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2. O Pedido negado.


Fic: Harry Potter e a Primeira Grande Guerra


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Um fortissimo vento assoitava a janela da sala do diretor, Alvo Dumbledore, estava sonhadoramente olhando pela sua janela a floresta negra, ao longe ele podia ver a cabana de Hangrid, em seu puleiro Fakes, sua fênix dorminha, como uma avé empalhada em seu tamanho normal.


Hogwarts no verão, era quase que vazia, a não ser por alguns professores que não viajavam em suas férias, e os fantasmas que sempre por ali estavão.


Dumbledore, se voltou para sua mesa, e sobre ela havia algumas cars que começo a ler;


 


Cornelo Fugde:


Caro Alvo,


Escrevo para lhe agradecer pela grande dicas, o que me rendeou grandes elogios de alguns amigos aqui no Ministerio, lhe desejo fotos sinceros de felicidades


Conélio.


 


Dumbledore continuo a olhar suas correspondecias, algumas cartas ele nem fazia questão de ler, e outras apenas passava o olho, entre tantas cartas de votos de saúde ele achou acho uma que ele olhou atentamente e abriu.


 


Alvo,


Alguns dos meus auror, me contaram de um movimento, das trevas que vêm acontecendo em algumas cidade proximo de londres, e seguindo alguns informantes, eles estariam aguardando o retorno de alguem que estar para chegar, seria bom agente ficar de olho, pôs, não queremos ter outro pesadelo como Grindelwand.


Alastor.


Dumbledore repolsou sobre a mesa a carta que acabará de ler, será que o que ele estava pensando realamente havia sentido, sera que era apenas concidencia, ele estar voltando agora. Dumbledore abriu uma caveta em sua mesa e de dentro dela retirou uma carta, e ele começou a ler.


 


Caro Prof° Dumbledore,


Estarei retornando a Londres depois de anos de pesquisa, sobre magia, e obetendo conhecimento da aposentadoria da professora que ministra Defesa contra as Artes das Trevas, gostaria de conversar com o senhor sobre a possibilidade de estar assumindo esse compromisso, que como sabe sempre esteve entre meus sonhos. Estarei indo lhe visitar ainda este domingo para estarmos conversando.


Tom Riddle.


Dumbledore estava analisendo toda a cordialidade, e se lembrará de outrora Tom Riddle um aluno brilhante, que acabara ir trabalhar na Borge & Burque, que anos depois desapareceu e ninguem mais ouviu falar nele e agora estava voltando.


Dumbledore se voltou para a janela, e pode ver um homem que cruzava o jardim, ele acompanhou o homem com seus olhos por baixo do seu oculos de meia lua até o ponto onde o mesmo adentrou o castelo. Dumbledore respirou profundamente, sabia o que era certo fazer, ele andou lentamente até fakes, que continuava a dormir em seu puleiro, ele se sentou em sua mesa, e minutos depois bateram em sua porta.


_ Pode entrar_ falou ele calmamente.


Um homem alto, entrou na sala, despiu sua capa de viajem e a colocou sobre o braço da cadeira.


_Senti-se!_ Convidou Dumbledore.


Tom Riddle, rapidamente se escorregou para a cadeira a frente da mesa de diretor, que o analisava com seus olhos azuis.


_Então Tom o que devo o prazer da sua vizita?


Tom Riddle, fez uma cara de descaso com seu nome.


_ Bem professor, como escrevi em minha carta, viajei muito pelo mundo, aprendi magias que até mesmo o senhor sonharia em executa-la_ Dumbledore o interrompeu.


_Posso imaginar Tom, vejo que mudou muito, esse tempo que esteve fora.


_ Como lhe dizia, sabe o gosto que tenho em lecionar aqui nessa escola, eu poderia ensianar ao seus alunos, magia que nenhum outro professor ensinaria, e sabendo que a velha professora de defesa contra as artes das trevas estar se aposentando, eu pensei...


_ Tom... tem certeza que é realmente lecionar, que você quer, com o retorno a Hogwarts?


_Sim muito!_ Falou Tom se empolgado, e voltando a se conter em seu tom de voz.


_ Acho que tenho que discordar de você tom, sobre sua real intesão_ Dumbledore jogara um balde de água fria, sobre Tom Riddle, fazendo com que seus olhos rotilassem como de uma cobra prota para dar o bote.


_ Não estou lhe entendendo professor_ Falou Tom sem usar seu falcete de voz, abandonando seu ar cortez.


_ Tom sabemos que não estar interessado em lecionar, sabemos o seu real proposito aqui, e esse não é apenas ensinar meia duzia de alunos a agitar varinhas, conte-me Tom seu real proposito, seja verdadeiro pelo menos uma única vez.


Tom correu a mão para seu bolso, porém, nada fez seus olhos agora frios e sem emoção fuzilavão Dumbledore.


_ Professor, acho que estar comentendo um erro, em não me aceitar_ falou Tom Riddle se levantando.


_ Não Tom, acho que estarei fazendo um bem a todos que aqui estão, você já não é mais aquela criança que se assuta com um fogo no armario.


Tom Riddle agora havia abandonado todo seu ar de cordialidade, e olhava diretamente nos olhos de Dumbledore.


_ Então essa é sua palavra final?


_ Sim Tom.


Tom Riddle já estava indo em direção a porta, quando Dumbledore falou;


_ É uma pena Tom que tanto talento magico seja disperdiçado.


_ Já não me chamam mais assim_ Falou Tom se referindo ao seu nome.


_ Ah! é verdade, fiquei sabendo que agora seus amigos mais intimos lhe chamam de Voldemort.


_ Vejo que anda sempre bem informado!_ Rebateu Tom com a mão ja na porta.


_Porém os professores sempre chamam seus alunos pelo seu nome Tom.


Ele saiu pela porta da mesma forma que entro, quando a porta se fechou Dumbledore voltou a se sentar. havia um ar de tristeza em seus olhos, ou talvez fosse preocupação.


 


 

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