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7. O deslize


Fic: 7 coisas que odeio na doninha


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione estava sentada na grama, como sempre, de frente ao Lago Negro, se lembrando de tudo que estava acontecendo naqueles últimos 20 dias. Foram os piores dias desde que entrou em Hogwarts, e olha que ainda estava em Novembro. Estava lembrando-se de ter sofrido por causa do Draco, de ter se vingado dele junto com o Córmaco, de ter começado a gostar dele, de se sentir culpada depois, de ter chorado nos braços de Harry estando envergonhada, de ter terminado o plano com o Córmaco, de como ele ficou triste. Ela não podia suportar tudo isso, tinha de botar tudo pra fora, e o único meio era chorando. Mas de tanto chorar nos últimos três dias, parecia que suas lágrimas tinham secado, ou acabado. Ela queria ficar perto de Draco, mas com essa guerra isso nunca iria acontecer. Eles eram de lados opostos, não podia ter um amor como esse. Decidiu então, esquecer tudo. Mas ai um loiro apareceu de repente:
- Oi gatinha! – Draco levantou sua sobrancelha direita.
- Sai daqui.
- Gente, mas que menina educada – disse sarcástico – pára com isso, só quero conversar com...
- Eu não quero! – cortou na hora – aliás, quero só saber por que vive enchendo meu saco.
- E ai Hermione-macho – disse brincalhão – Seu saco é grande pra eu encher? – e riu da própria piada, depois a viu revirar os olhos.
- Criança! – debochou dele.
- Eu quero saber que tem entre você e o McLaggen – No começo ela pensou em falar que tinham acabado tudo, mas pra se divertir com ele, resolveu não mentir, e sim omitir esse detalhe. Ela se levantou.
- Por quê? Tá com ciúmes é? – ela deu um sorrisinho debochado – e por que tá sem camisa? – ela logo notou a ausência desta.
- Hum, vi que ficou interessada – deu um sorriso galanteador.
- Sai de perto! Só queria saber o que dá na cabeça de alguém pra sair por ai desfilando sem camisa.
- É que eu sou sexy, meu bem! Sou bem gostoso. Todas querem. – Abriu um sorriso de canto a canto.
- Faz-me rir Malfoy – riu em deboche – Agora sai daqui vai.
- Não! Eu sei que você tá fingindo esse namorozinho com o McLaggen.
- Nossa! Como descobriu? – fez cara de inocente.
- Eu sei disso.
- Incrível esse seu dom não é Malfoy? Agora sai daqui SUA BARATA ASQUEROSA. EU TE ODEIO, NÃO ENTENDEU ATÉ AGORA?
- Eu já sabia disso antes, muito antes. – e riu – Eu sei que é mentira, que é só uma vingança tá bem?
- Escuta aqui Malfoy – ela se exaltou – Você tá certo tá legal? Era uma vingança sim, porque você não tinha o direito de ter feito isso comigo tá bom? Eu fiquei com essa merda de sentimento guardada por anos, e consegui ficar feliz por muito tempo, até que eu tive a santa ideia de escrever aqueles motivos. E já acabei com essa idiotice que eu fiz de vingança, isso me machucou ainda mais. Agora vê se sai daqui. Eu não quero ver mais essa sua cara estúpida na minha frente. SAI DAQUI AGORA MALFOY. – Ela gritou com ele, com todas as suas forças, e até as sobrenaturais, que não soube de onde achara para transmitir o quanto ela odiava-o, todo ele, por inteiro. Seu sorriso, seu cabelo, seus olhos, sua boca fina, seu corpo, seu jeito irônico e debochado, seu jeito de andar, falar, tudo. E sabe o que ele fez? SABE? Ele sorriu. Simplesmente sorriu. Com aqueles lábios finos e bem rosados, que ficava cada vez mais seco com o vento que cortava seu rosto, e mexia seus cabelos sedosos. Aquele sorriso por mais que ela odiasse, ela gostava, e não sabia o porquê, tinha uma certa diversão dançando entre seus lábios, e seus dentes brancos eram refletidos à luz da lua. Ela ficou parada, incrédula no que estava vendo e pensando. Ela notou novamente, a ausência de sua camisa. Ele estava só de calça, e aquele tórax definido por anos de quadribol não passava despercebido pelos seus olhos. Ele notou que ela estava olhando-o como se queria algo. Então veio a passos firmes, mas lentos, até ela. O coração dela começou a se desesperar, não cabia dentro de si, estava mudando de lugar toda hora, e não parava quieto. Ele chegou perto dela e colocou suas mãos quentes, apesar do vento frio, em sua cintura, e ela estava um pouco desprotegida, por conta da blusa curta. Ela sentiu um arrepio tomar sua espinha e fechou os olhos estremecendo. Ele percebeu seu simples ato de fraqueza, então a puxou ainda mais para perto dele. Suas bocas, mesmo ela sendo alguns centímetros mais baixa que ele, ficaram bem próximas, e aqueles olhos cinza, bem profundos, querendo transmitir algo indecifrável, já estava deixando-a louca.
- Eu te amo Hermione! – ele disse num sussurro rouco, que a estremeceu de novo.
Então ele deslizou sua mão esquerda até seu pescoço, e sentiu, ou deve ter sentido, por estar muito forte e descontrolada, a pulsação dela. Ele sorriu de canto, olhou-a com mais desejo. Foi chegando bem perto... E mais perto... E mais... E mais, até seus lábios se tocarem de leve. Sua respiração ofegante somente o divertia. Ele roçou seus lábios e os pressionaram ainda mais, e deu um sorriso, ela pôde sentir. Não estava pensando em mais nada. Sua consciência tinha deixado-a sozinha com Draco Malfoy, e ela não estava segura. Puxou-a mais ainda pra perto dele, e sentiu o calor de seu corpo no dela. Ele pressionava ainda mais seus lábios. E então, com seus dois lábios, ele puxou seu inferior, e no finzinho deu uma mordida. Ela não pôde conter uma exclamação, e o desgraçado ainda sorriu. Aprofundou o beijo novamente, e que beijo. Era apaixonante, desesperado. Ele a queria a qualquer custo, não importava as consequências. Por mais que doía admitir, pela primeira vez se sentiu segura nos braços de um homem.
Com um rápido movimento, ele desceu sua mão esquerda até a cintura de Hermione, e apertou-a. Seus joelhos estavam tremendo por conta de tudo. Então do nada ele separou seus lábios, a uns dez centímetros de distância. Ela abriu seus olhos com certa dificuldade, e vira aqueles dois olhos cinza analisando sua expressão facial. Sorriu de canto.
- Adoro garotas com cinturinhas. – “Há! Ele adora garotas com cinturinha? Ele estava me comparando com aquelas putinhas que ele pegava e fazia o que queria uma a cada semana. Aquele desgraçado, filho da puta, que não vale nada”, pensou a garota. Levantou sua sobrancelha direita e riu em deboche:
- Adora garotas com cinturinha? E desde quando eu faço parte dessa sua lista idiota?
- Eu acho que disse errado – “É CLARO QUE DISSE SEU ESTÚPIDO. E NÃO SORRIA MALICIOSAMENTE ASSIM TÁ LEGAL?”, pensou novamente. – Eu adoro garotas com cinturinha, grifinórias, com cabelos e olhos castanhos. Ou seja, adoro a TUA cintura. – Ela ergueu mais ainda a sobrancelha – e não é só isso – ela se distanciou dele, empurrando-o e permanecendo com a mão sob seu tórax desprotegido, mas não deu certo, ele a puxou mais ainda, com muita força, e ela se desequilibrou, e por impulso de agarrar alguma coisa, agarrou o braço dele e seu tórax. Ele riu, com a cabeça baixa – pois é! Por mais difícil que seja de eu aceitar isso eu adoro, ou melhor, amo tudo em você. Seu sorriso acanhado, seus olhos, que são totalmente decifráveis, suas bochechas, ainda mais quando estão rosadas, devido a sua vergonha, seus lábios perfeitamente desenhados - a cada palavra ou frase, passava a mão onde ele falava – seus cabelos cacheados – passou a mão neles e colocou uma mecha atrás de sua orelha, depois o acariciou atrás, na sua cabeça, e colocou sua mão na nuca dela. Ela estremeceu de novo, e ele sorriu – esse seu jeito tímido e inteligente, e quando você sente arrepios é muito lindo. Quando você dá gargalhadas é como se eu ganhasse meu dia – e de repente ela sentiu seu rosto queimar, como se não pudesse se conter. Ele se aproximou ainda mais dela, e devagarzinho foi chegando seus lábios perto da bochecha dela, e deu um beijinho. Ele voltou bem devagarzinho, a fim de encará-la, mas automaticamente ela abaixou a cabeça. Ele ergueu seus dedos finos e quentes até seu queixo, e o tocou até fazê-lo se erguer, para ficar na altura desejada por ele – por mais que você não acredite em tudo que eu acabei de falar – disse num sussurro rouco igual àquela voz que disse quando a amava – e gosto muito, muito mesmo de você. Não é pouco. É muito incompreensível para muitas pessoas – ela riu sarcástica – tudo bem – ele deu um sorrisinho, todo mundo, é difícil de eu estar falando isso só agora para você, depois de dois anos, desde quando eu descobri. Lembra-se do baile de inverno? – assentiu – então, quando você saiu chorando porque o Weasley tinha feito alguma coisa, e foi pro banheiro da Murta, eu a segui, mas não tive coragem de dizer nada. Então esperei dois anos pra isso. E foi como uma tortura pra mim – nesse momento ela o sentiu largar seu queixo e com isso abaixar a sua cabeça. Ela fez a mesma coisa que ele, tocou de leve seus dedos no queixo dele, fazendo-o levantar. Ele a olhou, e ela pôde ver de relance, porque imediatamente ele piscou e sumiu, a lágrima que teimava em cair, ela engoliu em seco.
- Tinha de ter me falado isso há dois anos, e não só agora. Não posso fazer nada se agora o que sentia por ti antes, não é a mesma coisa que agora.
- Mas no pergaminho...
- Eu disse que estava apaixonada, e não que te amo. Amor e paixão são coisas totalmente diferentes. Eu não posso dizer que te amo, Draco. – ela disse triste, e ele sorriu ao ouvir seu nome, dito por aquela voz doce. – se tivesse me falado antes, talvez iria mudar alguma coisa.
- Mas olha aqui, ou melhor, sente aqui Hermione – e de supetão pegou a mão de Hermione e tocou no seu lado esquerdo – é isso que essa coisa idiota faz quando você está por perto – ela sentiu o coração de Draco pulsar fortemente, como nunca viu antes, e se assustou, desvencilhou-se da mão dele, e empurrou-o de leve, até fazer com que desgrudasse dela.
- E-eu preciso i-ir agora Draco. E-eu preciso ir – Hermione deu as costas pro Draco e começou a andar, mas ainda o ouviu dizer brincalhão:
- Se quiser alguma coisa a mais eu to no quarto da monitoria. – Ela deu um sorrisinho, achando graça daquilo, mas logo desapareceu. Como ele podia ter feito aquilo com ela, não acreditava que o coração dele batesse desse jeito. Ela se assustou, e ele deve ter percebido isso. Quando deu por si já estava de frente ao quadro da mulher Gorda, e murmurou a senha:
- Essa não é a senha – disse numa voz irritante.
- Como assim não é a senha – Hermione começou a ficar assustada.
- Ela mudou à meia-noite.
- Mas é meia-noite e meia, por Merlin, me deixa entrar, eu sou a monitora da Grifinória. – disse exaltada.
- Se fosse a monitora saberia a nova senha.
- AH, CALA A TUA BOCA COISA GORDA. – deu as costas pra Mulher Gorda, que estava resmungando uns ”como se atreve, sua insolente” “me respeita”, e começou a andar rápido. Foi então que se lembrou de um lugar pra dormir, mas logo pensou que não daria certo, mas tinha de ser aquele lugar, então, foi na direção da sala dos monitores. Bateu a porta, e segundos depois Draco abriu a porta:
- Olha quem está ai minha gente: Hermione Granger.
- Ah cala a boca Malfoy. Pode pensar em quantas coisas maliciosas você quiser, mas eu preciso de um lugar pra dormir. Aquela vaca da Mulher Gorda me deixou pra fora, dizendo que mudou a senha...
- Deve ter mudado mesmo, é tempo de Natal.
- Mas EU sou monitora, e não sabia disso.
- Que coisa mais triste – disse irônico – Mas pode entrar se quiser. – se abaixou, curvando-se, como se ela fosse a rainha. Hermione revirou os olhos, pelo simples ato, e entrou. A sala dos monitores era linda, todas de roxo, por não ser de nenhuma casa. Tinha vários artigos bem antigos, que devem ter pertencido aos fundadores, ela pensou. Tinha um sofá, também, de frente a lareira, e no segundo andar, tinha uma cama de casal, enorme.
- Eu preciso tomar um banho. Você me empresta uma blusa e uma calça, por favor – disse sem jeito.
- Eu não tenho calça, só tenho uma blusa, mas é grande o suficiente pra te cobrir naniquinha. – ele riu, e ela revirou os olhos de novo. – O banheiro é nessa porta ai – apontou para sua frente. Foi até um armário e pegou uma camisa branca, de manga e com vários botões, entregou-a murmurando “Toma ai” e subiu as escadas. Hermione pegou a camisa e entrou no banheiro, trancou a porta, por risco de ele tentar entrar. Despiu-se, abriu todas as torneiras, e esperou a banheira encher. Quando já estava cheia, entrou devagarzinho, por causa de a água estar quente. Relaxou totalmente naquela água bem quentinha, e brincou com as bolhas de sabão. Depois de ter passado uns dez minutos, se não mais, ela saiu, secou-se, e colocou a blusa. Na frente dela havia um espelho, ela se olhou nele, pra ver como ficava com a camisa dele. Puxou um pouco o colarinho, e sentiu o cheiro do perfume delicioso de Draco, abriu alguns botões, até o máximo que dava sem ver seus seios, e começou a desfilar no banheiro, alternando em jeitos sexys, brincalhões, idiotas, e até engatinhando. Riu consigo mesma, e saiu do banheiro. Subiu as escadas devagar, e viu Draco de costas, mexendo em sua mesa de cabeceira.
- Dá pra fechar os olhos e não virar, por favor?
- Claro – fechou os olhos e sorriu. Quando Hermione estava na metade do caminho, ele abriu os olhos e disse – você fica tão sexy com a minha camisa, até mais que eu – e sorriu, maliciosamente. Ela se virou, corada.
- Eu não disse pra você não – e parou abruptamente de falar, porque percebeu que Draco estava sem camisa, e se atrapalhou – que não... Não era... Era pra você... Os olhos... Fecha... Eles não. – Ele riu ao ver ela embaraçada.
- Olha a reação que eu consigo em você somente sem camisa. Imagina sem nada. – ela ficou mais envergonhada ainda e foi pra cama, se cobrindo novamente. Balançou a cabeça rindo, e foi se deitar. Ela ficou virada de costas pra ele, e ele de frente pra suas costas. Isso tava enchendo-o – Ah Hermione, vira aqui vai – e começou a cutucá-la – Vai, vira vai.
- PÁRA MALFOY, ME DEIXA QUIETA. – disse irritada.
- Não até você virar.
- AH, TÁ BOM! – e se virou rapidamente, mas se assustou ao ver o quão perto ele estava dela, sua respiração ficou mais ofegante, e ele sorriu. Começou a chegar perto dela, fazendo-a respirar ainda mais forte. Estava atiçando-a com os lábios muitos próximos ao dela, e foi ela que começou a tentar encostar seus lábios nos dele.
- Viu – disse num sussurro – você quer me beijar, me ter pra você, mas não admite. Só fiquei te atiçando pra você me mostrar isso. Não foi fácil não beijá-la agora. – Ela olhou-o incrédula, virou-se, fechou a cara, e cruzou os braços. – Gente, como é criançona – e riu. Ela sentiu a cama balançar, ele estava se afastando dela. E então ela teve uma ideia, como uma vingança por aquilo. Virou-se, o mais devagar possível, sem mexer a cama, e começou a se aproximar dele. Ele estava de barriga pra cima, e com os braços atrás da cabeça. Quando estava perto o suficiente sussurrou:
- Draco, Draaaaco, olha aqui. – Ele se virou e abriu os olhos, e como ela se assustou por sua proximidade. Hermione começou a aproximar-se dele, como ele tinha feito, passando seus dedos frios por todo seu rosto e tórax, aproximando e afastando seus lábios dos deles. Colocou sua perna esquerda em cima da dele, e a mão esquerda em sua nuca, puxando-o. Ela se divertia com a expressão que ele fazia a cada movimento dela. Então, rapidamente colocou a mão direita na perna dela, e puxou pra cima, fazendo-a se assustar.
- Ai que está a Hermione que conheço: tímida e medrosa – sorriu em deboche.
- Eu não sou medrosa – disse na voz mais sexy que conseguiu reunir, sem pensar no medo que ela estava.
- Então vamos ver – Ele subiu a mão da perna dela para sua bunda, apertando-a em todo esse trajeto. Ela respirou mais pesadamente ainda, e ele sorriu. – Não vou fazer mais nada tá bom, eu te respeito Hermione. – Ele tirou a mão de sua bunda, e ela tirou a perna de cima dele, ainda ofegante, e ia se virando, mas antes ele colocou a mão na cintura dela – Por que não quer nada comigo?
- É melhor nem tocar nesse assunto – disse, mas aliviada.
- Não! – disse decidido – Eu quero saber.
- Olha, eu não quero falar tá legal?
- Por favor, Hermione. – ela respirou fundo e falou.
- Por causa... Por causa da guerra.
- Que tem a guerra?
- Nós estamos em lugares opostos, e não cabe um amor dentro da guerra.
- Eu não ligo a mínima pra isso.
- Mas eu sim. Meu melhor amigo é o principal dessa guerra.
- Mas eu não vou entrar nela. Depois que acabar nós podemos ficar juntos.
- Não é tão simples assim. E se tudo der errado? Se todo mundo morrer?
- Isso não vai acontecer Hermione – disse com ternura, e subiu sua mão até a bochecha dela – Eu quero ficar com você Hermione, me deixa provar que posso ser melhor que o que fui desde o início. – disse isso e começou a se aproximar da boca dela. Chegou bem perto, e como ela não tinha feito nada, roçou seus lábios, várias vezes, e depois aprofundou o beijo. Era aconchegante, o melhor que ele já tinha dado nela. Ele percorreu o as costas dela toda com suas mãos, depois subiu um pouco em cima dela, acariciando seu rosto, e ainda no beijo. Colocava sua mão na cintura dela e apertava-a. Depois subia suas mãos para o cabelo dela, passando-o entre seus dedos. Foi assim durante uns cinco minutos, até eles precisarem de ar.
- Por... Favor... Hermione. Deixa-me te provar.
- Eu... Eu não posso Draco. Por favor, entenda – e passou sua mão carinhosamente no rosto dele. – Mas pelo menos hoje, fica perto de mim? – ele sorriu e assentiu. Deu um beijo demorado, e saiu de cima dela. Ficou de barriga pra cima novamente, e ela depositou sua cabeça no tórax dele. Por baixo dela, ele passou seu braço esquerdo, e colocou-o na cintura dela. As duas mãos dela ficaram no tórax dele, fechadas. Ele passou o braço direito até as costas dela, apertando-a. Ela se sentiu protegida, novamente, nos braços de Draco Malfoy, e uma lágrima desceu de seu olho direito e parou no tórax dele. Ele sentiu, e a apertou mais ainda, depositando um beijo no topo da cabeça dela. E então adormeceram. 

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N/A: Foi mais rápido esse capítulo porque, como já tinha dito, já estava pronto. Ficou bem mais extenso que os outros, ficou o dobro, mas é que precisava de uma coisa mais caliente entre os dois é/ HUAHAUHAH pois é, amanhã eu vou viajar, só volto segunda, eu to já preparando o capítulo 8, pra depois passar pro computador, mas não sei se dá tempo. Enfim, se eu demorar muito, mil desculpas mesmo, mas é que eu to louca pra viajar, não posso fazer nada :/ Obrigada por lerem, e pelos comentários, beijo :* 

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Comentários: 2

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Enviado por IsaBellatrix Black Malfoy em 01/08/2012
Como sempre perfeita,precisu dizer q vc escreve mto bem e q eu to amando? Parabens pela fic ta mto boa.Depois q essa acabar promete q escreve+? =(
Nota: 5

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Enviado por IsaBellatrix Black Malfoy em 01/08/2012
Como sempre perfeita,precisu dizer q vc escreve mto bem e q eu to amando? Parabens pela fic ta mto boa.Depois q essa acabar promete q escreve+? =(
Nota: 5

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