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Fic: Dramione: For Once In My Life - NC 18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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* * *


Tudo aconteceu em menos de um minuto diante daqueles olhos amendoados.


Pontualmente às nove horas da manhã de 12 de setembro daquele ano, Harry Potter atravessara o salão comunal revestido de encantadoras belezas em Hogwarts sentindo os olhares pesarem sobre si enquanto levava pelo braço, com certa ignorância, os amigos de longa data Ronald Weasley e Hermione Granger. Não que houvesse algo de errado entre eles; o aperto ao longo do antebraço era simplesmente uma forma que o moreno encontrara inconscientemente de aliviar a pressão que havia em seu interior naquele momento.


O garoto caminhara com eles em direção à mesa onde se encontravam os alunos da Grifinória, que os acompanhariam de imediato mesmo que ele fosse contra isso. Mais uma vez estaria permitindo que pessoas inocentes se arriscassem naquela que era a sua luta. A seu lado, o já não tão desajeitado Neville Longbottom lutava para não cochilar sobre um copo de suco de abóbora. Na outra ponta do salão, bem em frente à mesa da Casa, a vasta mesa dos professores começava a ser desocupada pelos rostos conhecidos e alguns de primeira viagem. “Pensei que esse seria mais um dia tranqüilo”, diria o professor Horácio Slughorn mais tarde. Harry estufara o peito diante dos amigos, como que buscando alguma coragem em si, e anunciara:


 


— É hora de ir.


 


Nesse instante ele sentira algo pesado contra a sua nuca. Virara a cabeça e não vira nada em sua direção, percebendo que aquilo era certamente o peso da responsabilidade que carregava contra os ombros largos. O quadribol havia feito muito bem para si, ele notara, ao se ver correndo em terreno inimigo algum tempo depois.


O garoto havia lutado mais uma vez contra o temível Voldemort e jurara a si mesmo que o teria aniquilado de uma vez se não tivesse sentido uma dor dilacerante lhe invadir o corpo através da cicatriz em sua testa. Até quando aturaria aquele tormento? Bem, não sabia responder essa pergunta. Antes que pudesse pensar em alguma coisa, ficara inconsciente, sendo carregado nos braços firmes da amiga castanha. Agora era ela quem dominava a situação.


 


Hermione estava levando as coisas com extrema sabedoria. Num salão previamente destruído ao longe, ela sabia que os jovens lutavam contra diversos comensais, mas achara melhor não pensar sobre aquilo e o silêncio no corredor onde estava a ajudava a manter um equilíbrio dentro de si. Não queria pensar nas possíveis percas. Agora era apenas ela e Voldemort a olhá-la com uma expressão sarcástica.


A idéia que a garota tivera estava lhe servindo muito bem até aquele momento, algum tempo depois da queda do amigo. Sabia bem que apenas ele seria capaz de derrotar o terrível bruxo que jazia a sua frente, então seria bobagem duelar desperdiçando as poucas forças que possuía em seu corpo exausto. A tática que aderira? Uma longa e sugestiva conversa. No final, talvez pudesse apanhar algo nas palavras dele que ajudassem em algo.


 


Eis que o comportamento do Lord das Trevas era atípico de si. Ele a estava elogiando do melhor modo possível, demonstrando certo respeito e simpatia pelas façanhas da garota. Por mais que ela fosse indireta naquela luta e sempre apoiasse o bom lado, o bruxo não podia negar que ela era... Brilhante. Sim, uma exímia estrategista e dona de uma mente observadora. Obra rara. Com palavras calmas ele dizia à castanha que ela sempre estava um passo adiante do Eleito, visto que ela sim era capaz de lutar de igual para igual com alguém poderoso como ele ali diante dela, o grande Lord. E era aquele tom amistoso nele que a estava deixando assustada.


 


— Isso jamais seria possível. — Ela dissera ao sentir seu interior equivocado, impondo sob si uma máscara de força que Voldemort jamais ultrapassaria.


— Como você se sente agindo do lado em que está, Hermione Granger? — Voldemort sorrira para ela. Não movera nenhum milímetro sequer desde que aquela conversa se iniciara. — Dumbledore sempre está ciente de tudo e jamais ousa dizer nada a vocês. Já imaginou quantas coisas horríveis ele poderia ter evitado se abrisse a maldita boca?


— Dumbledore sabe exatamente o que faz. — Brandira nervosa. Por que ele não a atacava, mesmo que fosse apenas com palavras? — Percas são inevitáveis em momentos como esse que estamos vivendo.


— Você é mais importante do que imagina. — Voldemort sorrira para ela com os olhos brilhantes de triunfo. — Mas é claro que Dumbledore já sabe disto. Tenho certeza de que está providenciando para que você permaneça longe do destino que esse sangue em suas veias lhe envia.


 


Esse era o modo que ele pretendia usar para agredi-la com um ‘sangue-ruim’? Não, Hermione concluiu, havia algo além naquelas palavras que ela não conseguia imaginar. Alheio ao que ela estivesse pensando, mesmo que pudesse ler a mente da garota se quisesse, Voldemort ria interiormente sabendo que conseguira o que queria dela. Ela estava curiosa e acabaria por saber mais cedo ou mais tarde, entregando-se ao que lhe era digno. Nem ele mesmo pudera imaginar que a vida daquela menina daria uma reviravolta tão grande.


Hermione estava com a pergunta entre os seus lábios, mas por algum motivo desconhecido eles simplesmente não se abriam para pronunciar as palavras. Seria medo de descobrir algo terrível sobre si? Ela tinha a certeza de que não estava diretamente ligada a nenhuma profecia sobre a guerra e aquilo era tranqüilizante, mas o que aquele ser maligno estava a insinuar para ela? Ela buscaria pela resposta, mas não naquele momento, visto que Ronald estava a empunhar Harry em seus braços fortes, gritando para que saíssem dali a tempo.


Havia um comensal parado diante do corredor e ele logo fora desarmado por algum dos colegas do trio de ouro, sendo lançado contra a parede atrás de si. Com gestos rápidos, Hermione mandara que o grupo saísse. O bando já disparava contra uma lareira da rede de flu próxima, levando um Harry desacordado para lá, quando um último olhar de Hermione fora lançado para Voldemort. E sumiu pela lareira.


 


Ao saltar os degraus da sala de Dumbledore, o grupo se dispersara, cada um entregando-se aos seus próprios pensamentos naquela sala acolhedora. A jovem ainda guardara a idéia de que Voldemort não havia impedido a fuga deles, mas qual seria a razão daquilo? De todo modo, se atirara diante de uma das largas cadeiras da sala do diretor, sentindo a respiração aliviar a tensão que havia em si.


Já era tarde, ela calculou ao olhar a fraca luz que surgia pelas imensas janelas vitrais da sala, talvez além da hora do jantar. Ela sorrira fracamente com os lábios cortados ao pensar em uma visita à cozinha mais tarde, quando todos estivessem tranqüilos. Torceu para que aquilo não demorasse dias, como da última vez.


Pela primeira vez em tão longo tempo, Hermione se permitira fitar Dumbledore nos olhos. Ele estava a analisá-la já havia alguns instantes e procurava um modo de compreender a expressão em seu rosto. Teria Voldemort dito aquilo à ela? “Não... Tom, não seria capaz disso”, o sábio pensara. De todo modo, ao ver Hermione o olhando do mesmo modo, a achara surpreendentemente parecida com a mãe.


Talvez fosse apenas questão de tempo.


* * * *

NOTAS DA AUTORA: 
Olá, como estão?
Essa é a minha primeira fanfic Dramione e esta é a primeira vez em que abordo o tema 'Guerra Bruxa' com maiores detalhes. Esse foi o capítulo de teste para ver se alguns leitores se interessam pela história. Caso isso ocorra, pretendo me dedicar a ela.
Deixem seus comentários a respeito, sim? Gosto de saber o que acharam, o que esperam, receber críticas e sugestões. São muito bem vindas. Obrigada por lerem e tenham um bom dia!
 

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Comentários: 1

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Enviado por leleu_mione em 11/07/2012

Olá, sou grande fã de hermione, para mim a grande heroína dessa história. Claro que me interessei sim, você escreve muito bem, a fic tem um argumento interessante e fiquei super curiosa para saber este "segredo" da mione, de quem será a mãe dela. Acho que a fic promete e que você deveria continuar. Além disso, amo dramione e sei que esta vai ser ótima, beijos e até a próxima atualização

Nota: 5

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