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2. 2º e 3º ano


Fic: A única que ele amou


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Estava de férias e meus pais andavam emburrados comigo porque eu havia ido para a Grifinória e não para a Sonserina. Eles ficavam jogando na minha cara que até Brenda e Cíntia haviam entrado para a Sonserina. Eu apenas ignorava, e rapidamente o dia de voltar a Hogwarts chegou. Como sempre me encontrei com Brenda e Cíntia, e só para minha infelicidade, elas haviam feito amizade com um grupo de Sonserinos, e eu era a única grifinória na cabine. Dá pra imaginar o sofrimento? Depois de agüentar calada as “qualidades” que eles davam para os grifinórios durante uma meia hora, eu já não agüentava mais.
Resolvi dar uma volta pelo trem, adorava correr o risco de ser pega, e entrar em alguma cabine para fugir, isso era muito divertido. Além do mais eu queria procurar Willow Hunter, a garota ruiva que entrara em nossa cabine no ano anterior. Ela também havia ido para a Grifinória e nós éramos amigas.
Era o que estava fazendo quando esbarrei em alguém, e não cai por que, fosse quem fosse, a pessoa me segurou, e quando olhei, para minha absoluta surpresa, era Tom Riddle.
-O que esta fazendo fora da cabine?- perguntou ele desconfiado.
Ele me deixava nervosa. Eu levei um ou dois segundos para recuperar o controle, e retruquei, fazendo-o me soltar.
- Nada que seja da conta de um Sonserino – já estava dando meia volta quando ele segurou meu pulso novamente.
- Veja como fala, Manchester – falou com um ar superior. Um ar superior que eu odiei.
- Veja você como fala, Riddle! – gritei puxando o braço, mas ele o segurava muito firme – Me solta!
- Cuidado, Manchester – disse em um tom baixo e ameaçador – Não vai querer se meter em apuros – eu me soltei.
- Não preciso de seus conselhos – disse ríspida – E não ouse encostar em mim novamente!
Fiz uma breve anotação mental ao sair dali, elegantemente: adorava irritar Tom Riddle.

Encontrei Willow em uma cabine próxima e sentei-me com ela para conversar-mos. O resto da viagem se passou muito tranqüila, sem nenhuma interrupção de Tom... infelizmente.

Já no terceiro ano, meus pais descobriram – por ninguém menos que Brenda e Cíntia – que eu sou amiga de uma grifinória, de família trouxa – Willow, é claro. É claro que as gêmeas estavam metidas nisso. Eu as deixei de lado um dia desses para conversar com Willow, que havia se tornado minha melhor amiga, e elas se vingaram, escrevendo para meus pais, aquelas metidas!
Mas é claro que eu não deixei de ser amiga de Willow, ela era muito divertida. Estávamos na biblioteca, certo dia, e eu estava me sentindo estranhamente incomodada. Sabia que Tom estava lá, e sabia que estava me observando. Até que, irritada, eu me levantei, peguei meus livros, murmurei um “Te vejo mais tarde” para Willow, e me dirigi até a mesa onde ele estava sentado sozinho, e agora fingia absorto em seu trabalho.
- Riddle! – chamei – Você quer uma foto? – perguntei e ele me olhou surpreso – Vai durar mais tempo!
Só a expressão de raiva no rosto dele – por ter sido descoberto – já valeu a pena. Eu saí com ar superior de lá, mas ele me seguiu por um corredor, e – idiota! – me lançou um feitiço das Pernas Presas.
- Riddle! – gritei furiosa.
- Sabia que posso te fazer pegar uma detenção por me incomodar?
- Só por que é o queridinho dos professores, não tem direito de sair por aí dando detenções, seu desprezível! Você não é monitor!
- Não, mas tenho colegas que são.
Esse era Tom Riddle. Ele conseguira conquistar toda a Sonserina em pouco tempo e até os alunos mais velhos tinham respeito por ele. Metade da escola lhe devia favores, o que era ótimo para ele, quando precisava de algo fora de seu alcance.
- Covarde! – gritei – Vai lá, mande seus amiguinhos fazerem o trabalho sujo para você!
Havia raiva no rosto dele, não era mais um joguinho, eu o estava afetando pra valer.
- Estou cansado de você, Manchester! – gritou para mim. Estávamos aos berros no corredor ao lado da biblioteca. Não demoraria muito para termos uma platéia. Mas ele me soltou, deu meia volta e foi embora.
- Como se eu me importasse com o que você pensa – gritei ainda para ele,que me olhou por cima do ombro, e, inexplicavelmente, vi um sorrisinho vitorioso em seu rosto.
- Não é o que está parecendo, Clear.

Com o passar do tempo, percebi que ainda havia um professor não se deixava levar pelo papo furado do idiota do Riddle. Alvo Dumbledore, o professor de Transfiguração. O nosso professor de poções, o professor Slughorn, criou algo que se chamava o Clube do Slug, e eu fui convidada. Resolvi ir para ver como era, mais quando cheguei lá, dei de cara com o Riddle, e ele era o rei dentro da sala, Slughorn praticamente babava em cima dele. E o lugar estava cheio de sonserinos. Não que eu estivesse com inveja, eu era praticamente a rainha, já que não havia mais garotas por lá, e eu era mais talentosa que a maioria dos garotos, mais irritava vê-lo com aquele maldito ar superior.
Então entrou um garoto na grifinória chamado Rúbeo Hagrid. Ele era mestiço, metade gigante metade bruxo, e o coitado era atormentado por todos em Hogwarts. Me dava mesmo muita pena dele. Por isso eu e Willow (que foi convencida por mim) resolvemos conversar com ele e descobrimos que ele era na verdade muito legal. Precisava de um pouco de ajuda para se adequar à escola, só, mas era uma pessoa muito boa. Viramos amigas dele.

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