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17. Capítulo 16


Fic: A new beginning


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 16


- Adoro você assim... Sério... Fica ainda mais... Sexy...  – ela acrescentou, mordiscando a orelha de Drogo, que fechou os olhos.


- Pare com isso... Sabe bem onde isso vai terminar...


- Sim, eu sei... Você me prensando contra uma parede. – a morena disse, sensualmente.


Eles beijaram-se apaixonadamente.


Drogo aparatou a si mesmo e a namorada para o hotel em que estavam hospedados. Lary sentiu seu corpo ser prensado contra a porta e sorriu. Karl Drogo a sustentava tão facilmente.


Ela passou suas longas unhas pelo braço forte do namorado enquanto sentia a boca dele percorrer seu pescoço, seu maxilar, seus lábios. Lary desabotoou rapidamente a camisa dele, fazendo com que o tecido deslizasse pelos braços.


Usando a porta como apoio, Drogo rasgou a blusa de Lary. Ela sentiu o membro dele e gemeu quando as mãos dele a tocaram de forma possessiva. Sabia que estava úmida.


Ela tirou as pernas da cintura dele, ficando em pé. O sutiã foi largado no chão. O bruxo desceu seus beijos, ajoelhando-se. As mãos percorriam todo o corpo de Lary: barriga, nádegas, seios. Mãos, dedos, língua, boca...


Prendeu a lateral da calcinha com os dentes, arrancando-a. Ela gemeu por antecipação. Logo sentiu a língua dele penetrando-a. Segurou-o pelos ombros. As unhas marcando a pele dele.


Sentiu o corpo sendo novamente erguido. Preferia assim, não confiava nas próprias pernas para andar até a cama.


A saia foi retirada, mas ele não tirou as sandálias de salto. Lary podia ver a ereção contra a calça. Suas mãos ágeis desafivelaram o cinto. Desceu o zíper de maneira rápida, urgente. Ele ajoelhado sobre a cama. Sobre ela.


As unhas deslizaram sobre o peitoral perfeitamente definido. Os músculos esculpidos como uma estátua grega. Ele olhou-a de um jeito meio animal, um jeito que fazia com os pelos de Lary arrepiassem e seus batimentos perdessem a sincronia.


A boxer dele foi retirada. A mulher mordeu os próprios lábios, mas logo sentiu a língua dele pedindo passagem. Karl Drogo estava totalmente sobre ela, o peso do corpo em um dos braços. A outra mão explorando o corpo da namorada.


Lary envolveu-o pela cintura e ele penetrou-a de uma vez. Com força. Gemidos. Grunhidos. Êxtase.


Movimentos rápidos. Sensuais. Apenas Lary e Karl Drogo. Até que alcançassem o prazer juntos e gritassem um o nome do outro.


---


Renata e Matthew olharam-se, um pouco envergonhados. Estavam sozinhos no apartamento da garota. Sentados um ao lado do outro.


- Sabe que não precisamos...


- Não é por precisar, Matt. – ela começou, a mão sobre a coxa dele – É algo que quero. E quero há muito tempo já...


Os dois beijaram-se lenta e apaixonadamente. O loiro passou a mão pela nuca dela, puxando-a ainda mais, aprofundando o beijo ainda mais. Aos poucos, foram deitando no sofá, ele sobre ela.


O beijo entre eles era intenso e Matt sentiu o corpo reagir. Não tinha como não se excitar estando sobre a mulher que amava. E que estava totalmente sexy e entregue para ele.


A mão de Renata foi por baixo do tecido da camisa. Querendo sentir a pele dele. Querendo sentir absolutamente tudo dele...


- Vamos... Vamos para o meu quarto! – ela disse entre os beijos.


Ambos levantaram-se, um tanto afoitos. Em meio aos tropeções.


Não chegaram até o quarto...


Renata sentiu o corpo chocar-se contra uma mesa. Logo foi levantada e, instintivamente, suas pernas se abriram. As bocas não se separavam um minuto sequer. Uma de suas mãos estava perdida nos fios loiros enquanto a outra explorava o corpo dele.


Matthew puxou-a pela cintura. Queria estar mais perto dela. Mais do que já estivera. Mais do que pudera imaginar.


Suas mãos tocaram a coxa da morena. A pele quente de Renata arrepiou-se com seu toque. Ele afastou-se dos lábios dela, distribuindo beijos pelo pescoço, maxilar, nuca. Chegou até o ouvido dela. Mordeu-a levemente. A língua em sua pele... Soltou o ar levemente. Ela retesou o corpo, sorrindo. O corpo arrepiando-se ainda mais...


Tirou a camisa dele, passou os dedos de forma lenta e sedutora pelo peitoral que tanto admirava. Matthew era deliciosamente lindo. E deliciosamente seu...


- Não é justo – ele disse, um tanto chorão – Você já minha tatuagem... Eu ainda não vi  a sua.


- Ainda preciso me livrar desse vestido para que você possa vê-la... – Renata falou, no que Matthew colou seus lábios aos dela e sussurrou:


- Nisso, eu posso te ajudar.


A mão dele apertou a coxa dela e foi subindo aos poucos, levando o vestido junto. Seus lábios beijando-a, sua língua numa batalha contra a dela. Suas mãos tocando a coxa, a pele macia, quente.


Queria fazer tudo de uma forma especial e até delicada, mas não era apenas isso que seu corpo pedia. Aquela roupa havia mexido com suas fantasias, com sua imaginação.


Dessa vez, foi Renata quem desviou da boca dele, a língua percorrendo o pescoço e descendo. Beijando o peito definido enquanto sua mão explorava o corpo do namorado.


Ele segurou a nuca dela, exigindo os lábios da morena novamente. Inclinando-se sobre ela. Sentindo as pernas de Renata circundando sua cintura. Puxando-o ainda mais perto. Ele, em contrapartida, puxou-a para si deixando-a quase sobre a borda da mesa. Fazia com que ela sentisse sua excitação.


E Renata sentia. E sentia seu ventre contorce-se. A umidade entre suas pernas. Seu corpo todo vibrando.


Pressionou mais as mãos nas costas dele. Ouviram algo quebrando. Olharam e descobriram ser um vaso que decorava a mesa. Voltaram a se beijar. Embriagados de prazer. Sedentos por prazer...


Matthew a segurou pela cintura. Foi em direção ao quarto. Deitou sobre ela na cama, observou o rosto levemente corado.


- Eu te amo. – ele disse, seriamente.


Desceu o zíper de uma bota, depois da outra. Aquelas botas fariam parte de seu fetiche em um outro momento. Agora, precisava, apenas, sentir e conhecer cada pedaço de pele da namorada. Do corpo dela. Da mulher que amava.


Foi beijando-a lentamente: pés, pernas, joelhos. Alternava direita e esquerda. Esquerda e direita...


Subindo pela coxa, até a parte em que sua pele era oculta pelo vestido vermelho. Beijou-a novamente nos lábios. Ela gemia o nome dele. Com sons desconexos. Reid. Matthew Reid.


Ela mudou de posição, ficando por cima.


- Quero ver de novo sua tatuagem... Com calma! – o loiro sorriu de lado.


- Fique à vontade... – ele sorriu, maliciosamente, e fez um gesto para que Renata retirasse a calça dele.


A bruxa mordeu o lábio inferior com desejo. Sorriu marotamente, ajeitando-se, e abriu o botão da calça, depois desceu o zíper. Entreviu a boxer escura. Ele levantou levemente o quadril...


- Tire...


Ela obedeceu prontamente. Não era possível, porém, ver a tatuagem sem tirar a boxer também...


Matthew apoiou-se nos cotovelos e olhou de forma zombeteira para ela. Sua ereção destacada na cueca.


- Por você... – falou, simplesmente.


Ela ajeitou novamente seu corpo sobre o dele. Beijando-o com luxúria. Seu quadril mexendo-se de forma cadenciada sobre o membro dele. Os seios apoiados ao peito nu.


O loiro retribuía o beijo, gemendo contra os lábios da namorada. Reid mudou novamente as posições, de forma rápida e um tanto quanto brusca.


- Ainda não vi a tatuagem... – ela chiou.


- Você está me provocando, Rê... – ele encontrou o zíper na lateral do vestido. – Você teve sua oportunidade... Agora é a minha vez! – disse, descendo o zíper e olhando firmemente para os olhos castanhos.


Dessa vez, foi Renata quem levantou o quadril para que ele retirasse o vestido, no que ele fez, puxando-o bem lentamente, observando cada parte do corpo dela.


Ele ergueu uma sobrancelha, um tanto sério.


- Não vejo nenhuma tatuagem...


- Você ainda não me viu... por completo... – ela disse, zombeteira.


Matthew sorriu e observou atentamente o sutiã meia taça preto que combinava com a calcinha. Ambos estampados por pequenas cerejinhas. Sorriu de lado.


- Você é extremamente sexy. E minha! – enfatizou.


Ela foi até a barra da boxer e abaixou-a. Ela passou levemente os dedos pela palavra.


- Realmente... Essa tatuagem me deixa... muito inspirada. – sorriu.


Beijaram-se mais uma vez, novamente inverteram as posições.


- Eu quero ver a sua... – ele pediu. A voz rouca. O tom era quase uma ordem.


Renata saiu de cima dele e Reid apoiou-se novamente sobre os cotovelos. Ela ajoelhou-se de costas para ele, virou a cabeça para trás. O loiro tinha curiosidade no olhar...


Ela desceu a borda da calcinha do lado direito. Um delicado dragão estava tatuado ali. Os dedos trêmulos de Matthew tocaram a pele dela, contornando a figura.


Ela moveu-se novamente, dando uma leve requebrada, mas antes que pudesse subir em cima dele, Matthew a segurou pela cintura e a jogou na cama.


- Sem joguinhos, Cassel... – o olhar sério transbordava desejo.


A voz rouca. Sensual...


Ele a beijou. Não na boca. Beijou-lhe o vale entre os seios. A língua percorrendo a pele da namorada.


A mão direita dele foi até as costas, abrindo o fecho do sutiã. Tirou do corpo dela com urgência. Beijou um dos seios de forma ávida, o outro sendo tocado por sua mão.


- Matt... – ela afastou a boxer dele e tocou sob o tecido. Ele mordeu-a levemente. Excitação.


- Tire logo isso de mim – ele pediu.


Renata obedeceu, os dedos trêmulos. Os dedos dele foram até a intimidade dela, já úmida. Afastou a calcinha e a penetrou com seus dedos. Ela mordeu os próprios lábios, não contendo um gemido.


Logo a calcinha dela também era retirada. Ele não pediu. Apenas entrou dentro dela. Renata ajeitou sua cintura. Elevou-a. Os movimentos encontrando uma sincronia própria.


Beijos. Sussurros. Língua. Entrega.


Ela atingiu o orgasmo segundos antes dele.


- Eu te amo! – ambos disseram.


Juntos. Sorrindo. Amando-se como nunca ousaram amar antes.


---


Fred estava parcialmente deitado, as costas apoiadas no encosto da cama. Ártemis em seu peito. Seu dedo passava pela tatuagem dela.


- Doeu?


- Muito. Mas não me arrependo... Meus pais... Bem... Eu não respondi sua pergunta aquela dia, sobre meus pais aceitarem, pois não estava pronta para contar sobre a morte deles.


- Eu entendo. Não vamos falar disso. – a mão dele subindo e descendo pelas costas dela.


- Eles teriam adorado. Apesar de que meu pai não gostaria que eu tivesse, bem... terminado o dragão onde terminei...


Fred riu. Deitou-a na cama, apoiando-se sobre o cotovelo. Estavam ambos nus.


- Eu adorei. Mas agora a exibição dessa parte da tatuagem está fora do mercado. – eles se olharam – Me responde uma coisa...


- Claro.


- Por que me perdoou e não perdoou Derek? Não que eu esteja reclamando! – ela deu um breve sorriso – Eu fui tão ofensivo quanto ele.


- Porque eu te admiro há tanto tempo, Fred... Já faz um tempo que frequento sua Loja e sempre te admirei... de longe... – ele sentiu o peito bater mais acelerado. Ele merecia todo aquele carinho? Aquela atenção? – Derek foi só um cara que conheci na balada. E eu entendo sua dor. Mesmo.


Fred sabia que era muito, muito mais que uma paixão. Só que ainda não conseguia dizer.


- Ártemis... Às vezes, acho que não mereço você.


- Se não merecesse, eu não teria te perdoado... Eu entendo sua dor. Você sobreviveu. Não é fácil... Mas essa é nossa vida. – ela passou a mão pelo rosto dele, tirando alguns fios dos olhos azuis.


- Obrigado – ele sentiu uma onda de emoções invadir seu peito.


E saudade de Jorge. De compartilhar o que sentia. Seu gêmeo era sempre o primeiro a notar quando ele estava apaixonado, quando ele estava amando... E agora... Sem que pudesse segurar, as lágrimas saíram.


- Fred... – Ártemis repousou a cabeça dele em seu peito – Estou aqui, Fred. Sempre. – e ela acrescentou em pensamento um e eu te amo...


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N.B: aaaaaaaaaaaaaah, eu dei, eu dei, eu dei!! Pro meu amor, pro meu amor, pro meu amor!!! Lalalalala!!! Nossa, perfeita, amiga, td lindo demais! Tão romântico, tão... ai to sem palavras! O que é difícil! RS Vc e Fred, sempre perfeitos! Capitulo mais do que especial, um dos favoritos ever! Ansiosa pelo drama agora hahahaha bjuus


 N.a.: capítulo curtinho, mas minhas amigas se deram be, ne?!

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Comentários: 3

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Enviado por Maris em 25/05/2012

A nota da beta me impressionou mais o que o cap. inteiro...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Muita gente pelada, concordo com a Mari, e fquei imaginando a Renata nas intimidades dela...aff!! 

Nota: 5

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Enviado por Mrs. Mari Oldman em 22/05/2012

Geeeeenteeeeee a Renata é doidaaa!

Putz! Eu tenho que ver todo mundo pelado nessa fic!

 

Lindo o capítulo!!!

 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Tonks Fenix em 22/05/2012

Adorei a impolgação da Rê... kkkkk
Ficou muito bom o capítulo! só NCs, que povo pervertido LKKKKKKKKKKKKKKKK
Correndo pra ler o próximo!
Bjinhus! 

Nota: 5

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