FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

2. O Héroi inesperado


Fic: A lança e a cobra


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

O Herói inesperado


 


- Sangue-ruim sabia que você nem é tão desprezível assim?- fala Goyle lambendo meu pescoço depois de ajudar Crable a me amarar. Crable arranca minha blusa com um puxão e faz , pequenos cortes em meus seios, sinto o cheiro do meu sangue... detesto sangue, detesto não poder fazer nada por mim mesma, Goyle  tira a minha saia e começa a fazer cortes e queimaduras com um isqueiro e um canivete em minhas cochas vai lentamente subindo por elas, lambendo e mordendo minha pele violentamente, quando ele começa a lamber minha virilha a porta é escancarada.


-Ora garotos! Não vão deixar nada da sangue-ruim pra mim?- fala Malfoy entrando na sala, com um enorme sorriso no rosto.


-Draco! Não se preocupe, não esperávamos você, mas pra você deixamos o melhor!- fala Crable ao exibir minhas pernas abertas- do jeito que ela é com certeza ainda é virgem! Eu e Goyle nos divertimos bastante já. Pegue seu prêmio, ela merece pagar por todas as ofensas que já lhe fez! Só peço que nos deixe ver.


-Tudo bem meus caros, agradeço seu presente- fala Malfoy sorrindo, olhando-me nos olhos.


-Você não!- eu grito- Me mate, mas eu não aceito isso, você não!- falo com medo e nojo, indignada. Malfoy tira as calças, desce a cueca e sussurra em meu ouvido- fique quieta, e finja.


Então morde minha orelha e grito, ele começa a mexer o quadril devagar ficando cada vez mais rápido eu praguejo, grito, até finjo chorar, é quando sinto uma grande dor na virilha e desmaio.


 Acordo um tempo depois, deitada em algo fofo, acho que é um sofá... ainda de olhos fechados noto que alguém esta cuidando de mim... abro os olhos e vejo que é o Malfoy,vejo que Crable e Goyle não estão mais na sala e eu não estou presa, mas também noto que o canivete de Crable ainda esta do meu lado.


Então pego o canivete que Crable usou para cortar meus seios, me sento e encosto na garganta do Malfoy enquanto seguro sua cabeça pelo seu cabelo oxigenado.


-O que você quer com isso Malfoy?-  falo com raiva.


-pare Bolger! Não sabe reconhecer quando alguém salva sua pele?- fala ele calmo e irônico.


- Mas, o que você ganharia com isso ein?- falo desconfiada forçando um pouco mais a lamina na sua garganta.


-Eu ganho sabendo que não sou igual ao meu pai!  Agora solte isso você não tem motivo para desconfiar de mim.


-Ok, desculpe é que... é bem difícil acreditar em você Draco, e também hoje... eu nunca estive tão indefesa! detesto não ter conseguido me defender.- falo chateada... eu falei “Draco”! Até algumas horas atrás ele era o “Malfoy”! Não posso perder o foco, não posso me envolver, Heitor nunca perdoaria...


-Tudo bem Rosiê... agora deite-se o Snape modificou o birô agora você pode ficar mais confortável.


-Tudo bem Malfoy, mas não demore, não quero agüentar você mais do que a doze normal de mau humor que preciso.-falo tentando disfarçar o quanto estava encabulada por ser tratada por ele, maldito Malfoy agora eu devia um GRANDE favor a ele, estou cada vez mais ferrada...


-E então por que detesta tanto o seu pai?- falo curiosa, se aquilo fosse verdade os planos do Heitor teriam que mudar drasticamente, ele ia detestar saber que não poderia fazer as coisas como o planejado.


-Não pensei que isso fosse do seu interesse Rosie- fala ele me olhando curioso.


-Ora! não me olhe assim, só pensei que se tenho que aturar sua companhia seria melhor conversar sobre algo do que ficar em silêncio. Pare já estou bem -falo quando Draco termina de passar um pomada em uma das minhas cochas e me levanto pegando minhas coisas e me vestindo- Vamos, já agüentei você de mais por hoje! – falo tentando abrir a porta- Que merda! tá trancada! A minha varinha cadê ela? –falo começando a procurar pela sala, e não a encontro em lugar nenhum.


-Deixa que eu a chamo...- fala Draco procurando a varinha no cós da calça, e também não a encontrando.


-SNAPE! –falamos ao mesmo tempo, até que eu continuo a falar – Só pode ter sido ele! Aquele seboso nojento! Ele quer mesmo me matar! E eu estava preocupada em te aturar no reforço, realmente Merlin me detesta!- falo lamentosa, andando de um lado para o outro impaciente, a sim Snape com certeza vai me pagar por essa!


-É o jeito é a gente passar a noite junto...- fala Malfoy com um sorriso maroto e muito malicioso- Sabe Bolger... me deu uma vontade de fazer aquilo que eu não fiz a algumas horas taras com você... afinal, amanhã basta fingir que nada aconteceu e não vou fazer nada que você não queira... Mas lógico que você não vai resistir ao meu charme!


_Você me deixa pensar Malfoy? Ham... Não! Agora se cale e durma ai nas bancas, eu não vou deixar um tarado como você dormir do meu lado! – falo autoritária voltando a me deitar no divã.


-E quem disse que o ilustríssimo eu, vai dormir nas bancas?: - fala Draco me encarando com superioridade e surpreso com a minha reação – é assim que você me agradece?  Logo eu seu salvador?


-Não me lembro de ter lhe pedido ajuda, e como você é um cavalheiro (ou um cavalo), não vai se importar- falo deitada sem abrir os olhos.


-Ah... vou esquecer que você falou isso, se afaste vou me deitar – fala Draco em frente do divã me cutucando.


-eu não vou me afastar Malfoy já disse que não vou dormir com um tarado do meu lado e...- não consegui termina por que enquanto eu falava Draco pegou as cordas que Crable e Goyle haviam usado pra me amarar e amarou meus braços.


_Ah! Vai sim!- fala ele tentando amarar minhas pernas debaixo de vários chutes e pontapés, e por fim consegue me amarar.


-Me solta Malfoy, AGORA! – falo bufando de raiva.


-Você vai me deixar dormir aqui no divã ?- fala ele deitado do meu lado.


-Não! – falo


-Então nada feito.


-Ai que ódio! Você é tão teimoso!


-Tanto quanto você, agora cale-se quero dormir.- fala ele autoritário.



-Que ódio! Merlin com certeza me odeia!


 


 



 



Em algum lugar- A alguma hora- Provavelmente num sonho- na década de 60



 


 


Ele estava escondido atrás do balcão do bar com um revolver em mãos, estava vestindo mais uma vez seu conjunto calça e camisa social com colete e suspensórios  a camisa como sempre desabotoada nos últimos três botões, ele só faz aquilo pra me provocar tenho certeza absoluta! Seus olhos cinzas procuravam algum sinal de movimento estranho sabia que daqui a um pouco ele chegaria e sua “brincadeira” favorita ia começar, seus cabelos castanhos estavam bagunçados ( eu nunca permitia que eles ficassem arrumados, ele se queixava tanto disso), esperava o nojento que o havia posto nesse mundo de vermes, esperava seu maior inimigo, esperava seu pai.


O nojento que assassinou sua mãe, isso foi a tanto tempo mais Deican jamais esquecera, afinal nós éramos muito parecidos e se tinha uma coisa que tanto eu quanto ele amávamos é fazer justiça. Ele agora me mostrava com os olhos um homem estranho, e me mandava sair dali, não deu muito pra ele entender que eu não o deixaria pra trás, foi quando seu amigo Alex me puxou pelo braço e colocou uma colt por baixo do sobretudo, encostada no meu quadril.


-Que ódio, não sou nenhuma princesa!- falei  resmungando.


-Eu sei, mas você sabe muito bem que ele não vai agüentar se você se machucar, só fique quieta Sofy, pra variar não nos arranje mais confusão.- fala ele sério ele era moreno e tinha olhos grandes e saltados.


Quando sai do bar pelos fundos o tiroteio começou, mas Deican não conseguiu nada sobre o pai dele, segundo o cara que atacara o bar só tinham subordinados de baixo escalão do pai dele na cidade, ninguém que pudesse nos dar  boas informações , que merda mais um ataque pra nada! E só pra completar eu via cada vez mais o homem que  amava definhar,  perdido em seu próprio ódio!


Eu estava cansada disso! Alex me levou ao hotel de quinta em que estávamos hospedados a dois dias. Deican chegou logo depois, mais uma vez com a roupa melada de sangue e com cheiro de pólvora, eu amava o cheiro da pólvora em seu corpo esse cheiro só provava o quanto éramos parecidos.


-Venha, eu lhe ajudo com isso- falei atenciosa lhe dando um beijo e tirando seu colete e sua camisa agora manchados, poxa eu gostava tanto de vê-lo vestir esse colete...- lhe dou um banho.


-Não Sofy, eu tomo banho sozinho preciso esfriar a cabeça, já volto –fala cansado, lógico que estava cansado! Estávamos caçando esse miserável a uns 4 meses e nada! O pai dele era um chefão da máfia, encontrávamos só seus subordinados, e por mais que fossem torturados não falavam nada, ele era esperto nunca um simples subordinado sabia muito sobre ele a não ser seu nome e seu cargo, só os grandes o conheciam e era ai que morava o nosso problema conseguir pegar um desses grandes.


Deican estava cansado de tudo isso, e eu também estava cansada de vê-lo  sempre tão  frio,  preocupado e distante.


Então ele entrou novamente no nosso quarto, estava só com a toalha que não demorou em tirar ao procurar em sua mala roupas limpas, eu estava nua deitada preguiçosamente na cama afinal detestava roupas, e a quanto tempo namorávamos, 3 anos meu Deus1 3 anos de vingança e sangue primeiro fui eu tentando encontrar cada um dos idiotas que tinham resolvido me estrupar numa “festinha”, e agora ele depois de uma investigação tentando encontrar e “finalizar” o velho.


O puxei para a cama, e comecei a lamber seu pescoço, precisava fazer meu guerreiro esquecer e descansar, pelo menos até o dia seguinte chegar queria ver seu corpo tranqüilo e em paz dormir ao meu lado.


-Sofia você não precisa, você sabe não vou força-la a isso, eu nunca seria capaz de força-la, nem em nessa nem em outra vida- fala ele entendendo o que eu queria fazer, sabendo que eu estava tão bem quanto ele.


-Eu quero lhe ajudar, não só por você mais também por mim, vamos esquecer disso vai, pelo menos por umas horas- falo o puxando para perto de mim e o beijando com intensidade, carinho e acima de tudo desejo.


Nossos corpos se juntam na cama, loucos um pelo outro ávidos pela droga que era nosso amor, nossas vozes são roucas e loucas, embriagadas de desejo, me entrego a ele sem receio algum e ele me ama, e com e quanto me ama...


Por fim o observo deitado com sua cabeça pousada em meus seios, ele finalmente está em paz e nesse momento pela primeira vez no dia me permito sorrir, no final eu posso apenas acalmá-lo até que ele desperte novamente... mas não vou deixar que o amanhã estrague essa linda visão que tenho agora, meu guerreiro finalmente descansa, então fico a velar o sonho do meu amor até que adormeço.


Quando ele acordou tomou seu banho comigo, e imediatamente se juntou a Alex no café da manhã para discutir sobre o pouco que aviam descoberto sobre seu pai ontem, apenas esperavam por um milagre, por fim acabaram decidindo procurá-lo em outro bar, me arrumei e fiquei no meu quarto até que Cibele (a namorada de Alex), me chamou.


-oi Cibele, bom dia, o que quer?- falo curiosa depois do meu comportamento de ontem, não esperava que Deican me permitisse ficar por perto do local na ora da “brincadeira”.


-Deican me pediu para chamá-la, vamos ter que levá-la, parece que um dos homens do teu sogro nos seguiu e agora vamos ter que mudar de hotel, então você vai com a gente, mas “não vai” participar do possível ataque- ela fala meio contrariada, tenho certeza que assim como seu namorado Cibele me acha uma louca imprudente, mas  não me chateio afinal realmente sou uma louca bem  mais do que imprudente.


-Tudo bem Cibele, entendo agora vamos!-  falo chateada, ela havia posto bastante ênfase no “não vai”.


Alex e Deican já estavam no cassino, onde relataram ter visto o pai dele pela última vez, nos encaminhamos para lá, chegando lá eu e Cibele ficamos na cozinha, que tinha uma enorme vitrine e tornava todo o cassino visível, Deican e Alex estavam misturados entre os jogadores, então ouvimos um tiro, os garotos se posicionaram, só que dessa vez as coisas eram diferentes, o pai de Deican estava ali junto com alguns capangas que se ocupavam de atirar em Deican e Alex, então derrepente depois de Alex atingir três capangas  um na testa e outro no olho ele é atingido no ombro, e Cibele desesperada sai com uma das colt que estavam guardadas em sua bolsa, tentando tirar o namorado daquela loucura.


E é lógico que sem ela por perto pra me manter presa ali eu iria sair daquela cozinha, e foi o que fiz, sai da cozinha depois dela carregando comigo a colt reserva que ela sempre carregava na mochila, fui em direção a Deican o dando cobertura pelas costas, mas fui parada pelo meu “querido sogrinho” no meio do caminho.


O pai de Deican me segurou e após deixar um bilhete em minhas mãos foi embora, saindo do cassino com o resto de seus comandados.


-O que ele quer?- fala Deican chegando rapidamente onde eu estava.


-Não sei, ele queria me entregar isso- falo mostrando o bilhete.


 


Vejo o quanto meu filho a ama, mas também vejo o quanto a desejo ah... lhe encontro, contanto que venha sozinha, se entregue a mim e eu  deixo seu amado em paz, se entregue e ele estará livre para sonhar com um futuro. Pegue o endereço no monumento que homenageia um certo cientista.


Lembre-se : No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade. E


                  se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela.


 


Subo meus olhos para ver a reação de Deican e não me surpreendo nem um pouco...  


-Você não vai, e fim de papo Sofia! – fala Deican sem rodeios, me encarando com tanta Riva daquele bilhete... Seu rosto estava completamente vermelho, ele parecia um touro pronto para o ataque bufava de tanta raiva era raro lhe ver assim...


-Por que não? Eu posso matá-lo e tudo isso acaba Deican! Eu o mato e você fica livre para viver sua vida sem fantasmas!- falo tentando fazer com que ele ao menos considerasse a hipótese, até parece! Ele nunca ia permitir! Afinal além de ser extremamente teimoso ( assim como eu sou, exatamente igual, aff! Como isso me irrita!), ele é super-protetor e me deixar sozinha com o homem que matou sua mãe com certeza não era a idéia que ele tinha de “local seguro”.


-Não! Não posso perde-la... não você nunca... além do mais você vai acabar se sujando, ele não vai deixar que você o mate sem ao menos lhe deixar com nojo de se pelo resto de sua vida. E ela só propôs isso por que sabe que vai me machucar mais assim, do que me atingindo com toda a munição de seus homens! Eu não pó...


-Tudo bem Deican eu não vou, agora vamos encontrar um lugar para dormir- falo pensando no que fazer, até que me lembro das minhas pílulas para dormir, “só espero que ele me perdoe” penso.


Depois de andar uma quadra, achamos outro hotel de quinta e nos instalamos, as paredes eram pintadas de branco mais já tinha sido pintadas a tanto tempo que se mostravam amareladas.


Eu e Deican fomos para nosso quarto e lá como era de costume depois da batalha ofereci a ele um copo de whisky, só que esse drink eu o ofereci não para que ele me leva-se para cama, e sim para que ele permanece-se nela.


Esperei ele tomar toda a bebida batizada e o beijei, me deitei ao seu lado até que ele adormeceu, então me arrumei me armando e escondendo as armas minituarizadas como detalhes da minha lingerie preta  (só ela não ficaria manchada), terminei de me vestir e fui atrás do que meu endereço que meu sogro havia dito, eu soube desdo primeiro momento onde podia encontrá-lo eu era fã de vários cientistas por isso nunca esqueceria as frases que ele citou, todas eram de Einstein, lógico que não eram tão conhecidas ele não se arriscaria tanto a ponto de permitir que Deican o encontra-se.


Por fim cheguei a estatua e a contemplei por um momento lendo as inscrições do pergaminho que Einstein segurava.


 


 "Enquanto eu tenha possibilidade de escolher, viverei apenas em um país onde a liberdade civil, tolerância e igualdade de todos os cidadãos prevaleça diante da lei".


"Alegria e espanto da beleza e grandiosidade deste mundo que o homem pode apenas formular uma fraca noção…"


"O direito de buscar pela verdade implica também um dever; uma pessoa não deve ocultar qualquer parte do que uma pessoa tenha reconhecido em ser verdade."


 


Queria muito que Einstein pudesse me dizer umas verdades agora... mais então comecei a procurar o pergaminho e o encontrei entre a mão de Einstein e o pergaminho, o peguei de pressa e li o endereço.


 


 Street Northwest,  Baron Hotel : quarto 405


 


Já estou te esperando…


 


Me informei com os garotos que estavam bebendo, e me falaram que o Hotel ficava a apenas uma quadra do parque então comecei a caminhar, segui sabendo que talvez aquela não fosse a coisa certa a fazer, talvez Deican estivesse certo... talvez ele nunca fosse me perdoar, se ele não me perdoasse eu me sentiria culpada para sempre. Se eu falha-se não conseguiria dormir em paz, como poderia sabendo que ele estaria chorando por minha morte? Então me sentiria culpada pela eternidade.


E foi com duvidas e insegura do que estava prestes a fazer que cheguei ao Hotel, falei com a recepcionista, já me esperavam, então subi e fui direto ao quarto.


Abri a porta do quarto que apenas estava encostada, entrei no quarto que tinha uma decoração singular (palavra que aqui significa tinha muitos quadros sem sentido e um papel parede verde vomito). Ali estava ele o meu sogro me fitando perto da janela do quarto que já estava coberta por grossas cortinas cinza fuligem, ele me fitava com interesse... desejo, eu o odiava mais que tudo, e mesmo assim vim, afinal Deican era mais merecedor da felicidade do que eu, e eu iria agüentar qualquer coisa para vê-lo sorrir novamente, faria qualquer coisa por isto.


-Vejo agora  o quanto cresceu, a última vez que vi você foi quando a seqüestrei a uns... dois anos atrás? Sim, acho que foi  isso sim, agora dá pra ver melhor o que meu filho admira em você... Vamos me mostre o que vou ganhar com o nosso acordo garota! O que esta esperando tire logo esse trapo que você chama de roupa!- falou ele ,com autoridade o que poderia fazer senão isso? Eu tirei lentamente minha roupa, deixando-o admirar meu corpo pouco a pouco, afinal precisava distraí-lo precisava de tempo, teria que ser no momento certo rápido e sem erros.


-Entâo, acha  que posso lhe oferecer o que deseja?- falo fingindo-me interessada por sua resposta, fingindo querer seu toque... E ele vem fica em minha frente e lambe e morde meu pescoço, desço uma de minhas mãos até minhas armas pego o punhal, ele não repara havia descido sua boca e agora se deliciava com um de meus seios, eu não podia evitar de sentir repugnância, mas não a deixaria transparecer, precisava fazê-lo acreditar que desejava tanto aquilo quanto ele, então quando ele ia se deliciar com meu outro seio corro com o punhal escondido em minhas costas e me deito na cama  tiro a calcinha escondendo o punhal no travesseiro e por fim me deito de pernas abertas (bem abertas), para ele que me olha com ainda mais desejo. Merlin quanto nojo sinto por fazer isso mais essa seria a oportuni9dade perfeita! Pego um dos travesseiros e coloco-o sobre minha barriga escondendo assim o punhal levantado.


-Ora! O que temos aqui? Me parece que meu filho não puxou a mim, para que sua mulher ande tão foguenta ele conm certeza não sabe satisfaze-la!


-Cale-se e venha, me mostrar do que é  capaz! Ou não entendeu o convite? Venha deite-se em cime de mim, me dê o que seu filho não é capaz de me dar, afinal se estamos aqui vamos aproveitar não é?- falo sorrindo maliciosamente, ele estava caindo como um patinho... e eu me sinto uma verdadeira ****!


E ele veio penetrou-me de uma só vez, sem nenhuma gentileza da forma mais gorsseira possível, que horror eu tinha nojo dele, dele ter me tocado tão intimamente antes de se deitar sobre mim e ser atingido por meu punhal. Antes que ela morra o ouço falar apenas uma palavra- Va...dia!


Era só o que me faltava! Vejo a porta se abrir e vejo algo bem pior do que aquele último xingamento, vejo Deican... com muita raiva e com mais tristeza ainda...


E nesse momento sei ele nunca vai me perdoar! Empurro o corpo do meu sogro pra o chão, olho Deican ele parece ter se tornado uma estatua, simplesmente não sabe como reagir, eu vejo sua boca finalmente reagir, formando palavras que eu não desejava ouvir.


-Como pode!- fala ele frio – Eu a avisei! Você quase morreu... você me traiu! Como pode! Agora está suja! O sangue dele cobre seu corpo, o sangue daquele que mais odeio! ELE ERA MEU!


É quando me vejo no espelho que ficava  ao lado da cama, meu corpo realmente estava coberto de sangue, nesse momento eu entendo o por que Deican havia tentado me parar eu nunca me senti tão...suja!


-Deican agora estamos livres! Agora ele nunca mais vai nos incomodar! Eu fiz tudo isso por você, eu o amo! –me aproximo para beija-lo, suplicando que aceit-se meu beijo...



-Não toque em mim!- ele ruge se afastando de mim-  Você me traiu! Nunca mais me procure! Suma da minha frente!- fala ele ao recuar para a porta e sair correndo, eu simplesmente desabo no chão e começo a chorar.



 



Hogwarts- uma sala qualquer- 02:18



 


 


-Não vá!- grito chorando, me agarrando ao garoto ao meu lado.


-O que foi Rosie?- pergunta ele sem saber como agir.


-Deican! Nunca você nunca vai me perdoar não é?- falo em meio a soluços e grossas lágrimas- Eu matei, eu o trai, eu... eu o amo tanto! Ele nunca vai me perdoar!


-calma Rosie, foi só um pesadelo, seja o que for não foi real...- fala ele tentando me acalmar.


-Draco é você? – fala finalmente reconhecendo o garoto ao seu lado- Cale-se foi real, eu sei que foi, foi uma memória, uma memória do amor que eu trai, o amor de todas as minhas vidas, como o pude trair!


-Seja como for Rosie não vai adiantar você ficar chorando, você por acaso esqueceu quem sou? Eu Malfoy temia a durona Rosie Bolger e achava que ela era capaz de inventar tantos insultos quanto o número existente de estrelas, ai passo uma noite ao seu lado e descubro que ela é apenas mais uma menininha que tem medo de pesadelos? Onde foi parar a Bolger grosseira e carrancuda e durona?- fala ele se fingindo de idiota tentando me alegrar... por que ele faria isso?


-Cale-se Malfoy!- falo ainda soluçando e enxugando as lágrimas- Eu continuo sendo a mesma durona!- falo sem muita convicção.


-Não sei não, você me parece uma garotinha chorona...- fala ele antes de ser empurrado por mim do divã e cair no chão.


-Ei, por que me empurrou?- fala ele surpreso.


-Eu falei que continuava a ser a mesma e você zombou e mim, demais!- falo sorrindo, ainda triste mais aquele maldito do Malfoy finalmente havia feito algo bom, ele me fez sorrir. Ele volta ao divã e eu não o impeço afinal depois de com meu choro no meio da madrugada e não reclamar, eu não podia exigir muito dele.


-sabe Bolger... Agora que nós acordamos, que tal curar as feridas do seu coração com o loiro gostoso aqui?- fala ele malicioso.


E eu o empurro de novo.


-Ai, Bolger porque fez isso!


-essa é a sua resposta Malfoy!


-Merlin com certeza deve me odiar! Me deixou com a única garota que não me deseja de Hogwarts!


-Nisso eu posso concordar com você Malfoy, você não faz o meu tipo! Merlin eu concordei com o patético em alguma coisa!- falo fingindo estar espantada.


-Tá já entendi, cale-se Rosie!


-Nossa desde quando sou só “Rosiê”, Malfoy?- falo  ao olha-lo se deitar de novo ao meu lado dessa vez deitando-se de frente para mim, com seus olhos cinza e misteriosos fitanto os meus castanhos e quentes...


-É só por hoje “Rosiê”, não ia permitir que acontece-se “aquilo”, com você ou com qualquer outra então resolvi abrir uma exeção, não me faça com que me arrependa- fala ele me fitando com um olhar que me parece demostrar carinho... Até parece! Malfoy sendo atencioso, carinhoso e se preocupando comigo em uma só noite?


-Malfoy, quando você me viu pela primeira vez?- falo preocupada.


-Quando você deu aquela surra na Pansy- ele falou quase automaticamente.


-Quando você brigou comigo pela primeira vez?


-Na sua primeira aula de poções.


-Qual o seu patrono?


-Um texugo, porque?- fala ele curioso como o questionário, me olhando de forma interrogativa.


-É só que voe ta agindo tão estranho que só pode ter duas explicações para isso,  ou você bateu com a cabeça em todos os degraus da escada que leva ao salão principal, ou você foi abduzido e eu passei a noite ao lado de um ET  tremendamente burroa ponto de achar que não sou uma ameaça para a vida do falso “Draco Malfoy”.


Ele parou algum tempo estacionou, como se... como se tivesse gostado de ouvir seu nome sendo pronunciado por mim...


-Alô?! Acorda! Terra para doninha oxigenada!


-ah! Oi Rosie! Sinto muito mais não foi nenhuma das duas opções! Eu simplesmente posso não ser... bem, como você imagina...


Agora é melhor voltar-mos a dormir, se eu conhço bem o snape ele deve ter só enfeitiçado a porta para que ela abra durante as primeiras horas da manhã. Agora preciso te avisar Rosie não espere que eu haj com você dessa forma depois dessa noite, apenas esqueça essa noite que é o que vou fazer.


-Tudo bem Malfoy, vou voltar a dormir – falo e 10 segundos depois- Malfoy, não vou conseguir dormir...


-que é Rosie?- fala ele sem paciência.


-Eu não vou conseguir dormir... Larry não ta aqui!


-Larry, quem é Larry?- fala Malfoy curioso, Rosie precisava de alguém que estranho...


- É o meu... sapo de pelúcia- falo com o rosto vermelho.


-A não!kkkkkkkkkkkkkkkkk, minha arquiinimiga dorme com um bichinho de pelúcia? É Rosie, parece que não é só você que acha que alguém foi abduzido aqui! – fala ele sem abrir os olhos sorrindo.


-Pare Malfoy! É que Larry é a única coisa que tenho da minha mãe, a casa em que eu e meu pai vivíamos foi queimada e ele foi a única coisa que sobrou! Ele foi o único presente que eu ganhei da minha mãe, meu pai disse que ela dizia  sempre “Nunca procure um príncipe, príncipes são chatos e nunca vão lhe fazer feliz, só deve procurar o que precisa e um sapo pode lhe fazer feliz, contanto que ele lhe ofereça as moscas menos asquerosas”. Foi desse jeito que ela encontrou meu pai, ela sempre o chamava de “sapinho guerreiro”, ele detesta esse apelido.


-Puts! Rosie agora tenho certeza que a sua mãe era tão maluca quanto você “sapinho guerreiro”? Não é lá um apelido muito romântico...


-Ah! cale-se , nem sei por que contei isso pra você... O importante é que vou dormir agarrada a você, e nem se atreva em tentar se aproveitar de mim! Não vou conseguir dormir sozinha!


-Eu não vou me aproveitar de você! Ora essa... já esqueceu que fui eu que impedi os como você chama “buldogues”, de fazer isso? Rosiê não sou incapaz de me conter!


E bem esqueceu que fui eu que cuidei de você? Agora conheço cada detalhe do seu corpo... então para que tentar alguma coisa se não vou me sur...- e ele mais uma vez cai violentamente no chão.


-Ei Rosiê! Pensei que já tínhamos superado essa fase! Daqui a pouco eu é que vou precisar de um medi-bruxo!


-Não Draco! E sempre é bom lhe lembrar com quem está falando agora, deite-se quero dormir!- falo autoritária,  sem ao menos me mover.


-E você vai conseguir? Já faz mais de uma hora que você acordou- fala Draco olhando o relógio de bolso que havia ganho de sua mãe no natal.


-Então daqui a pouco a porta deve abrir... E, é melhor nós ficarmos acordados- falo bocejando, com muito sono.


-Tudo bem Rosie durma, mas não vou servir de bichinho de pelúcia, vou ficar testando a porta de tempos, em tempos. Agora descanse, sei que ainda não esta totalmente recuperada, conheço sua teimosia.


-Aff! Assim você até parece Deican falando! “Não me contrarie Selene, conheço sua teimosia e você não vai conseguir me fazer desistir tão fácil, por que sou tão teimoso quanto você”- falo imitando o jeito sério e inexpressivo de Deican.


-Por que esse apelido? Quem é “Deican””?- fala ele curioso, e por que ele quer saber? O que a minha vida tem de “TÃO” interessante para ele?


-Não  lhe interessa, e eu ainda não entendi esse seu “súbito interesse” por mim... seja como for saiba que nunca vou aceitar ter algo com você, você pode até ganhar as galinhas da escola dando uma de “bad boy”, mas eu não! Prefiro morrer a ter algo com você- falo irritada, comentar com o Larry num momento de fraqueza era uma coisa (detesto esses momentos! Detesto me mostrar frágil aos outros... É por que só Larry e Jonh escultam e enxugam as minhas lagrimas), mas falar sobre Deican?  O meu maior mistério? Nem pensar!


-Tudo bem, já entendi o quanto você me odeia! Ei vou ver se  porta destrancou- fala ele parecendo querer fugir do assunto, que estranho... ele se levanta e  gira a maçaneta, quando vejo a porta se abrir como se nunca estivesse estado trancada!


-Até que enfim! Finalmente estou livre dessa grosseira tagarela!- fala ele levando as mãos ao céu como se comemorando uma vitória do seu time de quadribol, e levando um soco meu no ombro.


-Ei1 Não precisa continuar a me espancar! Não está feliz com as vezes que você me fez beijar o chão?


-Quer saber a verdade? Nenhum pouco, você merecia coisa muito pior! Agora adeus doninha oxigenada- falo andando para a saída das masmorras ainda ia ser um longo caminho até o dormitório da Corvinal! É terrível ter que subir aquela torre estando tão cansada!


-Adeus Bolger! Aqui acaba a trégua- fala ele a observando ir embora, e derrepente desperta de seu devaneio, “por que estou parado aqui como um bobo a vendo partir?”, e então toma seu caminho para o dormitório da Sonserina que era extremamente próximo dali.


 Cheguei sem problemas no Dormitório da Corvinal, ao entrar em meu quarto vi que Luna  já dormis, e havia pendurado seu filtro dos sonhos(O filtro de sonhos, como ficou conhecido em português, na verdade, não é um filtro, é uma teia. Os Ojibwe acreditam que, quando a noite cai, o ar se enche de sonhos, bons e ruins. Alguns destes sonhos, mesmo sendo pesadelos, podem conter uma mensagem importante do Grande Espírito para nós. Então, na verdade, estes sonhos são bons sonhos. Mas existem muitos outros sonhos e energias ruins flutuando à nossa volta e que não são nossos. Estes é que podem nos fazer mal. É justamente para separar estes sonhos e energias ruins que existem os dream catchers.), ou como ela chamava “Wayders”, um exterminador de Deicans (bichinhos que perturbam nossos sonhos, e entram em nosso cérebro pelo nosso nariz enquanto dormimos).


Sorri vendo aquele objeto, enquanto ela fugia dos “Deicans”, eu queria desesperadamente encontrar meu único “Deican”, esperava ociosa por ele a perturbar meus sonhos, enfim... ainda não consegui acreditar em como o “Malfoy” agiu, Malfoy preocupado comigo? Isso é no mínimo ilário! O melhor agora  vai ser a cara do Heitor quando eu escrever a ele que a “terrivel doninha oxigenada” me salvou! Eu, devendo um ENORME favor a um Malfoy!


Bem de qualquer forma agora que dscobri que o “Malfoy , ama tanto o pai dele, quanto o snape ama o Sírius, as coisas vão ter que mudar... e Heitor não vai gostar nada disso!

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.