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9. Hermione está mudada


Fic: 7 coisas que odeio na doninha


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Vários dias se passaram, e já era Janeiro, e esses dias, Hermione e Córmaco passavam praticamente inteiros, juntos. Hermione não queria que se repetisse igual da última vez, de deixar de lado Harry e Rony, então fazia o possível para que tivesse tempo para os três. Adorava ficar perto de todos, isso a fazia muito bem. Mas o que ela não percebia é que tinha uma pessoa que não estava nada satisfeita com isso. Era Draco. Ele se pegava, todos os dias, lembrando-se das coisas que passou com Hermione, todos esses anos. Ele se odiava tanto por ter demorado tanto tempo para contar que a amava. Se ao menos tivesse contado antes, como ela disse, talvez mudasse alguma coisa, talvez eles estivessem felizes juntos hoje. Mas como foi tão estúpido para contar, agora estava sozinho.
Lembrou então da última coisa que conversou com Hermione, e ficou mais triste ainda, se era possível. E depois de observá-la tanto tempo, ele percebera que ela não precisaria mais dele, já que agora passa a maior parte do tempo com Córmaco. Será que ela iria se vingar novamente, ou será que ela só está com ele por que quer? Essas duas perguntas ficaram martelando em sua cabeça vários dias, e como não aguentava mais, foi saber a verdade. Foi até o Lago Negro, porque era onde ela sempre ficava, e acertou, ela estava lá encostada na mesma árvore, na mesma posição e com um livro em seu colo, e o melhor, estava sozinha. Foi até lá e sentou-se ao seu lado.
- Não aguenta ficar sem ser xingado por mim um dia sequer Malfoy? – ela já começou a conversa sendo seca.
- Até que eu aguento Granger! – a última palavra foi dita secamente – mas é que eu preciso te perguntar uma coisa.
- Como não quero ser indelicada com você, e esbanjar minha meiguice – se virou para ele com cara de inocência – pergunte Malfoy.
- Está armando uma vingança novamente? – ele disse rápido, na lata, e ela riu, em deboche.
- E se eu estiver? O que tem a ver com isso? – o desafiou.
- Está ou não está?
- Não. – e se virou para o livro.
- Então por que está com McLaggen?
- Ao contrário de você Malfoy, não preciso de um motivo maligno para conversar com alguém, ou ser amiga – disse sem tirar os olhos do livro – e não estou com ele. Ele é só um amigo, com quem eu gosto de conversar.
- Ele deve se sentir tão usado por você – desdenhou – primeiro o chama pra uma vingança, por minha causa, depois dá um pé na bunda, e agora fica com ele de novo – riu em seco. A garota virou-se revoltada.
- O que você quer? – disse mais brava ainda.
- Você! – o garoto disse simplesmente, viu que Hermione ficara corada e sorriu. Ela imediatamente virou o rosto.
- Sinto de decepcionar Malfoy, mas não pode me ter! – e se levantou para ir embora. Foi correndo para a Sala Precisa, adentrou-a, pegou um pergaminho, tinteiro e pena, que sempre andava, e começou a escrever.
 “Estou escrevendo isso somente para me acalmar. Estou no meio da Sala Precisa, sozinha, porque preciso estar. Um mês inteiro consegui pensar um pouco menos no Malfoy, devido ao Córmaco, Harry e Rony, porque depois de todos os erros que eu cometi, ficaram do meu lado, sem me questionar, somente me ajudando. Mas ai chega u santo dia que o desgraçado senta do meu lado, e na cara dura diz que me quer. Eu devo ter jogado pedras em Merlin em uma vida passada, bem lá atrás mesmo, porque essas coisas sempre me aconteceram. Por que Malfoy tem que sempre fazer isso? Eu já estava conseguindo esquecê-lo de vez, ou pelo menos achava isso, mas i ele sempre tem que fazer eu me sentir uma boba”
Hermione parou de escrever, pois não conseguia mais enxergar devido às grossas lágrimas que embaçavam seus olhos castanhos. Deixou-as cair, e uma foi diretamente ao pergaminho, na palavra “Malfoy”, enxugou-as, depressa, pegou a pena, mergulhou novamente no tinteiro e retomou sua escrita.
 “E agora eu estou chorando por causa daquele maldito sonserino. Eu o amo, mas não posso admitir. A guerra já está próxima, todos dizem, e eu quero participar dela. Meu melhor amigo é o alvo, e quero protegê-lo com minha vida, e ele não entende, também, sonserinos não amam, mas a burra aqui tinha que se apaixonar justamente por um sanguinário, e que ainda odeia nascidos trouxas. Nem pra me apaixonar por Córmaco. Ele que sempre foi legal, gentil, carinhoso e fofo comigo, mas não, eu sou uma perfeita sado masoquista, gosto de sofrer, de chorar, de morrer por amor, por um desgraçado qualquer, e seria tão fácil com o Córmaco, porque eu sei que ele gosta de mim, eu sinto isso, mesmo ele jurando de pé junto que só gosta de mim como amigo, queria tanto sentir isso por ele. Mas sempre tem a pessoa que estraga tudo, não é mesmo? Eu deveria me matar, pro mundo ser um pouco melhor, pra que esse sofrimento acabasse logo”
Ela parou novamente de escrever, pegou umas almofadas que estavam perto dela, juntou-as, pôs a cabeça sobre elas e adormeceu. Enquanto dormia, se debatia, virava de um lado para o outro, gritava por Harry, Rony, Córmaco e Draco, os quatro homens de sua vida. Sonhava que estava correndo perto de Córmaco, para encontro de Harry e Rony, e Draco estava atrás deles, tentando matá-los. Por fim gritou tanto que acordou assustada e ofegante, juntou os joelhos à cabeça, e começou a chorar. Ela não queria mais isso, era tudo tão confuso. Ela sempre pensou que iria ser tudo igual, desde o primeiro ano, só eles três, Harry, Rony e ela, só “combatendo” Voldemort, mas ai teve que chegar Draco, e estragar  tudo, não era justo com ela, não mesmo, ela só queria ser normal, mas mesmo assim no mundo mágico ela não era, começando por ser nascida trouxa, e depois por ser a melhor da turma, sempre, mas mesmo agora ela não estava assim, não estudava como antigamente, não ia a biblioteca todos os dias, só ficava pensando e pensando demais, não estava mais ganhando pontos pra Grifinória, ela estava ficando vagabunda, como ela mesmo pensou.
Abruptamente levantou a cabeça e disse:
- É isso que ele tá tentando fazer comigo, me deixar pra baixo. Mas ele não vai conseguir mesmo, vou dar a volta por cima. Ah se vou. E ele vai se ver comigo. Eu não posso deixar ele me comandar, ele que deve ser comandado por mim. Aquele projeto de Comensal não vai mais me deixar pra baixo, me deixar chorando pelos cantos.
E se levantou, rapidamente, enxugou as lágrimas de seu rosto, pegou sua mochila, colocou-a em suas costas, e saiu da Sala Precisa. Já era de noite, ela ficara lá o dia todo. Deviam estar muito preocupados com ela. Mas não importava, tinha que resolver isso logo. Saiu correndo atrás de Draco pela escola toda, por ele ser monitor, e já passava das dez, ele deveria estar monitorando. Então, no quinto andar viu ele, todo pomposo, andando, pensando ser o melhor de todos. Foi pelo outro lado, e entrou em uma sala vazia, a qualquer momento ele passaria por ela. E então, depois de alguns segundos ele passou, assobiando. Então ela pegou sua camisa, e puxou-o para a sala. Com a mão ainda agarrada na camisa, empurrou-o até a parede, até ele bater as costas, e fazer um barulho que deu eco, por conta da sala ser grande e estar vazia, e ficou bem próxima a ele.
- Se quisesse algo mais selvagem era só me falar, não precisava ter me machucado assim – disse brincando e começou a se aproximar dela. Ela sorriu irônica, e o afastou novamente.
- Eu só fiz isso pra te alertar. Se você pensar que fazendo tudo aquilo comigo vai fazer com que eu me derreta por você, igual essas putinhas ai, pode repensar, porque eu nunca vou gostar de você. Eu já esqueci o sentimento que eu tinha por você, e você já nem existe mais pra mim. Pode ir esquecendo tudo que você quer comigo, se você ME quer, porque você não vai ter nada de mim, nunca terá, entendeu bem, MALFOY? – disse tudo bem rápido, e a cada palavra Draco ficava ainda mais boquiaberto. Nunca imaginou que aquela menininha indefesa, que se ofendia por qualquer coisa se tornaria essa mulher linda e corajosa.
- Eu... ah...E-eu não... Eu não sei do que... hm... você tá falando.
- Não se faça de idiota, Malfoy. Você só faz tudo isso, só brinca comigo, fala que me ama, me estressa e tudo mais, só porque não consegue ficar comigo, essa é sua vingancinha com as garotas que não consegue pegar? Já não pega demais? Ainda tem que fazer isso pra pensar que é o melhor em tudo?
- Mas é verdade Hermione – disse inocente – eu te amo, não é pouco. Eu nunca falei tão sinceramente assim – disse numa voz suave com ternura. Nunca Hermione o ouvira falar assim, e se assustou com isso, mas por estar tão brava nem quis pensar em nada. Então virou as costas pra ele e foi embora. Por um segundo pensou que ele a impediria, e teria gostado, mas ele não fez nenhum gesto, então continuou andando até chegar a Sala Comunal e ir se deitar.


Draco estava ainda na sala vazia, pensando em tudo que tinha acabado de acontecer, e não acreditando em nada, estava abobado, nunca pensara que Hermione se tornaria assim. E ela estava tão mais linda que antes, a cada dia ficava mais perfeita, e era com essa Hermione que ele queria ficar junto. Mas por que ela não acreditava que ele gostava tanto assim dela? Que ele fez pra que ela o odiasse assim? E a resposta veio mais abruptamente que quando ela o puxou pra sala. Ele sempre foi um idiota, um estúpido com ela, e nunca amenizou isso. Ele nunca quis mudar por ela, até uns anos atrás, mas mesmo assim nunca tinha dito isso a ela. Era idiota mesmo, como ela tinha dito naquele pergaminho das sete coisas que ela odiava nele. Nunca poderia imaginar que iria amar logo ela, que sempre detestou, sempre quis matá-la, machucá-la, de qualquer forma brutal possível. Mas ninguém manda no coração não é mesmo?
- Se fosse assim eu queria ficar com... Com... – e pensou por um instante, em quem queria ficar, mas por fim se convenceu que sempre seria ela, então disse derrotado – com ela, minha linda princesinha indefesa, que agora não tem nada disso.
Como ele estava sofrendo. E não podia mais fazer nada. A segunda mulher, sendo sua mãe a primeira, que ele mais amou na vida não o amava, e sim ao contrário, o detestava com todas as forças do mundo. E ainda tinha essa guerra estúpida, entre duas pessoas, mas que o mundo mágico estava todo envolvido. Ele achava que só Voldemort e Potter deveriam lutar. Ninguém deveria se juntar com eles pra que isso acontecesse. Mas como o mundo é inútil, e nunca pensava em nada, essa guerra vai acontecer assim, e ninguém vai conseguir mudar nada. Cansado de tudo isso foi para seu dormitório, descansar.

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N/A: Vocês devem estar me detestando muito mesmo, porque eu tinha dito que eu escreveria bem mais rápido, mas não deu certo eu fazer isso. Me desculpem, de novo, eu demorei mais tempo ainda, mas é que não tem como eu conseguir fazer capítulos em três dias, como antes, tem minha escola, e eu tenho que dormir também a tarde, senão fico parecendo uma zumbi. E eu não estou recompensando em nada, porque tá pequeno os capítulos, e estão um merda, de verdade. Obrigada novamente Isabela pelo comentário, e sim, eu vou ler sua fic, é uma promessa *-* Não sei se eu vou fazer o segundo, bom, eu tinha dito que ia fazer, mas não sei mais, não quero que fiquem esperando e tudo, porque essa fic só saiu por conta das férias, e como não tem mais, não sei mais se devo ou não. Se fizer, será daqui um tempão porque eu quero fazer muitos capítulos antes, para adiantar tudo. O próximo será o último capítulo desse fanfic, e terá uma surpresa, ou espero que tenha, e espero também que seja muito bom, por ser o último, e que vocês gostem. Muito obrigada por lerem, e desculpa, de verdade. Beijos :*

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Comentários: 1

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Enviado por IsaBellatrix Black Malfoy em 20/08/2012
Oi obrigada por ler e votar na minha fic vlw a sua fic ta ótima to com dó do Draquinho, pena q sua fic ta acabando vou sentir falta.Ler sua fic já tinha virado rotina.rss.Obrigada d novo e até o proximo capitulo. Bjos Isah
Nota: 5

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