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2. Capítulo II


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi Povo!!

Antes de qualquer coisa, peço desculpas pela demora. Tive alguns problemas devido a resposta da moderação que enfim chegou. Agradeço a preocupação em responder.
Bem, como havia dito no aviso, não vou deixar a história, vou alterar um pouco mais as coisas, mas não vou sair dela, como venho dizendo desde lá na apresentação, essa fic é uma adaptação, não estou simplesmente copiando e colando os nomes dos personagens na história, faço toda uma pesquisa para saber qual o melhor personagem para encaixar no enredo, mudo situações e alguns pormenores, altero bastante coisa até... Não sei se todos concordam com isso, mas essa é minha opinião sobre o assunto e saliento aqui, que não quero confusão e discussão, não é meu objetivo. Só estou me divertindo, relaxando e proporcionando aos demais uma leitura bacana e indiretamente incentivando a leitura.



Carla Cascão: Flor!! Fico tão contente em saber que está aqui lendo uma Dramione e que está gostando.
Por enquanto não vou falar nada do Draco, vou deixar passar mais uns dois capítulo para que o conheça melhor, mas confesso que estou curiosa pra saber sua opinião sobre ele.


Carla Ligia: Pois é né... Mas é como disse pra sua chara, não vou falar nada do Draco ainda, vou deixar vocês conhecerem melhor ele e formar uma opinião.


Lolita: Já me sinto honrada! ^^
Já resolvi o problema (assim espero) Mas não se preocupe, não vou largar a história! Promessa! o/


 


Muitos bjs e boa leitura!


 


*****


 


Estava frio, um dia triste e melancólico, a grama tinha um verde bonito, notava-se que era bem cuidada, mas isso não era algo de grande importância no momento. Havia algumas pessoas ali, um sacerdote e todos estavam de luto, envolta de dois caixões.
Draco estava em pé parado em frente dos caixões, tinha um livro nas mãos de Shakespeare, lia de forma suave.
— Não temas mais o calor do sol, nem a ira do furioso inverno. Embora tenha realizado essa tarefa inominável... A arte da casa se foi e também o vento de suas batalhas... — sua voz travou, o olhar focado no livro, tentou continuar, mas parecia que de sua boca as palavras não saiam.
Ergueu a cabeça e vislumbrou ao longe as ruínas do castelo Neagh, era ali que ele e o primo costumavam brincar, fazer suas peripécias quando estava de férias. Draco sentiu seu peito doer, eram dias divertidos aqueles, faziam combates de cerco, nadavam e em todas as brincadeiras de sua infância e suas aventuras juvenis, Regulus estava sempre do seu lado. Compartilhavam todas as alegrias, assim como as tristezas e até mesmo se apaixonaram pela mesma garota, mas isso jamais afetou a amizade deles.
“Seu primo está morto. Não podemos, ao menos, chorar por ele? Temos de discutir sobre a herança agora?”
As palavras de Hermione ecoavam em sua cabeça de forma implacável, penetrando em seu ser de forma cruel. Dor? Claro que sentia e muita, mas jamais mostraria isso para as pessoas, não demonstraria fraqueza, de forma alguma. Suas emoções eram particulares e cuidadosamente escondidas atrás de um humor que foi aperfeiçoado no decorrer de sua vida. Mas sua esposa era tão diferente, mostrou exatamente o que pensava e ele não conseguia entender isso.
Com uma tosse leve, voltou a se concentrar, suspirou longamente e olhou em sua volta, todos aguardavam o término da leitura e assim ele o fez.
— Todos os meninos e meninas dourados como o ouro, limpadores de suas chaminés, retornaram ao pó — com calma fechou o livro e se abaixou pegando um punhado de terra.
Muitos fizeram o mesmo gesto e se dirigiram para o caixão para jogá-la sobre ele, enquanto o sacerdote recitava as últimas palavras da oração. Do pó ao pó, Regulus estava morto. Draco segurava a terra na mão, pronto para jogá-la sobre o caixão, mas não conseguiu, sua mão tremia e ele a apertava com mais força. Em silêncio deu as costas a todos e caminhou respirando profundamente o ar frio.
Caminhou por alguns minutos e quando finalmente chegou nas ruínas do castelo Neagh, se aproximou de uma torre destruída, ainda segurava a terra, mas deixou de lado o livro. Guiado por suas lembranças, foi tateando a parede até encontrar uma pedra solta, a puxou e ali estava, o esconderijo que ele e o primo haviam feito para guardar seus tesouros. Ali tinha de tudo: tabaco, imagens obscenas, outras coisas do tipo e havia também um pedaço do vestido de Ariadna, era de musselina delicada bordada em amarelo. Regulus havia roubado do armário dela num dia de verão, quando tinha treze anos. Doze anos depois Draco assistia seu casamento como padrinho.
Com cuidado o loiro colocou a terra ali junto com as outras coisas, de alguma forma, parecia certo fazer isso ao invés de simplesmente jogá-la para cobriu o corpo sem vida de seu primo. Ele ficou ali olhando a terra por incontáveis minutos, seu peito doía e a dor se espalhava cada vez mais intensa, da mesma maneira que puxou a pedra, a colocou de volta, precisava acalmar suas emoções.
Caminhou para longe da torre, respirando profundamente, parou e simplesmente deitou-se no chão, as mãos cobrindo seu rosto, vários pensamentos passando em sua cabeça...
Regulus sempre foi um bom rapaz, um bom amigo, sensível... Tinha sido fantástico com Malfoy Park, Mansão Malfoy e com todas as suas outras propriedades. Ele teria cuidado de tudo preservando dessa forma para a próxima geração dos Black Malfoy, aceitou essa responsabilidade sem contestar, ainda mais quando viu o quão desastroso estava seu casamento. E agora estava morto.
Essa falsa segurança que seu primo havia lhe dando, fez com que ele tivesse o luxo de deixar de lado um assunto importante, a falta de seu herdeiro, principalmente quando lhe era hedionda a idéia de forçar sua esposa a um ato que havia se tornado repugnante para ela. Dessa forma Regulus e Draco haviam concordado como única opção, nomear o pequeno Black como herdeiro das terras Malfoy. Nunca tinha passado em sua cabeça que seu primo, melhor amigo e uma das poucas pessoas no mundo em que podia confiar, iria morrer e pior, que seu único filho iria junto.
Logo, sua única opção para suceder o título de visconde seria seu outro primo Sirius. Algo que o loiro era terminantemente contra, depois de tudo que fez para salvar suas propriedades e seu nome, não iria vê-los se destruir novamente, teria um filho!! Precisava apenas encontrar uma forma de amansar sua esposa, redescobrir aquela chama que tinham no inicio do casamento, é verdade que não durou muito e era bem provável que poderia correr um grande risco de destruírem um ao outro, mas talvez fosse o suficiente para gerar uma criança, precisava ser!
— Reg sempre gostou de Shakespeare... Obrigada...
A voz suave de Ariadna interrompeu os pensamentos de Draco, o fazendo levantar um pouco a cabeça para olhá-la. Seu peito voltou a doer quando avistou a viúva de seu primo, trajando vestes que lembravam-lhe lamentações, virou a cabeça para se recompor.
— Estava me lembrando que na escola o chamavam de coruja... — murmurou o loiro — Ele estava sempre com a cabeça enfiada nos livros e forçou tanto a vista que precisou de óculos para continuar com os estudos...
— E as outras crianças zombavam dele impiedosamente... Ele me contou que três garotos pegaram os óculos dele e o quebraram — ela falou tranqüila — me disse que quando você soube do que haviam feito, correu atrás deles com raiva... Foi a única vez que tive conhecimento de que você perdeu a calma...
— Regulus estava bem atrás de mim, acredite — ele a olhou de canto de olho — E fez um bom estrago, demos uma surra tão grande neles que quase nos expulsaram por isso. Mas depois nunca mais pegaram os óculos dele, embora continuassem a chamá-lo de coruja...
Ariadna sentou na grama ao lado de Draco.
— Como eles te chamavam Draco?
Ele se virou para olhar a mulher que conhecia a infância do primo e a dele. Ali ele vislumbrou a menina que ambos haviam se apaixonado quando tinham treze anos. Foi ela também a primeira garota que o loiro havia beijado e a primeira para quem ele havia escrito poemas que hoje se envergonharia, de tão horríveis que eram. Doze anos depois ela se casava com Regulus, e ele sendo o padrinho, foi cauteloso para não demonstrar que aquilo doía, mas isso lhe custou depois muitas doses de bebidas fortes, muitas noites sem dormir e muitas mulheres, só para esquecer Ariadna.
Olhando para os olhos claros dela e seu rosto manchado de lagrimas pelo primeiro e único amor perdido, Draco pode ver sua própria dor. Embora sabia que para ela era muito pior tendo perdido o marido e o filho. Tentando voltar ao assunto, se concentrando em não desmoronar ali na frente dela, respondeu.
— Me chamavam de doninha...
— É verdade... Havia me esquecido... — falou enquanto tirava o chapéu, o fraco sol brilhava em seus cabelos que eram mais escuros do que os de Hermione, talvez uns dois, três tons... Ele não saberia dizer — Porque doninha? Nunca entendi o porque...
Ele por sua vez, se forçou a recordar os tempos de escola, o lado mundano parecia reconfortá-lo, era cômodo e seguro.
— Bem... Regulus nunca lhe disse porque me chamavam assim?
— Curiosamente ele nunca o fez... — fez uma pausa e acrescentou — É estranho todas as coisas que você não sabe sobre a vida do marido. Depois de dez anos de casamento, acreditava que sabia tudo sobre ele, mas estava errada... Nos últimos dias há tantas pessoas contando histórias sobre ele... Algumas já conhecia, mas outras... nem sequer imaginava... Tantas histórias... — um soluço quebrou sua voz e as lagrimas banharam seu rosto.
— Adna... Não chore... — falou num sussurro apagado — Deus, não chore...
Ela virou o rosto, tentado se recompor, sabia o quanto ele não gostava de lágrimas, por um momento conseguiu compor um pequeno sorriso.
— Então me diga, como foi que arranjou este glorioso apelido?
— No meu primeiro dia de aula na escola, tive problemas com uns alunos mais velhos... Não faço idéia de como, mas eles tinham uma doninha e estavam fazendo alguma coisa com ela, tentei protestar, mas ficaram com raiva e a jogaram em mim... O bicho estava nervoso e começou a querer me morder... O caso é que o professor chegou nessa hora e pensava que ela era minha... Bem o professor Moody disse-me que se continuasse a fazer esse tipo de coisas, jamais iria para o céu depois da minha morte, acabei respondendo que ele estava certo já que preferiria ir para o inferno...
— Sim... é típico seu dizer essas coisas — ela riu suavemente, apesar da dor — Sempre fazendo graça...
Num instante os dez anos de casamento do primo passaram por sua cabeça e isso o fez perceber que na realidade, nunca havia feito nada do que realmente queria.
— Eu... talvez tenha me preocupado demais com minha liberdade — admitiu — Foi muito sensata ao escolher Regulus em vez de mim.
— Não acredito que tenha sido... Você era o filho de um visconde e teria sido uma escolha muito boa para uma mulher como eu, uma filha de um homem de negócios. Uma menina que tinha dinheiro, mas nenhuma relação com a sociedade. Não, não... escolhi Reg porque me amava desesperadamente.
— Eu te amei — disse com um leve sorriso — Mas não me ajudou em nada...
— Bem... ele foi o único que me propôs algo — disse Ariadna sorrindo em meio as lágrimas — Além domais, você nunca me amou Draco, não realmente.
O loiro se virou, incapaz de acreditar no que acabara de ouvir.
— O que está falando? Se soubesse como cheguei em casa aquele dia em que soube que Regulus roubou seu coração.... Seu casamento foi uma agonia para mim.
Ela negou com a cabeça.
— Era seu orgulho... Nunca me amou, não da maneira necessária para o matrimonio... — ela olhava o nada como se estivesse se lembrando — Sempre flertando comigo e isso me encantava, você se lembrou do meu aniversário. Escreveu-me cartas quando estava na universidade, uma toda semana, mandava minhas flores preferidas, me concedia elogios adequados... Roubava-me beijos atrás de alguma parede ou árvore e até me dizia coisas mais tórridas... Mas nunca fez a única coisa que faz um homem quando está realmente apaixonado...
— O que? — piscou tentando entender o que ela queria dizer — Bem... — disse depois de uma pausa — Lhe escrevi alguns poemas, horrorosos é verdade, mas os escrevi, isso não conta?
— Mesmo? — perguntou com espanto — Quando?
— Na época de Cambridge, mas nunca os mostrei...
— É justamente a isso que me refiro... Se tivesse me mostrado pelo menos uma, uma única vez que fosse, as coisas poderiam ter sido diferentes... porque naquela época, estava loucamente apaixonada por você.
Isso o surpreendeu.
— Você estava?
— Sim, mas sabia que não me queria realmente, e quando você foi para sua longa jornada pela Europa, finalmente o esqueci.
— Com a ajuda de Regulus — agora ele poderia dizer isso claramente, não havia mágoa, muitos anos haviam passado.
— Ele me amava, Draco.
— Eu sei... — olhava por cima do ombro, visualizando a torre e o local do esconderijo do tesouro, lembrando de como seu primo olhava com veneração o pedaço do vestido — Sempre te amou, Adna... E como lhe disse, foi muito sensata ao escolhê-lo.
Ela riu
— Quando ele pediu minha mão, foi a proposta de casamento mais incoerente que você poderia ouvir falar, foi no dia de São Patricio¹, na frente de lord e lady Prewett, de miss Alicia Spinnet, do vigário e Deus sabe mais quantos. Veja você, diante de todas, no jardim, ajoelhou-se e declarou seu amor eterno, da forma mais apaixonante que você consiga imaginar — ela sorria com as lembranças — E se não eu não aceitasse casar com ele, iria acabar com sua dor, atirando na própria cabeça, morrendo assim por mim...
O loiro a olhou meio chocado.
— Nosso Regulus?
— Sim, nosso sensível, rígido, calmo e responsável Regulus. Dada sua natureza, nenhuma mulher em sã consciência resistiria um pedido desses. Tão pouco eu.
Draco tentou imaginar seu primo ajoelhado, balbuciando declarações de amor e ameaças desesperadas de suicídio. Mas ele não podia, não conseguia imaginar tal coisa, nem mesmo para ganhar um prêmio como Ariadna.
— Ele me fez feliz Draco, muito feliz.
— Fico feliz por saber, Adna — era verdade, ele realmente se sentia assim — Vocês dois foram os únicos que sempre acreditaram em mim.
— E sua esposa Draco?
Era uma questão delicada e a quebra de assunto fez o mesmo efeito nele do que faria uma faca ao cortá-lo. Não queria falar de Hermione, muito menos com Ariadna, ainda mais nesse dia. Ele abriu a boca para fazer uma consideração irônica, mas pela primeira vez em sua vida, nada saiu, nada veio em sua mente.
Ariadna por sua vez estudou o loiro e não disse nada por um tempo, então colocou a mão sobre o ombro forte.
— Se há uma coisa que poderia desejar, querido, seria a felicidade de seu casamento. As mulheres, Draco, os rumores...
— Vale a pena ouvir? — disse cortando-a — Não se preocupe com as línguas desaforadas das fofoqueiras. Falam muito, mas não dizem nada, é horrível eu sei, mas é assim.
— Estou preocupada com você.
— Não precisa — disse rapidamente — Estou feliz.
— Estar feliz é bom — deixou escapar um suspiro — Mas Draco, embora o casamento seja em alguns aspectos difícil, também pode trazer muitas alegrias. O meu foi assim — sua voz quebrou num soluço — Meu Deus, o que vou fazer sem Regulus? E meu filho, meu querido filhinho!! — cobriu o rosto com as mãos.
Dessa vez ela não conseguiu evitar o choro. O loiro nada disse, não havia nada que pudesse dizer, nenhuma anedota engraçada para fazê-la sorrir, nenhum antídoto para a dor. Para nenhum dos dois. Fechou os olhos e levantou a cabeça para que o sol banhasse seu rosto e deixou a pobre mulher cair em seus braços, balançando ao som do choro, sentiu as lágrimas dela o afundando em sua própria dor. Na verdade Draco sentia inveja de Ariadna, por sua habilidade de chorar, algo que ele era incapaz de fazer.
Draco estava com trinta e cinco anos e a última vez que havia chorado tinha sete anos no salão de jogos de Malfoy Park, estava admirando uma linda travessa de cristal com creme que estava ali para a sobremesa, quando a enfermeira veio trazer uma terrível noticia sobre sua irmã Eladora. Recordava de como as lágrimas escorriam livres por seu rosto e borravam a imagem da sobremesa, desde aquele dia odiava aquele doce.
Ouvia os soluços de Ariadna e também queria chorar, mas seus olhos estavam secos, queria rasgar o coração. Ficaram ali por um longo tempo, até que finalmente ela levantou a cabeça.
— O que vai acontecer agora com Malfoy Park? — perguntou secando as lágrimas com a mão — Sirius herdará tudo com a sua morte.
— Não se eu puder evitar — tirou um lenço do bolso e entregou a mulher — Na verdade, se Sirius se torna visconde depois da minha morte, tudo estará acabado... Dessa forma espero voltar como fantasma e caçá-lo.
Ariadna quase riu, embora ainda tivesse lágrimas nos olhos.
— Existe alguma chance de você se reconciliar com sua esposa?
— É o que estamos fazendo — mentiu — Hermione e eu sabemos qual é a nossa responsabilidade. Deus! Não se preocupe com Malfoy Park, tudo vai ficar bem.
Draco falou com muito mais confiança do que realmente sentia, pois sabia que para sua esposa, o dever nunca seria mais importante do que o amor, E amor por ele era algo que Hermione não sentia por um longo, longo tempo.
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1- Eles estão na Irlanda.

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Comentários: 3

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Enviado por Lolita Haze em 31/01/2012

Ok, você transformou o aviso no novo capítulo. Melhor assim, pensei que a FeB tinha dado um tilt ou coisa parecida, não avisaram sobre a atualização XD

Senti falta de Hermione nesse capítulo. Sei que não posso esperar que todos se revelem de uma vez só, mas estou realmente curiosa para saber o que se passou entre estes dois, e como mulher, o ponto de vista de Hermione me interessa mais.

Também estou surpresa com a atitude de Draco. É estranho vê-lo tão sensível... e doce. Não me parece em nada com o fdp que vivia azucrinando o Harry na história original. Mas para mim, que costumo ler SS/HG, é quase hipocrisia dizer isso, né não?

Bjo, até semana que vem =D

 

Nota: 5

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Enviado por Carla Balsinha em 30/01/2012

Olá querida amiga!
Está espectacular o capítulo!Amei!!Amei!!Este Draco,está como eu o imagino....
Cá espero um novo episódio!
Beijocas
Carla Cascão

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Lolita Haze em 24/01/2012

Ain, bateu até uma deprê agora! Pelo menos a fic não está abandonada.

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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