Por H.P
E foi naquela noite de natal na toca que eu e ela nos tocamos pela primeira vez. Depois de todos esses anos, depois de eu me conter para não sair dizendo a ela o que eu sentia, finalmente eu soube como era tocá-la. Agora eu sabia que ela me correspondia.
Naquela noite, quando todos brindavam a noite de Natal, junto de suas famílias recém-reunidas eu fiquei sozinho com ela, a última vez que vi fora no Natal passado, ela estava linda, uma mulher agora. No final de Hogwarts parti para a escola e aurores, e quando voltei reatei o namoro que tive com Ginna ainda na escola. Ela me amava e como me amava, eu não negava que a amava também. Ginna era decidida e apressada também, resolveu logo comprar um apartamento, queria sair da casa dos pais o mais depressa possível, e assim nos mudamos juntos.
Meus pensamentos em Hermione nunca mais retornaram. Até aquela noite de Natal quando a revi.
Soube que ela e Ron haviam noivado, que estavam viajando ao redor do mundo, incrível. Desejei toda a sorte do mundo a eles e eles a mim e Ginna.
Menos de um ano depois, viajei novamente com os aurores, minha vontade era rodar o mundo jogando Quadribol, mas nunca o fiz. Três meses depois, quando retornei Ginna me esperava, grávida.
Meu primeiro pensamento nem me recordo qual foi, apenas sei que não esperava, ainda queria viajar, jogar Quadribol, fazer outras coisas, mas isso aconteceu. Escolhemos juntos nome assim que soubemos ser um garoto.
Em outra noite de Natal descobri que Hermione e Ron não viajaram aquele ano, mas com a gravidez de risco de Ginna não mantivemos contato. Meu coração voltou a palpitar ao ver aquela linda mulher que Hermione havia se tornado.
Naquela noite fria Ginna estava como o centro das atenções, nosso filho estava quase nascendo e eu aqui, pensando em outra mulher. Hermione me cumprimentou ao chegar e percebi em seu rosto que nem tudo estava tão bem quanto no Natal passado. Troquei poucas palavras com ela e Ron antes da meia noite. Todos indagavam porque escolhemos James Sirius para o nome do nosso primeiro filho. Ginna dizia que eu havia escolhido.
Por volta da meia noite e dez, quando já havia perdido as contas de quantas pessoas haviam cumprimentado, Ron chegou a mim e me deu um abraço apertado, saindo depressa. Procurei por Hermione em meio a todos e a encontrei, ela ria com Luna, fui até ela e a cumprimentei.
-Feliz Natal Mione – Eu disse sendo surpreendido por um abraço dela.
-Feliz Natal Harry – Disse ela – Achei que haviam engolido você...
Ambos rimos.
Ela bebia whisky trouxa, pude notar. Ela bebericou mais um pouco deixando quase somente o gelo em seu copo. Com o batom intacto ela me olhou e disse.
-Parabéns pelo James – Disse ela – Pra você e para a Ginna.
Eu apenas assenti, não sabia o que dizer. Peguei uma cerveja amanteigada e bebi quase tudo de uma vez. Parei quando ela voltou a falar.
-Sempre pensei que ainda teríamos algo Harry...
Olhei surpreso para ela, aquilo me pegara de surpresa, desprevenido, reformulei as palavras dela na minha mente umas trinta vezes naqueles segundos que ela me fitava.
Ela mordia o lábio, me olhava de uma maneira estranha, diferente, parecia querer me provocar. Meu corpo todo se envolveu em um calor ao ver a língua dela molhando seus lábios eu respondi depressa demais
-Também pensei Hermione.
Foi quando algo aconteceu. Depressa demais.
Quando percebi eu estava em contato com o corpo de Hermione, estávamos próximos demais, fitei o lugar, um armário, um minúsculo armário. Hermione estava ofegante, ainda em silencio.
-Hermione...
Tentei falar, em vão. Por que a minha vontade era maior que tudo. Sem pensar em absolutamente mais nada coloquei minhas mãos na cintura dela e a puxei ainda mais para perto de mim a beijando. Aquele beijo que eu tanto queria dar, aquelas mãos que eu tanto queria sentir em mim, estava acontecendo.
Sem respirar eu a beijava, minha língua explorava toda a sua boca, minhas mãos impacientes queriam mais, eu tentava me controlar, não sabia até onde poderia ir, ou até onde ela queria ir, percebi então que ela queria ir até o fim quando sussurrou alguns feitiços silenciadores para a porta. Ela pegou meu rosto e voltou a me beijar. Ela gemeu. Sabia que ninguém nos escutaria.
Cada vez eu tinha mais certeza de que ela me queria tanto quando eu a queria. Comecei a beijar seu pescoço, ela me deixava perfeitamente louco. Sentia a minha excitação toda no volume de minhas calças. O lugar apertado fazia com que ela não se afastasse nunca de mim, mal podíamos nos mover. Mordi o pescoço dela, arrancando um gritinho. Emaranhei meus dedos nos cabelos dela, puxando seu rosto para trás, a fim de me dar espaço para mordiscar seu pescoço.
Senti então uma de suas mãos por dentro da minha blusa, estavam geladas, em contato com a minha pele quente, eu me arrepiei, ela me apertava, arranhava e quando menos esperei, estava sem camisa.
Resolvi tirar a dela logo, a fim de sentir o corpo dela no meu. Voltei a beijar seu pescoço, meu desejo era tão grande que comecei a chupá-la ali mesmo, desci para seu colo, senti o volume de seus seios em minhas mãos, quando apertei os dois ao mesmo tempo ela gemeu, senti as mãos dela rasgando minhas costas, gemi junto.
Ainda apertando os seios dela, voltei a beijar sua boca, minha língua tinha pressa, a mordi um pouco forte demais.
Não sabia mais parar, não queria mais me conter, queria tê-la o mais depressa possível. Levei minha boca aos seios, já nus dela, eles eram deliciosos, grandes e quentes. Eu os chupava loucamente, não pararia. Sentia meu pênis bombear de tanta excitação. Levei minha mão até a calça dela, e com voracidade a abri. Abaixei e junto tirei sua calcinha pequena.
Ela tinha os olhos fechados, gemia loucamente, junto de mim ela retirou minha calça, agora eu gritei. Gritei de prazer com o toque dela em meu pênis ereto. Parei de me mover a fim de sentir aquilo. Não sei quanto tempo se passou, apenas sei que queria gozar em toda ela. A vi se espremer ali mesmo, ela queria tirar minha cueca, ela também tinha pressa, ela também devia estar explodindo de excitação; Ao me livrar de minha cueca não tive dó ao tocar no clitóris dela, ela gritou alto, me apertou e gememos juntos.
-Oh Harry – Gemia ela.
Aquilo era apenas um incentive para eu continuar, enfiei meus dedos em sua vagina, arrancando cada vez mais gemidos dela, ela estava molhada, extremamente molhada de excitação. Eu enfiava e tirava meus dedos de sua vagina depressa, quase os socava lá dentro. Ela gemia, ela gritava e pedia mais.
-ISSO – Gritava ela –OOOOOOOH. ISSOOO.
Tudo que eu queria era meter meu pênis nela e com pressa, queria tê-la agora. E ela me pedia isso.
-HARRY VEM, AGORA. VAI.
Eu segurei meu pênis grosso e ereto e o direcionei até a vagina molhada dela, sem demora eu estava brincando na entrada, queria ouvi-la pedir que eu a penetrasse.
Ela gemia, esfregava as pernas e pedia.
E então eu o fiz, ela gritou – OOOOOOOOOOOH HARRY, ISSO.
Eu gritei junto, estava delicioso demais, sentia que não demoraria nada a gozar.
Comecei a me mover, não sabia mais em que posição estava aquele lugar apertado facilitava as coisas, eu chupava os peitos dela e ela gemia. Eu me movia cada vez mais depressa, sentindo meu pênis roçar dentro dela.
Hermione gemia pra mim, me pedindo que a chupasse, me implorando que a fizesse gozar.
Meus movimentos cada vez mais acelerados facilitaram ainda mais as coisas. Senti-me explodindo dentro dela, eu estava em êxtase, era bom demais, não havia definição. Ainda assim eu continuei, até que ela gozou. Ela gritou tanto, me mordeu e me apertou que eu me excitei novamente. Ela demorou cerca de cinco minutos naquele orgasmo delicioso. Eu sorria me sentindo o cara mais sortudo do mundo.
Quando ela parou, respirando ofegante, acariciei seus cabelos e a beijei lentamente.
-Harry, eu... – Ela tentava falar, mas sua respiração era descompassada demais.
-Me desculpe, eu...
-Não.
-Eu queria, mas...
-Eu queria tanto quanto você Harry. – Ela me disse.
Fiquei em silencio depois daquilo, sem falarmos mais nada, nos vestimos depressa e com a ajuda de sua varinha ela se recompôs. Eu ainda sem camisa a olhava perplexo. Ela sorriu, voltou a me beijar e saiu.
Escorei-me ali mesmo e não sei quanto tempo permaneci. Ainda sentia o prazer me invadindo. Mal conseguia acreditar que havia sido real. Fechei os olhos e fiquei relembrando.
Por AUTORA
-Hermione! - Chamou alguém.
A morena deu de cara com Ginna ao entrar na cozinha, Hermione sorriu amarelo para a ruiva.
-Viu Harry? – Perguntou a ruiva.
-Não. – Disse Hermione se servindo suco de abóbora.
-Já são três da manha, e não encontro ele em parte alguma – Reclamava Gina – Temos que ir.
Hermione não respondeu.
Ginna acompanhou a morena no suco e sorriu para ela. Ambas bebiam.
-Vou procurá-lo – Disse Ginna deixando Hermione sozinha.
A morena suspirou.
Sem muita demora Ginna achou o moreno, ainda escabelado andando por ai, ela não perguntou nada, apenas pediu que ambos fossem embora. Sem se despedir Harry partiu.
O apartamento de Harry e Ginna ficava em Londres trouxa, a ruiva sentia-se mal ao aparatar, por isso usavam a rede de flu.
Enquanto Gina se banhava, Harry estava na cama lembrando-se do acontecido mais cedo, sentia a consciência pesar, mas ao mesmo tempo sentia uma imensa satisfação. Não sabia se amava Hermione, não sabia dizer o que sentia por ela, também não sabia dizer o que sentia por Ginna. Mas que desejava Hermione desde que ambos eram amigos, isso sim.
Ginna gritou do banheiro chamando a atenção do moreno e o despertando de seus devaneios.
-A BOLSA – Gritava a ruiva – ESTOUROU, JAMES, NASACER.
SETE MESES DEPOIS.
-Harry – Chamou Ginna entrando no quarto do casal
A ruiva vestia um vestido azul até os joelhos, tinha os cabelos presos e estava descalça, acabara de fazer James dormir e arrumara a casa inteira. Sim, com a ajuda de magia, em partes.
O moreno já deitado na cama, após passar horas em pé no Ministério para mais um evento sem sentido, estava exausto.
Ginna parou na porta e o fitava. Ele a encarou.
-Já notou que – Recomeçou ela – Nunca mais tocou em mim?
O moreno estranhou o sentido da conversa da namorada. Continuou a olhando, ainda em silencio.
-Tudo bem que eu esteja ridícula com tudo isso que tem acontecido, tudo bem que eu pareça uma velha mãe trouxa sem graça e sem mais sensualidade, tudo bem que você esteja exausto por ter que aguentar aqueles eventos ridículos, mas eu também estou, você nem faz ideia de como eu estou cansada Harry – Dizia ela engasgando-se – Eu perdi as contas de quando tivemos um momento para nós dois, de quando você chegou do trabalho e me beijou antes de pegar James e eu ir tomar banho e comer, esqueci de quando você elogiou a minha comida ou de quando você e eu transamos pela ultima vez.
Ginna falou tudo aquilo sem respirar. Agora ela tinha os olhos marejados. Harry havia sentado na cama, definitivamente não havia pensando em nada daquelas coisas. Admitia que os primeiros três meses de James foram terríveis, Ginna acabou desmaiando durante o parto e tiveram que leva-la para a cirurgia, fazendo James nascer com quase 42 semanas, o pequeno sofreu de dores agudas de ouvido enquanto Ginna mal podia se mover da cama após a cirurgia. O moreno estivera em casa em tempo integral, cuidara de ambos, ficara exausto e agora dava razão para o cansaço de Ginna e pela reclamação dela também.
-Eu – Continuou ela – Preciso de você Harry
A ruiva então derramou algumas lágrimas molhando seu rosto. O moreno pulou da cama e foi em direção a ela. Sem demora ela o abraçou e ele acariciou os cabelos dela. Harry ouviu Ginna se desculpar.
-Não se desculpe – Disse ele – Tenho culpa também.
-Parece que – Dizia ela – Nem sente mais nada por mim Harry...
-Não seja boba Ginna – Disse ele encarando a ruiva – Eu lhe amo.
A ruiva fungou e encarou Harry. Em seguida o beijou.
Harry fechou os olhos, mal se lembrava de como era beijar Ginna, por mais chateada que ela estivesse o beijo dela era quente, ardente e voraz. Ambos andaram alguns passos e logo estavam na cama. A ruiva inclinou o corpo a fim de deitar-se em cima do namorado. Harry cedeu.
Ginna começou a intensificar aquele beijo, sua língua queria a língua de Harry e o moreno entendeu.
Deixando que Ginna tomasse as decisões ele apenas tinha suas mãos na cintura da ruiva. Ginna agora beijava o pescoço do moreno e logo tirou sua camisa. Harry livrou-se das calças rapidamente e quando Ginna depositou-se na altura da sua cueca ele sentiu um calor percorrer seu corpo. Sentiu a ruiva tirar sua cueca e logo abocanhar seu pênis.
O moreno urrou de prazer enquanto a ruiva fazia o seu melhor. Ele agarrou os lençóis e mordia os lábios de tanta excitação.
Ginna segurava as bolas de Harry enquanto lambia e chupava o membro ereto dele.
Sem muita demora o moreno avisou que gozaria e assim o fez quando a ruiva tirou sua boca dele. Ela sorria maliciosamente.
Harry também sorriu, lembrando-se de tudo que amava em Ginna a puxou para um beijo sedento. A ruiva livrou-se de suas roupas imediatamente, deixando o caminho livre para Harry penetrá-la;
Antes disso o moreno depositou-se no meio das pernas da ruiva e começou a brincar com a vagina dela e seu clitóris.
A ruiva gemia de prazer, se contorcia na cama e pedia que Harry fizesse algo.
Mas o moreno não a deixou gozar, tirou seus dedos da intimidade dela quando viu que ela estava a ponto de ter um orgasmo e a penetrou, arrancando um grito dela. Isso o incentivou e ele já começou com os movimentos sutis.
A ruiva pulava na cama enquanto Harry colocava seu pênis fundo dentro dela. Tudo que ela gritava era sem nexo algum.
Antes que Ginna gozasse, Harry parou, a ruiva gritou e pediu que ela continuasse umas mil vezes, mas ele sorriu maliciosamente e a ruiva o derrubou violentamente da cama. Os dois riram.
Harry agora estava sentado no chão. Ginna sem perder tempo sentou no colo do namorado e começou a se mover.
Harry a penetrou novamente e apertou seus dedos na bunda dela, ela então cavalgou no colo do moreno gemendo. Harry sentia que explodiria de prazer a qualquer momento junto de Ginna, ele segurou os cabelos da ruiva e os puxava a fim de chupar o pescoço e o colo dela. A ruiva colocou as mãos do moreno em seus seios e ele obedeceu os apertando. Isso foi o auge para a ruiva que gritou loucamente enquanto gozava Harry não parou, pelo contrário, acelerou os movimentos e tirando Ginna de seu colo a colocou de costas no chão, ela ainda entorpecida com seu orgasmo aceitou que Harry socasse seu pênis em sua vagina o mais forte que pudesse.
O moreno socava forte demais, segurava a ruiva pelos braços e metia com tudo.
Ele fazia caretas desconexas e Ginna sentia sua intimidade arder. Ele parecia longe de gozar, foi quando Ginna começou a ajuda-lo com palavras obscenas. Junto de um sorriso doido, Harry gostou daquilo, Ginna parecia gostar tanto quanto Harry, e sem muito esforço ela gozou novamente junto dele. Harry saiu no instante que estava gozando e Ginna continuou a estimula-lo com a mão.
Quando terminaram, ambos deitaram-se no chão, exaustos. A respiração ofegante era o único som no ar.
James dormia tranquilamente no quarto do final do corredor, a babá eletrônica confirmava tal fato. Ginna, ainda nua, depositou sua cabeça no peito do namorado e permaneceu ali.
-Sinto falta de casa.
-Em poucos dias voltaremos para casa amor...
-Não sinto falta daquela casa...
-O que quer dizer com isso Mione?
-Que quando eu voltar, não sei se quero permanecer na sua casa Ron.
-HARRY!- Gritava Ginna da cozinha ouvindo o choro de James.
O moreno que agora saia do banho, correu em direção ao quarto do filho, o viu chorando e o pegou no colo. O moreno ainda estava de toalha na cintura e agora balançava o pequeno bebê em seu colo. James arregalava os olhos para o pai e sem demora parou de chorar, assim que Harry começou a cantarolar.
Ginna que antes estava impossibilitada de sair de perto das panelas, agora sorria vendo Harry balançar James. Ele encarou a ruiva e também sorriu dando um beijo de leve em seus lábios.
-Luna vem almoçar conosco. – Disse a mulher
-Novamente brincando com as panelas e confabulando me engordar? – Brincou o moreno.
A ruiva riu e não respondeu.
-Viu bebê, a dinda vem ver você hoje – Harry disse ao filho com uma voz infantil.
Ginna riu e saiu dali, voltando para a cozinha. A ruiva assava o seu prato predileto, frango. Há algum tempo Ginna aprendera a não depender mais da magia na cozinha. Em alguns segundos a mesa estava posta, o frango assado e o acompanhamento também já na mesa. Ela suspirou aliviada vendo que não era meio dia ainda.
Ainda com os cabelos presos e um avental depositado por cima de sua roupa ela voltou ao quarto do filho. Harry depositava James novamente no berço, dormindo.
A ruiva sorriu e abraçou o moreno, em seguida o beijando.
-Sabia que você fica sexy demais com esse avental e esse cabelo preso? – Sussurrou o moreno.
-Fico feliz que ainda me ache sexy amor.
-Sempre achei você incrivelmente sexy, gostosa, deliciosa...
-Shhh Harry – Repreendeu Ginna – James não precisa ouvir isso.
Os dois riram e saíram do quarto do bebê. Ginna foi ao banheiro, disse que tomaria banho enquanto Harry se vestia.
Mas quando a ruiva menos esperava, um moreno surgiu por detrás dela, segurando sua cintura e a beijando no pescoço. Ginna sentiu seu corpo todo estremecer, ela se entregou aos beijos enquanto Harry acariciava os seios dela.
O moreno sem demora virou a ruiva para si e começou a beijar seus lábios. Quando ela menos esperou ele já havia colocado ela sentada na pia, abrindo as pernas de Ginna o moreno se livrou da toalha que lhe cobria.
Sem demora Ginna estremeceu e gemeu sentindo Harry dentro dela. E ela apenas se deixou levar.
N/A.: Sim, resolvi fazer algumas mudanças nesse capitulo pois achei essencial.
Os primeiros capitulos sempre ficam com alguma coisa faltando ou com pouca informação, tratei de melhorar isso. Agora ele está beeem melhor. Desculpem faze-los ler novamente.
Mas agora vai explicar melhor algumas coisas e alguns fatos que acabei escrevendo a seguir .
Então é isso. XOXO Anna.