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18. Capítulo 17


Fic: A new beginning


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 17


Última semana de aula. As crianças corriam alvoroçadas. Os estudantes de Ártemis encerrariam ali seus estudos, pois já haviam recebido sua carta para começar Hogwarts no próximo semestre.


Nuvens mágicas faziam cair água colorida. Balões de diversas formas. Produtos Weasley tinham sido autorizados (desde que não ferissem ou transformassem temporariamente outros estudantes).


Da janela, Lauren Hill olhava, feliz, para os estudantes e seus professores. Ao seu lado, dois casais observavam, sorrindo, a imagem que a diretora lhes mostrava. Animadas, três crianças estavam brincando no espaço.


- Gostariam de entrar para conhecer a escola? Claro que hoje e o resto dessa semana será totalmente “atípico”, mas vocês podem conhecer um pouco do nosso espaço.


- Claro. - uma das mulheres falou – Venham, crianças!


Todos se juntaram e passaram pela porta. Os quatro adultos acompanharam Lauren, enquanto as crianças se espalharam pelo quintal.


Um dos homens olhou para o próprio relógio.


- Está na hora. – ele disse, olhando ao redor.


- Como? – Lauren perguntou, sem entender.


- Desculpe, mas... – ele empunhou a varinha – ... estamos sequestrando a escola...


Antes que Lauren pudesse reagir, ela viu que os outros já tinham a varinha apontada para seus estudantes. E as crianças... Não eram crianças. Poção polissuco.


Ártemis terminava de ajeitar a mochila de uma criança quando viu uma movimentação estranha. Gritos foram ouvidos.


- Não fale nada sobre isso! – ela disse ao estudante e retirou a varinha falsa dele, colocando-a em sua própria cintura.


A sua varinha foi colocada na mochila dele. O menino assentiu em silêncio.


- VOCÊS TODOS! PARA CÁ! – algumas crianças começaram a chorar. Renata pegou Danny em seu colo e chamou por seus alunos, que a seguiram. – CALEM A BOCA!


- Eles estão assustados, seu imbecil! – Renata gritou e ignorou a bronca dada por sua amiga, que já estava ao seu lado.


- O que disse, professorinha? – o bruxo disse com tom de desprezo.


- São crianças! Estão assustados! E é senhorita Cassel para você!


- Será senhorita Sem Língua, se não calar essa boca.


- Cale a boca, Renata!­ – Ártemis brigou.


Os professores foram, aos poucos, acalmando seus estudantes.


- Todos sairão vivos daqui. Nossa intenção não é machucar ninguém. – ele fez um floreio e na frente da camisa dele e dos demais bruxos apareceu uma letra grega. A dele era “Alfa” – Acontece que essa era a única alternativa de conseguirmos alguns galeões, já que assaltar o Gringotes é praticamente impossível. Peço que todos entreguem suas varinhas. – contrariados, os professores obedeceram à ordem.


- Como podemos nos comunicar com os aurores para pedir um resgate? Corujas? – uma mulher, com o símbolo Beta­, perguntou.


Lauren respirou fundo, para manter sua voz firme.


- Temos um espelho de dois sentidos. – o Alfa olhou para a bruxa. Passou os olhos pelos outros.


- Ômega. – ele disse para um dos bruxos – Escolha alguém e vá com o Sigma até a tal lareira. Espero que a senhora Hill não tente nenhuma gracinha.


- De forma alguma. Podem me acompanhar. – Ômega caminhou até ela, Sigma ao seu lado.


Pensou em levar alguma criança, mas a gritaria e a choradeira o irritavam. Tinha que ser alguém que teria algum apelo. Eliminou os homens. Notou uma bruxa que conversava da maneira mais calma possível com algumas crianças. Bonita.


Aproximou-se dela e a puxou de forma grosseira pelo cabelo. Renata intrometeu-se imediatamente:


- Não precisa disso! – ela gritou ao ver a amiga sendo maltratada.


Sigma interveio. A varinha apontada para uma criança.


Renata calou-se, contrariada. Seus olhos foram para Ártemis, que tentava segurar o punho do homem que a segurava pelos cabelos.


- Vamos. – Ômega falou simplesmente.


Os quatro voltaram para o interior da escola, Lauren os conduzindo até a sala da lareira. Ela foi até o espelho, pendurado em sua sala como um espelho comum. Era um similar àquele dado por Sirius a Harry em seu quinto ano. Chamou pelo ministério, departamento de aurores. O rosto de Hermione apareceu depois de alguns instantes.


11h47


- Escola Pequenos Marotos? – ela estranhou.


Antes que Lauren pudesse dizer algo, foi empurrada. Hermione olhou de forma estranha e logo viu um bruxo que não conhecia e a imagem de Ártemis aparecer, uma varinha contra seu pescoço. Seu corpo gelou imediatamente.


- Sim, Escola Pequenos Marotos. É com você que vamos negociar?


- Negociar? – Hermione perguntou – Do que se trata?


- Invadimos e sequestramos todos que estão nessa escola. Queremos a quantia de 573 milhões de galeões entregues aqui dentro de duas horas.


- Impossível! O Gringotes é administrado por duendes! Eles jamais aceitaram que retiremos essa quantia de lá!


- Entraremos em contato sobre a entrega que será realizada daqui a duas horas. Ou entrega o dinheiro... Ou os reféns sofrerão as consequências... – Hermione virou o rosto, pois não conseguiu encarar a amiga quando viu que o bruxo a torturava com uma cruciatus.


Os gritos de Ártemis estavam misturados ao de Lauren Hill, que pedia para que parassem com aquilo. Segundos depois a comunicação foi interrompida.


Renata sentou-se no chão, Danny ao seu lado. Ela olhava atentamente por onde sua amiga tinha seguido com a diretora e os dois sequestradores. Levantou-se repentinamente assim que viu a amiga chegar, meio arrastada, pelo homem que a levara.


- O que fizeram com ela? Seus covardes, filhos da puta.


Lauren segurou Ártemis quando Ômega a soltou e ajudou-a a se deitar. Seus alunos se aproximaram. O bruxo olhou Renata e apontou a varinha para ela:


- Do que me chamou?


- Além de covarde e filho da puta, é surdo? – ele começou o movimento da varinha, quando Gamma, uma das bruxas, apareceu.


- Pare com isso, Ômega. Não era para começar ferindo ninguém! – disse olhando para a professora que estava no chão – E você. – falou olhando para Renata – Melhor cuidar da sua amiga e calar a boca.


Renata pensou em protestar, mas sentiu uma mão na sua. Danny. Ele segurava-a com força e os olhos estavam assustados.


- Ártemis vai morrer? – ele perguntou, nervoso.


- Não, não vai. – Renata respondeu mudando o tom de voz. Ajoelhou-se ao lado da amiga, que tinha a cabeça no colo de Lauren – O que houve? – perguntou passando a mão pelo rosto de Ártemis.


- Ele lançou a... a... – Lauren gaguejou os olhos cheios de lágrimas. Viu que as crianças olhavam preocupadas.


- Estou bem. – a voz de Ártemis saiu fraca.


Renata colocou a mão sobre o peito, como que compreendendo o que tinha acontecido com a amiga.


- Eles não... Não a Cr-


- Sim... – Ártemis falou, conseguindo sentar-se e agradecendo a Lauren – Estou bem. – ela repetiu, olhando para a amiga e para seus alunos – Precisamos tirar as crianças mais novas...


- Também acho... Podemos tentar convencer uma das mulheres...


---


Assim que a conexão encerrou, Hermione pegou o espelho e saiu correndo para a sala do Draco. Ela abriu a porta de forma tão abrupta que o loiro derramou o café que estava prestes a tomar.


- Puta merda, Hermione! – ele rapidamente afastou a blusa de si, colocou a xícara sobre a mesa e lançou um feitiço para limpar-se.


- Draco, temos um problema. Um problema muito sério! – seu pensamento indo diretamente para Fred... Não tinha ideia do que o ruivo poderia fazer.


Draco viu o semblante preocupado. Só a vira assim... Reparou que ela trazia o espelho de dois sentidos, a mão dela tremia levemente.


- O que houve?


- A Escola Pequenos Marotos... Foi sequestrada. O bruxo que entrou em contato comigo está pedindo 537 milhões de galeões – ao ouvir o exorbitante valor, o loiro arregalou os olhos – Querem que seja entregue em duas horas. Vão entrar em contato...


- Essa não é a escola que...


- Sim, sim! Draco, o bruxo que entrou em contato comigo torturou Ártemis com a maldição cruciatus! Eu não tenho informação de quantos são. Nada! Eu vi dois pelo espelho, mas deve haver mais... É uma escola cheia de crianças e... Não consigo deixar pensar em uma coisa.


- No quê? – Draco disse, aproximando-se e segurando a mão dela entre as suas.


- No que Fred vai fazer quando souber...


Draco murmurou um palavrão...


---


Fred estava em seu escritório, fazendo a contabilidade do mês. Em determinado momento, um sorriso bobo surgiu em seus lábios. Lembrou-se daquela manhã, acordando ao lado de Ártemis. Aliás, ela acordando ao seu lado...


- Bom dia. – o ruivo falou em voz baixa, dando um beijo na ponta do nariz da namorada.


- Está acordado há muito tempo? – ela perguntou, esfregando os olhos.


- Um pouco... Gosto de ver você dormindo. E ver você acordando... Quer dizer, eu gosto de ver você. – ela riu.


A risada que ele adorava ouvir. Ártemis aproximou-se e deu uma pequena mordida na nuca dele.


- Você sempre faz isso. – ele disse, a voz rouca – Se continuar assim, vamos nos atrasar...


- É a última semana de aula mesmo... – a morena falou. Uma nova mordida.


- Tem certeza que você não é uma vampira? – ele perguntou, sorrindo ao sentir os lábios e os dentes em contato com sua pele.


- Tenho. – ela falou, soltando uma risada pelo nariz que apenas o arrepiou ainda mais.


Fred segurou os punhos de Ártemis e virou-a, deitando-se sobre ela.


- Você é minha vampirinha. Vamp... – ela riu – Esse será seu apelido.


- Fala sério... – Ártemis perguntou, duvidando.


Fred sorriu de lado.


- Estou falando sério. Eu disse que te encontraria um apelido. Um apelido que apenas eu poderia usar... – ouviu novamente o som da risada dela – Jorge teria te adorado! – eles observaram-se em silêncio. Ele querendo dizer seus verdadeiros sentimentos – Pode jantar na minha casa hoje? Eu preparo!


- Eu vou adorar...


12:20


E Fred lembrou-se do beijo que deram e que quase se atrasaram. Bagunçou os próprios cabelos, tentando concentrar-se novamente em seu trabalho.


- Atrapalho?


- Oi, Matt. – ele sorriu ao ver o amigo – Entre... Tudo bem?


- Sim... Apenas pensei de fazermos uma surpresa para as meninas, o que acha? Aparecemos para pegar meu irmão e as levamos para almoçar. Você pode?


- Ótimo ideia. Segunda é sempre um dia meio parado. Verity e os outros podem dar conta por algumas horas. Só vou organizar essa papelada... – ele juntava tudo quando outra pessoa entrou em seu escritório. Assim que viu o rosto da amiga soube que algo estava errado – O que aconteceu, Hermione? Bill, minh...


- Sua família está bem, Fred – ela disse.


Viu que Matthew estava sentado em frente à mesa, olhando para ela. Respirou fundo. Não seria uma conversa fácil.


- Aconteceu algo com o Malfoy? – ele deu a volta e parou de frente para ela.


- Não, Fred. Por favor... Eu... – ela não sabia por onde começar. Olhava de um para outro


- Por que você não se senta? – ele sentou enquanto Hermione puxava outra cadeira para sentar-se. A bolsa sobre seu colo – Serei direta por que... Porque não há maneira fácil de contar o que está havendo. – antes que Hermione pudesse falar mais alguma coisa, Fred levantou-se abruptamente.


- Não, não... Hermione, não! – o ruivo disse.


- O que está havendo? – Matthew indagou, sem entender.


Hermione olhou para ele. Fred apenas andava de um lado para outro no pequeno espaço.


- Há cerca de meia hora, eu recebi um pedido de resgate... A escola onde Renata e Ártemis trabalham foi sequestrada. Elas, as crianças e os outros professores estão sendo mantidos como reféns.


Fred olhava para Hermione, ela sabia o que ele estava tentando fazer. Não poderia deixar.


- Como?! – Matthew perguntou, colocando-se de pé também.


- Sinto muito, sei que seu irmão estuda lá... Draco está agora mesm...


- O que você está escondendo? – Fred perguntou aproximando-se dela.


Hermione ficou em pé também.


- Não estou escondendo nada, Fred. Você não vai ler minha mente por que pode perguntar o que quiser saber.


- O que eles pediram? – Matthew acompanhava o diálogo, seu corpo tenso. Seu coração acelerado. Danny e Renata. E Ártemis e tantos outros...


- 537 milhões de galeões.


- Como entraram em contato?


- Espelho de dois sentidos.


- Quanto tempo temos?


- Duas horas.


- Duas horas? Você sabe que isso é impossível, Hermione! – Fred estava visivelmente irritado. O lado profissional, do seu treinamento, conflitando com o lado emocional. Tinha mais uma pergunta. Uma que ele não queria fazer – Qual foi a ameaça? – silêncio, Hermione encarou o chão – Hermione.


- Por Merlin! – Matthew exclamou – Estamos perdendo tempo aqui! Precisamos falar com os duendes! Responda logo a maldita pergunta!


Hermione olhou os olhos azuis do amigo. Soltou o ar pesadamente.


- Eles disseram que os reféns vão sofrer as consequências. Aliás, um deles disse. Não sabemos ainda em quantos são. Dois sequestradores, pelo menos. Quando ele apareceu no espelho, ameaçava Ártemis. – os punhos de Fred se fecharam.


Hermione precisava falar tudo de uma vez antes que perdesse a coragem. Era melhor ele ouvir do que ver a lembrança em sua memória


- E, depois, lançou a maldição cruciatus nela.


Matt olhou para o amigo. Fred baixou a cabeça. Respirava pesadamente. Andou até Hermione e falou:


- Eu posso parar em Azkaban, mas ninguém mais que eu amo será assassinado. – ele passou por ela e Hermione o seguiu, Matthew fazendo o mesmo.


- Fred! Você não pode ir lá sozinho!


- Eu vou com ele! – Matt gritou atrás dos dois.


Verity olhou a estranha movimentação e tentou chamar por seu chefe, mas ele nada respondeu.


- Não! Espere! Esperem! Fred! – Hermione colocou-se na frente do amigo, sua mão no peito dele. – Vamos pensar em um plano e tirar todo mundo de lá com vida.


- Vocês ainda vão pensar em um plano?! – Fred indagou, incrédulo.


- Draco enviou um auror ao Gringotes. Ele e nossos melhores aurores estão se posicionando ao redor da escola. Chame Bill e Fleur.


- Eu não vou meter meu irmão nisso! – Fred exclamou.


- Nós precisamos de ajuda, Fred! – Matthew disse – Seu irmão e sua cunhada são ótimos bruxos!


- Eu não vou arriscar a vida de Bill! – ele disse, encarando o amigo.


- Meu irmão de sete anos e minha namorada também estão naquela escola! – Matt rebateu.


Fred fechou os olhos. Tentava se acalmar.


- Desculpe... – pediu, sinceramente. O loiro assentiu. – Vá até a escola, enquanto eu chamo meu irmão...


Matt aparatou imediatamente. Viu o cerco que estava sendo feito pelos aurores. Chamou por Draco, que virou os olhos quando viu o loiro.


- Você não deveria estar aqui. – Draco falou simplesmente.


- Claro que deveria. Deixe-me passar! – ele disse, vendo a barreira formada por uma linha mágica.


- De jeito nenhum. Você é um civil! – Draco impediu – Não pode passar.


- Ah! E Bill e Fleur Weasley são o quê? – Matthew falou, nervoso. Apesar de saber sobre o treinamento do amigo, ele não sabia dos outros.


Draco rolou os olhos. Observou ao redor.


- Acontece que a veela tem o mesmo treinamento do Fred. E, obviamente, o ruivo meio lobo virá junto. Então... Ela poderá passar. Você fica atrás da linha. E se você tentar ultrapassar, retiro sua varinha e deixo você detido.


Matthew entendia agora porque Fred não gostava de Draco Malfoy. Cruzou os braços para evitar que pegasse sua varinha e azarasse o outro. Esperaria a chegada de Hermione.


---


Fred aparatou diretamente no Chalé das Conchas, sabia que às segundas seu irmão almoçava lá com a família.


- Filho! Que surp... – Molly interrompeu-se – O que houve?


Bill levantou-se imediatamente e colocou uma mão sobre o ombro do irmão. Ele tremia.


- Fred,...


- A escola... A escola onde Ártemis trabalha... – Fleur pegou sua filha e entregou à Molly – Foi sequestrada... eles todos ameaçados... Um filho da puta lançou uma cruciatus nela... – ele olhou para os olhos do irmão – Bill, está acontecendo tudo de novo... Eu não posso aguentar... Eu nem disse que a amo...


- Fred, acalme-se. Nós vamos até lá.


- Não é justo. Vocês têm uma filha... – Fred disse.


- Quando eu concordei com o treinamento... – Fleur começou – ... era para combater a maior quantidade de comensais, sequestradores, bandidos que fossem possíveis. Ainda farei isso. Tonks e Remus morreram por uma causa e Ted está aí, vivendo com orgulho dos pais. Farei o mesmo pela minha pequena. Já volto. – dizendo isso, ela subiu as escadas.


Minutos depois, eles aparatavam próximo ao portão da escola. A rua já cheia de curiosos e familiares preocupados, que não entendiam o que estava acontecendo.


---


Hermione foi ao Gringotes. O auror enviado  não tinha conseguido nenhum avanço nas negociações com os duendes. Pediu, então, que ele retornasse ao Ministério e pedisse a intervenção do ministro. Segundos depois aparatou na frente da escola, onde o caos já estava instalado.


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N.B.: Tenso, isso, minha amiga sofrendo, eu brigando....  Cadê o BOPE desse cap??? E Draco babaca Malfoy? Entendo o lado dele, mas que deu raiva, isso deu! E o Fred dizendo que ainda não tinha dito que te amava??? Nhaaaaa tão linda!!!!


N.A.: eu não escrever uma fic e não ter um momento de tensão, não é?

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Comentários: 4

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Enviado por Maris em 25/05/2012

Ainda em que é a Maris não está junto com a Renatinha...pqp!!! Gente, Ô mulher brigona...kkkk

Amei o Draco (todas as passagens dele) e o Matt falando que entendia pq o Fred não gostava dele...kkkkkk

Muito bom!!! 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Tonks Fenix em 23/05/2012

Ai Ártemis, assim vc nos mata! 
Esses momentos tenso, me deixam louca! O Fred tá tão lindo assim todo preocupado!!! e doideira essa, hein!!! Parecendo aqueles dos USA q invandem e metem bala assim do nada! uma escola não teria todo esse valor, bandidos principiantes! kkkkk
Anyway, espero q nada de mau aconteça e o Fredito consiga se declarar!
Bjinhus! 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Mrs. Mari Oldman em 22/05/2012

Tô falando! Isso tá virando uma novela mexicana! Chegou o momento de drama e tensão!

Atóoooooron!

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Júlia rodrigues valente em 22/05/2012

Quer matar a pobre leitora do coração né. Depois de colcoar todos aqueles homens juntos na parada me inventa uma dessas, deve estra louca pra apanhar né AUHSUAHSUAH
Resolva esse problema mulher!!! 

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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