FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

1. Hook Me Up


Fic: Im your Lolita


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

 


Capítulo Um – Hook Me Up


A guerra. Existe algo na guerra que muda as pessoas. Uma tensão tão palpável, tão assustadora, tão inebriante. Tão excitante.


Para todos os lados, gritos, dor e a perda, a morte. Faria-me sentir-me tão viva, se não fosse por ele. Ele está lá, bem no centro do palco, como uma estrela em um show. Não devo olhar. Uma duelista como eu não se pode dar ao luxo de uma distração como essa. Depois de tudo o que passamos era de se esperar que eu não o amasse mais. Mas eles não entendem. Ciça diz que eu sou uma tola por amá-lo tanto, mas o que ela sabe de amor? Amor de verdade. Nada!


Como ela pode tentar me fazer deixar de amar um homem tão forte quanto o Lorde das trevas?


Tenho que desviar o olhar. Mirá-lo só me causa dor. As palavras que ele me desferiu em nosso ultimo encontro ainda ecoam na minha mente. Tão frias.


“Você não tem mais muita utilidade para mim, Bellatrix. Não é mais a mesma lutadora de antes, ficou fraca e só tem a atrapalhar agora. Um dia lhe procurei por que encontrei o mesmo brilho em seus olhos que vi nos de Lily Potter antes de morrer, mas agora...”


Aquilo me matou por dentro. Nem mesmo a atmosfera da guerra me fazia sentir-me viva novamente. E agora duelava com aquelas três que tanto lembravam a Evans.


 Weasley, ruiva como aquela que me roubou a atenção dele.


Granger, a sangue-ruim inteligente como aquela que me tirou o lorde das trevas.


E Lovegood, pura como a mulher que, depois de morta, me arrancou tudo o que mais amava. 


Tinha que matá-las. A morte delas traria de volta aquele brilho em meus olhos e o Lorde das Trevas para meus braços. Começando pela ruiva.


- A minha filha não, sua vaca!


Molly Weasley. Como uma traidora do próprio sangue como Molly Weasley ousa falar comigo assim? Livrar-se do casaco não ajudará. Não posso evitar sorrir, é uma cena quase cômica vê-la se esforçar tanto por nada. E nem assim consigo sentir-me plenamente viva, nem mesmo com a batalha.


Uma luta, rio, é como um jogo de aposta onde cada um aposta a própria vida e só aquele que sobrevive consegue experimentar a verdadeira sensação de estar vivo. Pelo menos assim que funcionou comigo toda a minha vida, mas agora nem a perspectiva de matá-la me aviva.


- FIQUEM FORA DO MEU CAMINHO! – o chão sob nossos pés rachava. Ela estava nessa para me matar − Não! − Molly gritou para alguns estudantes que pareciam vir em sua ajuda. – Se afastem! Se afastem! Ela é minha!


Quem ela pensa que é? Sua postura começa a me irritar.


- O que acontecerá com seus filhos quando eu tiver te matado? Quando mamãe tiver ido embora da mesma forma que Fred?


- Você... nunca... mais... tocará... nossos... filhos... novamente!


Essa vida, esse fervor. Esses olhos! A frigida gargalhada escapa de meus lábios. É isso que eu quero para mim. Esses olhos.


O feitiço de Molly acerta meu peito em cheio. A atmosfera esfria tão rápido. Será que ele vai gritar? Será que vai chorar? Será que vai sentir minha falta quando me for? Tão diferente de quando nos vimos pela primeira vez. Lembro-me como se fosse ontem.


- Por que você não cala a boca, Narcissa? – ela se encolheu na cama, me encarava com os olhos bem abertos no quarto escuro.


- Mas, Bella – choramingou – você é minha irmã, se não posso conversar sobre isso com você, com quem posso?


- Ciça – suspirei – tenho minhas próprias preocupações no momento, eu estou realmente ferrada com essas provas que estão chegando. Não tenho tempo para me preocupar com o que Lúcio Malfoy pensa sobre você.


- Está bem – ela respondeu fracamente cobrindo a cabeça com o lençol, revirei os olhos. Como havia recebido uma irmã tão fraca? – Um dia você também vai se apaixonar aí você vai saber exatamente como eu me sinto.


- Está me rogando praga?


- Nem pensar – ela respondeu rapidamente – Boa noite Bella, durma bem.


- Noite – murmurei.


Como aquela casa era tediosa. Meus pais não estavam nem aí para a gente. Mamãe só sabia falar sobre como havia feito um ótimo casamento com um legitimo puro sangue e sobre como queria o mesmo para nós três. Se ao menos ela soubesse na época que Andrômeda estava de olhos naquele Tonks teria evitado tanta humilhação para nossa família. Papai quase não era visto por nós, passava seus dias no ministério.


Minhas irmãs, Andrômeda e Narcissa, que piada. Tão submissas. Nunca compreendi ao certo como havíamos nascido na mesma família por tamanha diferença, especialmente Andrômeda. Adormeci perdida em pensamentos sem sequer saber o que me esperava no dia seguinte.


- Madame Black – senti, depois de horas de um calmo e tedioso sono sem sonhos, pequenas e nojentas mãos de elfo me cutucando – madame Black, sua mãe disse que deseja vê-la e às suas irmãs para o café.


- Acorde-as, então – falei com um displicente aceno. Teria tomar banho agora, o elfo havia encostado em mim.


Fui até o banheiro enquanto Narcissa e Andrômeda acordavam e banhei-me. A água não estava nem fria e nem quente, morna. A roupa que pus não era nem bonita e nem feia, entre o interessante e o invisível, assim como tudo na minha vida.


Penteei os longos cabelos encaracolados e olhei-me o espelho. Estava com quinze anos naquele dia e já tinha a aparência de mulher que carregaria pelo resto da vida. Não era mais uma criancinha inocente, não que isso fizesse alguma diferença, porque, como já foi dito, minha vida era extremamente tediosa. Nada acontecia nela. Estava viva, mas não vivia.


Quando finalmente desci todos estavam sentados à mesa com seus pratos impecavelmente arrumados. Ninguém comia. Ninguém falava. Estavam a minha espera.


- Você demorou Bella – minha mãe entoou secamente quando me sentei


- Eu sei – dei de ombros


- Estávamos a sua espera para comer, você poderia ter um pouco mais de respeito pela sua família, como espera arrumar um belo puro sangue para casar-se com essa atitude, Bella?


- O que me falta em respeito – revirei os olhos – eu compenso em aparência, e não há um único puro sangue de Hogwarts que não saiba disso. Quando eu quiser um marido eu arrumo assim – estalei os dedos, todos na mesa sabiam que era verdade.


- Espera manter o marido com essa atitude? – soltei uma risada. Todo dia era a mesma coisa.


- Como se alguém fosse louco de terminar comigo – passei o dedo em riste pela garganta, como se demonstrasse o destino de tal pessoa – e tem mais, o elfo tocou em mim, tinha que tomar banho.


Esse último argumento deu a discussão por encerrada e o café da manhã foi comido sem mais nenhuma palavra proferida. Assim que terminei de engolir o ultimo pedaço de bacon mamãe resolver perturbar um pouco mais.


- Sua irmã falou que você está tendo alguma dificuldade com os estudos para os N.O.M.’s, Bella. É verdade?


Lancei um olhar do mais puro desgosto para Narcissa. Porque ela tinha que ter uma boca tão grande? Era verdade que meus estudos não estavam indo tão bem quanto poderiam. Mas quando os exames se aproximassem eu iria simplesmente convencer um dos nerds da lufa-lufa ou Corvinal a tomar uma poção polissuco e fazer meus exames. Não seria difícil, bastaria uma troca simples. Alguns beijos por algumas questões, nada mais justo.


Narcissa se encolheu na cadeira, era visível que meu olhar a havia amedrontado. Suspirei demoradamente antes de rolar meus olhos calmamente para minha mãe. 


- Talvez – dei de ombros – não que vá fazer alguma diferença na vida da senhora.


- Fracassos desse tipo, Bellatrix – meu pai falou pela primeira vez – não são tolerados nessa família.


- Que seja. Eu tenho um plano – arrumei meu cabelo teatralmente enquanto empurrava a cadeira


- Você receberá aulas extras nas férias, Bellatrix – ele sentenciou.


- Dane-se – revirei os olhos – não é como se eu tivesse algum tipo de plano pras férias mesmo.


- Ótimo – minha mãe sorriu – você terá aula com um antigo amigo meu que voltou da Albânia não há muito tempo.


Eu a encarei demoradamente, sem saber o que estava por vir. Dei de ombros e subi para meu quarto.


- Dane-se.


O dia seguinte teria sido a mesma coisa se não fosse por aquela pessoa na mesa.


Havia uma sexta pessoa sentada na cabeceira da mesa, naquele dia. No meu lugar. Estava de costas, não vi seu rosto de primeira, apenas o topo da cabeça. Seus cabelos negros como a noite em contraste com a pele branca como pergaminho. Se o cabelo não fosse liso lembraria um pouco a mim mesma.


- Bellatrix – meu pai chamou, ele se virou para mim.


Foi nesse momento que eu senti seu feitiço me atingindo. Ele possuía olhos tão negros quanto o cabelo e o rosto extremamente atraente. As feições estavam um pouco duras, mas ainda assim extremamente belas. Havia se formado com minha mãe, então devia ter uns quarenta anos, não que isso fizesse alguma diferença na aparência. Era o homem mais bonito que já havia visto em toda a minha vida.


Ele usava trajes muito sérios para a ocasião, um simples café da manhã com antigos amigos, mas tudo isso o dava um ar tão sério e elegante que não era possível reprimi-lo. Meu coração parou por alguns segundos quando aqueles olhos negros me encararam.


- Bella – minha mãe chamou – já é a terceira vez que eu te chamo! – o tom dela era tão seco quanto sempre. Percebi que havia ficado encarando a visita mais tempo que o educado – o que há com você?


- Nada – me sentei em um lugar qualquer que estava vazio, ao lado de Andrômeda. Narcissa me lançava pequenos olhares com sorrisinhos.


- Você está muito estranha hoje, Bellatrix – meu pai disse.


- Impressão sua – tentei parecer natural, dando de ombros, mas não conseguia tirar os olhos do chão.


- Bella – minha mãe entoou com seu jeito seco e pomposo – esse é Tom Riddle – cumprimentei brevemente com a cabeça – ele ficará alguns dias aqui em casa, lhe dará aulas para os N.O.M.’s. Era particularmente brilhante em defesa contra as artes das trevas, chamá-lo para dar aula foi indicação do próprio professor Slughorn.


Ele sorriu encantadoramente para minha mãe, senti uma pontada de ciúme. Por que ele estava sorrindo assim para ela e não para mim? 


 - Assim você me deixa sem graça, Druella – sua voz era tão forte e ao mesmo tempo delicada, me lembro de que passei o resto do dia, e da noite, apenas me recordando de seu timbre tão característico – não era tudo isso. Admito que me saia bem nos exames, mas ainda assim...


- Não seja tolo, Tom – ela sorriu, nunca havia visto minha mãe sorrir daquela maneira em toda a minha vida, senti vontade de arrancá-la da mesa para que ele parasse de olhá-la tanto e prestasse atenção em mim – todos sabem que você era o queridinho dos professores – ele sorriu de volta, parecia encabulado – mas me diga, Tom. Onde esteve todos esses anos?


- Trabalhei por alguns anos na Borgin & Burkes e depois me mudei para a Albânia para trabalhar em alguns assuntos pessoais. Agora que estou de volta pretendo ficar. Gostaria de voltar a Hogwarts e, quem sabe, lecionar lá. Talvez defesa contra as artes das trevas. O que me diz Bella – ele se virou para mim, sorria para mim! Senti meu rosto enrubescer, EU, Bellatrix Black, tinha toda atenção dele – acha que tenho alguma chance?


- Levando em consideração que o professor atual é uma completa perda de tempo – como eu consegui manter a voz firme nesse dia eu realmente nunca soube. Dei de ombros, fingindo descaso. Ele soltou uma educada risada


- Isso é reconfortante – ele ria – mas não viemos aqui para falar sobre mim, não é mesmo? – ele me lançou um profundo olhar – viemos aqui por sua causa, Bella – senti meu coração congelar e em seguida bater rápido como nunca antes em minha vida. Ele estava lá só por minha causa! Um grande e bobo sorriso se formou em meu rosto – qual a sua dificuldade maior em artes das trevas?


- Eu – tossi, tentando disfarçar o nervoso, mas acho que não foi muito convincente – bem, o professor é uma perda de tempo, não é? Fica realmente difícil aprender alguma coisa assim.


- Hogwarts não é mais a mesma de nossa época, Tom – minha mãe riu para ele. Não conseguia acreditar na cena que se formava diante dos meus olhos. Minha mãe, sempre tão fria e reprimida estava toda derretida para o amigo na frente do marido puro sangue que tinha tanto orgulho de ter encontrado.


- Acredito que não, Druella. Diga-me, Bella, Dumbledore ainda está em Hogwarts?


- Você não tem se mantido muito informado a respeito da escola, não é? – ele negou com a cabeça, sorrindo, enquanto minha mãe me destinava um feio olhar, pouco me importei, a atenção dele era toda minha, novamente – Dumbledore é o diretor de Hogwarts.


Ele juntou as mãos sobre a mesa. Foi fácil perceber o belo sorriso de Tom murchando em seu rosto. Sua boca formou uma linha inexpressiva e ele se apoiou um pouco sobre a mesa, como se ansioso.


- Diretor?


- Sim, já há alguns anos. Aposto que a noticia não chegou até a Albânia, afinal não é algo tão importante assim.


- Não – ele murmurou com um novo sorriso – não é – ele se apoiou na mesa e se levantou – Se vocês não se importam, foi uma longa viagem, eu gostaria de tomar um banho e descansar um pouco – meu pai confirmou com a cabeça. Ele se virou para mim – amanhã depois do café começaremos suas aulas, Bella – eu confirmei com a cabeça, tentando fingir descaso.


Tom desviou da mesa com elegância, parecia deslizar em torno dela como uma cobra, e subiu as escadas na direção de seus aposentos. Minha cabeça começou a funcionar tão rapidamente gerando imagens de quão maravilhosas seriam aquelas férias que sequer percebi quando todos saíram da mesa e eu fiquei sozinha lá.


Não queria ir para meu quarto, queria conversar com ele. Vê-lo, ouvir sua risada, estar em sua presença. Se já não me importava antes com os outros membros da minha família agora me preocupava menos ainda quem estaria naquela casa comigo, queria somente Tom. Perguntava-me como seria o peso de seu toque, o quão macios seriam seus lábios, o quão doces seriam suas palavras.


Narcissa estava sentada na cama que havia improvisado no meu quarto. Ela nunca dormia sozinha e eu, como irmã mais velha, tinha a obrigação de cuidar dela. Ela folheava um álbum de fotografias que havia feito no inicio do ano, demorando-se em todas as fotos onde Lucio Malfoy aparecia. Ela passava o dedo sobre o rosto dele e suspirava.


Isso não iria durar, pensava. Afinal Lucio Malfoy era do sexto ano, mais velho que eu, nunca repararia na minha irmã mais nova e eu tinha certeza que ela só estava afim dele por que Malfoy era monitor. Bom, grande porcaria, eu mesma havia ganhado o distintivo. Ela levantou os olhos assim que eu me joguei na cama.


- Bella – entoou com felicidade, Ciça era tão estranha. Era a única realmente espontânea na família e, ao mesmo tempo, a mais fácil de manipular. Ela pulou para a minha cama me encarando com aqueles enormes olhos azuis.


- O que você quer agora, Ciça?


- Eu vi o jeito como você olhou o amigo da mamãe – me sentei rapidamente, não havia sido tão obvio assim, havia? – isso não é bom, Bella! Ele tem a idade da mamãe! – eu sorri e dei de ombros


- E daí?


- Isso é errado!


- Bom, ele está solteiro até hoje não está? – ela concordou – isso quer dizer que ainda não encontrou a mulher certa, quem sabe não sou eu? – ela abriu a boca para falar – e tem mais, Ciça, mamãe sempre fala que quer que arrumemos bons casamentos e, pelo o que eu vi, ela aprova Tom. E muito!


- Não para a filha de quinze anos – ela disse baixinho, insegura como sempre. Eu dei de ombros enquanto me levantava calmamente


- No final das contas, Ciça – me virei lentamente para ela, percebi um pequeno arrepio correndo por minha irmã – eu tenho mais é que te agradecer. Se não fosse a sua grande boca eu jamais teria conhecido Tom.


O almoço ocorreu exatamente da mesma maneira que o café da manhã. Meu pai quieto no canto, Narcissa me lançando olhares, Andrômeda em silencio com um sorriso bobo no rosto encarando a janela todo o tempo, provavelmente esperando uma carta que depois descobriríamos ser de Tonks, eu, tentando fingir descaso e minha mãe sorrindo como uma colegial para Tom.


Todas as conversas giravam em torno das experiências de Tom. Sobre como ele havia sido o melhor aluno de Hogwarts, os prêmios que havia ganhado, as propostas de emprego, elogios de professores e, mais para o fim da refeição, os ideais de Tom.


Nunca, em toda a minha vida, havia ouvido alguém falar como Tom. Ficava cada vez mais impressionada com ele. Pensava o mesmo que eu. Odiava os trouxas e achava abominável essa mania que alguns bruxos tinham de se casar com trouxas, misturando o puro sangue bruxo com o imundo sangue trouxa. Dizia que um dia mudaria isso. Lembro-me de absorver cada palavra dele como se fosse água gelada no meio de um deserto.


Ao fim da refeição ele, assim como no café, foi para seu quarto alegando grande cansaço da viagem e lá ficaria até o fim da tarde, quando nos reuniríamos para jantar, mas eu não queria ficar tanto tempo longe dele, não conseguia. Queria ouvir suas ideias de novo, entender exatamente como pensava aquele homem.


Às três horas em ponto eu fui para a cozinha. Havia feito o meu melhor para evitar ir ao quarto de Tom, mas não conseguia mais fugir. Precisava ouvir sua voz. Vesti minha melhor roupa, a com o maior decote que consegui encontrar e com uma grande fenda no canto, de modo que tanto meu colo quanto minhas pernas ficavam de fora. Subi as escada com uma bandeja repleta de delicias. Havia morangos, Whisky de fogo, água, torradas com geleias variadas, pedaços de chocolate e tudo o mais que parecesse provocante.


Dei uma ultima ajeitada no cabelo antes de bater na porta de Tom. Ele abriu a porta rapidamente e eu entrei. O quarto estava escuro. As janelas e cortinas fechadas e a cama desarrumada. Sobre a mesa alguns objetos, como um medalhão e um anel.


- Desculpe vir assim, mas achei que poderia estar com fome – apontei para a bandeja enquanto fechava a porta discretamente com o pé.


- Muito gentil de sua parte – ele sorriu pegando a bandeja – de fato eu realmente estava começando a sentir um pouco de fome – ele pegou um morango e pôs na boca.


- É muito bonito – disse depois de um tempo de desconfortável silencio apontando para o medalhão. Ele foi até a mesa o pegou.


- É, não é? – confirmei com a cabeça – é um dos objetos mais valiosos que possuo. Você ficaria surpresa em descobrir o quanto vale – ele riu – protegê-lo-ia com a própria vida se soubesse ou, pelo menos, é o que eu faço.


- Estou certa que o faria – eu sorri, ele desviou os olhos do medalhão em seus dedos e me encarou pela primeira vez, senti seu olhar passear por todo o meu vestido e um discreto sorriso se formar no canto dos lábios, o que meu deu ainda mais vontade de beijá-lo.


Ele deu a volta em mim e afastou meus cabelos com delicadeza, puxando-os para o lado e passando o colar em torno de meu pescoço. Senti um arrepio quando a corrente fria tocou minha pele e um segundo arrepio quando os longos e frios dedos de Tom encostaram-se a meu pescoço, mas esse segundo havia sido de nada alem de do mais puro prazer.


- Façamos um teste então – ele se virou para mim – deixarei o medalhão com você enquanto estiver aqui para ver como você o protegerá – senti meu peito explodir de felicidade, havia dito que o medalhão valia tanto quando a vida dele e o havia deixado sob meus cuidados.


Ele passou os dedos ao longo do medalhão e os deixou cair quando encostou em mim. Eu sorri. Pela primeira vez em toda a minha vida estava começando a me sentir viva de verdade. Depois de quinze anos sentia meu coração pulsar com força, sentia vontade de ver o que aconteceria no dia seguinte.


- Lindo – ele disse com os olhos fixos no medalhão – ficou muito bem em você. Você é exatamente o tipo de dama que combina com belas joias, mas ainda assim – ele afastou meu cabelo do rosto e das orelhas – não as usa, por quê?


- Bem – eu senti meu rosto ficar avermelhado – não sei. Nunca me lembro de pô-las.


- Mas deveria – ele fez um aceno displicente com a varinha e um belo par de brincos apareceu em minhas orelhas – elas realçam ainda mais a sua beleza, Bella, que, permita me dizer, não é pouca.


Passei os dedos pelo brinco e sorri.


- Me acha bonita? – disse, provocadora


- Sim – ele respondeu calmamente


- Muito? – me aproximei de Riddle, podia sentir seu perfume tão perto de mim, podia encostá-lo.


- Bastante – ele sorriu – possui uma beleza tão bruxa, é o tipo de garota – ele parou e pensou um pouco – não, garota não, é o tipo de mulher que logo se vê ser uma bruxa, e uma das mais belas. Sim – ela passou os dedos sobre o tecido – as roupas – subiu para meu rosto – os traços – acariciou meu cabelo – até mesmo o cabelo, tudo em você grita “Bruxa”!


Me apoiei sobre a mesa e peguei um dos morangos.


- Me acha tão bonita assim, Tom?


- Sim – ele passou os dedos pelo meu cabelo mais uma vez – uma pena que seja tão nova, Bella. Quando for mais velha será a mais bela bruxa desse século!


Senti uma espécie de desespero. Quando for mais velha? Não! Não queria esperar ser mais velha, queria Tom agora! E ele havia de ser meu! Peguei o pote com os morangos e o com o chocolate derretido e me deitei na cama bagunçada de Tom, mergulhando os morangos na segunda tigela e comendo-os languidamente. A fenda do vestido estava aberta, deixando minhas duas pernas a mostra. Senti o olhar de Tom recair sobre elas e depois passear calmamente por todo o meu corpo até me rosto.


- Porque quando for mais velha? – perguntei com a voz meio rouca – já não sou bonita agora?


- Linda – ele se apoiou na bancada – mas ainda é uma criança, apesar da aparência de mulher.


Soltei uma risada enquanto levantava o tronco da cama de Tom com calma, mantendo o vestido exatamente do mesmo jeito. Sorri para ele, mordendo o canto dos lábios com delicadeza.


- Posso deixar de ser uma criança agora mesmo, Tom – ele sorriu e se beirou, entrelacei sua cintura com minhas pernas, ele se aproximou e segurou meu queixo com fineza – só depende de você.


Com muito cuidado plantou um calmo beijo em minha bochecha antes de se afastar novamente. Ele abriu a porta e se virou para mim antes de sair do quarto.


- Quem sabe um dia.


Fiquei na cama dele por mais alguns segundos. Foi a primeira vez que havia sido rejeitada. Durante todos os meus anos e Hogwarts bastava estalar os dedos que apareciam os mais belos garotos da escola de qualquer casa, do primeiro ao sétimo ano, rastejando. E ainda assim, lá estava eu, linda, provocante, sedutora deitada na cama de Tom e ele havia preferido sair do aposento com um mero beijo no rosto.


Os dias seguintes foram exatamente do mesmo jeito. Tinha aulas com generosos decotes, apoiada maliciosamente sobre a mesa. Brincava com o colar de Tom entre os dedos maldosamente e nem assim o via tentar beijar me. Por uma vez ou outra peguei seus olhos passeando por meu corpo. Quando estava de costas me encarava libidinosamente, mas nunca passava disso. Se limitava a olhares e nada mais, não importava o quanto eu me insinuasse.


Durante o dia dava-me aula, durante a noite todos nós, fora meu pai, nos sentávamos em torno da lareira e discutíamos, principalmente os ideais de Tom. Eles eram lindos, falava com tal eloquência que era impossível discordar dele. Já não bastasse a habilidade o conteúdo era brilhante. Cada dia mais tinha certeza que pensava exatamente o mesmo que eu. Não queria que essas férias acabassem nunca.


No entanto, havia uma coisa que me irritava mais do que tudo. Minha mãe. Lançava tantos olhares para Tom. Estava apaixonada por ele, acredito que desde os tempos de Hogwarts já o fizesse. Ficaria difícil competir com isso, afinal ela era tão bonita quanto eu e tinha uma obvia vantagem sobre mim, tinha a idade de Tom. Ele já havia deixado claro que me achava muito bela, mas nova. Fazia de tudo para tentar distrair Tom de minha mãe. Falava sobre meus próprios ideias, sobre Hogwarts, sobre o que quer que passasse na minha cabeça.


Mas, por mais que eu fizesse havia sido em vão. Uma semana antes das aulas voltarem meu pai estava no ministério e minhas irmãs em casas de amigas. Eu também deveria estar hospedada na casa de uma colega de classe, mas resolvi voltar mais cedo, não conseguia suportar passar mais que algumas horas longe de Tom.


Toquei a campainha e aguardei que o elfo abrisse a porta. Ele demorou tanto quanto sempre e abriu a porta com a habitual expressão de pavor, não queria sair da frente do batente. Lembro-me de ter que chutá-lo para que o fizesse e ele seguia tentando me impedir, minha mãe deve ter dito que não queria ser incomodada e o elfo estava disposto a proporcionar isso, mas ela definitivamente não imaginava que seria eu a primeira a voltar para casa e eu sabia ser bem mais assustadora que minha encantadora e recatada mãe.


Livrar-me do Elfo foi fácil, difícil mesmo foi abrir a porta do quarto de Tom e encontrar minha mãe lá. Ela estava deitada sobre ele, cobertos somente por um lençol preto, exatamente o mesmo lençol bagunçado onde eu havia me deitado semanas entes, tentando tentar Tom. Os dois estavam dormindo, mamãe com uma expressão feliz, um pequeno sorriso nos lábios enquanto abraçava Tom e ele com as duas mãos atrás da cabeça, dormindo normalmente, como se não se importasse realmente se minha mãe estava lá ou não.


Não conseguia acreditar naquilo. Logo minha mãe, sempre tão orgulhosa do marido, sabia que estava apaixonada por Tom, mas nunca imaginei que iria tão longe quanto trair meu pai, não porque o amasse de verdade, mas por que era muito reprimida, nunca corria riscos, nunca fazia nada de diferente. Fechei a porta do quarto com cuidado não queria acordá-los e fui para me próprio aposento.


- Madame Black – o elfo chamou parado na porta do quarto, parecia ter se punido recentemente pois as mãos estavam enfaixadas. Senti nojo daquela criatura fraca e insignificante parada na minha frente, principalmente por que era como me sentia, fraca, pequena, inútil.


O sangue fervia com tanta raiva nas minhas veias. Conseguia sentir os dentes rangendo e os punhos se fechando involuntariamente. O elfo perguntou se eu estava bem, se precisava de alguma coisa. Senti ganas de gritar “Sim! Sim eu preciso de alguma coisa! Eu preciso ver o corpo frio e morto de Druella caindo sob meus pés! Eu preciso ver Tom me implorando por piedade! Eu preciso ter Tom só para mim!” mas, ao contrario do que eu mesma teria imaginado, não gritei.


Puxei minha varinha com velocidade e um raio de luz verde saiu de sua ponta. Antes que piscasse o elfo estava caído no chão. Imóvel, insignificante. Morto. Me senti tão poderosa de novo. A vida daquela criatura estava em minhas mãos, eu decidia seu destino, se vivia ou se morria era inteiramente de minha decisão. Sorri. Deveria fazer isso com ela. Druella me pagaria. Chutei o corpo do elfo do caminho para que pudesse chegar à cozinha


Trabalhei a tarde inteira com a varinha, um sorriso cínico brincando em meus lábios. Por volta de cinco horas uma linda mesa de lanche já havia sido posta. Gula, Luxúria, ira... pecados são tão divertidos.


Sentei em minha cadeira de sempre, de costas para a escada. Não comia nada, estava apenas parada lá, encarando o prato cheio de comidas deliciosas na minha frente. Armei o meu mais belo sorriso quando ouvi a porta do quarto de Tom se abrindo e os passos tão característicos da minha mãe saindo de lá.


Ela exclamou. Havia passado em frente ao meu quarto, imaginei, e encontrado minhas malas espalhadas devido ao ataque de fúria e o corpo inerte do elfo. Nunca a vi descer tão rápido.


- Bella? – ela exclamou assim que me viu sentada impassível, mas com um lindo sorriso na mesa.


 - Você demorou, Druella – imitei o tom dela


- O que? – ela parecia confusa, um quê de medo em sua voz


- Estava a sua espera para comer, você poderia ter um pouco mais de respeito pela sua família. Como espera arrumar um belo puro sangue para casar-se com essa atitude, Druella?


- O que você está fazendo, Bella? – ela riu nervosamente – eu tenho um marido.


- Espera manter o marido com essa atitude? – soltei uma risada.


- Que atitude? – ela tossiu – por que está me chamando de Druella e não de mãe, Bella?


- Muito simples – indiquei a mesa para que ela se sentasse, mas como ela não fez nada eu me levantei e puxei a cadeira onde ela sempre sentava – por que você não é mais minha mãe – ela me encarou assustada enquanto eu empurrava a cadeira que ela estava sentada. Sorria para ela, mas tenho certeza que o ódio e o escárnio na minha voz eram muito aparentes – uma mãe que se preze não dorme com outros que não seu marido, mamãezinha. Uma mãe não dorme com o homem pelo qual a filha está apaixonada, mamãezinha. Uma mãe não expulsa os filhos de casa para dormir com o citado homem enquanto o marido sai para prover dinheiro e bancar as futilidades inúteis da esposa, mamãezinha.


- Bella querida, você está me assustando – me sentei na minha cadeira e a encarei, era a primeira vez em quinze anos que me chamava de querida


- Coma – indiquei a comida em sua frente – trabalhei muito duro nela só para você, mamãezinha.


Ela comeu em silencio, sempre me encarando com o canto dos olhos, aterrorizada. Como eu adorava essa sensação.


- Porque você parou de comer? – ela havia apoiado o garfo na mesa – porque?


- Estou satisfeita – respondeu incerta, eu me levantei calmamente


- Está satisfeita? – ela confirmou com a cabeça fracamente – está satisfeita? – gritei, ela se encolheu – agora você está satisfeita, é isso? – dei-lhe um tapa no rosto – não viveu a vida inteira em pecados? Agora vem dizer que está satisfeita, depois de uma vida excessos! COMA!


Ela se empertigou na cadeira, com uma lágrima escorrendo de seus olhos e voltou a comer. Eu me sentei novamente, sorrindo para ela.


- Não é melhor quando a gente se entende? – ela confirmou – foi o que eu imaginei – me sentei ao lado dela e apoiei minha cabeça no ombro dela, como uma criança – eu sei que você gostou realmente de mim como filha, mamãezinha – ela negou com a cabeça rapidamente, abriu a boca para falar – cale a boca, chega de mentiras, Druella. Nós duas sabemos que eu sempre fui uma filha infernal – puxei uma adaga do bolso – mas isso acaba agora por que, ao mesmo passo que eu nunca fui a filha que você quis você também nunca foi a mãe que eu desejava, mas agora será – me levantei e sorri para ela, fazia esforço para não parecer, mas chorava copiosamente


- Por favor, Bella – ela implorou como um cão – me deixe viver, farei o que você quiser!


- Quem falou em matá-la, mamãezinha? – ela arregalou os olhos – não, nunca faria isso, não a quero morta, quero muito bem viva!


- O que fará comigo? – seu olhar era suplicante


- Não sei, o que vier na minha cabeça, o que me parecer mais divertido.


- Contará a seu pai?


- E onde estaria a chantagem se o fizesse? – eu sorri – não, não vou contar. Isso será o nosso segredinho – coloquei o dedo sobre os lábios e depois me levantei, agora iria conversar com Tom – Druella, por favor – falei assim que cheguei ao meio da escada – tire a mesa, o Elfo está meio – parei um pouco e sorri – indisponível.  


Tom estava parado na porta de seu quarto. Com certeza havia ouvido cada palavra por nós dita lá embaixo. Ele estava com os braços cruzados sobre o peito e um amplo sorriso no rosto, parecia muito contente. Não permiti que meu coração disparasse ou nado do tipo. Estava com tanta raiva que tudo o que conseguia pensar era “até mesmo ele pagará!”


Quando me aproximei ele descruzou os braços e entrou no quarto, eu o segui, trancando a porta atrás de mim e lançando um Abaffiato no porta, assim ninguém poderia ouvir o que aconteceria lá dentro. Tom havia se apoiado na mesma bancada da outra vez. Me encarava libertinamente no fim do quarto escuro.


- Finalmente – ele disse depois de algum tempo – uma mulher! – ele puxou a varinha e com um aceno as minhas roupas mudaram, não estava mais com o vestido meigo que minha mãe havia comprado há anos e sempre quis que eu usasse. Não, usava um vestido com a saia repleta de fendas deixando minhas belas pernas amostra, com um corpete preto acentuando cada centímetro do meu corpo e uma blusa caída por baixo que deixava todo o meu colo amostra, mas sem permitir que aparecesse mais do que o suficiente – linda!


- Não vai adiantar me bajular, Tom – ele sorriu voluptuoso, senti seu sorriso se espelhar em minha boca – se não quiser que todo o ministério saiba o que aconteceu você fará o que eu disser!    


- E o que será? – ele se aproximou e segurou minha cintura com força contra si mesmo, ele subiu as mãos com calma até meu cabelo, segurando-o com força. Me sentia no paraíso.


Eu joguei-o na cama, ela caiu deitado e eu sentei sobre ele. Tom me olhava com desejo, me perguntava se havia olhado para minha mãe da mesma maneira. Ele segurou meu pescoço e me puxou para o melhor beijo da minha vida. Mexia a língua lascivamente em minha boca e eu estava adorando, mas eu queria mais, muito mais!


Puxei a blusa de Tom com força, arrebentando todos os botões. A camisa dela pendeu calmamente ao lado da cama enquanto ele arrancava o corpete que havia conjurado em meu corpo e o jogava no chão. As mãos dele passeavam por todo o meu corpo com urgência arrancando cada pedaço de tecido que encontravam até que fiquei apenas com a roupa intima preta que havia adquirido há pouco tempo. Ele se afastou um pouco e olhou para mim, podia sentir seu olhar me devorando.


- Linda! – exclamou mais uma vez antes de afundar o rosto na alcova do meu pescoço e começar a beijá-lo repetidamente.


Beijava. Lambia. Mordia. Sua mão desceu e arrancou minha calcinha de uma só vez. Depois ele se levantou novamente para admirar o que havia conseguido. Seu olhar passava por cada centímetro de meu corpo. A maioria das pessoas ficaria sem graça, mas não eu. Eu gostava, queria mais. Desejava que ele olhasse o quanto quisesse antes de fazer o que bem entendesse. Queria que ele tocasse cada milímetros de mim. Tinha minha permissão para fazer o que desejasse comigo.


Lembro-me de gritar, muito! Havia sido a melhor experiência da minha vida, tê-lo só para mim. Ele era meu, somente meu. Lembraria disso por toda a minha vida, Tom havia sido meu primeiro e meu único. Sentia nojo de qualquer outro homem que chegasse perto de mim. Ninguém mais teria a chance de ver Bellatrix como Tom havia visto. Indefessa, dominada. Submissa. Sim, submissa! Faria o que ele quisesse, bastava dizer. Eu era dele e de mais ninguém. 


A partir daquele dia comecei a me sentir realmente viva. Cada vez que tocava seus lábios sentia o coração pulsar.


Era isso. Estava viva e tudo graças àqueles macios lábios.


Estava viva.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lívia G. em 24/08/2012

HHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM Bella já era louca desde nova. Adorei, claro, óbvio! Luxúria, Ira... bem a cara dos dois. Adoro quando você escreve. Posta o doooois! Te amo <3
 

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.