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1. Uma noite... Um encontro...


Fic: Os capítulos perdidos


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Uma noite... Um encontro...



Severus desceu para o jardim correndo. Estava muito ansioso naquela manhã! Queria encontrar Lílian antes que ela se juntasse ao seu costumeiro grupo de amigas da Grifinória.

Já sabia de cor o que dizer: Queria uma ajuda com a matéria de transfiguração. Não que ele precisasse de ajuda, pois era um ótimo aluno em praticamente tudo. Além de serem amigos de longa data, Lily era sempre tão doce e prestativa que não se recusaria a ajudá-lo e ele poderia ficar junto dela por horas...

Severus suspirou mais uma vez ao lembrar-se da tarde anterior, ele e Lily conversaram tanto... O assunto já nem importava, ele só conseguira mesmo ficar observando os movimentos dos lábios da colega inebriado pelo doce perfume que emanava de sua pele.

Queria muito... Ainda mais, precisava muito estar com ela novamente...

Encontrou-a um pouco adiante. Mas para sua decepção ela estava rodeada pelo grupo de alunos que Severus mais odiava em toda Hogwarts: James Potter, com sua arrogância e impertinência infinitos, Sirius Black e sua mania em se achar o próprio Sol, Pedro Petgriw, o pequeno e asqueroso fofoqueiro e Remus Lupin, uma figura que destoava totalmente do grupo, pois era discreto e nem sempre concordava com as atitudes dos amigos.

- E então, Evans. – James tomou o livro que Lily fingia ler – Você vai ou não na festa comigo amanhã à noite?

- Nem que você usasse a maldição Imperius, Potter. – respondeu tomando o livro de volta.

- De qualquer maneira, você será bem vinda, Lílian. – Lupin socorreu antes que James piorasse sua situação. – Todos os grifinórios irão, então você não poderia faltar.

- Obrigada, Remus, mas eu preciso estudar, então não irei. – finalizou.

- Deixem-na! – Sirius disse fazendo pouco caso – Se você resolver, Evans, a festa será na passagem secreta ao lado do retrato de Hamillton, o sombrio, próximo às masmorras. – E foram se afastando enquanto Severus se aproximava.

– Só mais uma coisa. – James parou por um segundo falando bem alto para que Snape o ouvisse – Não leve o seu Ranhoso de estimação. É uma festa para bruxos de verdade... não para um seboso nojento. - Pedro e Sirius gargalharam e o grupo se afastou deixando um Snape irritado para trás.

Aproximando-se de Lily bruscamente, Severus indagou com raiva:

- Você não vai a esta festa, vai?

Percebendo o modo arrogante com que Sevie lhe falara, respondeu indignada:

- Não te interessa!

- Não acredito que você seja tão estúpida a ponto de ir à festa do tal Potter. – disse decepcionado.

- Severus, afinal de contas o que você quer? – Seus olhos verdes faiscaram de raiva.

Snape se desconcertou, não viera até ali para brigar, mas já era tarde. Tentou remediar.

- Preciso de ajuda em transfiguração. Pensei que você poderia me ajudar.

- Não posso! – respondeu friamente – Sou muito estúpida! – e se afastou sem olhar para trás.

Severus sentiu seus olhos arderem de raiva. Mais uma vez James e seus amigos apareciam para atrapalhar e perturbar a sua vida. Mas ele iria provar que era superior, e que James não era nada, com aquele seu ridículo cabelo espetado e seus modos fúteis. Ele iria saber que Severus Snape podia não ter sangue puro, mas era o Príncipe dos bruxos. Aquele capaz de subjulgar qualquer outro. E assim o fez na aula de poções daquela mesma tarde onde, de uma única vez, desmoralizou e intimidou não somente os marotos. mas também todos os alunos de sua sala ao preparar com perfeição uma dose de VERITASERUM. Feito que deixara até mesmo o profº Slughorn impressionado.

Aquilo o tornava o mais temido e respeitado aluno de Hogwarts, algo que ele apreciava mais que tudo em seu íntimo. Assim, saiu da aula com outro ânimo. Estava decidido a ignorar Lily e todos os outros. Queria fazê-la sentir o amargo gosto da rejeição que ele conhecia tão bem. No fundo pensava que isto os tornaria mais próximos um do outro. Queria fazê-la sofrer mesmo que isso também o machucasse. Perguntava-se a cada minuto como Lily podia tê-lo ignorado daquele jeito. Sentia-se solitário naquele momento, mas isso não importava tanto agora, posto que já se acostumara com a solidão.

O jovem caminhava pelos corredores rumo às masmorras de Sonserina quando seus pensamentos foram interrompidos pela voz mais improvável de se ouvir naquele instante:

- Sevie!

Snape tremeu por um instante, não, não podia ser ela! O que estava fazendo ali tão longe dos grifinórios?

-Sevie – ela sorriu graciosamente – parabéns pela sua poção, estava realmente perfeita!

Imediatamente todo o rancor desapareceu do coração de Severus, sentiu-se inexplicavelmente leve e com vontade de sorrir. Porém nada respondeu, e nem poderia fazê-lo pois Lily tinha o poder de deixá-lo sem palavras com sua simples presença. Seria isso magia?

- E então, Sevie, não vai dizer nada? – Lily parecia querer provocá-lo com seu sorriso angelical.

- E-eu... – foi a única coisa que conseguiu balbuciar.

Lily sorriu mais uma vez, como se estivesse gostando do jeito acanhado do rapaz.

- Acho que você não precisa da ajuda em transfiguração, não è mesmo?

- Bem, acho que consigo me virar... – respondeu inseguro, porém gostaria de ter dito que precisava sim, precisava DELA.

- Claro que sim! – displicentemente, Lily pos a mão em seu ombro e deu uma piscadela – Existe algo que você não consiga?

Severus sentiu que seu coração parara por um instante: Ela o tocara! Um toque simples e sem intenções, mas que despertara em seu peito um furor incontrolável.

- Nos vemos depois! – ela se despediu e se afastou antes que ele pudesse se recuperar restando-lhe apenas a incredulidade daquele toque. Aos poucos sua mão direita pousou sobre seu ombro esquerdo onde há pouco estava a mão de Lily e esforçou-se para sair deste estado de transe.

Naquela noite, Severus não conseguia dormir, todo o quarto estava em silêncio total e, uma vez ou outra, se podia ouvir o ressonar dos estudantes que dormiam no mesmo aposento. Mas a presença dos outros não importava, o jovem pensava em Lily. Pouco a pouco notou que pensar nela fazia com que ele se sentisse estranho. Em seu peito seu coração parecia ter vida própria e insistir em não parar quieto. Seu sangue corria nervoso em suas veias e seu corpo febril deliciava-se nas fantasias nada inocentes com a colega. Por hora, era tudo o que ele poderia ter, mas há muito tempo nada daquilo era suficiente. A satisfação era momentânea, e o desejo sempre voltava mais forte. No entanto, ele sempre conseguia adormecer suavemente após levar seus devaneios ao ápice, até o ponto em que seu corpo exausto desfalecia por entre as cobertas molhadas.


******************

Era novo dia em Hogwarts, nuvens de chuva cobriam todo o céu. Era um dia chuvoso, triste, quieto. Mas, para Severus, tudo parecia perfeito, e, apesar de não sorrir, seu coração transbordava de alegria.

Correu para o salão principal sem ao menos falar com seus próprios companheiros de casa, fato que não passou despercebido a Lúcius Malfoy, que o criticou duramente insinuando à Narcissa que Snape andava muitíssimo estranho.

Mas a euforia inicial logo tornou-se decepção, Lily não estava no salão e , segundo uma amiga sua, não desceria para o café da manhã. Voltou cabisbaixo para a mesa de sua casa e logo foi abordado por Belatriz que o fulminou com um olhar.

- Falando com grifinórios agora, Sevie?

- Não é da sua conta Bella.

- Claro que não. – Lúcius respondeu por Bella que estava prestes a lançar-lhe uma azaração – Mas você não precisa ser tão rude, Severus.

- Talvez ele esteja nervosinho por causa da ausência daquela sangue-ruim da Evans. – Bella debochou – Onde está sua namoradinha, Sevie?

- Isso que estou percebendo em seu tom de voz é ciúme, Bella? – Severus perguntou friamente olhando para a jovem – Pois posso jurar que sim.

- Ciúme de você, Severus? – ela gargalhou daquela maneira estridente que sempre o irritava – Não, como poderia sentir ciúmes de alguém tão repugnante, eu, uma puro sangue, JAMAIS.

Lúcius suspirou exasperado, odiava aquelas trocas de “gentilezas” freqüentes entre os dois.

- Que discussão inútil! – censurou os amigos e acrescentou – Temos tantos outros assuntos importantes para tratar e vocês perdem tempo com idiotices. Por exemplo, suspeito que um dos alunos de Hogwarts seja um lobisomem. – concluiu com gravidade.

- Impossível.- Severus respondeu – Eles não permitiriam que um lobisomem entrasse aqui.

- Mas há indícios que há um lobisomem nos terrenos de escola. – afirmou Lúcius.

- Talvez seja a sua amiguinha, Sevie.- Bella alfinetou – Não seria uma surpresa.

Severus não respondeu, apenas se voltou tristemente para seu café-da-manhã encerrando a conversa. Então Lúcius e Bella continuaram o assunto entre si. Notando que o colega estava bastante angustiado, Narcissa, aproximou-se e disse docemente:

- Não acho que ela seja um lobisomem, Sevie.

Severos a olhou e deu com os ombros:

- Não estou interessado nisso, Cissa.

- Eu sei, assim como sei que você se preocupa com ela. – Severus desviou o olhar para não encarar os belos olhos de Narcissa – Mas, Sevie, ela é uma grifinória... não daria certo.

Mais uma vez Severus não respondeu, apenas se levantou e deixou o salão principal.

O resto do dia não correu como Severus gostaria que fosse. A constante ausência de Lily, o deixara completamente atordoado. Assim, não conseguiu se concentrar em nenhum dos seus afazeres e trabalhos. Só conseguia imaginar vários motivos para o sumiço da colega e, nenhum deles parecia confortá-lo, pois ele sabia que ela deveria estar se preparando para a festa de logo mais à noite, já que todas as suas amigas iriam.

Afastou-se completamente dos colegas de casa para evitar os comentários desagradáveis de Bella e passou a fugir principalmente de Cissa, que parecia entender o que se passava em seu coração. E dessa forma continuou até que o espírito noturno o impregnasse de um incontrolável desejo por buscar Lily.

Determinado, saiu das masmorras em direção à passagem secreta onde aconteceria a festa. Era guiado pelo cheiro daquela que era senhora da sua vontade, como um animal em busca da presa. Porém ao chegar à entrada da passagem secreta, caiu em si e percebeu o quanto aquele ato o deixaria exposto. Temeu ser visto por alguém e escondeu-se ao ouvir passos em sua direção.

De onde estava, percebeu que um vulto branco saía pelo abertura da passagem e parou ali mesmo. Pouco a pouco sentiu um doce perfume que despertou novamente em seu ser a irracionalidade da fera. E olhando atentamente pode divisar o perfil de Lily:

- Quem está aí? – a voz de Lily soou temerosa enquanto ela levava a mão à varinha e olhava para a escuridão.

Severus não respondeu, apenas saiu do esconderijo e em um piscar de olhos estava rente a ela. Tomada de surpresa Lily tentou erguer a varinha, mas em um movimento ainda mais rápido, Severus a segurou firmemente pela nuca agarrando-a pelos cabelos e pode sentir todo o calor de seu corpo e o movimento ávido de sua respiração. Aproximou-se mais ainda de seu rosto e o que sentiu, então, não poderia ser comparado nem aos efeitos da FELIX FELICIS. Seus lábios estavam de encontro aos de Lily e sua língua buscava ansiosamente a dela. Neste instante, Lílian sentiu suas forças abandonarem seu corpo e, lentamente, a mão que erguia a varinha pendeu ao lado do corpo, deixando cair o objeto mágico. Sentiu, ao mesmo tempo, que deveria fugir. Mas a vontade de se entregar ainda a dominava. Então, tão rápido quanto chegou, ele se afastou e sumiu na escuridão.

Lily podia sentir todo o seu corpo tremendo num misto de desejo e medo. Muito mais que um beijo havia sido roubado naquele momento. Sua vida não seria mais a mesma. Deixou-se escorregar pela parede e, em um suspiro libertou o nome que seu coração gritava:

- Severus...

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