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13. Capítulo 12


Fic: A new beginning


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 12


- Não deveria ter me aparatado! – Maris exclamou.


- Não? – Blaise indagou, levemente divertido, ao ver a expressão da esposa. – Você não deveria ter se metido. Mal conhece as duas.


- Não importa! Gostei delas e aquela filha da puta apareceu... Bom, eu teria feito muito bem em azará-la.


- Você é louca! E ainda vai sair com elas na próxima semana? – Maris ergueu uma sobrancelha como se aquela pergunta não precisasse de resposta – Sabe, - Blaise disse aproximando-se da esposa de forma sedutora – poderia canalizar essa raiva para outro lugar... – sem esperar por resposta, Blaise tirou a camisa revelando o tórax forte, negro, definido e dela, somente dela.


Maris mordeu o lábio inferior sentindo o ventre girar por antecipação. Observou o marido tirar os sapatos e depois descer lenta e de forma torturante o zíper da calça escura que ele usava. A negra antecipou-se e beijou-o. Os dois caíram na cama. Ela sobre ele, mas logo Blaise inverteu as posições.


Ela ofegou ao sentir o peso dele, o membro dele contra si. Mordeu os lábios e suspirou um:


- Blas...


- Sabe o quão excitado eu fico quando vejo você assim? Tão nervosa? É tanta energia, tanta magia que meu corpo todo sente... e meu corpo todo... Se excita – ele pressionou seu quadril contra ela. Que gemeu.


Ele agilmente desfez os botões da camisa dela. Seus lábios desceram até os lábios dela. Beijando-a fervorosamente. Ardorosamente. Apaixonadamente. Depois percorreu o maxilar, pescoço, colo, seios...


- Blás...


Ele tocou a intimidade dela sobre a calça, fazendo com que o corpo dela arqueasse.


As roupas foram sendo espalhadas pela cama. Ao redor da cama. Sem pressa. Eles exploravam o corpo um do outro, apesar de já se conhecerem perfeitamente bem. Sabiam onde tocar, como excitar. E, mesmo assim, cada toque era único. Exclusivo. Necessário.


Ela percorria com suas unhas, sua boca, dentes na pele dele. Beijando-o. Sugando-o.


Ele apertava o corpo da mulher. O seio em sua mão. Dele. As pernas dela ao redor de sua cintura.


- Ti amo – ele disse em italiano. E penetrou-a. Maris sentiu o mundo explodir em diferentes sensações. O corpo definido dele sobre o seu. Ele apoiava-se sobre seus braços. O quadril mexendo-se de forma rítmica. Penetrando-a. Gemidos. Suor.


Trocaram novamente de posição. Ela apoiou a mão no peito dele. Mexia-se sobre ele. A mão grande e máscula na sua cintura. Na sua barriga. Nos seus seios.


Era como uma dança. E cada um sabia que movimento fazer a seguir. Maris sentiu a mão dele apertar-lhe a cintura. Desejo.


- Maris... – ele gemeu, mordendo os lábios. Tornaram-se mais rápidos. Ela jogou a cabeça para trás. Blaise segurou um dos seios dela. A conhecida sensação invadiu o corpo da negra que gritou o nome dele. Blaise a seguiu instantes depois, jorrando-se dentro dela.


Quando o dia amanheceu, apenas aninharam-se mais e continuaram deitados, esquecendo do mundo que pedia passagem pela janela.


---


- Você não precisava ter brigado com Matt por culpa do Fred –Ártemis falou quando chegaram em casa. Sentou-se no sofá e tirou a bota, depois recostou a cabeça em seu joelho. O cabelo cobria seu rosto. Seus ombros começaram a balançar.


Renata sentou ao lado da amiga e passou a mão em sua cabeça.


- Não é hora de conversar sobre mim.


- Eu falei que ele não queria nada, Rê... eu sabia disso, só não esperava... Só não esperava...


- Calma, flor... ele foi um idiota. Você está linda e se ele não sabe valorizar isso... Tome um banho, enquanto eu preparo um chá, ok?


Ártemis limpou o rosto, fungou e assentiu.


- Nada de colocar poção do sono, ouviu?


- Claro que não! Tome um banho e tire essa maquiagem borrada... – Renata abraçou a amiga que seguiu para o banheiro. Quando ouviu o chuveiro ligar, deu alguns minutos e começou a preparar o chá, derramando um pouco da poção calmante.


Quando Ártemis saiu do banheiro encontrou o chá sobre o criado-mudo, os lençóis puxados e a amiga esperando-a na beirada da cama. Deitou, pegou o chá e tomou alguns goles em silêncio. Sua cabeça começou a pesar.


- Renata! Você... – ela começou a dizer, mas era difícil. Sua amiga retirou a xícara de suas mãos.


- Amanhã você vai me agradecer – ajudou Ártemis a deitar – Você ficaria a noite toda chorando e remoendo o ocorrido. Descanse – deu um beijo na testa da amiga.


- Eu não queria...


- Eu sei que não queria a poção – Renata cobriu a colega.


- Não... Eu não queria ter me apaixonado por alguém que não sente o mesmo por mim...


E ela caiu num sono profundo e sem sonhos.


---


- O que você tinha na cabeça para aceitar dançar com Angelina? – Hermione perguntou a um Fred visivelmente frustrado. Draco achara melhor deixar os dois amigos conversando sozinhos e foi para sua casa.


- Ela disse que iria embora! Você sabe o quão insistente ela pode ser!


- Acho que tudo isso é desculpa! – a morena disse.


- Desculpa? – Fred foi até o pequeno bar e encheu um copo de uísque. Bebeu um grande gole.


- Sim! Uma desculpa! Algo do seu inconsciente! – Hermione dissera, encarando o ruivo que tremia de raiva. O copo em sua mão.


- Não sabia que era psicóloga! – ele rebateu, irritado e irônico.


- Vá à merda, Fred! É desculpa. Você teve treinamento especial! É capaz de lidar com uma bruxa como Angelina! – ele terminou o conteúdo do copo em um grande gole.


- Você não sabe do que está falando!


- Sim, eu sei! Você tem medo de se envolver com Ártemis.


- Ela vai me deixar! Não temos nada sério!


- Por que você disse que não queria nada sério! Você ouviu o que ela tinha a dizer? – Hermione encarou o ruivo – Claro que não! Você vive escondido na sua dor. Não deixa ninguém se aproximar... Ela está te fazendo bem. Você sabe disso. E isso o assusta!


- E se ela me fizer sofrer?


- Você se recupera. Não se recuperou da traição de Angelina?


- É diferente... Com ela é diferente... – Hermione se acalmou e aproximou-se do amigo.


- Sei que tem medo de se machucar, mas esse medo está fazendo com que ela sofra. Isso é justo, Fred? Se é tão difícil assim ficar com Ártemis, deixe-a ir... – ela deu um abraço no ruivo, que retribuiu – Vou dormir no Draco.


Fred encheu o copo novamente e sentou-se no sofá. Ainda tinha em sua memória o calor do corpo dela. Do cheiro dela.


---


Não conseguiu entrar em contato com ela nos dias seguintes. Nem na escola. Nem em casa. Nada. Matthew estava ficando louco. Como se envolvera naquela confusão? Por que Renata Evans tinha que ser tão deliciosamente teimosa?


Quando chegava à escola, era recebido pela professora auxiliar. Na saída, Renata já tinha aparatado. Tampouco encontrava com Ártemis. Sabia que a amiga poderia ajudá-lo, porém as duas tinham sumido.


Desmarcou as reuniões com Fred. Ainda estava muito bravo com o amigo pela confusão que causara ao dançar com a ex-namorada. E assim, passou-se uma semana. Dez dias. E Matthew não aguentava mais. De incompreensão. De saudades. Então, uma ideia tipicamente sonserina surgiu em sua mente.


---


- Você não tem motivos para não falar com ele.


- Não começa, Ártemis.


- Ele não fez nada!


- Ártemis...


- Matthew é um fofo. Está louco atrás de você.


- Fred também está atrás de você... – Renata disse sem tirar os olhos da televisão.


- Você sabe que são coisas diferentes – Ártemis falou e amiga ficou calada. – Eu entendo, de coração, que queira me proteger, mas não perca um cara bacana como ele por teimosia – dizendo isso, saiu da sala.


Renata foi trabalhar e viu que Danny não aparecera. Aquilo era estranho. Raramente o bruxinho faltava. No dia seguinte... A mesma coisa. Nada. Dois seguidos de falta significava que ela precisava entrar em contato com os responsáveis.


Teve uma leve impressão que aquilo bem poderia ser uma desculpa. Mas ela não poderia arriscar. E se Danny realmente estivesse doente? Foi conversar com Laura Hills.


- Vou mandar uma coruja...


- Não, senhorita Cassel. Você deve antes tentar falar via flu com o senhor Reid.


- Mas,...


- Se ele não responder ao seu chamado você envia a coruja. A senhorita já está bem familiarizada com o nosso procedimento.


- Sim, senhora.


No final do dia, Renata juntou suas coisas e avisou para Ártemis que ela poderia ir na frente, pois teria que resolver uma coisa. Não precisou dizer que coisa que era. Foi até a sala de comunicação, onde havia uma lareira específica para contatar os responsáveis pelas crianças e para situações de emergências. Jogou o pó, enfiou a cabeça e deu o endereço.


- Senhor Reid? – ela disse de maneira formal. O coração nervoso. Viu ao longe Danny deitado no sofá, tossindo. – Danny? Danny, onde está seu irmão? – não houve resposta. – MATTHEW! – ela disse mais nervosa. – Danny? – nada. – Merda!


Ela encerrou a conexão e saiu correndo da sala. Precisava sair dos terrenos da escola para aparatar. Assim que saiu, aparatou diretamente na sala dos Reid. Logo sentiu Danny abraçando-a e perguntando:


- Como me saí? Como me saí?


- Você está bem? – ela perguntou, nervosa, ajoelhando-se.


- Sim! Estou! Estava ensaiando!­ – ele disse orgulhoso.


- Ensaiando?


- Sim! Matt pediu para eu ensaiar para uma peça que faremos para você. E eu devia fingir está doente. Você acreditou?


Renata sentiu o sangue subir à face.


- Onde está o seu irmão? – a resposta foi o aparecimento do bruxo, saindo do escritório. Ela sentiu o coração acelerar: um misto de raiva, saudade, amor, ódio. Abriu a boca para xingá-lo quando viu que ele estava acompanhado.


- Oi, Renata. Esse é Jim Sawyer. – eles se cumprimentaram e o loiro notou que provavelmente seria um bruxo morto quando ficasse sozinho com ela. No entanto sabia que, para ganhar uma partida de xadrez, às vezes era preciso sacrificar algumas peças. – Jim é pai de um amiguinho do Danny aqui da vizinhança.


- Matt! Matt! A Renata acreditou que eu estava mesmo doente!


Ela não dizia nada. Mordia os lábios. Controlando a sua raiva para não brigar com Matt na frente do irmão.


- Venha, Danny – Jim falou – Vamos passar uma tarde comendo porcarias, vendo filmes e brincando! Já montei uma barraca para vocês no quintal! – a criança pulou alegremente e, depois de se despedirem, os dois sumiram no ar.


- Seu maldito desgraçado – ela disse diminuindo a distancia entre os dois e o socando como podia no peito. Ele segurou a risada e tentou contê-la pelo punho. – Eu cheguei a pensar que isso fosse desculpa, mas depois me culpei achando que você jamais usaria seu irmão. Entendeu, bem? JAMAIS!


- Escute,...


- Não! Escute você! – ela parou de socá-lo, as mãos na cintura – Eu vi o Danny deitado, tossindo! Eu achei que ele estivesse sozinho! Mas, não... Você instruiu o menino a mentir para mim! Você é um babaca, um filho da puta cretino!


- Sei que não foi a melhor ideia...


- Ahhhh – ela soltou um riso irônico – Não foi a melhor ideia? Que tal a pior ideia?! Eu fiquei preocupada! Preocupada com Danny! E preocupada com você, pois jamais você o deixaria doente sozinho! Eu sou uma idiota! Não! – ela continuava gritando. Matt olhava sem entender como ela conseguia ter fôlego – Você é um idiota! Um irresponsável! Eu vou embora.


- Eu já lancei um feitiço anti-aparatação e a conexão de flu fechou há 10 minutos – ela virou para sair pela porta – As portas estão trancadas. Você só sai daqui quando nos entendermos.


- Não vamos nos entender. Não depois do que aprontou comigo agora.


- Desculpe. Foi um gesto desesperado. – ela virou-se, tentando manter a calma. Mantiveram-se afastados. – Quer se sentar? Beber alguma coisa?


- Isso não é uma visita social, Reid. E saiba que vou denunciar você ao Conselho Tutelar! – ele mordeu o interior da bochecha e abaixou o rosto para não rir. Ela percebeu e ficou ainda mais brava. Matthew respirou fundo e disse, olhando-a:


- Sei que estava nervosa pelo o que Fred fez a Ártemis. Eu tentei impedi-lo. Só que quando ele enfia algo na cabeça, ele é tão teimoso quanto você... – ele deu um passo na direção dela, que recuou.


- Isso não te ajuda...


- Bill também tentou falar com ele. Fred errou. Não eu. Além do mais, eu não converso com ele desde aquela noite.


- Não? – aquela informação a pegou de surpresa.


- Não. Eu apenas queria te acalmar para evitar uma confusão maior – ele disse dando outro passo na direção dela. Renata cruzou os braços, mas ficou imóvel.


- Ártemis é minha melhor amiga, eu quis ajudá-la.


- Sei disso e admiro a maneira como cuidam uma da outra.


- Eu... Eu só quis evitar todos olhando para a cena, quis apenas evitar que Ártemis ficasse exposta. Você age sobre impulso e tem a cabeça quente... – ele sorriu e Renata encarou o chão, para não derreter por aquele sorriso – E isso é algo que faz você ser quem é. Só que estamos juntos e casais fazem isso... Casais se ajudam quando o outro está nervoso, triste,...


- E ajudam quando o irmão está verdadeiramente doente...


- Por favor, Renata, estou realmente querendo me desculpar aqui! Fred errou dançando com a ex-namorada.


- Além de tudo é ex-namorada? – ela disse sentindo a raiva pelo ruivo aumentar. Ele ignorou a fala dela e continuou:


- Eu te amo. – ela olhou firmemente para o loiro - Sua amiga é importante para você, então é importante para mim. Ela é uma garota bacana que não merecia o que houve...


- Não mesmo...


- Mas eu quis apenas te ajudar. Estou há dias tentando falar com você, me explicar. Mal tenho trabalhado ou dormido.


A morena manteve os braços cruzados. Ele deu dois passos na direção dela. Mais um.


- Estou com raiva. Principalmente pelo o que fez agora. – ela disse, ainda brava. Ele deu um outro passo, Renata descruzou os braços e tentou andar para trás. O loiro foi mais rápido e a envolveu pela cintura.


- Não aguento essa distância. Você aguenta? – ele puxou-a para si – Sinto falta de tudo seu... Tanta falta, Renata. Você não sentiu falta? Do meu toque – ele disse enquanto puxava a mão dela e coloca em seu próprio ombro – Do meu beijo – continuou depositando um beijo próximo à orelha dela – Você não sentiu falta de mim?


- Matthew... – ele sorriu contra o pescoço dela. Aquilo já era um avanço... – Eu... Claro que senti sua falta, mas... fiquei tão brava – ela passou a outra mão pela cintura dele.


- Entendo... Mas me prometa uma coisa – o loiro passou os lábios pelo maxilar dela, depois olhou-a – Sempre que tivermos um problema, vamos conversar... Essa distância foi um verdadeiro tormento.


Ele fechou os olhos e inclinou-se sobre ela, beijando-a. Transmitindo, naquele gesto, toda a saudade que sentira.


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- Pelo sorriso vejo que fez as pazes com alguém... – Ártemis disse, sorrindo.


- Sim... Ele não foi completamente fofo por que a ideia dele para se desculpar foi, de longe, a pior ideia do mundo dos relacionamentos! – ela contou para a amiga como tinha sido. Apesar da cara de brava de Renata, Ártemis não pôde deixar de rir da ideia realmente sem cabimento do loiro. – O que está escrevendo aí? – Renata indagou, curiosa, ao ver que a amiga escrevia um pergaminho.


- Vou mandar uma carta para Derek.


- Você o quê? – ela puxou o pergaminho da mão da amiga, leu rapidamente as palavras e amassou a carta, depois a queimou com a varinha – Não vai escrever para esse idiota. Entendo que não quer mais saber do Fred, mas não vai responder a esse idiota.


Ártemis rolou os olhos, sabendo que a amiga tinha razão.


- Hermione quer vir aqui amanhã a noite. Filme, pipoca... Noite de meninas. Já marcou algo com Matt?


- Marcamos de jantar, mas posso remarcar. Tenho certeza que ele não irá se incomodar.


- Não, Rê... Vai lá...


- Imagina, Ártemis! Que horas marcaram?


- Às 18 horas.


- Posso fazer as duas coisas! Fico aqui até umas 21 horas, tudo bem? – Ártemis assentiu – Vou avisá-lo... Mandar carta para Derek... Posso com isso?


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- Fico te devendo uma! Não... Muitas! – Fred exclamou vendo a amiga terminando de se arrumar.


- Não sei como me convenceu a isso... – Hermione disse sorrindo – Acha que vai dar certo?


- Não tenho ideia, mas eu precisava fazer algo. Não posso entrar na escola, não a encontro na estrada ou na saída. Obviamente não posso aparatar na casa dela e, das vezes que fui, ninguém me atendeu...


- Eu vou até lá, então... Boa sorte, Fred...


Hermione aparatou e chegou em frente ao apartamento das meninas. Ambas estavam em trajes informais.


- Eu trouxe a pipoca! – ela exclamou.


- Vai sair depois, Mione? – Renata indagou – Está bonita.


- Obrigada, Rê. Vou dormir no Draco, mas é uma noite de meninas... Incluindo um pouco de produção – Renata bateu palmas, animada.


- Ótimo, pois mais tarde tenho um encontro com o Matt!


- Não vou me arrumar para ficar em casa – Ártemis falou. Hermione olhou para ela. Ela usava um shorts jeans e uma camiseta relativamente larga de um time de quadribol qualquer. Provavelmente Fred aprovaria.


- Então fique como achar melhor. – Hermione disse, mas Renata ainda queria fazer sua super produção.


Começaram a conversar, pegar roupas, experimentá-las, até que Hermione olhou para o relógio. Era hora.


- Ártemis, você poderia preparar a pipoca?


- Claro – ela disse, sorrindo. As três foram até a sala, enquanto Ártemis pegava panela e óleo, Renata serviu cerveja a todas. Hermione olhava incessantemente para a panela, Renata achou aquilo estranho, mas não falou nada.


Ártemis jogou o milho e esperou. Então, o barulho de estouro se fez presente.


- O que é isso? – ela indagou – Há algo errado com esse milho!


Renata, curiosa, saiu correndo e deu a volta no balcão. Hermione conteve um sorriso.


- Parece pergaminho... – Renata falou, sem entender. Ártemis enfiou a mão na panela, com cuidado. Os milhos ainda estourando e transformando-se, mas não em pipoca. Ela leu e olhou para Hermione.


- Ele...


Renata olhou para as duas, sem entender, e pegou um pequeno pergaminho.


- Ahhhhh eu não acredito! – ela disse, sorrindo – Hermione! É a coisa mais linda! – ela pegou outro e Ártemis fez o mesmo. Em cada um deles estava escrito: Desculpe-me.


- Ele pediu que eu trouxesse... Espero que não me odeie...


- Te odiar? – foi Renata quem falou – É a coisa mais linda e mais romântica! Ártemis! Não é lindo? – os milhos estourando e os pergaminhos enchendo a panela.


- Não posso desculpá-lo – ela disse, incerta.


- Como não? – Renata perguntou – Isso sim é desculpas! Acho que falarei com Matt, para ele pegar uns conselhos com Fred.


Um pergaminho maior e vermelho surgiu entre os outros. Ela o pegou e Renata aproximou a cabeça para ler.


Esse pergaminho se transformará numa chave do portal quando pegá-lo. Ele será ativado em 15 segundos. Apenas me escute.


Fred.


Ártremis largou o pergaminho.


- O que está fazendo? – Renata exclamou.


13...


- Eu não posso! Você sabe! – ela disse. Renata pegou o pergaminho e recolocou na mão da amiga.


10...


- Ele está realmente arrependido... – Hermione falou. - Apenas escute o que ele tem a dizer.


8...


Ela voltou a soltar o pergaminho e Renata pegou-o novamente.


- E eu que sou a teimosa da história... Olhe o que ele fez para você! – ela fez um gesto para a panela. Ártemis apagou rapidamente o fogo.


5...


Colocou o pergaminho sobre o balcão e impediu a amiga de pegá-lo novamente.


4...


- Ártemis! Por Merlin! – Renata exclamou, nervosa. Hermione apenas olhava para Ártemis.


3...


- Merda! – Ártemis xingou.


2...


Ela pegou o pergaminho. Viu o sorriso das duas mulheres e desapareceu.


- Puta merda! – Renata deixou o palavrão sair. – Se ela não pegasse o pergaminho eu o enfiaria goela abaixo!


Hermione apenas riu e disse:


- Venha, você precisa se aprontar para um encontro.


---


Fred olhava para o relógio. Andava de um lado para o outro. As mãos nos bolsos. Nos cabelos. Nos bolsos de novo. De repente, Ártemis surgiu na sua frente. Ele parou meio sem ar. Duas semanas era muito tempo sem vê-la...


- Você veio – ele falou num suspiro.


- Sim...


- Ártemis... Eu... Quer beber alguma coisa?


- Uma cerveja, se tiver... – ele assentiu e foi até a cozinha, voltando com duas long necks. Fez um sinal para que ela se sentasse, abriu as garrafas e entregou uma para ela. O ruivo sentou-se ao lado dela, mas Ártemis afastou-se, mudando para o assento ao lado. Ele soltou o ar, entristecido.


- Sei que agi errado não dançando com você e aceitando o convite dela.


- Por favor – ela o interrompeu e levantou-se – Isso é ridículo! Eu não deveria ter vindo.


- Não! Por favor... – a mão dele no punho dela. Ela já em pé.


- É ridículo! Não temos nada! Não sou ninguém para cobrar com quem dança ou deixa de dançar – ela engoliu em seco – Ou quem beija ou deixa de beijar.


- Isso não é verdade. Eu fui um completo idiota – ele puxou-a para o sofá novamente, sem soltar o punho dela – Estávamos juntos naquela noite. Você estava perfeitamente linda. – Ártemis olhou para baixo, depois bebeu um gole de sua bebida – Por favor, olhe para mim...


Ela olhou, novamente fazendo força para não chorar.


- Fred, você não acha melhor parar agora? É sério – ele não tirou os olhos azuis dos castanhos dela. As palavras que ele não queria ouvir – entendo que não queira se machucar, mas se pensar bem a única que tem sido ferida aqui, sou eu. Desde quando ousei falar com você.


- Eu tenho sido um idiota, um completo imbecil... – a mão dele deslizou do punho para os dedos dela, entrelaçando-os. Ambos sentiram uma eletricidade percorrer o corpo.  


- Eu não preciso disso agora – ela levantou-se mais uma vez. Ele permaneceu sentado, sem soltar a mão dela.


- Mas eu preciso de você. – Ártemis olhou os azuis, estavam tristes. Voltou a se sentar. – Quero ficar com você. Senti sua falta. Eu senti muito a sua falta – a garganta parecia secar e ele bebeu novamente. Ártemis fez o mesmo. – Quando eu falei para você, aqui mesmo, sobre você partir... Bem... Eu não sabia se você queria algo sério comigo. Você estava com Derek e aí...


- Espere! Eu estava... estou solteira. Conheci um cara que julguei ser bacana e ficamos...


- Não quero ouvir sobre você e esse filho da puta.


- Mas vai ouvir! Eu fiquei com ele e terminei aquele dia. Você estava lá. Você pediu “fidelidade” e eu aceitei. Mesmo sem termos nada, eu aceitei ficar apenas com você. Não saí e nem fiquei com outros caras.


- Matt contou que ele te escreveu... – Fred disse.


- E como Matt... Renata! – ela disse.


- Por quê? Por que não respondeu para ele? – o ruivo indagou novamente.


- Você não ouviu uma palavra do que eu disse? Eu queria ficar com você!


- E eu quero ficar com você. Tempo presente! Eu ainda não sei o que está havendo, só que não posso fazer você sofrer por causa dos meus medos. – Fred mudou de lugar, aproximando-se dela – Eu fico pensando e lembrando-me do pouco que vivemos juntos e sei que quero mais desses momentos. – ele colocou sua garrafa sobre a mesa de centro, depois fez o mesmo com a dela – Eu só não sabia... Não sabia que você queria o mesmo...


Ártemis o olhou estupefata.


- Você é lesado? – aquela pergunta o pegou desprevenido – Por que acha que me arrumei daquele jeito no seu aniversário? Para dançar com outra pessoa? Para receber beijos de outro? Não. Isso, Frederick, quem fez foi você.


- Desculpe! Por favor... Eu... Realmente quero ficar com você... Ártemis – ele passou a mão pelo rosto dela. E a morena não conseguiu afastar-se – Eu realmente estou gostando de você e quero algo sério...


- Algo sério?


- Sim... Sair com você não apenas aos finais de semana, te levar para dançar e dançar com você, recomeçar tudo. Direito. Sem Derek e Angelina. Apenas nós. – ele aproximou-se um pouco mais – Ah, e sem Lino também!


- Lino? – ela indagou sem entender.


- Lino. Aquele meu amigo locutor, alto e negro.


- Hummm ele é bonito – ela viu a expressão séria no rosto dele. E um sorriso surgiu nos lábios dela. Fred não conteve seu próprio riso.


- Está vendo o que faz comigo? Ter ciúmes dos meus amigos... Isso nunca aconteceu.


- Nunca? – ela perguntou, sentindo-se emocionada.


- Nunca. – Fred contornou os lábios dela com seu polegar. Aproximou-se ainda mais, o rosto inclinado sobre ela - Por favor, Ártemis. Você verá que sou um cara muito melhor do o que você conheceu nas últimas semanas.


- Seu pedido de desculpas foi bem... Criativo – ela falou, olhando dos olhos azuis para os lábios vermelhos.


- Prometo ser criativo em outras áreas também. Nada de pedidos de desculpas. Não quero mais te fazer sofrer. – ele colocou os fios lisos atrás da orelha, sua mão foi até a nuca dela. aproximou seus lábios dos delas e murmurou sem deixar de olhá-la – Desculpe-me.


Fred viu que os olhos dela se fecharam e um sorriso maroto nasceu em seus lábios.


- Eu gosto de você, Ártemis Stark, mais do que eu mesmo consigo compreender.


Antes que ela pudesse ter qualquer tipo de reação, ele a beijou.


---


Matt encontrou com Renata no apartamento dela e olhou-a de cima a baixo.


- Não gostou? – ela indagou insegura.


- Gostei, você está linda, mas é que... Essas não suas roupas usuais...


- Coisas de Hermione! Vamos para a cantina e eu te explico!


Os dois chegaram até a cantina, pediram a típica cerveja.


- Hermione que fez essa opção mais “recatada”. – Matt riu.


- Você está linda do mesmo jeito, mas se quiser menos roupa podemos cuidar disso quando apartarmos na minha casa... – ela corou e bebeu de sua cerveja.


- Você não tem jeito, Matthew! – os dois riram e deram um beijo apaixonado, então a morena separou-se e exclamou – Ah! E o senhor tem uma tarefa!


- Uma tarefa? – ele perguntou divertido.


- Sim! Ter aula com Fred!


- Fred?! – ele indagou curioso – Espera! Como você está falando de Fred com esse sorriso se até ontem você o odiava?


- Por que ele fez a coisa mais perfeita de todo o mundo! Se brigarmos novamente, por favor, fale com ele antes de me pedir desculpas...


- E por que acha que eu te pedirei desculpas? Não poderia ser o contrário? – o loiro perguntou, o tom brincalhão.


- Claro que não, Matt, meu amor – ela terminou sua cerveja- São vocês, homens, que vivem fazendo besteira...


Eles jantaram e aparataram na casa de Renata.


- Ártemis não vai aparecer?


- Não tão cedo – Renata falou – Venha e olhe isso! – ela disse apontando para a panela que ainda estava sobre o fogão. Matt riu.


- Ele está completamente apaixonado e nem se dá conta disso...


- Acha mesmo? – Renata perguntou encostando-se ao balcão. Ele aproximou-se. Colocou os dois braços ao lado dela e inclinou-se, sorrindo de lado.


- Sim, mas uma coisa é certa: eu estou completamente apaixonado por você – o loiro colou seus lábios no pescoço dela. Sua língua percorrendo a extensão da pele exposta. O ar pesadamente sobre ela. Um arrepio, muitos arrepios percorreram o corpo de Renata.


As mãos dela foram rapidamente para os botões da camisa. A cada botão que ela abria, depositava um beijo no peito dele. Um beijo sensual. Ele segurou o balcão com firmeza. Renata deslizou a camisa dele pelos ombros, pelo braço.  


- Lindo... Mattew Reid, você, definitivamente, é muito gostoso – ele gemeu ante o elogio.


Eles se beijaram avidamente. A mão dele na nuca dela. Impedindo-a de se afastar, como se ela fosse cometer tal insanidade. Logo as mãos dele seguraram-na pela cintura, fazendo que ela subisse no balcão.


- Minha vez – ele disse abrindo o primeiro botão da camisa dela. O primeiro beijo. As unhas dela cravaram os ombros dele.


Segundo botão. Segundo beijo e a ponta da língua.


Terceiro botão. Terceiro beijo, mais longo entre os seios. O arrepio começou no ponto do toque e percorreu todo o corpo.


Quarto botão. Quarto beijo, uma leve lambida que subiu até o ponto do segundo beijo. A mão dela foi até o cabelo loiro, puxando-o para seus lábios.


Ele segurou com o polegar o passante da calça dela, seus outros dedos repousando sobre o começo das nádegas. Puxando-a ainda mais para perto.


Matthew Reid sentia a excitação em cada poro do seu corpo.


- Renata, – ele disse, ofegante – espere.


- Diga, Matt...


- Não quero que nossa primeira vez seja assim... No balcão de uma cozinha... Não que não seja um bom lugar – amos sorriram – Mas quero algo especial...


- Por isso te amo – ela disse beijando. Ele retribuiu o beijo. Imagina que não seria apenas a primeira vez deles, como também a primeira vez dela. Queria, mais do que nunca, algo para lá de especial...


---


- Eu gosto de você, Ártemis Stark, mais do que eu mesmo consigo compreender.


Antes que ela pudesse ter qualquer tipo de reação, ele a beijou.


A mão dele segurando-a pela nuca, a outra na coxa. Sentindo a pele dela. Quente. Subiu até alcançar a cintura fina. Tocou-a por cima da blusa, mas queria sentir a pele dela novamente. Aos poucos, foi deitando o corpo dela sobre o sofá. A mão voltou a apertar a coxa. Olhou nos olhos dela.


- Ártemis...


- Você não está me desrespeitando. Se eu sentir que hora de parar, eu falo. – ela passou a mão pelas costas dele, pegou a camisa – Visual, lembra-se? – ela retirou a camisa dele. Olhou com desejo para o peito definido. Voltou a olhar o azul – Fred...


- Diga, Ártemis – ele apoiava um braço ao lado dela e o outro no encosto do sofá. Seu corpo todo reagindo a ela.


- Eu... eu achei que você queria algo passageiro. Que eu era alguém para você passar o tempo, para curtir sua vida de solteiro.


- Merlin, não! – ele disse, calando-a com o indicador. Ela não pôde evitar olhar os músculos que se destacaram perante o movimento – É apenas você, Ártemis... Apenas você. – soltou parte do peso sobre ela, beijando-a. Ela retribuiu ao beijo, passou a mão pelas costas dele. Sentiu a mão dele roçando a lateral do seu seio.


- Fred,... – ela gemeu o nome dele.


- Merda... Aqui não tem espaço! – ele puxou-a, fazendo com que ela sentasse sobre si. Olhou-a.


- Eu deveria ter me trocado...


- Do que está falando? – Fred perguntou, a voz meio rouca, beijando o maxilar dela.


- Hermione – ele olhou a morena, parando de beijá-la, suas mãos na coxa dela – Ela falou sobre noite de meninas e nos arrumarmos... Mas ela foi ver Draco e Renata sairia com Matt.


- Eles se entenderam? – Fred perguntou, de supetão.


- Sim... – ele suspirou, aliviado – Bom... Eu não sairia com ninguém... Nem me arrumei...


- Por Merlin, garota, você está ótima assim... Você pode muito bem sentir como está me deixando. – ela riu gostosamente – eu senti falta desse som.


- Som? Que som?


- O som da sua risada – Ártemis encarou o ruivo. Seu coração acelerou. Voltaram a se beijar. Ela estava apaixonada, completamente. Mas tinham acabado de se entender. A mão dele estava em sua cintura, em sua barriga, em seu seio.


- Espere... Fred... – ela respirava de forma ofegante.


- Não precisa explicar... Eu entendo... – ela saiu do colo dele – Acho que nossa cerveja esquentou...


- Tem uísque? – ela perguntou, meio tímida. O ruivo sorriu. Vestiu novamente sua camiseta.


- Viu? Perfeita... Linda, inteligente, sexy e ainda me acompanha no uísque... Vou pegar. Topa uma pizza?


- Claro – ela assentiu.


- Quatro queijos? – ele perguntou, lembrando-se do encontro deles.


- Sem dúvida... – Fred fez o pedido pelo telefone, serviu os dois e sentou-se ao lado dela. – Meu aniversário é no próximo mês.


- É mesmo? Aliás,... semana que vem. Eu, você, Matt e Renata vamos sair.


- Vamos? – ela perguntou, entrelaçando seus dedos com os dele.


- Sim... Levarei você para dançar – o sorriso dela vacilou – Faz parte do meu pedido de desculpas. Eu devendo isso a mim mesmo e a você. Aceita?


---


Renata e Ártemis passaram a manhã conversando e rindo bobamente. Obviamente, Renata concordou em sair com a amiga e seu relacionamento sério que não era namoro.


- Sabe o que farei?


- O quê, Ártemis?


- SURPRESA! – o rosto de Renata ficou pálido.


- Que tipo de brincadeira é essa? Sabe que sou mega curiosa! Me fala!


- Não! – Ártemis levantou-se rapidamente – Uma ideia fantástica. Você vai descobrir no meu aniversário!


- Ártemis! Isso é sacanagem! – Renata falou indo atrás da amiga que seguia para o quarto.


- No meu aniversário, Renata Evans! Agora... Preciso de privacidade... E de uma coruja... – e, antes que a outra bruxa pudesse falar algo, fechou a porta.


---


Longe dali


- Não é a coruja da sua prima, Karl?


Ele levantou-se e abriu a janela. Seu peito enchendo-se de alegria. Suas constantes viagens o impediam de manter o contato que gostaria com Ártemis.


- Sim – a voz grossa. Ele não era de muitas palavras.


- E o que ela quer? – Lary levantou-se animada indo até ele, que abaixou a carta para que ela pudesse ler. - Poxa... Não poderemos ir...


- Não – ele franziu o cenho – Darei um jeito para irmos mesmo que depois.


- Ótimo! Estou morrendo de saudades dela! E da Rê também.



Ele deu um breve sorriso. Um daqueles que Lary sabia que ele oferecia a poucos.


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N.a.: Acho que deixei algumas amigas felizes, não????? Rindo ao reler a ideia da pipoca!


 

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Comentários: 5

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Enviado por Mrs. Mari Oldman em 05/05/2012

Ounnn que fofo!

Nota: 5

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Enviado por Tonks Fenix em 04/05/2012

Meninas, vcs estão fazendo os rapazes sofrerem d+!!!
Tadinhos! rsrsrsrs
Nossa, achei lindo a reconciliação deles ! Amei mesmo!
Correndo pro próximo...
Bjinhus! 

Nota: 5

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Enviado por Maris em 02/05/2012

Renata Evans? Achei que fosse outro sobrenome...Olha acho que vcs estão envolvidas demais com a escrita. Me dá essa belezinha para betar vai...

Nota: 5

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Enviado por jessica salicio da silva em 30/04/2012

Que primo é esse? O_o

Nota: 1

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Enviado por Júlia rodrigues valente em 30/04/2012

Não preciso nem dizer... capitulo perfeito, estava ansiosa pela continuação!

Nota: 1

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