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11. Capítulo 10


Fic: A new beginning


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 10


 


Fred estava sentado na sala. Ao seu lado, o Profeta aberto na sessão de esportes, um sorriso zombeteiro em seus lábios. Estava, mais uma vez, sozinho em seu apartamento. Hermione e Draco tinham saído naquele dia. Fred preferia não pensar, mas sabia que logo a amiga acabaria indo morar com o loiro. E, apesar de tudo, sabia que apenas Draco Malfoy poderia fazê-la feliz.


Ouviu o típico som de aparatação e seu irmão mais velho surgira.


- Vejo que foi muito bem curado... – Bill falou, sem esconder ou disfarçar a ironia.


- Muito... – Fred respondeu, sorrindo – Ela é perfeita... O beijo... – ele disse, sonhador. Bill viu o jornal sobre o sofá e o pegou. Leu e sorriu.


- Não precisava ter feito o que fez. Ele não tinha chances... Você sabe...


Fred deu de ombros.


- Ninguém mandou falar merda. Se você não tivesse se intrometido, ele teria ficado afastado uns dois meses e não duas semanas... Costela quebrada... é um babaca, mesmo....


- Qual é a sua com Ártemis? Mamãe não para de perguntar sobre ela. – Bill falou, sorrindo.


- Deixe perguntar... Estamos nos conhecendo. E eu... – Fred passou as mãos pelos cabelos – Eu não sei o que pensar, apenas sinto que com ela as coisas parecem fazer um pouco mais de sentido.


Bill tocou no ombro do irmão e falou:


- Ela é uma boa garota. Não a deixe escapar – Fred sorriu ao ouvir as palavras.


- Não deixarei. – ele ficou de repente entristecido e seu irmão percebeu.


- Que houve?


- O problema é se ela tem o mesmo interesse...


---


- Claro que você vai fazer uma festa, Fred!


- Eu não quero, Hermione! – o ruivo disse, enquanto terminava de se arrumar. Sairia para se encontrar com Ártemis em um pub e sua amiga não o deixava em paz com o assunto da festa.


- Fred, você vai fazer 30 anos! – ela exclamou, andando atrás dele.


- E daí? Ano passado fiz 29 e ano que vem farei 31... Isso realmente não importa! – ele disse, ignorando o pedido da amiga.


Hermione bufou e segurou o braço de Fred, que parou, encarando os olhos castanhos.


- Fred, faz muito tempo que você não fica assim...


- Assim como? – ele disse, cruzando os braços, levemente irritado.


- Feliz... – o ruivo não saia que resposta dar perante àquela verdade, por isso apenas fitou a amiga, nervoso, e disse:


- Estou atrasado. – depois disso, sumiu no ar.


---


Ártemis olhou seu próprio reflexo no espelho. Seria o primeiro encontro com Fred. Eles iriam ao pub onde ele pediu-lhe desculpas pela última vez. Ajeitou o vestido tomara que caia vinho que não precisava de mais ajustes. Ele era justo até a cintura e depois descia solto até perto do joelho.


Seus longos cabelos castanhos estavam presos nas laterais por uma delicada fivela. Passou perfume, ajeitou o colar e correu para a sala quando ouviu a campainha soar. Abriu a porta, ansiosa:


- Oi, Fred – ela disse, sorrindo. Notou que ele tinha uma expressão séria, mas nada comentou – Você está bonito – complementou, ainda sorrindo.


- Obrigado. Está pronta? Podemos ir? – ele disse com o ar um pouco ausente.


Ártemis esperava um elogio, um pequeno elogio que fosse. Seu sorriso vacilou, só que ela apenas acenou com a cabeça, concordando que estava pronta. Chegaram ao local e escolheram uma mesa.


- Quer o quê? – ele perguntou quando o garçom se aproximou.


- Um uísque de fogo – respondeu. Fred fez os pedidos e um estranho silêncio caiu ente eles. Quando as bebidas chegaram, Fred deu um grande gole no seu uísque e jogou seus cabelos para trás. Ártemis notou que ele estava calado e perguntou a si mesma, em pensamento, se ela havia feito algo errado. – Está tudo bem?


- Claro que sim – ele respondeu imediatamente.


Ártemis pegou sua bebida, olhou para o perfil sério dele e depois para o movimento no bar. Não notou quando Fred olhou para si. A morena apoiou a mão no queixo, os dedos tamborilando na face. Apesar de olhar o movimento diante de si ela nada via. Estava sentindo-se estranha. Não entendia o que poderia ter feito errado para receber tal tratamento.


Fred viu o perfil dela, olhando para frente, mas o olhar perdido. Que merda ele estava fazendo? Pegou a mão dela, que estava sobre a mesa, fazendo com que a morena o olhasse. Antes que ele pudesse falar algo, Ártemis falou:


- Eu fiz algo errado? Por que, se fiz, prefiro que me fale... Eu realmente estou aqui... pensando e...


- Não – o ruivo disse, interrompendo-a – Desculpe-me... – Fred jogou o cabelo dela para trás e puxou-a delicadamente pela nuca. As bocas encontraram-se. Lábios. Línguas. Depois de um tempo, ansiando por ar, ambos afastaram-se – Você está linda. Você ficou ainda mais perfeita nesse vestido. – ela sorriu. O ruivo depositou um beijo casto sobre os lábios dela.


- Não fiz nada errado? Mesmo? – ela tornou a perguntar. Fred passou o polegar pelos lábios dela. Sorrindo.


- Não. Não fez. Foi apenas uma conversa que tive com Hermione.


- Quer contar o que aconteceu? – antes que pudesse pensar sobre a pergunta e se deveria ou não confidenciar seus problemas a outra pessoa, Fred falou:


- Meu aniversário é daqui a duas semanas e Hermione acha que devo fazer uma festa. – Ártemis não precisava perguntar por que ele não queria comemorar o aniversário. Entrelaçou seus dedos com os dele.


- Quantos anos? – ela perguntou, bebendo mais um gole de sua bebida.


- Trinta – ele disse. – Trinta anos...


- Não parece – Ártemis falou, sorrindo.


- E você? Quantos anos tem?


- Tcs, tcs,... senhor Weasley... Não sabe que não deve perguntar a idade de uma dama?


- Desculpe, senhorita Stark, não sabia que era uma dama – ele respondeu em tom zombeteiro. Ela fez uma expressão magoada e ambos sorriram.


- Tenho 25. eles fizeram um rápido brinde.


- Acha que eu devo fazer uma festa? – ele perguntou para a morena. Ártemis passou a mão pelo cabelo dele e respondeu:


- Faça o que tiver vontade. Sei que não deve ser uma data fácil, mas deve fazer o que tem vontade – ela olhou-o e emendou – Você não estará traindo a memória de sua família ou de seu irmão se fizer uma comemoração.


Ela sorriu de forma cúmplice e Fred sentiu o peito encher-se de uma alegria que parecia esquecida. De um sentimento que ele não achava que fosse sentir novamente. Pediram algo para comer e continuaram a conversar sobre trivialidades. Pagaram a conta, levantaram-se e Fred perguntou, puxando-a pela cintura:


- Quer dar um passeio antes de voltarmos para casa? Quer dizer... – ele corou e tropeçou nas palavras antes de continuar – Para sua casa... Eu acompanhar você até a sua casa – Ártemis sorriu, beijando a lateral do pescoço dele.


 – Claro que podemos dar um passeio, Fred – o ruivo sentiu o corpo arrepiar-se diante do toque e das palavras sussurradas.


---


- Então ela te convenceu a comemorar o aniversário? – Hermione falou enquanto servia a macarronada para ela e Fred. O ruivo enchia a taça de ambos com vinho.


- Ela não me convenceu a nada. Apenas pensei que será uma boa estar com amigos e com... Com meus irmãos – Hermione notou, mas não comentou, pois a última palavra saíra em tom mais embargado – Enviei uma coruja para Rony e ele virá.


- Que ótimo, Fred! Estou saudades dele – Hermione tomou um gole de sua taça –  Falarei com Draco, ele pode chamar alguém?


- Claro, quem quiser... Farei numa boate. Aquela que fui, quando revi a Ártemis, sabe?


- Sim, eu sei – ela disse sorrindo – E vocês? Como estão?


- Bem,... Estamos bem. Ela é fantástica... Eu me sinto feliz com ela, Mione. Me sinto feliz e não me sinto culpado por isso – Hermione segurou a mão do ruivo entre as suas.


- Permita-se ser feliz. Eu sei o quão isso pode ser difícil... – ambos sorriram, cúmplices.


---


- Queria tirar esse dia apenas para nós – Matthew falou, entrelaçando sua mão com a da namorada. – Sozinhos... E sem interrupções – ele disse, sorrindo de forma zombeteira.


- Danny fica bem quando dorme fora? – Renata perguntou, tentando disfarçar seu nervosismo.


- Sim... Ainda mais quando está na casa de Jim. – ambos riram. Jim era um colega de sala de Danny e as duas crianças viviam grudadas. – Faz tempo que ele não dorme lá... Nada como unir o útil ao agradável. – novamente aquele sorriso que fazia o coração de Renata bater mais rápido, o sangue acelerar em suas veias e algo se contorcer em seu estomago.


Os dois tinham acabado de comer um lanche reforçado e estavam sentados no sofá da sala de Matthew Reid. O bruxo usava uma camiseta de um tom azul e uma calça jeans. Renata há muito admirava aquele visual, apesar de que sua mente insistentemente voltava para o doutor Reid sem camisa.


Antes que qualquer outro pensamento pudesse passar pela cabeça da morena, ela sentiu o namorado beijar seus lábios de forma possessiva. Única. Reid. E ela não tinha alternativa senão desmanchar-se por ele. Somente ele. Sempre ele.


Encontrou-se novamente deitada no sofá da sala, a mão dele em seu corpo. E o corpo dela sempre clamava por ele. Pelas mãos dele...


Os óculos esquecidos e deixados em algum canto que nenhum deles lembrava em averiguar.


Renata passava a mão pelos fios loiros, pegando-o, provando pelo toque que ele era apenas dela. Sentiu a mão dele passar por baixo de sua blusa e soltou um gemido. A mão dele tocava-a com sensualidade. Subindo cada vez mais: barriga, cintura,... seios. Tocou-a sob a blusa. Sobre o sutiã.


A unha dela arranhava a pele clara do loiro. Logo a blusa dele estava no chão e Renata pôde, mais uma vez, analisar o corpo dele. O peito bem definido, os pelos claros espalhados sem excesso. O ar faltou-lhe.


- Renata,... – ele murmurou. O nome novamente falado de forma única sensual. Os toques cessaram e o casal olhou-se. Nos olhos. Cumplicidade. Respiração ofegante – Eu te amo – ele disse num murmúrio. Entrega e sinceridade.


Aquilo fez a bruxa parar. Seus olhos encarando os olhos claros à sua frente. Um estado de entorpecimento tomou conta de si. Ela via entrega e sinceridade. Via comprometimento. Via amor.


O mesmo que ela sentia...


- Matt, eu... eu também te amo – o loiro sorriu de lado.


A covinha surgiu. Renata derreteu-se ainda mais. Voltaram a beijar-se. Cada vez mais apaixonadamente, ardentemente. E Matt não tinha como se conter. Renata era bonita, simpática e, na sua opinião, extremamente gostosa e atraente. Seu corpo reagia a cada toque. A cada sussurro. Moveu seu quadril contra ela.


Renata sentiu a excitação dele contra seu quadril e não soube o que fazer. Não conteve um pequeno gemido... Logo seus lábios colaram-se aos dele. Puxou levemente o lábio inferior do loiro, que gemeu de prazer. Ele puxou-a para si, logo era ela que estava sobre ele, os cabelos bagunçados.


O beijo dele percorreu a linha do maxilar e mordiscou-lhe a orelha. Renata soltou uma exclamação de prazer.


- Você me deixa louca assim – ela disse, entregue.


Reid sorriu de lado, olhando com firmeza, paixão e desejo, para os olhos castanhos. Os olhos dela desceram para o tórax bem definido. Ousadamente, e esquecendo-se de sua timidez, fez o que sonhava desde que o vira sem camisa no jogo: beijou o peito bem definido do advogado. A mão dele perdeu-se no cabelo escuro ao sentir o toque. Provocante. Quente. Úmido. Era o nome dela que ele gemia. Renata.


Ela descia beijando-lhe cada pedaço da pele alva. Sua língua percorrendo o abdômen desenhado perfeitamente. A mão dele puxou, delicadamente, a cabeça dela, fazendo com que os lábios se encontrassem. Matthew murmurou:


- Renata, se continuar descendo seus beijos... – ele baixou a voz e sussurrou contra os lábios dela – Você continuará fazendo algo subir e, garanto, tão cedo não deixo você partir.


Ela sorriu, envergonhada, e ambos compreenderam que o melhor seria parar por ali. Pelo menos naquela noite.


---


 


- Confesso que fiquei surpreso com o convite – Lino falou enquanto observava Fred fechar o caixa e anotar alguns itens que precisavam de reposição – E feliz. Fred, é bom saber que está conseguindo continuar com sua vida.


- Estou tentando, Lino. – Fred respondeu sinceramente.


O homem alto e negro estava apoiado de forma displicente contra o balcão, seus olhos foram até a porta, quando a ouviu se abrir.  O locutor assobiou baixinho e murmurou:


- Parece que temos uma linda bruxa perdida por aqui... Vou avisá-la que a Loja está fechada – ele sentiu uma forte pressão em seu braço. Encarou os olhos sérios do amigo.


- Ela está comigo.


- Desculpe! – o negro fez um gesto de rendição – Mas que ela é gata...


- Cale a boca! – Fred murmurou.


Ártemis aproximou-se, olhando para o rapaz que ainda não conhecia.


- Oi, Fred – o ruivo rapidamente deu a volta no balcão e a envolveu em um abraço apertado, beijou os lábios dela e disse:


- Ártemis, esse é Lino Jordan. Lino, Ártemis Stark – ela estendeu a mão para o outro homem, que a cumprimentou.


- Prazer – ele disse – Nome tão bonito quanto você. Fred sempre teve bom gosto com mulheres – o comentário não foi maldoso, mas Ártemis ficou sem graça. Fred deu uma risada nervosa e empurrou o amigo, de forma amistosa – De qualquer forma... Estou de saída. Vejo você na festa, Fred. – ele fez um aceno com a cabeça para a morena e dirigiu-se em direção à porta.


- Lino! Espere! – o locutor parou – Já volto – Fred disse, olhando para Ártemis. Ele correu até Lino e falou em voz baixa – Você não comentou nada com a Angelina, comentou?


- Claro que não! Não falo com Angelina desde que ela aprontou aquilo com você.


- Valeu, Lino! – os dois se despediram novamente. Fred voltou para próximo de Ártemis – Vamos? Falta pouco para terminar, mas posso fazer isso amanhã.


- Eu espero – ela respondeu, gentilmente.


- Prefiro passar meu tempo com você de forma mais útil... – ele beijou-a rapidamente e, ao saírem da loja, apartaram no apartamento do ruivo.


- Hermione mora aqui? – a morena indagou, brincando.


- Mora mais com Draco – Fred respondeu – Quer beber alguma coisa? Um suco? – ela aceitou. Fred serviu os dois e ambos sentaram no sofá – Então, vou precisar da sua ajuda com alguns convites. Eu já chamei Lino, que você acabou de conhecer, e meu irmão, pois os dois moram fora.


- Fred, - Ártemis falou, sua mão repousando sobre a coxa dele. O ruivo sentiu um arrepio percorrer seu corpo, mesmo diante do toque mais simples – Você realmente precisa da minha ajuda para isso?


- Não entendi – ele respondeu, tentando disfarçar o nervosismo.


Ártemis rolou os olhos, mas sem aparentar nenhum tipo de braveza ou chateação.


- Entendeu sim, senhor Weasley... Você não precisa da minha ajuda com os convites, basta um simples feitiço multiplicador e você teria 1000 convites prontos em questão de segundos!


O ruivo corou como ela nunca tinha visto. Ártemis começou a rir gostosamente. O som daquela risada o enfeitiçava.


- Você é linda... E o som da sua risada... Você me encanta... – A morena parou de rir, aos poucos.


Olhou para os lábios dele e o beijou, profundamente. Ele a puxou pela nuca, os dedos entrelaçados nos fios lisos. Sentiu os seios dela tocarem levemente em seu tórax. Conteve um gemido.


Ártemis aproveitava os momentos que a vida lhe proporcionava. E estava gostando de Fred. Muito. Sem muito raciocinar sobre suas ações, passou uma de suas pernas por ele, sentando-se em seu colo. Ele pareceu levemente surpreendido, mas continuou a beijá-la. A mão dele na coxa de Ártemis ia subindo, tocando-lhe com firmeza até alcançar a cintura dela.


Suas bocas e línguas travavam uma luta quase silenciosa. Ela mudou os beijos para o pescoço dele, soltando o ar lentamente e depois dando pequenas mordidas na área em que beijava.


- Ártemis... – ele sussurrou.


Seu corpo já reagia. Muito rápido. Fazia tanto tempo que não estava com uma mulher e tê-la ali, beijando-o e com seus quadris se encontrando não ajudava em nada...


Mesmo com o tecido da calça de ambos, a morena pôde sentir que ele estava ficando excitado. A mão dele passou por baixo de sua blusa. Sentiu o toque firme dele em sua pele. Suas mãos desenhando linhas invisíveis nos braços musculosos do ruivo.


- Tem treinado? – ela perguntou.


- Gostando do resultado? – ele voltou a pergunta. Ártemis inclinou a cabeça, sorriu de forma sexy e disse, sua mão indo até a barra da camisa dele:


- Sempre fui muito visual – ela piscou e o ruivo desencostou-se para que a morena puxasse sua camiseta. Ela observou o peito nu à sua frente, os pelos ruivos, o peito trabalhado... – Sim, estou gostando do resultado... – ela respondeu, inclinando-se sobre ele, as palavras sussurradas ao pé do ouvido. – Você é lindo, Fred...


Aquele elogio o alegrou mais ainda. Excitou-o mais ainda. Voltou a beijá-la. A senti-la sobre si. O seio dela roçando contra seu peito nu.


- Ártemis... Espere... – Fred falou, de repente – Eu... – ele respirou fundo, sem saber como continuar. – Está difícil me controlar e não quero te desrespeitar...


- Estou fazendo o que quero – ela respondeu.


- Você sabe onde isso vai terminar. E eu... – ele fez um carinho no rosto dela – Não quero que seja apressado ou atropelado. Você esteve com outros homens – o tom dele tornou-se pesado – E teve Derek – desprezo em sua voz.


- Você teve outras mulheres e eu nunca fiz nada com Derek – ela falou, interrompendo-o. Aquilo pareceu surpreendê-lo – Ele tentou algumas vezes – ela sentiu o corpo sob si retesar – Só que eu não queria. Não queria com ele.


- E comigo? – Fred deixou escapar.


- Com você eu quero, mas talvez tenha razão... Talvez precisemos ir com mais calma – Ártemis saiu do colo dele, que jogou a cabeça para trás e respirou profundamente.


- Escute, - ele falou, virando-se na direção dela e fazendo com que se olhassem – Você sabe o quanto quero. Você pôde sentir o quanto te quero, mas faz muito tempo que não fico com ninguém – Fred colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha dela. Ártemis começou a se sentir estranha – Quero ir com calma – ele disse, sentindo o sangue correr mais pesado – Eu não sei o que sou para você – continuou, tentando manter a voz calma, mas sentindo-se estranho conforme as palavras saíam de sua boca – Não sei se vê isso como uma coisa séria, se sou apenas alguém para você passar o tempo, mas nada além disso... – ele fez uma pausa e a vontade dela era de sumir. Seus olhos fixos nos azuis, só que Ártemis queria desviar. Porém, sabia que se ela desviasse poderia chorar... Ela não tinha acabado de falar que não aceitara outro homem, mas o aceitava? – Eu não quero te desrespeitar, mas também... também não quero me machucar, entende? – as íris azuis fixas nela, sem brilho. Ártemis assentiu. Um movimento breve. Curto. Ele parecia ainda não entender que ela não brincava com sentimentos alheios – Eu gosto de você e Merlin sabe como eu te quero, mas eu preciso desse tempo. Preciso entender exatamente o que está acontecendo pra que não me machuque quando você se for...


Fred apenas observava o semblante dela sem conseguir decifrá-lo. Era claro que ele queria ficar com ela, mas Ártemis poderia partir a qualquer momento. Ela não queria algo sério. Não com ele. Não alguém tão sem vida quanto ele. E ele precisava se preservar. Não poderia aguentar mais uma perda.


Depois de um tempo, ela pareceu sair do seu transe e disse, sorrindo:


- Claro – levantou-se de repente, deixando-o meio em dúvida – Eu... Eu preciso ir... – ela buscou pela bolsa, que ficara esquecida em algum lugar. Não ousava olhar para ele, que permanecia sentado. – Acho que não precisa de ajuda com o feitiço multiplicador, não é? Claro que não. Bom... – Ártemis ajeitou o cabelo – Preciso ir – repetiu.


Fred vestiu a camiseta, levantando-se em seguida.


- Eu aparato com você – disse, segurando a mão dela.


- Não precisa. Renata pode estar lá e... E não avisei que você iria... E... eu vou sozinha. Mesmo! – ela sorriu novamente.


Fred sentia o coração palpitar de forma estranha, como se algo estivesse errado. Algo que ele não conseguia identificar.


- Entendo... Nos vemos amanhã?


- Amanhã? Eu te mando uma coruja, tenho provas da escola para corrigir – ela deu um rápido selinho nele, depois se afastou, impedindo que ele aprofundasse o beijo. – Tchau – e sumiu no ar.


Fred sentou-se novamente. Havia algo que ele não tinha compreendido, e ele não tinha ideia do que poderia ser.


---


Quando deixou Renata em sua casa, Matthew voltou para a sua. Organizou seus pergaminhos, documentos, tudo de forma ausente. Sem muito pensar sobre o que fazia. Pois sua mente só tinha um pensamento: Renata Cassel.


Nunca tinha sentido nada assim em sua vida. Um sentimento novo e gostoso que fazia seu coração encher-se de alegria apenas com a menção do nome dela. Renata Cassel.



Trocou de roupa, tomou um rápido banho e deitou-se. Dormiu sonhando com sua bela namorada.



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N.B.: ele me ama, ele me ama... nananana! Retardada eu, mas essa fic me deixa assim, sorrindo bobamente, sem fôlego e tudo o mais. Adorando betar e saber tudo em 1ª mão, é tãããããõ booooooom!


N.A.: srrsrsrsrsr ainda mais numa fic dessa, né flor?

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Comentários: 4

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Enviado por jessica salicio da silva em 27/04/2012

Chorei rios de jéssica, como disse agora pra Artemis. Tadinho do Fred e da Artemis, tudo nem que ele não entendeu nada, mas eu sei que ele vai entender. Uma pergunta: O QUE A ANGELINA FEZ? e lá se vai minha vida de novo. Ta uma delicinha essa fic.


Ps: esses homens são beeeem controlados. 

Nota: 5

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Enviado por Júlia rodrigues valente em 27/04/2012

Continua por favor *-* 

Nota: 1

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Enviado por Tonks Fenix em 25/04/2012

Aiaiai Doctor Reid! Vamos acelerar isso aê! rsrsrsrs
Tô amando essa fic! Me divirto muito lendo-a...
Quero saber quais são as caraminholas na cabeça da D. Ártemis... espero que nada muito grave, e por falar em grave, o Fredito conseguiu quebrar as costelas do Erick? Que isso, hein! kkk
Esperando por mais ! Bjitos! 

Nota: 5

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Enviado por Mrs. Mari Oldman em 25/04/2012

E esse chove não molha da Renata e do Dr. Reid?! Ah fala sério né?!

ahahahahahahaha

 

Essa fic tá parecendo novela mexicana... tá o máximo! hahahahahaha

 

Esperando o próximo cap!

 

Beijos!

Nota: 5

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