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19. Capítulo 18


Fic: A new beginning


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 18


 


12:47h


O sol batia fortemente. Um dos professores falou:


- Será que poderíamos ficar na sombra? Beber água? Ir ao banheiro?


Alfa estava conversando com os outros bruxos do seu bando quando foi interrompido pelo professor. E sabia que o homem tinha razão.


- As crianças estão apertadas. – ele continuou – E também precisamos trocar as fraldas das mais novas.


- Eles nunca vão conseguir o valor que pediram em duas horas! – Ártemis falou.


- Quanto tempo você pediu? Duas horas? – Alfa perguntou para Ômega.


Renata e a amiga trocaram olhares, notando que havia um pequeno mal entendido entre os dois.


- Combinamos que seriam seis horas! Me dá a merda do espelho! – ele gritou, pegando o espelho de Ômega – Beta, Gamma e Delta, organizem água e banheiro para eles.


O trio começou organizar os grupos. Ártemis aproveitou a movimentação e falou em voz baixa para Renata:


- Estou com minha varinha.


- QUÊ?os bruxos olharam para elas.


Ártemis rolou os olhos e Renata calou-se imediatamente. Depois de um tempo, Ártemis continuou:


- Troquei minha varinha por uma falsa. Está escondida na mochila de Peter. – Renata olhou discretamente quem tinha a mochila entre as pernas. Soltou o ar pelo nariz.


- Escolheu o melhor... Ele é um ótimo mentiroso...


- Sem dúvida.


Renata organizou as crianças em fila para que fossem ao banheiro. Nenhum aluno de Ártemis queria ir. Ela ficou observando as feições do bruxo denominado Alfa. Ele tinha feito contato pelo espelho, mas a professora não conseguia ouvir o que conversavam.


- Você vai tratar comigo sobre suas exigências. – Alfa viu um homem falando.


Reconhecia muito bem quem ele era. Draco Malfoy. E sabia que não seria nada fácil negociar com ele. Porém, para manter sua postura de autoridade, não se deixou abater.


- Sobre o tempo pedido...


- É pouco tempo. – Draco disse, simplesmente.


- Eu concordo em ampliar o prazo. Mas não diminuir o valor.


- Por que está fazendo isso?


- Pelo dinheiro. E não pela conversa. – e cortou a conexão.


- Alfa? É isso? Ou preciso chamá-lo de “senhor”? – Ártemis começou a falar.


- Apenas Alfa. – ele respondeu.


- Por que não solta as crianças mais novas?


- Ninguém será solto! – Ômega declarou.


Renata, que chegava nesse momento, falou:


- Será melhor. Ganham alguns pontos com os aurores e preservamos nossos ouvidos. Logo, eles começam a chorar. E tem as fraldas. E as idas ao banheiro... – Renata disse de forma displicente.


Eles se entreolharam. Foi uma bruxa identificada como Beta quem disse:


- Elas podem ter razão... Vamos liberar as crianças mais novas...


- Claro que não! Quanto mais reféns melhor! – Ômega falou.


- Você não sabe o que é cuidar de crianças para falar uma merda dessas... – Renata disse, séria.


- Essa aí está me irritando! – Ômega falou.


Renata abriu a boca para responder, mas não teve tempo. A maldição sentida pela amiga passou pelo seu corpo e ela foi ao chão.


- PARE! – Alfa ordenou. Ártemis ajoelhou-se ao lado da amiga. Sua vontade dividida entre cuidar e xingar a amiga  – Qual o grupo das crianças mais novas?


- O meu. – disse uma bruxa – Eles têm apenas dois anos...


- Falarei com os aurores e você poderá sair com eles. – Alfa ergueu o espelho diante de si. Segundos depois a imagem de Draco surgiu – Vou soltar alguns reféns. Espero que isso agilize a obtenção do dinheiro.


- Eu preciso ir ao banheiro! – Ártemis falou de repente.


- Acabamos de levar todos...


- Eu a acompanho. – Ômega ofereceu, sorrindo perversamente.


Renata ainda estava deitada, Danny segurando sua mão. Ela tentou reagir, mas não teve forças.


- Não! Beta, acompanhe a garota. A partir de agora, todos irão ao mesmo horário. – a bruxa puxou Ártemis pelo braço – Sigma, venha comigo. Delta, organize as crianças que vão sair. Cada grupo com sua professora. – depois disso, ele reabriu o contato com os aurores – Malfoy.


- Então você sabe com quem está falando. Será que eu poderia saber quantos são e com quem eu falo? – Draco perguntou.


- Alfa. Para mostrar que estamos dispostos a colaborar, vamos liberar alguns reféns.


- Que horas?


- Dentro de alguns minutos.


- Alfa, o que pretende com isso? A escola está cercada, você parece uma pessoa calma e sensata. Sabe que, mesmo entregando o dinheiro, vocês correm o risco de ir para Azkaban.


- Não iremos para Azkaban. Já conversamos muito, Malfoy.


---


13h35


Draco olhou ao redor. Todos tinham ouvido a conversa. Olhou para Matthew Reid, aquele cara definitivamente não deveria estar ali.


- Precisamos organizar alguns aurores para acompanharem as crianças até o perímetro de segurança.


- Temos que dar um jeito de entrar. – Fred falou – Eles apenas estão soltando aqueles que darão mais trabalho.


- Ao menos estão soltando os reféns. – Draco disse – Precisamos conter as famílias das crianças que ainda não serão liberadas. Alguma notícia de Willian? – Draco perguntou, voltando-se para Fleur.


- Ainda não. Os duendes não vão abrir mão desse valor tão facilmente...


13:52h


A professora colocou as crianças em fila.


- Não corram. – Delta falou.


- Correr... Eles mal sabem andar! – Renata bufou, em voz baixa.


- Tente se controlar. – Ártemis falou – Danny ficou realmente assustado ao ver você sendo torturada...


Renata olhou para o menino, que estava sentado aos seus pés. Ela e sua amiga estavam em pé, olhando a movimentação.


- O que você colocou na mochila de uma das crianças de Becky? – Renata perguntou, discretamente.


Ela, Ártemis e mais um professor foram chamados para ajudar na organização das crianças por que conseguiam acalmar as mesmas.


- Avisei sobre Ômega. Provavelmente, os aurores vão interrogá-la e saber quantos são... Ela está atenta com as crianças e também não é tão perceptiva em relação a certos assuntos... Você notou, não notou? – Ártemis perguntou.


- Sim, notei – Renata respondeu, olhando de Ômega para Alfa.


Os dois eram líderes natos. Porém, apenas Alfa estava no comando e o outro não estava gostando nada disso.


- Depois deles, qual a outra idade mais nova? – foi Beta quem perguntou.


- Deveriam soltar as crianças até cinco anos. – Renata intrometeu-se, ignorando o olhar frio lançado por Ômega.


- São muitos reféns sendo liberados... – ele protestou.


- Sou eu quem decido. – Alfa disse, reabrindo a comunicação pelo espelho.


- Alfa... – ouviu Malfoy falando.


- Como anda a negociação com o Gringotes?


- Não tivemos progressos, mas acredito que, com o incentivo de reféns liberados, poderemos acelerar algum acordo com os duendes.


- Os portões serão abertos. Não tentem invadir. Alguns dos nossos estarão com varinhas apontadas para os reféns.


- Queremos saber se há algum ferido. – Draco indagou, sério.


- Não.


- Soubemos que um de vocês lançou uma maldição imperdoável em uma das professoras. Ela está bem?


- Sim e vocês não poderão ter contato com ela.


- Tudo bem... Alfa... – Draco recomeçou – Já passa das 13 horas. Logo, as crianças terão fome. Precisamos organizar a entrada de alimentos para vocês. Sabemos que as crianças levam lanche, ou seja, a escola não tem alimento suficiente para todos vocês.


- Eu entro em contato.


14:01h


Os aurores esperavam pelas crianças do lado de fora. Os pais estavam histéricos e apenas a linha mágica mantinha todos afastados. As crianças passaram por uma avaliação dos curandeiros e medibruxos, somente depois sendo levadas para seus pais. Becky foi encaminhada aos aurores.


- Imagino que esteja nervosa. Eu sou Hermione Granger. – a professora aceitou o chá que lhe foi servido – Será que poderia nos responder algumas perguntas?


- Eu... eu tenho um recado... Ártemis enfiou um papel na mochila de uma das crianças. – Becky tremia.


Viu quando um ruivo aproximou-se. Conhecia-o de vista e sabia que ele era namorado de Ártemis.


- Recado? Que recado? – ele perguntou. Reid levantou-se e falou:


- E Danny? Renata?


- Por favor! Vocês estão atrapalhando! – Draco exclamou. O loiro foi até a mochila que estava aos pés da professora.


Becky olhou para Matt.


- Eles não fizeram nada com as crianças, mas um deles, o Ômega, lançou uma maldição em Renata... ela... ela estava falando, desafiando... – Matt murmurou um xingamento.


- Ômega? – Hermione interveio.


- Sim, eles todos têm uma letra grega na camiseta.


- São em quantos?


- Sete. Cinco homens e duas mulheres.


- Achei o bilhete. – Draco exclamou e Fred, lançou um accio, fazendo com que o papel fosse até ele – Weasley, seu filho da put...


- CHEGA! – Hermione interrompeu – Estamos juntos nisso. Eles são em sete... É um número grande de sequestradores. O que está escrito?


- Ela usou papel higiênico e algum lápis colorido infantil... – Fred sorriu, orgulhoso da namorada – Está escrito: “Alfa líder. Ômega quer seu lugar”.


- Obrigado pela ajuda, Becky. – Hermione disse, observando o olhar sério do Draco – Qualquer coisa, nós entraremos em contato, mas agora, descanse. – a bruxa assentiu e saiu. Logo estava nos braços do marido.


- Isso não é bom... – Draco falou, quando se viram sozinhos – Esse Ômega, que torturou a Cassel, provavelmente é o mesmo que torturou Stark. Vocês ouviram Alfa falando, ele é centrado. Aceita ouvir. O mesmo não parece acontecer com esse outro... Temos que torcer para que ele não comece a juntar aliados...


- Como assim? – Matt perguntou.


Fred voltou a encarar o pergaminho, os dedos deslizando sobre a caligrafia da namorada. Foi Hermione quem respondeu:


- Nunca temos bons resultados quando a liderança se racha... Alfa é organizado. Apesar de não nos deixar ver os reféns, foi sincero quando falou que não há feridos e parece estar evitando que isso aconteça. Já Ômega... – ela respirou fundo – Eu falei rapidamente com ele, mas é do tipo que não medirá meios para conseguir o que quer. Agora, se pensarmos que o líder não queria feridos e ele, por conta própria, torturou alguém... É um desafio claro à autoridade. Se esse Ômega estiver sozinho, ótimo... Ele não tem quem o siga e não terá força... O problema é se alguém se juntar a ele contra o líder inicial... As coisas ficam mais tensas, há brigas, há lutas,...  É um efeito dominó, sem bons resultados. E, garanto, se Ômega assumir o posto de líder, nossas negociações serão muito, mas muito mais complicadas... Haverá mais feridos e possíveis... – ela interrompeu-se. O olhar de Fred sobre si – ... possíveis mortes.


14:23h


- Grampo, é uma situação emergencial! Nós precisamos desse ouro! – Bill exclamou, batendo com força na mesa.


- Não.


- Eles não fugirão com o dinheiro. O ouro será devolvido aos cofres assim que os capturarmos.


- Vocês bruxos sempre querem roubar o que é dos duendes por direito. Lembro muito bem que Potter, seu irmão e aquela outra bruxa, me enganaram! – o duende disse, frio.


- Você tentou enganá-los!


- A espada sumiu! A espada de Grifinória é dos duendes!


- A espada sumiu por magia! – Bill passou a mão pelos cabelos – Essa discussão não levará a nada. Grampo, libere o ouro para que possamos negociar com os sequestradores.


- Não. – ele repetiu, de forma seca. Bill socou a mesa com mais força e saiu da sala. Um auror em seu encalço – Agilize o ministro. Precisamos de autorização para intervir no banco e pegar esse dinheiro. Estarei na escola. – o auror assentiu e ambos desapareceram no ar.


15:09h


Eles juntaram o que havia sobrado do lanche das crianças e dividiram entre todos. Os professores optando por não comer, para sobrar mais. Foi organizada outra ida aos banheiros e novamente Ártemis escreveu alguma coisa, colocando-a na mochila de uma criança. Provavelmente dentro de algum tempo, mais um grupo seria liberado.


- Quando esse grupo sair, vamos pedir que nos enviem comida. Faça uma lista, Beta. – a bruxa pegou um pergaminho e uma pena. Começou a listar o que precisariam.


- Alfa, com licença. – Renata começou – Libere mais grupos. Quanto mais crianças tiverem aqui, será pior. Logo, elas vão começar a chorar, pedir pela mãe, pai...


- Basta calarmos a boca de todos com um feitiço! –Ômega declarou.


- Você não pode estar falando sério!


- E você, mocinha, não poderia nem estar falando! – ele aproximou-se, mas Ártemis colocou-se na frente da amiga.


- Melhor ficarmos calmos...


- Não são vocês que dão ordem aqui... – Ômega falou, por entre dentes. Seus olhos negros indo de uma para outra.


- Nem você. Até onde entendi o chefe aqui é o Alfa! – Ártemis respondeu.


O bruxo pressionou sua varinha contra o queixo de Ártemis.


- Ei! – Renata protestou e tentou avançar, mas parou ao ver que ele pressionou a varinha com mais força.


- Afaste-se delas, Ômega! – Alfa gritou ao ver que o bruxo envolvera-se em outra confusão com as mesmas garotas.


O bruxo olhou rapidamente para Alfa, depois se voltou para as duas. Abaixou a cabeça até sua boca alcançar a orelha de Ártemis.


- Vamos ver até quando ele é o chefe. – sua língua encostou a pele dela.


Renata ignorou a varinha e puxou a amiga ao ver o que acontecia.


- Covarde! Vai ver quando eu estiver com uma dessas! – Renata disse, irritada.


O bruxo afastou-se rindo. Nenhum das duas gostou de ver que Sigma o seguiu...


Alfa, no entanto, já havia reaberto a conexão por espelho.


- Malfoy, nós vamos liberar mais algumas crianças, se você tiver alguma novidade sobre o nosso ouro.


- Conseguimos convencer os duendes a nos dar parte do dinheiro.


- Quanto?


- 300 milhões de galeões. – o loiro mentiu. Não tinha conseguido nada – Temos alguém que trabalha no banco nos ajudando. O valor está sendo separado e chegará aqui dentro de uma hora, mais ou menos.


- Você está mentindo! – Alfa declarou.


- Eu não mentiria sobre assunto. Você ainda tem muitos reféns. – Draco notou que Alfa estava pensando. Ele ainda estava no comando, mas Draco identificou a voz dele um pouco mais tensa do que das outras vezes.


- Faremos o seguinte. Vou soltar as crianças de três anos com a professora daqui a dez minutos. Com ela, irá uma lista do que queremos para comer e beber. – Draco meneou a cabeça, concordando – Daqui a uma hora, eu retomo a conexão, você me mostra o ouro e eu libero mais um grupo de crianças. Quando elas saírem, alguém pode entrar com a comida. Alguém que não seja auror.


- Eu não posso mandar um civil... – Draco argumentou.


- Ou fazemos desse jeito, ou não fazemos. – a conexão terminou – Beta, Gamma, Sigma, organizem a saída de mais um grupo. Vocês ouviram o homem, já conseguimos mais da metade do ouro.


- E você acreditou nele? – Ômega perguntou.


Beta e Gamma foram fazer o que Alfa havia mandado, mas Sigma ficou no seu lugar.


- Eu pedi para ver o dinheiro e ele não pareceu estar mentindo.


- Eu duvido. Os duendes não liberariam o dinheiro tão facilmente.


- Facilmente? – Beta indagou – Estamos mantendo reféns aqui. Crianças. Claro que deram um jeito, fizeram um acordo entre Ministério e Gringotes...


- Sigma, eu mandei você ajudar Beta e Gamma. Por que ainda está parado aí?


Sigma era o mais calado do grupo. Aliás, ele nunca falava. O bruxo trocou um breve olhar com Ômega e foi ajudar os outros dois. Alfa aproximou-se de Ômega


- Eu sei bem o que você está tentando fazer aqui. Não faça. Eu sou o líder, eu chamei você para fazer parte disso. A ideia é minha. Ou obedece ou eu e os outros teremos mais ouro para compartilhar.


- Como quiser, Alfa. – ele falou, o tom debochado não passando despercebido por ninguém.


Do lado de fora...


- Você só pode ter merda na cabeça! – Matthew exclamou, nervoso – Nós não temos porcaria de dinheiro nenhum! Não temos ouro! Nada!


- O que faremos? Não conseguiremos juntar essa quantia, Malfoy, os duendes estão impassíveis. – Bill declarou, Fleur ao seu lado.


Ela tinha liderado um grupo ao percorrer pelos ares e tentar observar a escola, porém havia uma proteção mágica e não era possível enxergar nada. Mesmo assim, alguns aurores foram mantidos em pontos estratégicos, sobrevoando a escola e o entorno.


- E agora? Como faremos quando ele pedir para ver o ouro? Vamos pintar alguns nuques?


Fred, que estava sentado com a cabeça apoiada nas mãos, de repente levantou:


- O que disse? O que você disse, Matt?


- Pintar nuques... É idiota, eles notariam a diferença! – o loiro exclamou, andando de um lado para o outro.


- Jorge... – Fred falou em voz baixa.


- Quê? – Hermione perguntou – Fred, você...


- Na Copa Mundial, Mione... Eu e Jorge fomos enganados e recebemos ouro de leprechaum. Apenas um duende conseguiria distingui-los. E se...


- Fred, você é fantástico! – a morena exclamou, pulando no pescoço dele e o abraçando de forma amistosa – Vamos falar com McDemortt. Ele pode nos ajudar.


- É possível conseguirmos isso em uma hora? – Matt perguntou.


- Nós temos que conseguir.


15:25h


O grupo de crianças saiu de forma ordenada. Novamente a professora foi separada do grupo para conversar com os aurores e, novamente, havia um recado de Ártemis.


“Varinha escondida.”


- Droga! Sem informações sobre o tal do Ômega – Draco bufou.


- É importante saber que elas estão com uma varinha escondida! Todas as outras foram retiradas! – Fred aproximou-se de Draco, irritado – Ela já está se arriscando muito ao fazer isso!


- Não comecem! – Hermione falou ao ver que Draco rebateria – Precisamos pensar em alguém para entrar lá.


- Eu posso ir. – Bill disse.


- De forma alguma Weasley. Tem que ser alguém mais... discreto e que pareça menos ameaçador...


- Obrigado, Malfoy.


- Eu vou! – Fred e Matt disseram juntos, depois se entreolharam.


- Eu e Draco que vamos decidir isso. – o casal afastou-se para conversar.


Fred passou a mão no cabelo, era melhor não falar nada. Não queria brigar com o amigo, sabia que as coisas também não estavam sendo fáceis para ele.


- O melhor é que Reid entre na escola.


- NÃO! Ele não tem formação, não tem preparo... – Fred brigou.


- Ele é um bom bruxo... – Hermione disse – ... e eles podem perceber se for alguém treinado como você, Fred.


O ruivo andava de um lado para o outro. Claro que confiava na capacidade do amigo, mas... Parou de andar ao sentir a mão dele em seu ombro.


- Fred, eu vou cuidar de Ártemis também. – o ruivo colocou a mão no bolso. O papel com a caligrafia dela em sua mão.


Assentiu em silêncio, depois se sentou. Retirou o papel do bolso. Sabia que era capaz de matar se algo acontecesse a ela.


Draco e Hermione começaram a preparar Reid.


- Vamos esconder sua varinha dentro das cestas com comida. – Draco começou – Você deve ficar próximo deles o máximo que puder, já que colocaremos um escuta trouxa em sua roupa.


- Eles não devem saber sobre seu envolvimento com Renata. Conte que escolhemos alguém que estava esperando notícias de algum parente. – Hermione continuou, o loiro ouvia atentamente os dois. Fleur estava ajudando a organizar o ouro de leprechaum, que estava chegando – Não tente usar sua varinha mesmo se eles ameaçarem alguém.


- Mesmo que eles torturem alguém. Qualquer pessoa. Renata ou Daniel. Deixe a varinha escondida! – Draco pegou a cesta e mostrou onde ela ficaria escondida. – Estará por protegida por feitiços como accio.


Hermione afastou-se e voltou instantes depois com outra camisa.


- Troque a sua por essa. O primeiro botão é a escuta.


Matt trocou rapidamente de roupa. Estava nervoso. Olhou para Fred, que ainda encarava o bilhete.


16:15h


Alfa chamou e abriu a conexão do espelho.


- O ouro, Malfoy. – ele disse, diretamente.


Draco concordou com a cabeça e moveu o espelho para o lado. Uma enorme pilha de moedas e mais moedas reluziam.


- Se precisar de confirmação, posso enviar uma parte para você. – o loiro falou, rodando uma das moedas no dedo.


- Vocês não seriam burros de nos dar ouro falso. Vou abrir o portão para a saída de mais um grupo.


- Já escolhemos alguém. Um rapaz, irmão de uma das crianças. Ele está desarmado e levará as cestas com comida.


O grupo de crianças saiu. Uma nova comoção do lado de fora. A outra professora tinha poucas informações, mas também havia um novo bilhete de Ártemis.


“Ômega + aliado”.


Fred ficou novamente encarando o bilhete.


- Isso são provas, Weasley. Esses papéis deveriam estar comigo! – Draco disse, profissionalmente.


Fred apontou a varinha para o loiro. Bill, Hermione e Fleur voltaram-se para os dois.


- Eu já tenho que aguentar tudo isso aqui. Do lado de fora. No momento isso... – ele disse segurando os três bilhetes – ...é a única coisa que tenho dela e quero ver você tentar tirar de mim, Malfoy.


- Deixa, Draco... – Hermione falou.


- Você acha que eu também não quero evitar que o pior aconteça? Eu quero. Estou apenas cumprimento meu dever.


- Ótimo. E eu estou tentando me manter são. E essas palavras são provas que ela está viva. – Fred virou-se e afastou-se. Bill o seguiu.


Nos portões...


Matthew foi revistado por dois bruxos. Nada foi encontrado. Ele estava nervoso. Os outros sentiram isso. Por isso ele foi mandado, sabia.


As cestas foram retiradas de sua mão e ele foi levado para dentro. Encontrou todos sentados. Seus olhos procurando atentamente três pessoas. Até que um grito chamou sua atenção. Danny.


- MATT! – o menino gritou e saiu correndo.



Renata, ao ver quem era, fez o mesmo. Ártemis tentou impedi-la, mas não conseguiu. Assustado pelo súbito movimento, Ômega não pensou duas vezes antes de acertar Renata com mais uma maldição imperdoável.



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N.B.: Vou escrever um livro “ As maldições e eu”. Hahaha tadinha, sofro tanto. Meu loiro lindo indo me resgatar, Fred todo preocupado, o babaca do Draco sendo profissional. Esse cap tá me despertando diversas emoções!!! Ansiosa pelo 19!!!


 


N.A.: momento tenso até quase o final da fic!!!


 

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Comentários: 4

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Tonks Fenix em 03/06/2012

tenso, tenso, tenso!!!

Guarde o Reid, please! Tô loka pra ver o Fred em ação...

Bjinhus!

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Mrs. Mari Oldman em 03/06/2012

Ai.... minhas costas estão até doendo de tanta tensão!

AHHH!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Maris em 31/05/2012

Teeeeeennnnnnnnnnnnnnnnnso!!
Ai, ai meninas!!!

Pelo menos parei de imaginar as O.M.
Eu tenho que parar de pagar pau para o Draco, pq sempre acho que as passagens dele são as melhores...

Flores, a fic está ótima...
 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Júlia rodrigues valente em 31/05/2012

Eu disse que você está fazendo esse povo sofrer demais, rs. Aqui e lá na UNC tsc tsc 
Quero uma nova postagem logo, entendu senhorita, rs
Capitulo ótimo bastante esclarecedor  

Nota: 1

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