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13. Sonserino, sempre sonserino.


Fic: O Coração Nunca Esquece ATUALIZANDO


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Capítulo 13 – Sonserino, sempre sonserino.


Draco estava realmente tenso em sua primeira aula de poção e não conseguiu se concentrar o suficiente para preparar a poção que necessitava. Em sua mente ele só conseguiu pensar em uma forma de ter Harry de volta, ter seu amor por completo e um jeito de não o levar até Trevor, mas era mais difícil do que pensava conseguir uma dessas coisas. À duas mesas de distância o menino de ouro trabalhava com afinco tentando evitar levar uma bronca de Snape que mesmo mostrando-se estar do lado da Ordem da Fênix, não deixava de ser injusto. Quando a aula acabou os alunos arrumaram suas mochilas e rumaram o mais rápido que puderam para a saida. Draco saiu tão automaticamente que não viu que estava exatamente do lado de Harry na porta que também estava distraído. Quase toda a sala já estava rumando para seus destinos quando Harry tropeçou em sua capa e evitou uma queda segurando-se na pessoa ao seu lado.


- Desculpe eu...


Não havia mais palavras para dizer nada, Draco o segurava pelos braços fortemente e o olhava de uma forma intensa. O corredor estava quase deserto e Hermione teve a decência de agarrar Rony pela manga da capa e arrastá-lo para longe mesmo com o grifinório relutando em ir. A menina não era idiota e sabia o que acontecia entre os dois, mas Rony era tão obtuso que não conseguiria entender nada, mesmo que eles se agarrassem naquele minuto. A mochila de Draco estava caída no chão e a de Harry, que estava pendurada em seu braço, começava a pesar, mas nenhum dos dois ligou para isso, não naquele momento em que estavam tão próximos depois de semanas separados.


- Eu... - Começou a dizer Harry, mas teve que se calar, pois naquele momento os lábios finos de Draco avançaram para os seus roubando-lhe um beijo desesperado.


Harry queria impedí-lo, dizer que não. Mas suas forças foram roubadas quando o sonserino enterrou sua mão em seu cabelo revolto e o puxou para mais perto estreitando os corpos fazendo-o sentir sua saudade. Houve um momento de hesitação, mas logo Harry também enterrou suas mãos no cabelo do loiro e o apertou. Parecia que naquele momento tudo fora esquecido e eles só sabiam que existiam, que se amavam e se desejavam. Rapidamente e com destreza Draco apontou a varinha para suas mochilas e elas voaram atrás dele que, ainda beijando Harry, ia em direção à próxima sala de aula vazia. Ali dentro ele trancou a porta e deixou as mochilas jogadas à um canto. Sua boca devorava a de Harry que rapidamente desabotoou a capa do loiro e a deixou cair no chão de qualquer jeito antes de tirar a sua própria.


As respirações estavam alteradas. Ambos estavam ofegantes. A boca de Draco devorava o pescoço de Harry fazendo-o gemer enquanto sentava em uma carteira abrindo as pernas para encaixar o loiro entre elas. As mãos de Draco retiraram o suéter e começaram a desabotoar a camisa branca do menino de forma bruta quase arrancando os botões. Harry jogou a cabeça para trás ao sentir unhas arranharem seu peito irritando seus mamilos sensíveis. Lábios tocaram em seu ombro delicadamente depositando beijos calmos enquanto desciam para seu peito e molhavam sua pele. A mão do grifinório se aventurou pelos cabelos loiros quando Draco passou a ponta da língua sobre o mamilo rígido.


- Draco – Sussurrou Harry antes de gemer ao sentir os dedos se fecharem levemente sobre seu mamilo.


Harry sentia seu corpo tremer ante as caricias ora desesperadas ora calmas que o sonserino lhe fazia. Ondas de prazer atravessaram os limites de sua razão. Harry queria Draco, queria ele ali, naquela mesa, queria senti-lo, queria saber que o loiro era seu e que ele era do loiro. Que pertenciam um ao outro e que não havia mais ninguém entre eles.


Devagar Harry pegou a mão do loiro e a levou até o meio de suas pernas fazendo o sonserino sentir a dureza de seu membro já ansioso por contato. Draco riu vendo o rosto vermelho de Harry e seus olhos quase implorando pelo contato.


- Você quer? – Perguntou Draco mordendo o lóbulo da orelha de Harry – Pede.


- Draco, por favor.


- Por favor, o que?


- Toque-me.


- Onde? Tem que ser mais especifico.


- Aqui – Disse Harry abrindo a calça e expondo seu pênis vermelho – Me masturba Draco, quero sentir sua mão em mim.


- Eu não sei fazer isso – Disse Draco sorrindo – Vai ter que me ensinar.


- Seu desgraçado.


- Me xingar não vai fazer com que minha mão aprenda a masturbá-lo, sugiro que pare de falar besteiras e comece a dizer o que devo fazer.


Harry olhou para os olhos cinza e viu o tom zombador deles, era cruel e humilhante, mas ele queria tanto, seu corpo ansiava pelo toque daquelas mãos, por se desmanchar nelas.


- Ponha sua mão em cima – Começou a dizer.


- Assim? – Perguntou Draco colocando a mão em cima do membro. Harry ofegou.


- Isso, agora feche a mão. Assim, humm, isso mesmo. Agora comece a mexer para baixo e para cima.


- Mas e se eu quiser apertar, assim.


Harry arqueou o corpo para trás ao sentir os dedos longos se fecharem em seu pênis apertando-o e fazendo a cabeça começar a ficar roxa. Era dolorido e extremamente excitante. Harry respirava com dificuldade, seu pênis latejava e ele sentia um calor no abdômen.


- Draco, assim eu gozo...ah... não quero gozar agora.


- Desculpe, como eu disse não sei fazer isso direito – Draco estava se divertindo enquanto via o menino tremer em suas mãos – Acho melhor então eu ir bem devagar.


A mão branca subiu e desceu pelo membro de Harry com lentidão arranhando a pele enquanto puxava o prepúcio para cima cobrindo a cabeça e depois para baixo expondo-a aos seus olhos. Ele tocou a ponta do dedo na cabeça e coletou uma gota atrevida que saia antes da hora. Com os olhos presos no menino ofegante, Draco levou o dedo até a boca e chupou-o com vontade passando a língua por toda a extensão do dedo. Harry fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e gemeu mexendo os quadris fazendo Draco recomeçar o movimento.


- Mais rápido – Pediu Harry fazendo Draco sorrir e aumentar um pouquinho a velocidade – Não, tem que ser assim – Harry cobriu a mão de Draco com a sua e movimentou as duas em um ritmo rápido e constante – Isso.


Os olhos cinza se admiravam com os suspiros saídos da boca rosa do grifinório, aquele som era como música aos seus ouvidos. Por mais que gostasse que Harry o dominasse e entrasse em seu corpo, Draco adorava maltratar o menino, fazê-lo gemer e se contorcer em suas mãos igual estava fazendo naquele momento enquanto manuseava o membro com calma fazendo-o ir a loucura e clamar por mais.


- Draco, quero gozar na sua boca.


O loiro sorriu e aproximou-se daquele músculo rígido que o chamava balançando imponente a espera de sua boca quente. Draco passou a língua devagar pela extensão sentindo a veia grossa pulsar violentamente e a mão de Harry se fechar com força em seus cabelos. Os lábios firmes beijaram a cabeça vermelha e se abriram tomando como seu o pênis de Harry.


- Draco, oh meu Deus!


- Geme que eu quero ouvir – Disse Draco antes de voltar a tomar o membro em sua boca molhando-o com sua saliva e sentindo o gosto salgado daquela pele.


A mão de Harry acariciava os cabelos de Draco, mas a sucção que o loiro fazia era tanta que o menino sentia seu abdômen começar a tremer, ele estava prestes a gozar e quando sentiu que ia explodir ele apertou a cabeça de Draco fazendo-o abocanhar todo seu membro quase o engasgando. Mas o sonserino sabia muito bem como satisfazer seu grifinório, ele sabia que Harry adorava gozar em sua boca e ele adorava recebê-lo.


Harry ofegava enquanto derramava-se em Draco sentindo a língua esfomeada do menino lambendo-o. O corpo do grifinório estava mole e ele se largou em cima da mesa sentindo Draco levantar e se aproximar. Sem dizerem uma única palavra, ambos finalizaram o ato com um beijo calmo.


- Foi bom – Disse Harry no ouvido de Draco – Mas você ainda está com um probleminha ai – Comentou passando a mão por dentro da calça do sonserino sentindo o membro pulsar em sua palma – Posso te ajudar com isso.


- Adoraria, meu pervertido, mas já estamos muito atrasados para a próxima aula, McGonagall vai fazer perguntas.


Harry não disse nada, apenas olhou nos olhos de Draco e assentiu levantando-se e fechando a calça. Agora, depois do ápice e do desejo, naquele momento em que a razão tomava o lugar do prazer, Harry sentiu-se estranho. Os dois se olharam e não saia uma única palavra de suas bocas, era difícil dizer algo. Mas Harry conseguiu dizer o que estava engasgado.


- Isso não devia ter acontecido.


- Harry – Chamou Draco baixinho se aproximando e tocando no rosto do menino com cuidado – Eu sei que estamos mal. Mas eu não quero ficar assim, eu quero você, quero ter você, quero ficar com você.


- Eu sei, eu também quero, mas...


- Não tem “mas”. Nós nos amamos, nos desejamos, isso é o que importa. Eu sei que por ser um espião eu faço coisas que você jamais irá entender, mas eu faço por uma boa razão. Harry, eu faço por você, porque é a única forma de não perdê-lo. Eu não posso lhe dizer muito do que faço, mas eu não sou um assassino como você pensa.


Draco se afastou um pouco virando-se de costas e se apoiando em uma mesa.


- Quando eu entrei para o círculo de comensais da morte, eu era apenas um idiota que queria reconhecimento e vingança pelo que aconteceu com meu pai. Mas, depois que eu fui marcado, senti que não era assim, que minha entrada não foi de livre e espontânea vontade. Eu fui persuadido a isso. O Lord queria me provar, se vingar pelo fracasso da minha família. Mas eu percebi tarde demais.


Harry não interrompeu Draco, ele estava surpreso, jamais ouviu o loiro dizer algo sobre sua segunda vida, a vida longe de Harry.


- Por sorte eu tinha você, eu tinha você em minha mente me dando um motivo a mais para continuar como agente duplo. Eu me arrisquei, Harry, diversas vezes. Eu fiz barbaridades sim, eu sei e me arrependo de todas e cada uma. Mas eu fiz porque quando eu olhasse para você saberia que estava vivo. E eu vou fazer, vou continuar, vou obedecer e seguir com minhas ordens.


- Mas e Trevor?


- Trevor é um empecilho no meu caminho que terei que lidar.


- O que ele queria com você?


- Nada demais, pedir explicações.


- O que ocorreu no encontro de vocês?


Nesse momento Draco teve um leve arrepio que escondeu muito bem do grifinório, Harry era curioso, mas não era atento o suficiente para entender seus gestos e olhares. Ele não conseguiria entender o medo que passava nas Iris do sonserino que lhe deu um sorriso fraco.


- Nada. Não se preocupe com isso.


- Mas, você terá novos encontros com ele, certo?


- Harry, esquece isso. Eu não posso te dizer tudo o que faço, mas eu já te pedi, confia em mim.


- Esta difícil, Draco. Não gosto desse Trevor.


- Esquece ele.


- Tudo bem, por hora. Mas agora me diga, vamos então assumir nosso namoro?


- Não – Respondeu Draco calmamente lembrando-se do prazo de um ano – Vamos com calma, estão acontecendo coisas demais e um agente duplo namorar Harry Potter pode ser muito arriscado.


- Ora, não era você que dizia não ligar para o que os outros falam?


- Eu ligo para o que pode me matar, sei como devo agir para me salvar.


- Bem sonserino de sua parte, ser covarde – Disse Harry com raiva.


- Eu não sou covarde, sou inteligente o suficiente para não precisar ser corajoso.


- Então vamos ficar as escondidas como antes? Ver todos os alunos se beijando, se abraçando, as sonserinas nojentas dando em cima de você além dos sonserinos e ficar quietos?


- Sim. Sei que odeia obedecer regras, mas precisa me obedecer nisso.


- Obedecer você? Quem você acha que é?


- Sou o único que está pensando entre nós dois. Uma palavra sua e tudo vai por água abaixo. Aprenda de uma vez que existe hora para ficar calado e essa hora é agora.


- Eu não sei por que ainda estou falando com você – Harry quase gritou na cara de Draco antes de dar as costas e ir em direção a porta – Não sei por que ainda te escuto.


- Você me escuta... – Disse Draco entre os dentes segurando Harry com força pelos braços e o prendendo na parede ao lado da porta -...porque sua mente oca precisa que alguém lhe diga como se coloca um pé na frente do outro para andar. Você se acha muito esperto e sabedor de tudo, mas não sabe de nada. Aprenda a ouvir e ficar quieto sem dar chilique querendo mostrar que por ser o salvador do mundo bruxo sabe de tudo. Você não sabe de nada.


- Eu sei que preciso ficar longe de você.


Harry empurrou Draco se desvencilhando de suas mãos e o olhando com ódio.


- Não se aproxime de mim.


Draco esperou a porta bater com força antes de desferir um soco na parede rasgando sua mão, ele não ligou para a dor, porque um idiota como ele precisava da dor para se sentir vivo.


Automaticamente ele olhou para seu braço esquerdo e com a mão machucada afastou a manga deixando a mostra a marca negra dançando em sua pele pálida.


Dor. Ele precisava de mais.

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