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4. Capítulo IV


Fic: Um Preço Alto Demais HHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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— O que você acha Hermione? — Harry perguntou, dez minutos antes do páreo principal. - Big Brutus conseguirá vencer?
Eles observavam a volta de apresentação, enquanto os tratadores conduziam os animais em círculos. Tonks permanecia na grama central, dando as últimas instruções, com a competência profissional de uma excelente treinadora.
— Vamos lá, dê-me a sua opinião de expert.
Hermione ficou impressionada com a aparência atual de Big Brutus. Ele não deixava dúvidas de que se tratava de um puro-sangue de ótima linhagem. Os ângulos estranhos de potro foram substituídos por músculos fortes. A superioridade em seu olhar denotava um bom cavalo de corrida. Jane sempre tivera fé em Big Brutus e ela era uma grande entendida em cavalos.
— Ele realmente está com excelente aspecto. Vale uma aposta no azarão. — O cavalo pagava doze por um.
— Hum. — Harry pegou a carteira. — Aposta única?
— Isso é para as velhinhas — Hermione zombou. — Melhor pôr seu dinheiro em um placê.
— Deus ajude o homem que demonstrar fraqueza à sua frente! — ele retrucou. — Espere aí. Volto logo.
Harry contou várias notas antes de sair. Hermione esperava que ele não apostasse demais em Big Brutus. Ele não podia se permitir tal coisa.
Hermione não era uma jogadora. Emocionava-se quando um cavalo originário de Grangerwinds corria com aposta ou sem ela.
Não precisava de nenhuma carga extra de adrenalina. Ver seus animais disputarem era uma excitação mais do que suficiente. Vê-los ganhar, uma alegria suprema.
Se a menos sua mãe estivesse presente, para compartilhar da euforia. "Caso" Big Brutus vencesse.
— Mamãe — ela murmurou, com os olhos para o céu —, se você estiver espiando aí de cima, peça uma pequena ajuda ao Senhor. Pequena não, grande. Big Brutus está aqui. Como sabe, ele nunca teve um bom desempenho.
Tonks não deveria dar tantas esperanças às pessoas, Hermione refletiu.
Harry voltou e conduziu-a a tribuna para ver a corrida. O prêmio de Brutus subira de modo alarmante. Seis por um.
— Meu Deus, quanto dinheiro você apostou? — Hermione perguntou, enquanto eles se espremiam em um lugar próximo à linha de chegada.
— Nada além do que posso permitir-me.
— Tudo bem. Mas e se ele não ganhar? Segunda-feira você vai para a fila da sopa?
— Mas você disse que ele venceria.
— Eu não disse tal coisa! Eu falei que ele estava com ótimo aspecto. Se quiser perder o resto de suas economias em uma corrida, o problema é seu.
— Certo.
Harry não ficaria tão calmo, quando Big Brutus estivesse na pista, Hermione pensou, sentindo-se culpada, apesar de tudo.
— Foi dada a largada! — ela gritou, junto com o locutor de turfe.
Não era um grupo grande. Apenas dez animais. Big Brutus ficou para trás logo no início e Hermione conteve um gemido de desalento. Apesar de ali ser Randwick, onde cavalos podiam ultrapassar na reta final e Big Brutus ser um animal de resistência, Hermione ficou apreensiva.
Na metade do percurso, na reta posterior, Big Brutos ainda continuava para trás. Os animais dianteiros, devido ao galope enérgico, já aparentavam cansaço. Big Brutus parecia praticar uma corrida normal.
— Mexa-se, brutamonte horroroso! — ela gritou impaciente.
— Você está falando com o cavalo ou com o jóquei? — Harry resmungou.
Ela mal o olhou. Aquela não era hora para brincadeiras.
— Leve-o mais para frente! — Hermione comandou, com as mãos em concha ao redor da boca, como se pudesse ser ouvida a oitocentos metros de distância.
— Agora, é mesmo com o jóquei — Harry comentou, com o binóculo colado nos olhos.
— É o seu dinheiro que está saindo pelo esgoto — ela avisou.
No mesmo instante, Harry largou o instrumento óptico e também começou a berrar ordens.
Ambos ficaram em silêncio, quando o grupo alcançou a reta final e Big Brutus ficou sozinho no meio da pista. Nisso, ele aumentou o comprimento das pernadas e começou a devorar rapidamente o trecho restante.
— O "brutamonte horroroso" vai ganhar! — Harry afirmou, espantado. — Tonks estava certa!
Hermione foi acordada do estado de choque e começou a pular.
— Anda menino, anda! Vai! Vai! Vai!
Big Brutus já liderava o grupo com uma vantagem de dez corpos e esticou o pescoço, ao passar o disco final, como faziam os bons cavalos de raça. Hermione atirou-se nos braços de Harry.
— Ele ganhou! Ele ganhou!
— Com certeza. — Harry não fez nenhum esforço para soltar-se.
— Você deve ter ganhado uma bolada! — Hermione exclamou.
— E das grandes. Eu lhe asseguro que o bookmaker é que vai entrar na fila da sopa depois de pagar-me.
— Fantástico! Tonks, você ouviu? Harry ganhou uma fortuna com Big Brutus!
Tonks não ouviu nada. Estava ocupada demais abraçando todos os que estavam a seu alcance.
Hermione deu-se conta de que Cho deveria estar observando toda a agitação festiva, de algum lugar da tribuna lotada. Sem hesitar, levantou-se na ponta dos pés e beijou Harry na boca.
Ela imaginou que ele fosse empurrá-la, mas aconteceu exatamente o contrário. Ele agarrou-a e beijou-a com uma intensidade incrível. Hermione esqueceu-se de tudo, exceto dos lábios contra os dela, da língua que lhe investigava o interior da boca e das mãos que queimavam, mesmo através da roupa.
Harry a soltou, fitou-a com olhos sorridentes e tornou a abraçá-la. Ela não pôde resistir.
— Cuidado com o está fazendo, Hermione Granger — ele sussurrou-lhe ao ouvido. — Poderá arrepender-se.
Tonks bateu no ombro de Harry.
— Detesto interrompê-los. — Tonks fitou a amiga de revés. — Mas está na hora de ir buscar Big Brutus. Gostaria de fazer as honras, Hermione?
Hermione saiu da ansiedade incomum em que se encontrava e congratulou-se com Tonks, feliz por voltar a si.
A Hermione, não agradava o fato de um homem perceber que a levara a perder o controle. Ela gostava de comandar, em todos os sentidos, inclusive em sua vida sexual.
— Já imaginaram?! — Tonks comentou, enquanto desciam os degraus. — E quando for o Grande Prêmio de Melbourne?
Hermione admirou o otimismo de Tonks. Mas sabia que a partir daquele dia, respeitaria ainda mais as opiniões daquela mulher. Mas o maior prêmio da Austrália, de mais de três mil e duzentos metros, era um passo muito acima do troféu comum daquele dia.
— Mas você o inscreveu? — Hermione perguntou.
— Sua mãe o fez.
— Oh, Deus, era bem dela fazer isso!
— Sua mãe sabia o que estava fazendo. O cavalo tem boa chance. E uma corrida de handicap, lembra-se? Big Brutus correrá com um peso baixo. Claro, ele terá de vencer uma das disputas de qualificação para assegurar um lugar na raia de partida. Mas ele conseguirá isso facilmente, depois de hoje.
— Por Deus, não diga essas coisas na frente de Harry! — Hermione exclamou. — Ou ele fará de Big Brutus o favorito da próxima vez! Ou ainda poderá ficar tentado a apostar naqueles ridículos azarões inscritos meses antes!
A grande disputa seria realizada dali a três meses, na primeira terça-feira de novembro. Um tempo enorme, em se tratando de corridas de cavalos. Milhões de coisas poderiam acontecer até lá.
E ainda havia o páreo em si. Vinte dos melhores cavalos de resistência do mundo disputariam o maior prêmio em dinheiro nas corridas de cavalo da Austrália. Os proprietários faziam o impossível e os jóqueis tornavam-se mais destemidos e cruéis do que o normal.
— Tonks, diga ao Harry para ele não desperdiçar o lucro — Hermione avisou. — Peça-lhe para ver como tudo se desenrola.
— Enquanto Harry estiver pagando os honorários de treinamento de Big Brutus, eu lhe direi a verdade. Esse cavalo tem uma grande chance em Melbourne, Harry. Pode acreditar. E eu o levarei até o disco. Não há melhor uso para seu dinheiro.
Hermione revirou os olhos e Harry escondeu uma risada.
Assim que eles chegaram ao rés-do-chão, um homem alto e calvo, de microfone em punho, agarrou Tonks para uma entrevista ao vivo, destinada à televisão.
Hermione apressou-se a conduzir Big Brutus de volta ao portão número um. Acariciou-lhe o pescoço suado e murmurou palavras de carinho, antes mesmo de cumprimentar o jóquei por seu desempenho brilhante.
— Apenas segui as instruções — o cavaleiro comentou. —Quando ele decolou, acho que eu estava mais leve de que uma pena. Nunca fiz isso antes. Agora que ele se soltou, tenho fé que será um sucesso. Ficarei muito feliz de montá-lo novamente, não importa em que páreo.
— O que o jóquei lhe disse? — Harry perguntou, assim que ela voltou.
— Ele quer montar Big Brutus, não importando o páreo em que estiver inscrito.
— E o que "você" acha?
— Que você beija muito bem. — Hermione pretendia mostrar indiferença.
— Você é incorrigível, sabia? — ele riu.
— Agnes dizia-me a mesma coisa, quase todos os dias.
— Quem é Agnes?
— A governanta de Grangerwinds e quem me ajudou a nascer. Mamãe contratou-a, quando estava grávida, pois Agnes era uma boa parteira e minha mãe não queria saber de homens. Ela ajudou a criar-me. Mas perdeu as esperanças quando eu estava com sete anos. Ela dizia que eu me tornara irracional.
— Mulher inteligente, essa Agnes.
— É mesmo?
— Bem, você demonstra uma falta de disciplina e autocontrole bastante sérios. Um dia alguém terá de refreá-la.
— Hum. Que maldade... Gostaria de ser o voluntário?
— Acho que já lhe avisei para não me provocar.
— Só que foi a sua língua que entrou na minha boca e não o contrário — Hermione ironizou.
— E você não gostou? — Harry perguntou.
— E por acaso isso é crime?
— Não. É uma tentação dos infernos — ele resmungou.
— Pare de caçoar. A devoradora de homens está a caminho da apresentação.
— "Devoradora de homens"?
— Um bom nome para ela, não é mesmo?
Ele deu uma risada amarga.
— Pode até ser. Mas também devo acrescentar que você não fica atrás, em matéria de sedução.
— Quem? Eu? — Ela pestanejou. — Sou uma pobre jovem do campo, que tenta conservar a cabeça no lugar, na companhia de um homem da cidade, bonito e sofisticado.
— Será mesmo, doçura? Você poderia devorar esse cidadão no café da manhã, cuspi-lo na hora do almoço antes de sair a cavalo, sem ao menos olhar para trás.
— Acha mesmo?
— Eu sei doçura. Sempre tive atração por mulheres decididas, francas e independentes, portanto, não precisa bajular-me. Agora, encontre o seu melhor sorriso de sereia e vamos enfrentar Cho.
Harry passou-lhe a mão na cintura e levou-a até onde estavam sendo feitos os preparativos para a premiação, em frente à tribuna de honra. Três belíssimos troféus estavam em exposição, confeccionados em prata e cristal. Um maior para os proprietários, duas réplicas menores para o treinador e o jóquei.
Dessa vez, Hermione aborreceu-se por posar como namorada de Harry. Uma coisa era admirar-lhe o físico à distância. Outra era ser enlaçada por ele e sentir os músculos rijos de encontro aos seus.
As coxas longas e fortes. O braço quente e os dedos firmes que começavam a acariciar-lhe os quadris, enquanto o patrocinador discursava.
A cada toque, ela experimentava sensações eletrizantes, que lhe aqueciam o sangue e aumentavam sua preocupação pela facilidade com que Harry a dominava. Dessa vez ele não a beijava, apenas a acariciava levemente. Nenhum homem a fizera sentir-se dessa maneira e ela não saberia dizer se isso a agradava ou não.
Se Cho não estivesse tão perto, teria se desvencilhado dele e posto um fim naquela situação. Mas o ciúme que via naqueles olhos escuros, fez com que Hermione permanecesse imóvel e sorrisse com adoração, todas as vezes que Harry a fitava.
Quando a cerimônia terminou, ela desculpou-se e foi até o toalete mais próximo. Precisava ficar alguns minutos sozinha. Para recompor-se e pensar.
Quando saiu do banheiro, surpreendeu-se ao encontrar Cho encostada no toucador, esperando por ela. Era estranho que o lugar estivesse vazio, com tantas pessoas no hipódromo.
— Queria apenas dizer-lhe algumas coisas, mocinha presunçosa — Cho anunciou, com fúria. — Harry Potter não a ama e nunca a amará. Quando estiver em seus braços e comprovar que amante excelente ele é, lembre-se apenas de que ele estará pensando em mim, enquanto faz amor com você. Em Cho, o amor de sua vida.
Ou a mulher era louca ou falava a verdade, Hermione deduziu o óbvio, infelizmente, as palavras dela soavam verdadeiras. E tomou a única atitude cabível naquelas circunstâncias. Partiu para o ataque.
— De que planeta você veio? Amor de sua vida? Isso é uma piada. Harry a despreza. Você faz parte do passado. Pode tratar de sair daqui e voltar para o seu marido geriátrico. E quando estiver deitada nos braços velhos e cansados dele, lembre-se de que Harry "não" estará pensando na sua augusta pessoa. Quando estou por perto, minha querida, nenhum homem consegue pensar em mais nada. Pode ter certeza disso.
A pantera estreitou os olhos.
— Não sou a única que está enganada por aqui. Não há dúvida de que Harry alimentou-a com um prato cheio de mentiras, para sua própria conveniência. Mas pode acreditar Harry ainda é louco por mim. Você não passa de uma substituta de segunda classe. Posso trazê-lo de volta com um... — ela estalou os dedos — na hora em que eu quiser.
— Prove — Hermione desafiou cada vez mais irada. — Vá lá fora e traga-o de volta. Agora. Eu a desafio a tentar.
— Muito bem. Presumo que vai encontrar-se com ele esta noite, já que são inseparáveis.
— Claro — Hermione mentiu.
— Pois então ele dará uma desculpa para não vê-la.
— E por quê?
— Por que ele estará comigo.
— Eu não acredito.
— Você verá.
A deusa virou-se, destrancou a porta e saiu, levando sua imponência. Hermione percebeu o aviso "Interditado para limpeza" balançando no trinco do lado de fora.
O instinto de sobrevivência aconselhou Hermione a afastar-se de Harry Potter. Ele estava em perigo. E dos grandes. E ela não precisava de mais um problema na vida.
Ao mesmo tempo, não podia permitir que aquela criatura horrorosa a insultasse, pensou, lavando as mãos por mais tempo de que o necessário.
Não havia nada de "segunda classe" em sua maestria na cama! Fizera muitos homens perderem a cabeça por isso! O que a fez raciocinar que, dessa vez, era ela quem perdia a cabeça.
Sua mãe sempre a advertira sobre o poder de alguns homens que fazia mulheres inteligentes e dotadas de independência transformarem-se em fantoches e escravas sexuais sem vontade.
Hermione absorvera bem o aviso. Não só por que seu próprio pai transformara a forte Jane em uma mulher que odiava os homens, mas também por que já vira muitas garotas reduzidas a nada por certos tipos de rapazes. E várias delas haviam ficado grávidas dos mesmos.
Todas diziam ter-se apaixonado, como se isso fosse uma desculpa. Pelo menos com sua mãe fora diferente isso. Sabia muito bem o que a levara para a cama do cigano. Hermione também não acreditava que o amor tivesse feito às meninas perderem o juízo. Tratava-se apenas um desejo incontrolável.
Hermione conhecia bem o desejo baseado em estrógenos. Mas o "incontrolável" era outro assunto, algo que ela nunca pensara enfrentar ou alimentar. Harry enganava-se em achar que ela não possuía disciplina ou autocontrole. Afinal, era extremamente rigorosa na condução de sua vida ainda mais quando se tratava de relacionamentos com homens. Ela nunca perdia a razão.
Mas naquela altura dos acontecimentos, Hermione experimentava sensações novas, excitantes e sedutoras. Como seria render-se aos encantos de um homem, pelo menos uma vez?
Ela poderia enfrentar uma noite de paixão sem freios e não perder-se depois? Retomar o juízo com o raiar do dia e o arrefecimento do calor?
Hermione enxugou as mãos e olhou-se no espelho. A jovem que a fitava de frente não era diferente daquela que estava acostumada a ver. Mas por que estava corada? Seria conseqüência da discussão com Cho?
Lembrar-se da outra fez Hermione chegar a uma conclusão.
Decidiu que aquela mulher não iria pôr as garras em Harry novamente! De jeito nenhum!
Com expressão decidida, ela saiu do toalete. Nem sequer parou para pensar que estava indo ao encontro de mais um grande problema.

----->Aiai... o capítulo três é muuuuuito curtinho então postei o quatro também pra compensar. Mais comentem que senão essa moleza não vem de novo. A partir de agora a fic começa a ficar mais interessante. =D <-----

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