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4. Desacreditada


Fic: Queima de arquivo - EDITADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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4.Desacreditada

  Não olhei para trás nenhuma vez ao bater a porta de casa. E também, por que devia fazer diferente?

  Numa mão eu segurava uma bolsa com os meus pertences mais essenciais, enquanto a outra erguia a varinha cautelosamente. Eu não sabia quando voltaria - e até se voltaria - mas estava seriamente desconfiada com a possibilidade de que essa missão quase suicida levaria mais tempo que estava contando.

  O discreto trem que peguei me levaria direto para Godric Hallows, atual endereço do suposto herói do mundo bruxo. Bem, se ele não poderia me ajudar, não tinha ideia de quem podia.

  Potter havia construído uma nova casa no terreno que um dia pertencera aos seus pais. Esse aí definitivamente não se incomoda com péssimas recordações. De qualquer forma, a pouca informação que dispunha de Potter viera de Profetas Diários lidos às pressas no trem.

  Conforme as paisagens iam passando pela janela da cabine, deixei minha cabeça repousar no vidro refletindo sobre Draco. Onde estaria agora? Já teria descoberto sobre meu sumiço? E que diabos Alexander tentaria colocar em sua cabeça?

  Eu conheço meu marido, ele não é uma pessoa facilmente manipulável. Mas a raiva é um combustível poderoso demais para ser subestimado. E Alexander pode ser muito persuasivo, quando quer.

  Meu relógio anunciava que fazia menos de duas horas que havia saído do enterro e ainda assim, estava consciente de que havia uma enorme possibilidade de já estarem me caçando.

  Agora eu só podia esperar que Draco não fizesse parte do time que estariam a procura de minha cabeça.

-/-

  Alexander apoiou a mão sob o ombro de seu sombrinho. As cinzas do que já foi um dia Narcisa Malfoy foram jogadas ao longe, pelo jardim da casa que passara maior parte de sua vida.

  -Viu Astoria? - Draco perguntara sem se dar o trabalho de virar a cabeça para encarar o tio.

  -Nós temos que conversar - disse Alexander, ao que soou para Draco como um mau agouro.

  Mas então, ele acabara de se despedir de sua mão. Considerava-se imune ao que viesse pela frente.

  -Pode falar - pediu impaciente, com um whisky na mão.

  -Acho melhor vir comigo - sugeriu Alexander com um olhar sugestivo aos poucos presentes espalahados pela propriedade dos Malfoys.

  Draco sacudiu os ombros e seguiu junto a Alexander para dentro da Mansão. Nenhum deles fez questão de iluminar o ambiente, tampouco de abrir as janelas. Não seria um pouco de luz que faria diferença na situação atual.

  -O que queria falar? - Draco quis logo saber, assim que se acomodou na poltrona mais distante das vidraças, como um vampiro que temia a luz do sol.

  -É sobre sua mulher, - começou Alexander circulando pela sala com passos arrastados e preguiçosos - não acho que vá gostar de saber disso, mas é necessário.

  Draco ergueu os olhos, com a mesma expressão indiferente. Alexander suspirou, como se fizesse um enorme esforço para continuar, mas o sobrinho estava distraído demais para perceber mais aquela parte da atuação.

  -Astoria está te traindo, Draco.

  -O quê?! - o homem se sobressaltou e o whisky se espatifou no chão, estraçalhando em pedaços. Mas nenhum dos homens presentes estavam preocupados com artigos de louça naquele momento.

  -Descobri recentemente, foi um choque - continuou Alexander balançando a cabeça - eu não queria acreditar, contudo ela confessou hoje, logo antes de sair correndo daqui. Você não notou algo de estranho nela ultimamente?

  Draco franziu a testa, confuso. Tinha que admitir não estar dando tanta atenção como costumava dar a Astoria. Ele andara distante, mas precisava daquele tempo para lidar com tudo, absorver as últimas informações.

  -Ela parecia distraída hoje - comentou, lembrando do estranho jeito que Astoria partira.

  Agora também lhe ocorria que não era do feitio da mulher sair, deixando-o no velório de Narcissa.

  Mas não estava atento a tais atitudes na hora que aconteceu. Não estava atento a nada.

  -Tenho certeza que estava, ela partiu. Foi embora, provavelmente procurar o amante.

  As palavras de Alexander aos poucos foram entrando nele, envenenando seus pensamentos, intoxicando sua razão. No entanto, ele não precisava da ajuda do tio para estar furioso.

  Os Malfoys nunca foram de perdoar, mas se havia algo realmente fatal para eles era a traição.

  -Não, eu preciso de provas - falou Draco irriquieto, preso entre a incredulidade e a negação.

  -E eu as tenho, - replicou Alexander - embora não ache que esteja pronto para vê-las.

  -Por que está me falando isso? - perguntou Draco sério.

  -Porque ainda não sei como vai lidar quando souber a identidade do amante de Astoria - explicou Alex, com as mãos no bolso - às vezes a raiva pode acabar nos fazendo cometer atos impensados e não quero que isso aconteça com você.

  -Acredite, nada que diga pode alterar o ódio que já estou sentindo.

  -Então espere até ouvir o nome de quem Astoria está prestes a reencontrar: Harry Potter.

-/-

  Assim que cheguei no vilarejo de Godric Hallows, decidi me hospedar no discreto hotel próximo da casa de Harry Potter. Apesar da escolha de nome infeliz, "O Eleito" não deixava a desejar e não tive problemas e registrar meu nome de solteira na recepção. A aliança, cuidadosamente guardada no bolso de minha calça, me poupava de perguntas difíceis a serem respondidas.

  Não tive tempo de aproveitar o quarto ou nenhuma das dependências que o hotel permitia. Afinal, tinha uma pessoa importante a falar.

  Eu nunca pensei em como falaria com ele. Deveria apenas tocar a campainha e esperar que alguém atendesse? Ou tentar entrar pela porta de trás?

  Não, eu já não devia ser considerada uma pessoa lá muito bem vinda lá, mas se invadisse a casa deles, aí seria praticamente impossível de fazer ele me ouvir.

  Encarei a porta de madeira contrariada, como se fosse o objeto culpado da minha situação. Hesitei antes de bater na porta, e esperei pacientemente até alguém abrir.

  Uma ruiva extremamente descabelada escancarou a porta, seu rosto e olhos estavam vermelhos indicando que ela havia chorado recentemente. Pela voz rouca que falou também deduzi que havia se esgoelado bastante no dia.

  -O que você quer?

  Tudo bem, não é como se eu estivesse esperando um bolo de boas-vindas ou algo assim, mas essa mulher bem que podia receber aulas de educação com alguns dos mais rudes ex-Comensais.

   No entanto, eu era uma Malfoy. Pensando bem, não sei se ainda posso ostentar tal título depois que fiz. Mas de qualquer forma, sempre serei uma Greengrass e teriam que fazer mais que isso para me intimidar.

  -Posso falar com o Sr. Potter? – perguntei com o meu tom mais profissional possível. O meu rosto de desânimo já era prova suficiente de que eu não tinha interesse nenhum no marido dela.

  Mas, aparentemente, ela tinha outras ideias.

  -Por que quer falar com o meu Harry? – ela vociferou em minha direção e se não fosse por um braço vindo de dentro da casa puxando-a para o interior, meu rosto teria agora as marcas dos dedos daquela ruiva esquentada.

  -Gina, o que você pensa que está fazendo? – a voz zangada de homem fez com que eu automaticamente concentrasse atenção no indivíduo e visse o tão famoso Harry Potter pela primeira vez.

  Para começar, as revistas o fazem mais alto que ele realmente é. Quero dizer, ele deve ser apenas um palmo mais alto que eu. Além disso, ele não é nem um pouco intimidador, como se fosse trucidar todos a qualquer momento. O estranho é que ele parece, não que eu fosse uma grande fã, uma pessoa normal. Tirando os olhos, é claro.

  Mas enfim, como eu não estava lá para ficar enaltecendo o Menino-que-Sobreviveu, simplesmente cruzei os braços enquanto assistia a tediosa discussão de casal.

  -O que estou fazendo? Estou vendo mais uma das piranhas com quem você me trai na porta de casa – gritou a ruiva para quem quisesse ouvir.

  Eu praticamente pude ver um alerta vermelho apitar na testa de Potter que olhou furtivamente para a rua e deu um sorrisinho para o senhor que passava. Já eu não estava muito preocupada com o que os outros iam pensar, mas na ofensa que me foi dirigida.

  -Escuta aqui, cabeça-de-fogo, você vai virar a boca antes de me chamar de piranha. Eu sou casada! – quis me defender, agradecendo pelos meus nervos não terem explodido ainda.

  -É mesmo? – ela debochou – então cadê a sua aliança?

  E foi aí que percebi que tinha deixado no hotel. É, parabéns Astoria, começamos bem!

  -Isso não é da sua conta – revidei irritada e Potter – não sei se temendo que nos atracássemos ali mesmo ou o que isso faria os vizinhos pensarem – se colocou no meio de nós.

  -Acho melhor entrarmos – ele pediu nos conduzindo para dentro da sua casa.

  Tentei não ligar para o exagero da decoração vermelha que me dava a leve sensação de sufocamento e me sentei em um dos sofás extravagantes dispostos na sala abafada.

  É, pelo visto bom gosto não é uma das características marcantes de grifinórios. A julgar pela ruiva, nem educação.

  -O que você quer? – a mulher foi logo indagando.

  -Eu tive a impressão que você já me fez essa pergunta antes e eu não respondi – falei num falso tom desentendido – o que te faria pensar que seria diferente agora, que já conheci seus bons modos?

  A ruiva não esperava uma resposta dessas, porque deu um rugido histérico e subiu as escadas em forma de caracol, batendo uma porta no andar de cima. Acho que nós duas pensamos que Potter fosse checar se ela estava bem, mas isso não aconteceu.

  Esfregando as mãos na calça, ele olhou para mim como quem pede desculpas.

  -Releve a Gina, ela anda muito estressada desde... – Potter pigarreou e resolveu mudar de assunto – bom, mas o que posso fazer por você?

  -Como eu havia falado antes, eu sou casada – comecei, ainda sem saber onde queria chegar – com Draco Malfoy. E certo, eu sei que vocês não eram exatamente melhores amigos na época de Hogwarts.

  -Realmente, não éramos – Potter concordou, resolvendo se sentar também – então você é Astoria Greengrass?

  Franzi a testa, confusa com seu reconhecimento. De onde ele havia visto meu nome?

  -Astoria Malfoy agora - eu o corrigi automaticamente - Mas sim, sou. Por quê? – perguntei confusa e percebi que causei certo desconforto nele.

  -Ah nada, é só que você não é como eu achei que fosse – admitiu ele.

  -Então somos dois – falei me referindo a minha surpresa ao vê-lo. Depois, reparei que um clima meio estranho estava começando a se instalar e foi a minha vez de mudar de assunto – de qualquer modo, Narcissa Malfoy faleceu há pouco tempo.

  -Morte natural? – Potter perguntou, desconfiado.

  -Nunca é morte natural para nós bruxos, você já devia saber disso – repliquei com um sorriso condescende – ela foi assassinada. E eu sei quem a matou.

  -Quem foi? – ele perguntou, sem rodeios.

  -Alexander Malfoy – falei com um calafrio só de pronunciar o seu nome – o tio de Draco. Ele andava sumido, pesquisando fora do país. Há alguns anos, infelizmente resolveu voltar.

  -E onde que entro nessa história? – ele perguntou estalando os dedos.

  -Eu estava no velório de Narcissa, quando ouvi uma conversa suspeita onde Alexander contava que havia matado a mãe de Draco porque ela sabia demais. Ela sabia um segredo que só alguém com sangue Malfoy podia guardar – respirei fundo antes de jogar a bomba- ela sabia que Voldemort voltou.

  - O QUÊ?! – Potter havia se levantado, tamanho fora a sua surpresa. Seu rosto estava distorcido de incredulidade – isso é algum tipo de brincadeira sem graça que Malfoy armou para mim?

  -Acredite Potter, eu bem que queria estar brincando – falei tentando acalmá-lo – e tem mais, Alexander contou para Draco que foi você quem matou Narcissa.

  -Mas isso não faz sentido, ninguém acreditaria numa coisa dessas – falou Potter andando de um lado para o outro – o que eu estaria ganhando com tudo isso?

  -Draco está cego de ódio, não pode ver a verdade nem se ela tivesse na sua frente.

  -E Voldemort não pode ter voltado, eu destruí todas as... – Potter falou aumentando o volume de voz, e competindo maratona consigo mesmo na própria sala. Tive que tomar medidas extremas antes que ele decidisse hiperventilar, ou que a mulher dele voltasse com um novo ataque de ciúmes.

  -As Horcruxes, eu sei – falei num tom compreensivo e percebi que capturei sua atenção, ele não esperava que eu soubesse do nome dos pedaços da alma de Voldemort – não são só você e seus amigos que podem fazer pesquisa. Assim como não eram apenas grifinórios que queriam a queda de Voldemort.

  -R.A.B. – ele falou para si mesmo, e nunca cheguei a saber o que aquela sigla representava – mas por que você está aqui? Que eu me lembre, os poucos sonserinos que não eram a favor de Voldemort não costumavam se voltar diretamente contra ele.

  -É verdade, - ponderei – contudo, você vai perceber que quando parte de sua família está do outro lado, é complicado se voltar totalmente contra.

  Potter pareceu refletir um pouco nas minhas palavras até balançar a cabeça e voltar à realidade.

  -Você tem certeza do que está falando? – perguntou me encarando com uma dessas encaradas que me fez ver que quando ele quer, sabe ser intimidador sim.

  -Tenho certeza do que ouvi – falei convicta – eu fugi de casa, deixei meu marido. Não faria isso por uma suspeita sem fundamentos.

  -E esse Alexander, o que ele fez quando descobriu que você sabia?

  Crispei os lábios, não gostando nada daquele assunto.

  -Digamos que se eu não tivesse dado o meu jeito de contornar a situação, não estaríamos conversando agora – falei vagamente.

  -Mas ele tentou..

  -Não importa o que ele tentou! – falei meio histérica, pois senti minha voz subir duas oitavas – olha Potter, é muito legal da sua parte se preocupar com as pessoas, mas eu não sou uma dessas que precisam da sua ajuda. Na verdade, é você quem precisa da minha no momento.

-/-

  -Draco, tente se controlar.

  A voz quase tediosa de Alexander não conseguia esconder seu contentamento ao ver a reação do sobrinho, que estava exaltado demais para se dar conta de um pequeno detalhe daqueles.

  -Eu não vou me controlar até ter minha mão ao redor do pescoço do Potter! – berrou Draco destemperado. Agarrou um porta retrato atirando-o com força na parede.

  A negação havia passado, dando espaço para o ódio.

  A foto, emoldurada pelo porta-retrato caiu fora do compartimento revelando um casal. O homem loiro e orgulhoso, prendia a cintura da mulher de forma possessiva. Ela,dava um sorriso leve para o fotógrafo e no seu olhar nenhuma preocupação podia ser vista. Aqueles eram Draco e Astoria.

  Mas agora o destino estavam os separando cada vez mais do momento que aquela foto havia sido tirada. E o fotógrafo da mesma era a razão disso.

  -/-/-/-

N/A: Só eu para escrever no dia do meu aniversário, hein? HAHAHAHAH

19 ANOS, UHUUUL!

Prova de que quando eu faço aniversário, quem ganha presente é vocês!

(isso é de alguma loja de departamento e resolvi usar para dar uma zoada básica)

Mas ok, gente, agora vou postar com mais frequência, prometo! Quero acabar essa fic logooooo!

Resposta aos coments:

*M.Black: Você pediu, eu realizei!HAHAHAHA Brigada por sempre comentar, espero continuar agradando!Mesmo! Beijoooooooo

 

*Fernanda C. Felizardo: Eu que sou uma felizarda por ter vc na minha fic humilde HAHAHAHA uma das melhores? Noooosssa, das duas, uma: ou vc ta precisando ler mais fic OU você ta precisando ler mais fics!HAHAHAHAHA mas quem sou eu para duvidar de vc?Espero que tenha gostado desse tbm e não demorarei mais n!Beijooo

 

É isso, gente, minhas migas tão esperando com meus presentes lá embaixo e como sou interesseira...;)

Fuuui!

 

PS: Quem gostar, já sabe o que fazer! Agradeço o apoio de vcs!

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Comentários: 2

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Fernanda C. Felizardo em 20/05/2012

Estou dizendo a verdade, todas as fics de Draco e Astoria que li são do tipo: "Draco se apaixona po Astoria e se transforma em um homem bom simpático e româtico (foge tanto da realidade que machuca meu coração)", "Astoria é uma pobre moça que foi obrigada a se casar com o terrível Draco Malfoy (essa é pra lá de ultrapassada)", triangulos amorosos Draco/Astoria/Pansy ou Draco/Astoria/Hermione definitivamente ñ me agradam (ñ consigo imaginar Draco em um triangulo amoroso ou ele tendo um caso com Hermione) e as piores são histórias que começam de um jeito incrível e que nunca são terminadas (irresponsabilidade do autor, alguns explicam o motivo ou deletam a fic, outros simplesmente param de escrever e não dão nenhuma satisfação, mesmo fazendo longin no Floreios e Borrões todos os dias) eu sei, sou muito chata ñ consigo mudar, mas é verdade sua fic só perde pra uma que já está completa.
Adorei o cap, a Gina sempre foi estressadinha e pensei que o Draco ia aparecer na casa do Harry e dizer que pegou a Astoria no flagra. Não demore pra postar o próximo cap.
Bjoosss!!!!!!!!!!!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por M.Black em 20/05/2012

OMG eu ameeeei o cap. E tbm quero matar esse tal de "Alexander" ¬¬ kkk maaais isso nao vem ao caso agora u.u sua fic é maravilhosa *-* atualiza logo ta? beijos :*

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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