O brilho da lua cheia inundava o jardim dos Malfoy, a luz perolada da lua fazia um contraste quase que perfeito com a água que saia do chafariz. um brisa leve e amena tava conta de todo o ambiente, e um silencio cobria todo o lugar.
O silencio que outra se fazia foi quebrado por um barulho de estralado, revelando a chegada de uma pessoa encapuzada, que rapimente sacou sua varinha e seguiu a passos lagar em direção a um grande portão que se estendia logo após ao chafariz.
A capa do homem fazia um barulho estridente, de acordo com seus movimentos rápido em direção ao portão. Ao se aproximar do portão ele levantou seu braço, revelando um marca, de um crânio com uma cobra saindo de sua boca.
Ao amostrar seu braço, pode-se ouvir barulho de corrente invisivel que começou a se desdobrar, dando passagem para o recém chegado, que imediatamente rompeu para o interior do aposento. O homem encapuzado agora estava em uma sala de estar, mal iluminada, seus moveis rusticos dava um ar de elegancia sombria a pequena anti-sala.
Minutos depois, uma mulher de cabelos negros e soltos entrou na sala, ela encarou o homem, com uma olhar de profundo desgosto e fez sinal para que ele o acompanha-se. Os dois seguiram em silencio por um corredor iluminado apenas por archotes com velas já quase em seu fim, o que deixava o corredor em uma semi-penumbra. No final do corredor já podia-se avistar um portal sem porta que dava acesso ao que podia-se ver uma grande sala, com uma iluminação melhor do que o corredor, já que uma grande quantidade de luz, vindo da sala já inundava o corredor.
Os dois chegaram na porta da sala, que estava cheia de pessoas, sentadas em volta de uma grande mesa, com varias cadeiras, e no final da mesa um homem de cara ofidica, que girava lentamente sua varinha entre seus dedos, olhando sonhadoramente para a janela como se estivesse adimirando a luz do luar que por ali adentrava.
O ver os recém chegados o homem falou;
_ Entre, sente em seus lugares_ A voz do homem era fria, os demais na mesa se encolheram.
A mulher rapidamente seguiu em direção ao seu lugar na mesa.
_ Então qual são as novidades Severus?_ perguntou o homem com cara ofidica ao recém chegado.
_ Mi Lord, eu viz o que o senhor me pediu, consegui infiltrar alguem em Hogwarts.
_ Perfeito! _ Falou o Voldemort com um sorriso, sem emoção em seu rosto pálido.
_ Meu senhor, também consegui colocar alguem de confiança no castelo_ Falou a mulher de cabelos negros que outrora recepcionou a chegada de Severus.
_ Hum sim, e me diga quem é essa pessoa Bela?
_ É o meu primo Règulo Black, ele só esta esperando nós assumirmos o poder para se reunir a a nós.
Snape parecia estar inquieto em seu lugar, evitava olhar para Voldemort que já havia percebido.
_ Então Severus, algo mais para me contar?
Snape olhou nos olhos vermelhos do seu mestre, porém o negara.
Voldemort se levantou, havia ódio misturado com ganancia que se refletiam em seus olhos avermelhados, sua varinha que antes repolsava sobre a mesa agora faiscava em sua mão de dedos longos e finos.
_Estamos reunidos aqui essa noite_ Começou ele falando_ Porque acreditamos, em um só mundo magico, onde somente os de sague puro merecem um lugar nesse mundo, por que temos que nos esconcer se somos superiores aos trouxas, por que se submeter as leis da magia, se elas nos restringe de ser o que relamente somos, superiores aos trouxas_ Os olhos de Voldemort brilhava um vermelho homicida, podia se sentir uma aura de poder em sua volta, o que vazia todos se encolherem nos cantos_ Nós assumiremos o que nos foi negado, mataremos quem se por no caminho de Lord Voldemort.
O Ar dentro da sala parecia estar mais gélido do que o lá de fora.
_ Eu assumirei o ministerio, e depois assumirei Hogwarts, e de vocês aqui presente quem estará comigo?
Todos presentes se levantaram rapidamente erguendo suas varinhas, e brandinho em gritos de euforia, os olhos de Voldemort, famitos por poder rotilava olhando para todos na sala e com um grito ele falou;
_ Morsmodre! e uma caveira explodiu da ponta de sua varinha tomando o lugar da lua no céu...