pesado e deixou a luz entrar sobre o caixote.


  


   Ficou decepcionado.


  


  Praticamente vazio, exceto por dois pequenos frascos soltos ao fundo. Nada de pergaminhos, tintas ou penas. Nada de algumas moedas ou artefatos marítimos preciosos. Apenas dois míseros frasquinhos num vidro de cor âmbar.


 


   Ainda havia o outro baú, mas já nem se arriscaria a abri-lo também.


 


  Simplesmente por curiosidade em querer descobrir a essência líquida dos frascos, ocultados tão eficientemente naquele forte de carvalho, pegou um deles. Minúsculo, lacrado com uma rolha na tampa e exibindo um líquido ralo em sua ampola. Passaria despercebido se uma etiqueta amarelada não rotulasse uma composição estranha, em caligrafia caprichada.


 


 Veritaserum 


 


  O que era Veritaserum? Um licor? Não. O frasco não poderia albergar uma bebida que durasse não mais que um gole. Um veneno? Talvez.


 


  Munido pelo interesse, ele abriu a rolha. Aproximou o nariz e inalou o conteúdo, receoso.


 


   Sem cheiro algum.


 


 Mesmo estando em vidro âmbar, notou que o líquido era transparente. Inodoro, incolor. Aquilo só poderia ser água.


  


- Comandante, o senhor está bem?!


 


   Ogden deu um pulo. A voz ralhada do Otomano invadiu o quarto. Sequer havia escutado-o descendo as escadas.


  


-O que é??? –perguntou irritado, depois do susto.


 


 -O que o senhor está fazendo? – insistiu.


 


  Ele ocultou o frasco atrás das costas e virou para encará-lo.


  


-Eu perguntei o que você quer? Não sabe bater antes de entrar?


 


 -Achei que pudesse estar passando mal. Afinal há dois dias que anda verde feito uma couve.


  


  Seu rosto corou levemente. Fraquezas. Odiava expô-las diante de qualquer um.


 


- Agradeço a preocupação. Mas já estou me adaptando. –respondeu com impaciente.


  


- Bem, se a crise voltar, aqui está... Cidras. Vão ajudar... – e jogou um saquinho de couro sobre ele.


 


  Primeiro sarcasmo e desrespeito, e agora isso, complacência.


 


  Será que eu estou com a face tão moribunda assim? Pensou Ogden.


  


- E Comandante... – disse ele, já alcançando os primeiros degraus para sair do aposento –...O senhor iria se adaptar melhor ao clima se vestisse roupas de acordo. O Comandante Hulse abandonou algumas peças no convés inferior. Acho que queria fazer uma boa ação a nós. – ele riu – Mas claro, como o senhor pode notar, ou somos magricelas ou avantajados demais para as medidas dele...


 


  Ele quase sorri. Stu “Cabeça de Âncora”, um dos tripulantes, deveria pesar quase duzentos quilos. E aquele Otomano era tão mirrado que Ogden arriscava dizer que não se alimentava decentemente a mais de uma década.


 


 -Certo. – resmungou por fim.


 


  E discretamente o Otomano sorriu. Sem deboche, sem sarcasmo.


 


– E qual é a sua graça, tripulante? — a bendita educação dada pelo Duque de Bordon o fez perguntar.


 


-Jeremias de Abulaha. Mas pode me chamar de Jammal, senhor.


 


 ***


Leitores, as postagens  constantes dos capítulos dessa fic, depende  do comentário de vocês. Então, se quiserem continuação, comentem.
Foi por causa de uma leitora fiel que este capítulo foi postado.  

Então... 


Neuzimar, depois de muito tempo, preparei esse capítulo especialmente pra você! ;)

Abraços à todos! 


 

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Comentários: 7

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Enviado por Neuzimar de Faria em 16/11/2013

VOLTANDO ?! Você que dizer "Voltando", tipo "Retornando", VOLTANDO A POSTAR ?! UHUUUUUUUUUUUUUU!!!!!!!!!!!!!!!!

Nota: 5

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Enviado por Neuzimar de Faria em 11/11/2013

Vou torcer muito! rsrsrsrs

Nota: 5

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Enviado por Van Vet em 04/11/2013

Ok, pode ser que eu volte sim...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Nota: 1

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Enviado por Neuzimar de Faria em 04/11/2013

(Idéia sinistra) - Vou superlotar esse espaço com comentários. rsrsrsrs Vou vencer pela insistência ... rsrsrsrsrsrsrsrs

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Janaína Ferreira em 03/02/2013

Posta o próximo capítulo! ^^
Está me contagiando por demais: navios, mar, maresia... rs

Fiquei curiosa quanto ao frasquinho que ele encontrou, e no quanto este influenciará no rumo da história.

Beijos!

 

Nota: 5

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Enviado por Neuzimar de Faria em 27/12/2012

Correção: o recadinho está na Van Vet fanfics.

Nota: 5

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Enviado por Neuzimar de Faria em 27/12/2012

Gente!!! Mega feliz com a postagem, até deixei um recadinho hoje na sua nova fic, que também parece bem legal. E eu gosto mesmo desta história com um tema tão diferente! O B R I G A D A !!! BJOS!

Nota: 5

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