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6. UMA NOVA HOGWARTS


Fic: A marca da serpente


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O último mês de férias passou como um borrão e logo Flávia, Rodrigo, Guilherme, Felipe, Adriana e Frede estavam prontos com as malas, caldeirões e gaiolas a mão esperando paciente mente dona Dora terminar de se arrumar depois de mais uma de suas crises de choro. A separação dos filhos estava sendo difícil para ela, já que não mais poderia ir até a escola vê-los como fazia quando estes estudavam em muyraquitã.
Ao entrarem na lareira rumo a um bar chamado caldeirão furado os meninos estavam ansiosos e um pouco apreensivos.
O caldeirão furado era um bar em Londres que ligava o mundo bruxo e o mundo trouxa, lá conheceram Tom o estalageiro, viram muitos outros alunos e alguns bruxos esquisitos.
Assim que chegou ao bar Frede avistou Marcella e outras duas amigas de escola.
Marcella, Juliana e Paula vieram se juntar ao grupo, as três estudavam no mesmo ano de Frede na escola e como eles iriam estudar este ano em Hogwarts.
Marcella era loira, alta e possuía um belo corpo que atraia muitos olhares masculinos.
Juliana era baixinha, calos negros, pele clara, sorriso fácil e um jeito meio aério, não era muito popular entre os garotos e nem ligava pra isso, era estudiosa e tirava boas notas costumava ajudar Marcella nos trabalhos já que está não gostava muito de estudar.
Paula era loira, olhos verdes um corpo escultural, parecia ter 16 anos embora tivesse somente 12, era ótima em poções e feitiços, tinha olhos atentos e um jeito fechado falava somente o necessário e em evitava contato com os outros alunos, exceto claro as duas amigas, mas como também estava um pouco nervosa decidiu se juntar aos outros, para esperar.
Os garotos ficaram conversando por um curto espaço de tempo enquanto bebiam e comiam depois foram levados a plataforma onde embarcaram, em um trem vermelho a vapor rumo a mundialmente escola de magia e bruxaria Hogwarts.
O trem havia percorrido seu caminho durante aproximadamente umas 5 horas, quando um forte estrondo foi ouvido e em seguida o trem parou, uma neblina fria começou rapidamente a se espalhar do lado de fora e vultos vestidos de negro dos pés a cabeça começaram a voar rumo a locomotiva, os estudantes que arriscaram olhar para fora gritaram apavorados cerca de 50 dementadores voavam em direção a eles.
Alguns estudantes mais avançados tentavam criar patronos mas poucos obtiveram sucesso e para piorar as coisas bruxos encapuzados entraram no campo de visão, os estudantes tinham certeza que estes eram aqueles bruxos que atendiam pelo nome de Víboras.
O pânico dentro do trem aumentou quando os bruxo começaram a estourar as vidraças com feitiços abrindo caminho para os dementadores, muitos alunos desmaiavam outros tantos choravam e ninguém notou ou pelo menos ninguém pareceu notar quando o patrono do maquinista desapareceu no ar sem razão aparente.
Os bruxos de negro chegaram ao trem estuporaram o maquinista e continuaram a lançar feitiços a esmo aumentado ainda mais, se é que era possível, o caos dentro da maria-fumaça foi quando o som de diverços crak´s foi ouvido acompanhado por uma verdadeira avalanche de patronos que destruíram ou afugentaram os dementadores.
A fúria dos bruxos das trevas foi extravasada na forma de maldições da morte, disparadas contra o grupo de bruxos que acabara de chegar.
Gritos de Avada quedrava, silvos e víbora! Eram acompanhados de Protego patronum e extopore entre outros.
Os bruxos das trevas decidiram fugir quando perceberam estar em menor número, mas um deles decidiu que antes de fugir ia matar uma negrinha que estava encolhida atrás do banco; grande erro vendo a varinha do bruxo apontada para sua prima Rodrigo saltou de trás de outro banco próximo e acertou um forte chute na mão do bruxo que perdeu a varinha e ficou parado olhando, meio atrapalhado, para o garoto, este por sua vez não perdeu tempo aproveitando o impulso de seu chute executou um movimento de capoeira chamado meia lua de compasso e derrubou seu oponente com um chute no estomago; e antes mesmo que o bruxo pudesse pensar em se levantar frede surgiu como um raio em frente a ele gritando Estopore.
O saldo da batalha não foi nada positivo, alem de três Víboras mortos e um preso, haviam morrido o maquinista e dez alunos e entre os sobreviventes haviam muitos feridos alguns graves.
Um dos professores concertou os trilhos com um reparo, outros concertaram janelas e bancos e um outro tomou o controle do trem para continuar uma das mais complicadas e doloridas viagens para Hogwarts de que ele se lembrava a viagem segui tranqüila até seu final, não havia se quer animo para conversa e todos estavam anormalmente quietos procurando absorver o horror daqueles tempos de guerra, mal sabiam eles que as coisas estavam muito próximas de piorar anda mais.
Ao desembarcarem do trem como manda a tradição os alunos do primeiro ano foram para a escola de barco acompanhados por um bruxo baixo e atarracado de cara fechada olhos castanhos com cabelos e barba também castanhos e bastante compridos, e por um outro bruxo grande, muito grande com cabelos e barbas enormes, ficava difícil ver seu rosto, mas dava para vislumbrar um pequeno sorriso e o brilho de seus olhos em meio aquela cabeleira.
Os outros alunos foram para a escola de carruagem e depois do banquete a diretora Minerva Mcgonagall deu alguns recados costumeiros e avisou que devido as atuais circunstâncias três novas disciplinas seriam colocadas na grade, defesa corporal que será ministrada pelo professor Wesley que ira somar esta nova responsabilidade as que já possui como professor de vôo.
A disciplina duelos será ministrada pelo professor de defesa contras artes das trevas, professor Potter ministrara as duas matérias e pediu para avisá-los que as aulas sobre duelos serão ministradas no sétimo andar todas as noites a partir de amanhã, após o termino das aulas.
Oculmancia ficará a cargo da professora Granger que também leciona historia da magia.
Agora tenham todos uma boa noite de sono sigam os monitores de sua casas eles os levaram as salas comunais, tenham todos um ótimo ano letivo.
As aulas de amanhã estão suspensas para que posamos prestar homenagens aos alunos e funcionários mortos no ataque ao trem.
Ao termino da fala da diretora o salão começou a esvaziar todos estavam cansados, tristes e preocupados com os últimos acontecimentos.

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