PRÉVIA DO CAPÍTULO 5
*sujeito a modificações
– Eu não te conheço de algum lugar?
Harry fingiu estar pensando.
– É provável, sr. Parsons. Pelo que fiquei sabendo, o senhor conhece aquilo que as pessoas temem conhecer e sabe de tudo que acontece nesse condado. Não me lembro de ter lhe conhecido nessa vida, mas quem sabe em vidas passadas?
O velho riu da resposta de Harry.
– Ótima resposta, garoto.
– O senhor acredita em fantasmas, sr. Potter?
Harry tomou um imenso gole de whisky e voltou seu olhar para o guia.
– Não acredito, embora tenha visto muitos em minha vida.
O velho ergueu a sobrancelha.
– Finalmente encontrei alguém sábio.
Hermione sentiu vontade repentina de vomitar.
– Por que me trata tão mal? O que aconteceu com você?
Harry balançou a cabeça negativamente.
– Sou eu que venho atacando a todos, Hermione? Sou eu que venho tratando a Rony como verdadeiro lixo?
– É o que ele é! – exclamou Hermione com todas as forças.
Rony tentou revidar o tapa de Hermione. Estava no ato quando foi arremessado para longe.
Harry não precisou tirar a varinha do bolso para fazer aquela magia.
– Você leva um chute na bunda e ainda a protege? – gritou Rony.
– Não se rebaixe ao nível de Hermione, Rony. Você é melhor do que isso.
– Você é nojento, Potter! - berrou Hermione.
Harry sorriu secamente.
– Falou a senhorita perfeição.
– Espero que vocês sejam extremamente felizes, - disse Harry. – Assim, quem sabe, eu não veja vocês nunca mais.
E num último olhar para Rony e um mais demorado para Hermione, o menino-que-sobreviveu desaparatou.
A situação era crítica. Hermione não poderia desconfiar de nada. Harry utilizou seus poderes de metamorfomago com facilidade. Olhou no espelho, estava mais velho, os olhos do verde mudaram para os castanhos, exatamente como os do seu pai, o nariz diminuiu de tamanho. Ela jamais desconfiaria.
– A senhorita é parente da vítima? – perguntou o médibruxo.
Hermione confirmou com a cabeça. As lágrimas derramavam, o desespero era grande demais. Seu pai iria morrer e nada poderia salvá-lo.
– Pode ir embora, eu sei que não há cura. Prefiro que meu pai descanse em paz.
– Só porque os livros falam que não há cura e os medibruxos dizem que não há o que fazer, não quer dizer que possa ocorrer um milagre e seu pai seja salvo. Esperança e fé não fazem mal a ninguém, sabia?
Hermione balançou a cabeça.
– Não acredito em milagres, doutor.
O medibruxo idoso balançou a cabeça.
– Pois deveria, senhorita. Sabia que para um milagre acontecer, você, antes de tudo, precisa acreditar?
Ele remexeu em suas vestes e retirou um pequeno potinho, com uma seringa pequena, sugou o conteúdo e fez a aplicação.
– O que eu apliquei em seu pai agora, é uma água sagrada de uma fonte rara. Se tudo der certo, srta. Granger, o seu pai estará bem amanhã de manhã. Contudo, é bom que a senhorita saiba que para a pessoa curar, o antídoto apenas não resolve, seu pai também tem de ajudar. Se ele não quiser se curar, de nada adianta.
Hermione não respondeu, aquele medibruxo era um louco qualquer. Quando voltou a si, percebeu que ele já estava de saída.
– Boa sorte, - disse o médibruxo antes de sair.
– Espere, doutor. Me diga o seu nome.
O médibruxo hesitou.
– Sou o Dr. Evans, srta. Granger.
Hermione foi correndo até a enfermaria. O êxtase era enorme em seu peito. Seu pai estava salvo.
– Por favor, onde encontro o dr. Evans?
A bruxa a sua frente parecia confusa.
– Eu lamento, trabalho aqui há mais de quinze anos e não há nenhum medibruxo de sobrenome Evans no hospital. A senhorita tem certeza que o nome é esse?
Só tinha uma explicação, um anjo da guarda havia salvado o seu pai.
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Cara, que merda é essa? Eu não tenho a mínima idéia de onde saiu esses pensamentos completamente malucos.
Acho que isso é o que acontece quando há uma festa do seu chefe e você fica bêbado em plena terça feira! Putz!
Como podem ver, a maioria do capítulo retratará o passado... vamos ver no que vai dar. Sinceramente, estou cético. Vai dar merda.
Comentem!! E me ajudem!! =)
Boa semana a todos!