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22. Capítulo 21


Fic: A new beginning


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 21


 


Assim que Renata recebeu alta do hospital, Matt aparatou com ela na casa da garota. Ela sentiu as costas contra a porta do apartamento. Sorriu. Sem dores. Já sentia a excitação de Matt. Havia tanto tempo que não estavam assim.


- Fiquei com medo que algo acontecesse com você... – ele disse, beijando-a. Os lábios percorrendo cada milímetro da pele dela. Aquilo a excitou. Puxou a camisa dele e depois abriu o botão da calça dele – Eu preciso te sentir – ele sussurrou no ouvido dela – Apenas para ter mais certeza que você está realmente aqui. Bem. E viva.


Renata arrepiou-se ao sentir uma leve mordiscada no pescoço, na orelha. Ele arrancou habilmente sua blusa. Desejo. Beijava o colo, os ombros. E Renata estava entregue. Com ele era assim. E o toque dele era mais possessivo do que das outras vezes e ela estava gostando daquilo. Muito.


Ele desfez o fecho do sutiã que foi largado em algum lugar. Sugou os seios dela, sentindo-os enrijecerem em seus lábios. Entre seus dentes.


- Matt...


Ele beijou-a. A morena desceu o zíper. A calça. Ele tirou os próprios sapatos. Terminou de tirar a calça e a chutou para o lado, com os pés. A boxer foi junto.


A mão dele pegava, apertava de forma forte a coxa dela. Renata levantou uma das pernas. Ele gemeu contra a boca dela. Segurou-a pelo bumbum, sentindo-a sob a saia. Ela impulsionou o corpo para cima e ele a sustentou contra a porta.


Não havia palavras gentis, mas nem por isso não havia intensidade. Paixão. Amor.


Ela já estava molhada. Apoiou-a ainda mais contra a porta, com a mão direita afastou a calcinha dela.


Ele repetiu novamente, de forma baixa. Rouca. Sensual:


- Eu preciso te sentir – e penetrou-a. Uma. Duas. Três vezes.


As unhas dela marcaram a pele dele. Mordia o próprio lábio. O lábio dele. Beijos. Carícias. O movimento era forte. Sexy. Os corpos suavam. Estava um dia quente. Ele não era delicado e Renata gostou e excitou-se de conhecer aquele lado dele.


O ápice do prazer veio rápido para eles. Ao mesmo tempo. Ele soltou Renata com delicadeza e ambos andaram cambaleantes até o sofá. Ele deitou e puxou ela para deitar ao seu lado. A cabeça em seu peito. Renata ouvia o coração dele bater de forma descompassada.


- Desculpe – Matt disse, de repente.


- Desculpe o quê? – Renata perguntou, apoiando-se delicadamente no peito dele e encarando-o.


- O jeito... Bem... O jeito meio... Sei lá... – ela riu ao vê-lo sem graça.


- Não se preocupe. Eu adorei de conhecer esse seu lado. Pode fazer isso mais vezes... Não vou me incomodar... – ela beijou a curva do pescoço dele – Agora... Podemos tomar um banho juntos e depois encontrar com seu irmão. Estou morrendo de saudades daquela criança!


- Se formos tomar banhos juntos – Matt disse levantando-se com ela e pegando-a novamente no colo – Você vai demorar um pouco mais para ver meu irmão!


Ambos riram e passaram um longo tempo embaixo do chuveiro...


---


Fred passou a mão pelos cabelos de Ártemis. Ela ainda ficaria mais um dia em observação.


- Quero ir logo para casa – ela disse, um pequeno bico – Cansei de ficar aqui...


- Falta pouco. Apenas um dia... – o ruivo observou a namorada por um tempo.


- O que você quer saber? – a bruxa perguntou, entrelaçando seus dedos aos dele.


- O que aconteceu quando eles te levaram.


- Ômega perguntou sobre os bilhetes. Eu menti dizendo que não tinha mandado outros. Ele lançou algumas maldições – ela respirou fundo – Falei que tinha mandado outro bilhete falando sobre ele querer liderar. Ômega ficou bravo. Queria saber se houve mais algum. Eu não diria que tinha uma varinha. Ele, então, rasgou minha blusa e apertou... Passou a mão pelo meu corpo. Disse para eu dizer a verdade. Eu falei que estava dizendo a verdade. Ele encostou o quadril em mim, se esfregou – Fred afastou-se da cama. A mão bagunçando nervosamente seus cabelos. Respirava pesadamente – Sigma nos separou. Foi a única vez que ouvi a voz dele.


- E o que ele disse? – Fred perguntou, reaproximando-se da cama.


- “Há limites”. Apenas isso...


- Se eu soubesse... Se eu soubesse desses detalhes... – ele disse, encarando os olhos castanhos.


- Você teria ignorado meu pedido?


- Não... Mas teria sido mais difícil eu mudar de ideia. – o casal se olhou – Eu só quero te proteger. Eu... Só é difícil para mim, pensar na mera possibilidade de perder mais alguém que eu amo e eu te amo tanto – Fred reclinou-se sobre a cama, fazendo com que os seus lábios encontrassem com os dela. Ártemis correspondeu ao beijo com urgência.


Logo, Fred estava na cama, ao lado dela. Sua mão puxando-a pela cintura.


- Ártemis... Não, não podemos... – ele disse quando a boca dela afastou-se da sua. Os beijos e mordidas da morena em seu pescoço – Vampirinha... – ele falou baixo – Pare com isso...


- Eu quero... Eu te quero tanto, Fred – a garota aproximou seu quadril do dele – Você não me quer?


- Isso é loucura... – o ruivo falou. Sua mão percorrendo o corpo dela – É claro que eu te quero... Sempre. – ela gemeu contra a pele dele. A mão dela foi até as costas dele, tocando-o por sob a blusa. – É loucura, Ártemis... Puta merda... Você está se recuperando... Estamos em um hospital... – a voz dele rouca. Estava cada mais excitado... Principalmente por tudo aquilo ser uma loucura.


- Me faça tua mais uma vez, Frederick – ao ouvir seu nome sendo dito de forma tão sensual, ele não aguentou. Beijou-a com possessão nos lábios. Tirou a própria blusa e subiu sobre ela, com cuidado. Apoiava o peso em seu braço.


- Nada sensual nessa roupa de hospital – ela disse, sorrindo de lado.


- Linda... Continua linda e sensual. Avisa se eu te machucar... – Ártemis colocou o indicador sobre os lábios dele.


- Você não vai me machucar... – eles beijaram-se com mais calma. As mãos dela deslizaram pelas costas dele até alcançar a barra da calça.


- Merda... – ele falou sentindo o membro pressionando o jeans. Levantou-se rapidamente. Retirou seus tênis, meia e puxou a calça junto com a cueca. A professora apoiou-se sobre os cotovelos, apreciando o corpo do namorado.


- Você poderia fazer um strip mais devagar, não? – ele riu do comentário e voltou a se deitar na cama ao lado dela.


- Você é completamente louca. Estamos em um hospital! – Fred esticou o braço e alcançou a varinha sobre o criado-mudo, lançando um feitiço silenciador e trancando a porta. Voltou a beijá-la. Puxou a camisola do hospital que ela usava e jogou-a num canto.


Viu que ela tinha pequenas marcas de corte, ainda curando. Beijou cada uma. O seio dela em sua mão. Apertando-o. Depois percorreu a lateral do corpo da namorada. Sentiu quando ela começou a tocá-lo. Gemeu alto. Seus dedos invadiram a intimidade já úmida de Ártemis. Foi a vez dela gemer, arfar contra a boca dele.


- Já fez isso? Fez amor em um hospital? – ela dizia enquanto o beijava - A tensão de que podemos ser pegos? – os beijos e mordidinhas percorriam os lábios dele, o maxilar – Que alguém vai bater na porta e teremos que nos separar? – Ártemis acelerou o movimento de sua mão – Ou teremos que agilizar nosso ritmo...?


- Ártemis... Por Merlin... – ele sussurrou – Não... Nunca fiz isso... Você está me deixando louco...  Caralho – ele subiu sobre ela novamente. Penetrou-a de uma vez. A mão dele percorreu a coxa da namorada. Logo as pernas dela o envolviam pela cintura. O movimento do quadril de ambos era forte. Rápido.


Ela fechou os olhos. Mordeu os próprios lábios.


- Não – ele exigiu – Olhe para mim – ela voltou a abrir os olhos. Seus castanhos fixos no azul. Uma onda de prazer voltou a passar pelo ruivo ao ver luxuria e paixão naquela imensidão marrom.


- Eu te amo – ela disse. A fala entrecortada. Fred beijou-a. Intensificou seus movimentos, então se separou milímetros ao sentir que ela estava quase gozando. Queria ver cada detalhe no rosto da garota. Então, Ártemis gritou. Sem se conter. Ele seguiu pelo mesmo caminho instantes depois.


- Eu também te amo... Muito... – ele beijou a testa de Ártemis e saiu de dentro dela. Ajeitou-se na cama, puxando-a para seu peito. Jogou o leve lençol do hospital sobre o corpo deles. Minutos depois, ambos adormeceram.


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Ambos riram e passaram um longo tempo embaixo do chuveiro...


Assim que aparataram na casa Danny pulou no colo de Renata. Ela o abraçou com força, enchendo o rosto dele de beijo. Desde o sequestro que não se viam. Quatro longos dias. Os últimos dias de aula foram cancelados.


- Rê! Eu te amo tanto, Rê – o menino disse no colo dela. Matt observava os dois, sorrindo.


- Eu também, Danny... Mas está tudo bem... Tudo vai ficar bem – ela disse. Matthew havia contado que ele estava com dificuldades para dormir e acordava chorando. Ela mesma tinha seus pesadelos desde que toda a loucura acabara.


 Aguardariam pelo julgamento dos envolvidos e teriam que ser testemunhas. Havia um advogado lidando com o testamento de Lauren Hill. A morte tinha sido um peso grande para todos os professores da escola, especialmente Renata e Ártemis.


- E Ártemis? – o menino perguntou. Renata respirou fundo.


- Ela ainda vai ficar mais um dia no St. Mungus. Quando ela voltar para casa marcamos de você vê-la, ok?


- Oba! – ele exclamou. Renata o colocou no chão e Matt foi até os dois.


- Preparado para um dia de muita besteira? Repleto de hambúrgueres, batata-frita, Milk shake e pipoca?


- SIM!!! – Rênata exclamou animada, Matti riu e virou os olhos.


- Eu estava falando com Danny – o menino riu da animação da Renata.


- Eu também estou preparado! E quero meu Milk shake de chocolate! – ele disse com a mão na cintura.


- Claro que será de chocolate – Renata falou, bagunçando o cabelo dele – O verdadeiro milk shake!


- Sem dúvida! – Matt concordou – Vamos escolher o primeiro filme?


- Podíamos ver a série dos Cavaleiros do Zodíaco... – Renata sugeriu. Danny gritou em aprovação e saiu correndo. Voltou trazendo seu boneco Yoga e alguns filmes. Matt sorriu divertido ao ver a namorada e o irmão tão animados. Espelharam diversos colchões e almofadas pelo sofá e começaram a pequena sessão de cinema.


---


- Fred... Fred... – o ruivo acordou, um tanto perdido. Ártemis ainda dormindo sobre seu peito, de barriga para baixo.  


- Bill?


- Novo tratamento? – ele perguntou sorrindo maliciosamente – Bela tatuagem que ela tem... – comentou observando as costas da namorada do irmão. Fred franziu o cenho.


- Cale a boca, Willian – o outro ria divertido, enquanto Fred voltava a subir o lençol que cobria a morena da cintura para baixo, levemente irritado pelo comentário.


- Sorte que cheguei antes que alguém do Hospital... Encontrei a porta trancada, mas achei melhor verificar se estava tudo bem... Parece que sim... Nunca transei em um hospital... Como foi? – ele perguntou, cruzando os braços. Segurava a risada. Fred virou os olhos.


- Não vou falar como foi – ele falou em voz baixa, ela dormia pesadamente – Vire-se para que eu possa levantar.


- Eu já cansei de ver você pelado, Fred – continuou provocando.


- Deixa de ser chato, Bill! Você me entendeu! Não tem como eu levantar sem mexer em Ártemis e ela você não viu pelada e nem verá – Bill riu da irritação do irmão e virou-se.


Sem dúvida ela estava exausta, Fred saiu debaixo dela devagar. Ajeitou-a sobre o travesseiro e voltou a cobri-la. Ela mexeu-se e soltou um murmúrio incompreensível, mas não acordou. Fred vestiu sua boxer e falou que Bill podia se virar.


- Como ela está? – ele perguntou, enquanto o irmão se vestia – Bem a julgar como passaram a manhã...


- O que é isso? Convivendo muito com o Malfoy? – Fred foi até o banheiro e Bill o seguiu. O irmão mais novo jogou água no rosto, pegou uma escova de dentes que deixava lá desde a internação da namorada e começou a fazer sua higiene.


Bill encostou-se ao batente da porta. Conversavam em voz baixa.


- Mamãe quer conhecer Ártemis – Fred continuou escovando os dentes – Quer organizar um almoço lá em casa. Chamar Rony...


- Quando?


- Quando ela estiver bem, Fred. Mamãe... Mamãe ficou preocupa com esse sequestro. Com você... As últimas vezes que ela te viu, no entanto, notou sua felicidade... Ela quer conhecer a garota responsável por isso.


- Vou marcar um dia com Ártemis e te falo – ele disse após cuspir a espuma e enxaguar a boca.


- Passe em casa mais tarde... – Bill pediu.


- Só saio daqui quando ela sair.


- Fred,... – Bill começou a falar, mas o irmão o interrompeu.


- Por favor. Eu estou bem. Eu... – ele olhou sobre o ombro de Bill, que acompanhou o olhar do irmão – Eu estou bem, só preciso me certificar que ela esteja bem. – Fred encarou os olhos do irmão – Ela não participou como nós da batalha. Ela é professora de uma escola infantil, Bill! Não tem o treinamento que eu tive ou Fleur. Ou mesmo Hermione... Ela foi torturada, foi... – Fred soltou o ar com força e abaixou ainda mais a voz – foi tocada de uma forma... Minha vontade é arrancar a mão daquele filho da puta, arrancar... – ele mordeu os lábios.


- Ela não é tão frágil quanto pensa – Bill disse.


- Fred? – eles ouviram. O ruivo chamado passou pelo irmão. – Oh, Bill! – ela corou na hora, escondendo-se ainda mais sob as cobertas. – Eu... Eu... – Fred sorriu de lado. Achou-a ainda mais linda com o rosto levemente avermelhado.


- Bill veio ver como você está e já está indo embora...


- Claro – ele sorriu de lado – Fico feliz de saber que está bem – ele deu um beijo fraternal da testa dela. Abriu a porta, mas antes de sair falou – Bela tatuagem... ainda não tinha conseguido ver com tantos... detalhes...


- Vá a merda, Bill! – Fred xingou enquanto o irmão saía rapidamente, fechando a porta atrás de si.


---


Danny tinha um prato cheio de batata-frita e catchup. Estava sentado e olhava atentamente ao desenho. Mais próximo à televisão que o casal. Assim como seu irmão, Matt também comia sua batata com catchup. Renata alternava entre comer uma batata e dar outra na boca do namorado.


O copo de Milk-shake de Matt tinha acabado.


- Me dá um gole – ele pediu à Renata.


- Não... Esse é meu – a morena falou, teimosamente. O loiro rolou os olhos.


- O que custa? Um gole, Rê! Já já eu preparo mais... – ela pegou mais uma batata.


- Não...


- Shiu! Vocês estão atrapalhando – Danny brigou. O casal se entreolhou, divertido. Renata tomou sua bebida vagarosamente – Quero mais Milk shake – o menino pediu depois de um tempo.


- Pode pegar mais...  Não perco esse desenho por nada – Renata falou, cutucando Matt. Já deixando claro que não iria até a cozinha fazer mais. O loiro rolou os olhos e levantou-se. Minutos depois voltou com mais Milk shake para todos, mas fez questão de servir Renata por último. Colocando um pouco a menos no copo. A expressão no rosto dela era impagável. Reid riu e completou o copo, com certo receio de ser azarado.


Outro episódio começara. Matthew sorriu e aproximou-se mais de Renata, passando a mão por cima do seu ombro. Ela lançou-lhe um breve sorriso e voltou sua atenção ao desenho.  


- Não perde esse desenho por nada, hein? – Matt repetiu a pergunta dela. A voz baixa. Renata apenas mexeu a cabeça, sua atenção no desenho. Então sentiu a mão descendo pelo ombro até alcançar seu seio.


- Pare! – ela disse, os olhos fechando rapidamente.


Ele sorriu marotamente e tirou o braço de cima do ombro e repousou sobre a coxa dela. subindo vagarosamente.


- Matthew... – ela avisou, sabendo muito bem o caminho que aquela mão faria. O loiro a olhou  e ela fez um gesto para Danny, que estava absorto no episódio. Ele sorriu de lado. A mão subindo um pouco mais. Os dedos roçando a virilha dela.


Sabia que Danny não veria nada. A sala estava escura. Apenas a iluminação da televisão. O toque dele era provocante. Renata mordeu os próprios lábios. Era um toque sutil e mesmo assim extremamente sensual. Ela soltou o ar que nem percebeu que tinha prendido. Matt aproximou-se dela ainda mais.


A respiração quente dele em sua orelha. Definitivamente ela estava perdendo o desenho. E não se importava nem um pouco com isso. Os lábios dele passaram levemente por sua pele. Os lábios que ainda estavam levemente frios por causa da bebida. A língua quente. Um contraste forte. Sentiu-se ficar cada vez mais úmida.


- Matthew – ela pediu mais uma vez.


- Que foi? Não foi você quem disse que não perderia o desenho por nada?


- Shiu vocês dois! Serão expulsos da sessão de cinema! – Danny falou, inocentemente. – Renata corou e Matthew riu gostosamente depois falou em voz baixa:


- Seria expulso só pelo o que estou fazendo – o dedo médio dele passeando pela intimidade dela por fora da calça – e pelo o que estou pensando em fazer...


Dizendo isso, afastou rapidamente. Apoiando os braços atrás da cabeça e reclinando-se. Renata precisou de alguns longos minutos para se recompor.


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Anoiteceu e Fred observava a namorada dormindo. Na manhã seguinte ela receberia alta. Suspirou aliviado. Tinha tudo dado certo. Ainda precisava se convencer disso. E só se convencia quando a tinha ali, perto de si. Segura.


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- Eu achei que fosse te perder. De novo. – Draco falou, puxando Hermione para si. Eles estavam terminando de arrumar a mesa para o jantar.


- Draco – ela sorriu – deu tudo certo!


- Um deles quase  te matou... Devo ao Reid...


- Um civil – ela disse, de forma debochada e irônica. Uma ironia aprendida com Draco.


- Sim... Um civil – ele sorriu de lado. Hermione reparando na covinha dele. Passou o dedo pela pele alva.


- Nossa vida é sempre cheia de emoções... – deu de ombros – O que podemos fazer?


- Continuar vivendo perigosamente... Só que em breve vamos nos casar... – ele deu um beijo nos lábios dela – Depois teremos uma linda criança que terão esses cachos rebeldes – Hermione sorriu e recebeu outro beijo – E, pelo menos enquanto estiver grávida... Você vai ficar bem longe de emoções.


Hermione riu sonoramente, assentiu, concordando e beijou com paixão. Amaram-se sobre a mesa, esquecendo temporariamente do jantar...



 



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N.A.: Ahhh a fic está chegando ao final... E as coisas estão se acalmando...

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Comentários: 1

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Enviado por Júlia rodrigues valente em 23/06/2012

Esperei por uma atualização e nada. Ai quando entro na FeB vejo três novos capítulos, quer coisa melhor do que isso. rs. ótimo o desfecho do sequestro, só não gostei de terem torturado a pobre Artemis :(
E esse ultimo capítulo, quente não é mesmo rs. Espero que não de um fim a essa fic muito logo... ela é muito envolvente tal como a UNC foi.  

Nota: 1

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