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2. Capítulo II


Fic: Um Preço Alto Demais HHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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— Como todos estão muito bem vestidos — Hermione reparou, olhando a multidão de freqüentadores.
Os homens, de terno e gravata e a maioria das mulheres, de chapéu. Tonks usava um conjunto floral e um chapéu, combinando, que pareceria exagerado na cabeça de uma mulher menos esbelta, ou menos animada. Ela aparentava ser mais jovem de que os quarenta que admitia ter.
— Eu a avisei querida — Tonks respondeu. — Randwick é um contraste, em comparação com as corridas do interior.
— Tem razão... Muito obrigada por emprestar-me esta roupa, Tonks. Desculpe-me por minha teimosia.
Tonks revirou os olhos. Tivera o maior trabalho para convencer Hermione a trocar o jeans por um conjunto preto de pantalonas e jaqueta. Só conseguira o milagre, ao afirmar que a comissão de Randwick proibia o uso de jeans. E ainda por cima aquela camisa xadrez horrível!
Ao longo dos anos, Tonks aprendera que, na cidade, a aparência era tudo. Não era pelo fato de ser uma treinadora de cavalos, que ela deveria estar mal-arrumada. Gastava uma verdadeira fortuna em roupas, por vezes extravagantes, mas sempre de grife. E o gasto sempre compensara. Os fotógrafos não a deixavam em paz. A mídia sempre buscava sua opinião sobre as possibilidades de vitória de seus cavalos. Talvez por ter uma imagem melhor na televisão, do que a maioria dos treinadores masculinos. Ela também falava bem e sorria bastante. Tonks acreditava que, além do sucesso real de seus cavalos, a atuação inteligente e positiva dar-lhe-ia maior cobertura e mais clientes.
— Você fica ótima de preto — a loira elogiou Hermione. — Muito melhor do que eu.
Se a jovem houvesse concordado em passar batom e soltar os cabelos, ficaria estonteante, Tonks pensou. Hermione, teimosa como sempre, recusara as duas medidas, dizendo que ficaria parecendo um palhaço. Ela concordara, depois de muita insistência de Tonks, em prender os cabelos maravilhosos com uma presilha dourada, em vez do elástico que sempre usava.
Tonks concluíra que a filha de Jane não tinha a menor idéia de sua própria beleza exótica nem de como poderia utilizar isso para ter os homens ricos a seus pés.
Como Jane fora idiota! Criara a filha sem dar importância aos belos atributos femininos que a menina possuía. Por que aquela mulher odiara tanto os homens, se eram eles que conduziam o mundo?
Naquela noite, durante o jantar, tentaria explicar a Hermione por que uma mulher no mundo dos negócios tinha de usar o cérebro e o corpo. Se Hermione quisesse salvar Grangerwinds, teria de usar a razão.
Caso contrário, ela mesma teria de salvar aquela fazenda, Tonks concluiu, pragmática. Não ficaria inerte, enquanto aquela propriedade estupenda passava para outras mãos. Grangerwinds tinha as melhores éguas reprodutoras da Austrália. Elas só precisavam do garanhão certo para gerar potros e potrancas campeões. E ela treinaria cada um daqueles lindos animais!

Hermione não podia alegrar-se com viagem às corridas. Não parava de pensar na fazenda e em sua dívida.
— Tonks, acha que encontraremos alguém hoje?
— Quer dizer, uma pessoa para afiançar Grangerwinds?
— É.
— Talvez. Embora esta não seja uma corrida das mais importantes. Não contaremos com a presença dos homens mais ricos. Minha querida ouça meu conselho. Esqueça Grangerwinds esta tarde. Relaxe e aproveite. À noite, depois do jantar, faremos uma lista dos candidatos prováveis. Amanhã darei uma volta e farei alguns convites.
— Para quê?
— Jantar. Aperitivos... O que for mais conveniente para cada homem.
Hermione vinha pensando que sócias poderiam interferir menos na administração da fazenda.
— E porque não mulheres ricas?
— Oh, Senhor, nenhuma mulher irá querer ser sua parceira. Você é muito bonita. Nada disso. O melhor será um velho milionário. Acredite em mim. Até o final da semana, acharemos à pessoa certa. Tenho confian... Meu Deus, mas é Harry Potter! Ele disse que não viria hoje!
Hermione seguiu o olhar desapontado da amiga. Havia um homem encostado no cercado do encilhamento. Ele ora consultava o programa de corridas que tinha em mão, ora os cavalos que eram conduzidos para a volta da apresentação. Um binóculo sofisticado e caro estava pendurado em seu pescoço. Era alto, tinha um perfil determinado, cabelos escuros e curtos. Hermione ergueu as sobrancelhas. Ela sempre apreciara homens com aparência máscula. E esse certamente era um deles, apesar das roupas citadinas. Apesar da distância, calculou que ele deveria ter uns trinta anos. Ou um pouco mais. Isso não a desagradou. Gostava de homens mais velhos.
— Quem é Harry Potter?
— É um de meus clientes.
— Rico?
— Era. Não é mais.
— O que houve?
— Ele escolheu o sócio errado. O sem-vergonha deu o desfalque em uma grande parte dos clientes deles e foi para o Paraguai ou Bolívia. Sei lá. Harry restituiu sozinho o dinheiro, embora legalmente não precisasse fazê-lo. E isso quase o arruinou. Perdeu praticamente tudo, inclusive a mulher que morava com ele, que o abandonou e casou-se com um político, velho o suficiente para ser seu pai. Certamente nadando em dinheiro. Harry fingiu que isso não o afetou, mas não enganou ninguém. Ele adorava Cho. Até comprou cavalos de corrida para agradá-la. Ela gostava de lugares onde podia encontrar ricos e famosos.
— Que horror. E o que foi que ele viu nela?
— Quando a vir, saberá a resposta. Ela deverá estar aqui hoje. O novo marido oferecerá o troféu na principal corrida do dia. Por isso fiquei surpresa de ver Harry aqui hoje. Ah... Ele já me viu. Falaremos disso mais tarde.
Tonks exibiu um sorriso brilhante e saiu do balcão do palanque dos associados. Hermione seguiu-a, sob um sol agradável de inverno, intrigada com o homem que caminhava ao encontro de Tonks. De frente, ele era ainda mais atraente. Hermione adorava olhos verde-escuros como os dele.
Os cabelos não apresentavam fios prateados, o que a fez supor que ele não passava muito dos trinta. O paletó aberto e a gravata esvoaçante não deixavam dúvidas quanto ao peito musculoso e aos ombros largos, sob a camisa fina.
Apesar de forte, não tinha uma gordura em excesso, foi o que ela concluiu, enquanto observava o binóculo balançar ao redor da cintura. O abdômen parecia reto e rijo, do jeito que Hermione gostava.
Era ainda mais alto do que parecera de longe. Mais de um metro e oitenta, com certeza.
Hermione admirava homens altos.
Os três encontraram-se no gramado.
— Harry, querido... — Tonks levantou o rosto. — Que bom ver você.
— Olá, Tonks. — Ele beijou-a na face. — Está encantadora hoje. Aliás, como sempre.
— Deixe de ser lisonjeiro — ela respondeu, com recato fingido.
Hermione conteve o riso. Tonks era incrível. Rude como um homem na estrebaria. E ali, nas corridas, mais suave impossível.
— O que está fazendo por aqui, Harry? — Tonks perguntou, com doçura. — Na semana passada, você afirmou que não viria. O que o fez mudar de idéia? O tempo excelente?
— Não. Depois de nossa conversa, lembrei-me do que disse. Que Big Brutos venceria, em uma distância maior.
— Estou confiante nisso.
Hermione conhecia Big Brutus. O animal era uma das primeiras crias de Four-Leaf Clover e um dos potros mais feios que a mãe já tivera. Jane dera-lhe o nome por isso. Até os três anos não mostrara nenhum brilhantismo e então acabava de completar quatro, ainda com poucas chances de pagar placê.
Hermione consultou o programa e encontrou a corrida na qual Big Brutus estava incluído.
Meu Deus, um handicap de mais de dois mil e quatrocentos metros, com prêmio em dinheiro de...
— Uau! — ela exclamou. — O primeiro prêmio paga cem mil? A minha parte é quanto, Tonks?
O dono dos penetrantes olhos verdes encarou-a.
— Não vai dizer-me que é a joqueta de Big Brutus! Tonks, por favor, isso é verdade?
— Não, ela não é. — Tonks riu. — Mas se fosse você teria uma das melhores amazonas do país para levar seu cavalo.
— Pode até ser. Mas nunca tive muita sorte com joquetas.
Hermione irritou-se por ele depreciar as mulheres e por sentir-se atraída por um chauvinista.
— Quando se perde uma corrida — ela retrucou, com frieza —, quase sempre a culpa é do cavalo. Ou do treinador. Ou do dono. Não do jóquei, seja ele homem ou mulher.
— Não sei por que o dono pode ser culpado.
— Alguns insistem em fazer seus cavalos correrem acima de sua capacidade, enquanto outros não os deixam desenvolver suas habilidades.
— Hermione... — Tonks sussurrou.
— Deixe Tonks, deixe-a terminar. Prossiga senhorita...
— Granger.
Ela teve vontade de esbofetear o homem de sorriso pretensioso. Mas não se envolvia em brigas com homens desde os treze anos. E o Hipódromo Royal Randwick não era um local apropriado para isso.
— Além do fato do animal ter um treinador ruim ou um dono cego, a principal razão por que as joquetas não vencem sempre é que não lhes oferecem os melhores cavalos. É muito triste constatar que os homens não gostam de ver as mulheres em campos que eles consideram estritamente masculinos.
— Pode ser. Mas a senhora tem de admitir que os jóqueis sejam mais adequados. Veja por si. Se fosse uma joqueta, um pouco de seu peso de montaria seria desperdiçado no belo, mas também inútil busto. A força tem de ser criteriosa.
— Na verdade, não se trata disso — Hermione contestou imperturbável. Não era a primeira vez que ouvia esse argumento. — Se eu montasse profissionalmente, teria de emagrecer pelo menos oito quilos e eu passaria do manequim médio para o de adolescente. Mais quinhentas flexões de braço por dia e ficarei tão forte como qualquer homem. O problema não é ser mulher. A joqueta pode ter todo o talento do mundo, mas raramente terá oportunidades.
— Está bem — Harry sorriu —, a senhorita venceu.
— Obrigada — Hermione retrucou séria.
Claro que ela não se deixaria conquistar por nenhum sorriso afetado.
— Explique-me o mistério, Tonks. — Ele voltou-se para a amiga. — Por que a srta. Granger tem direito a uma parte do prêmio em dinheiro de Big Brutus?
— Ele fazia parte da criação da mãe de Hermione, que se recusou a vendê-lo por preço abaixo do mercado. Eu o arrendei, quando ele tinha um ano, depois o registramos em seu nome e de seu sócio.
— Ah, sim. Perdão pelo que eu disse. Estava apenas provocando. Não conheço seus talentos como amazona, mas seus argumentos são perfeitos. Por acaso não será também uma advogada?
O charme do estranho era inegável e Hermione teve de esforçar-se para ficar com raiva dele.
— Hermione é criadora — Tonks respondeu por ela. — Os Granger tem sido criadores de puros-sangues há gerações.
— Você não se parece com uma — Harry constatou, olhando-a de cima a baixo.
Meu Deus, Hermione pensou. Esse homem é dinamite pura!
— Já que Tonks não nos apresentou, eu mesmo o farei. Harry Potter... — Ele estendeu a mão, num gesto descontraído.
Ela aceitou e gostou do aperto dos dedos longos.
— Hermione Granger. — Ela ignorou o bater descompassado de seu coração.
— Encantado.
Hermione não entendeu como uma mulher de libido ativa podia preferir um político velho! Só se fosse mesmo pelo dinheiro. E como é que ele, falido, sustentava os honorários de um treinador? Tonks não cobrava barato.
— O que você faz Harry? — perguntou, sem importar-se com as regras de etiqueta.
— Eu era consultor financeiro. Ou corretor de investimentos, se preferirem. No momento, dedico-me ao lazer.
— Quer dizer que está desempregado.
— Hermione! — Tonks interveio. — Pelo amor de Deus!
— Tudo bem, Tonks. Eu não me importo. Se você quis dizer que não trabalho por salário, está certa. Nesse sentido, estou desempregado. Mas não falido. Não vivo de esmolas. Posso dizer que sou um homem independente.
Ele procurava trabalho e vivia das economias?
— Podem desculpar-me por um minuto? — Tonks perguntou. — Acabo de ver os proprietários do meu cavalo do segundo páreo. Harry pode tomar conta de Hermione por um instante? Leve-a para dentro, até o bar de onde se vê a pista. Tomem um drinque. Encontro vocês lá.
Hermione, mesmo um tanto sem jeito, não se aborreceu de ficar sozinha com ele.
— Você não se incomoda? — ela perguntou.
— E por que eu deveria?
— Talvez você queira fazer uma aposta no primeiro páreo. Ou talvez tenha amigos para dar atenção.
— Não, de jeito nenhum.
— E o outro dono de Big Brutus?
— Está na Bolívia. Agora sou o único dono.
— E como é que você dá conta das despesas? Um cavalo de corrida é muito dispendioso...
— A partir de hoje, não haverá problemas. Tonks está confiante de que ele vai ganhar.
— Ela sempre confia nisso, principalmente quando há um prêmio ou uma taça em jogo.
— É verdade. — O sorriso dele demorou-se em Hermione.
— E quase sempre tem razão. Tonks adora troféus. Minha mãe a achava formidável.
— Achava?
Hermione suspirou. A dor ainda era grande.
— Minha mãe faleceu há pouco tempo.
— Sinto muito. Ela estava doente? Era jovem?
— Ela teve um ataque cardíaco, mas já tinha setenta anos. Quando eu nasci, ela contava quarenta e cinco.
— Bom Deus. E seu pai?
— Ele não faz parte de minha vida. — Hermione deu de ombros. — Não o conheci e mamãe raramente falava dele. E quando o fazia, não era em termos elogiosos. Dizem que ele era um cigano sedutor, bem mais jovem do que ela.
— Benditos boatos. Nunca deixam à verdade parecer uma boa história. Vai ver que era um bom homem.
Hermione duvidava disso. Um "bom" homem não teria deixado à mãe tão amarga. Mas ela mesma apreciara não ter a mão masculina de um pai para educá-la. Diziam que a mãe a criara como uma selvagem. O que não era verdade. Hermione era naturalmente rebelde.
— Bem, vamos deixar de tristezas. — Harry segurou-a pelo braço e falou. — Vamos tomar o drinque que Tonks sugeriu.
— Vamos — ela concordou, animada com a companhia de um homem tão atraente.
Sentaram-se a uma das mesas na parte de cima do bar, de onde se via perfeitamente a pista. Os cavalos apresentavam-se para o primeiro páreo. Mas ela pouco viu. Não conseguia deixar de olhar para Harry, que preferiu pegar as bebidas no balcão.
— Você pretende voltar ao negócio de investimentos? — Hermione perguntou, quando ele voltou com duas taças de champanhe.
— Pode ser.
— Talvez eu vá precisar de um corretor de negócios.
— E para quê?
— Para encontrar um sócio. Para meu haras. Não que eu goste da idéia. Mas é necessário.
— Está com problemas de dinheiro?
— E como! — ela revirou os olhos.
— Fale-me sobre isso.
Hermione não viu motivo para esconder sua precária situação. Afinal, não custava dar-lhe um toque, para o caso de Tonks não obter êxito com outra pessoa. E além de ele a agradar bastante, vira o interesse no olhar de Harry.
Ela contou-lhe tudo. Os erros da mãe, os infortúnios ao longo dos anos e até o montante da dívida.
— Tonks pensa encontrar um investidor muito rico entre os contatos dela. E, se bem a conheço, ela acabará achando. Mas não sei se será uma boa idéia ter como sócio um camarada fascinado por corridas. Ele poderá desenvolver fantasias sobre ele mesmo tornar-se um criador. Prefiro alguém que só tenha em vista o lado financeiro.
— Já falou com Tonks a respeito?
— Somente agora comecei a pensar nisso. É difícil raciocinar, quando se está desesperada.
— Não se aflija tanto, Hermione. Esse é o caminho do desastre. As pessoas podem aproveitar-se disso. Mantenha a calma. Nunca mostre medo. Sei que conseguirá.
Era o tipo de conselho que a mãe lhe daria.
— Tem razão. Não devo entrar em pânico. O banco ainda não executou a dívida. O que você sugere?
— Procure a pessoa certa com calma. Se o banco ainda não mandou nenhum aviso ou carta ameaçadora, então a hora do desespero ainda não chegou. Não se apresse. Observe à sua volta. Posso dar-lhe nomes de escritórios de corretagem de investimentos muito bons aqui em Sydney. Ligue para eles e vá vê-los.
— Quanto tempo isso vai levar?
— De quanto você dispõe?
— Na verdade, tenho de voltar a Grangerwinds o mais rápido possível. As éguas estão em época de parir e tenho poucos empregados. Meu contador disse que o sócio é mais importante, mas ele não entende de cavalos.
— Seria preciso uma semana para alinhar as anotações e fazer a ronda.
— Você me ajudaria? Penso que uma apresentação pessoal seria muito melhor.
Harry pareceu surpreso.
— Você disse que está sem muita ocupação... — Hermione sorriu.
— A senhorita é atrevida. Já lhe disseram isso?
— Muita gente.
— Não me espanta. Mas tudo bem. Suponho que eu possa fazer coisas bem piores do que escoltar uma bela jovem pela cidade. Você já esteve em Sydney antes?
— Muitas vezes. E para ser franca, sempre fico feliz quando volto para a fazenda.
— Não gosta da cidade?
— Não muito. O que se vê, nem sempre corresponde à realidade.
— Você é muito jovem para ser cínica.
— Haverá uma idade certa para enxergar por trás da hipocrisia?
— Acho que não...
Harry hesitou e, com olhar subitamente gelado, fitou um ponto à distância, por cima do ombro de Hermione.
A intuição feminina disse-lhe que somente uma pessoa poderia causar essa reação. Cho.
Mas não foi amor que ela viu nos olhos verdes de Harry. Parecia mais ódio e necessidade de vingança.


----->Segundo capítulo postado. Continuem comentando =D Proximo capítulo quinta ou sexta<-----

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