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1. Há Muito Te Quero


Fic: Há Muito Te Quero - SHORT FIC - R&H - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Repostagem de uma short minha inspirada numa das minhas fics Ron&Hermione preferidas – De Forma Inesperada, da ficwriter Disomers.



                           HÁ MUITO TE QUERO 


  Enquanto o vento açoitava forte contra a lona da barraca, Hermione deixava-se levar por sentimentos sofridos, sentada na cama de armar improvisada... Improvisada há meses. 

  Em nenhum momento houvera arrependimento de prosseguir na caça as Horcruxes ao lado de Harry e Rony. Todo amor fraternal que ela sentia por Harry um dia lhe levaria a tal situação; Que teria de renunciar a família para unir-se ao amigo numa empreitada suicida como a que vivenciavam.

 
Contudo, em noites como aquela, onde a natureza imperava pelas florestas obscuras do país, ela voltava a pensar em seus pais. Seu porto seguro por tanto tempo...


 


  Rezava madrugadas a fio para que eles estivessem bem, na proteção que ela criara com um feitiço de perda de memória. Sonhava acordada com o dia que abraçaria sua mãe e sentiria seu doce perfume de Jasmim novamente; Que olharia nos olhos sempre sonhadores de seu pai e passaria uma tarde toda conversando sobre o futuro.

 


 Uma lágrima salgada e sorrateira deslizou pela maça de sua face. Ela não notou que alguém a fitava de perto e prontamente vinha lhe secar esse pranto traiçoeiro, com o polegar.

 


 -Ron... – sussurrou com a voz fraca, ao ver seu amigo de pé, ainda com a mão no seu rosto.

 


-O que houve?  -perguntou ele carinhosamente, sentando ao pé da cama.

 


  Seu braço estrunchado, embora bem melhor que antes, ainda precisava de apoio numa tipóia. O rosto dele não era muito melhor que o seu, sempre cansado, apático, desorientado em devaneios.

 


-Nada... – respondeu ela, virando o rosto para que ele não pudesse ver a amargura em seus olhos.

 


-Também penso na minha família – soltou Ron, como se lesse seus pensamentos –Ouço o rádio a todo instante na esperança que algum Weasley não seja citado.

 


  Ron também desviou o rosto do dela. Hermione tinha a impressão que seus olhos brilharam em demasia naquele momento, mas não poderia ter certeza, a barraca estava na penumbra de dois ínfimos castiçais de vela.

 


-Tenho medo que aconteça algo a eles... E nunca mais possa ver seus rostos novamente - ela confessou pesarosamente.

 


  Ron voltou a fita-la e dessa vez ela já tinha certeza que lágrimas também escaparão de seu rosto sardento. E aquele estranho desejo voltou, na verdade ele ia e vinha cada vez com mais força...

 


  Vontade de abraçar Ron e sentir o calor do seu corpo. De lhe afagar o rosto e mergulhar as mãos nos cabelos cor de fogo, agora mais desleixados e um pouco cumpridos.

 


  Ela também se entristecia por ver Harry amargurado e pensativo pelos cantos da barraca, ou até mesmo experimentando a solidão devastadora das horas da vigília como naquele momento. Contudo com o outro amigo, o ruivo, era diferente e ela tentava não pensar o quanto...

 


...Estavam sendo caçados, precisava manter o foco.

 


 -Tenho medo que algo te aconteça. - as palavras escaparam desavisadas.

 


“Onde está o foco Hermione?” e reformulou a frase.

 


-Tenho medo que algo aconteça a você e ao Harry - corrigiu, torcendo para que Ron não interpretasse da forma errada... ou certa...

 


  Ron aproximou-se do corpo dela e lhe fitou diretamente nos olhos. Ela estremeceu por aquele olhar tão meigo e convalescente, sendo impossível não nadar por aquele azul.

 


-Também tenho medo que algo lhe aconteça, Mione... –ele a tocou suavemente na mão com o braço sadio, livre da tipóia – Te protegerei com minha vida se for preciso, para que nada de mal lhe aconteça.

 


  Ela vestia uma grossa blusa de lã e com as pernas envoltas em um cobertor. Estava frio tanto fora quanto dentro do abrigo, mas ela sabia que aquele arrepio nada tinha haver com o clima.

 


  Há algum tempo Ron vinha sendo menos sutil em gestos e palavras. Uma declaração implícita aqui e ali, do quanto se importava com ela sempre que tinha uma brecha.

 


  Numa daquelas noites de inverno, ele e Harry haviam revezado os turnos durante o dia e parte da noite, quando chegara à vez de Hermione cumprir sua vigília, teria que ficar com a plena madrugada...

 


 
-Não, eu fico! –disse ele enfático, quando ela saiu munida de cobertores de dentro da barraca , para cobrir seu turno do lado de fora.

 


-Ron, você está aí desde as quatro horas da tarde e já são meia noite. –interpelou Hermione na escuridão da floresta. Ele continuava sentado ao lado da barraca. –É minha vez!

 


-Tá bom que vou deixar você, aqui, sozinha nessa escuridão... e nesse frio. –resmungou. 

 


-Mas é este o combinado. Cada um tem que cumprir seu turno, independente da hora.

 


-Então a partir de amanhã você fica com os turnos do dia e eu, e o Harry nos revezamos na madrugada.

 


-Não é justo!Vou pelo menos ficar aqui com você e quando não aguentar de sono, fico com o turno - respondeu Hermione de forma desafiadora, sentado ao lado de Ron.

 


-Quero só ver. - retorquiu com leve ironia na voz.

 


Na manhã seguinte aquele episódio, Hermione acordou confortável e aquecida na sua cama dentro da barraca. Ron dormia pesadamente na própria cama e Harry preparava o café.

 


-Ele te trouxe de madrugada para dentro da barraca. Entrou há poucos minutos e já caiu num sono de pedra sem nem esperar o café!  - começou Harry, quando ela abriu os olhos e o fitou, ainda da cama – Ele devia ter me chamado de madrugada...

 


 

 


  Apesar de Hermione querer continuar experimentando as doçuras de suas declarações, mudou de assunto.

 


-Seu humor muda drasticamente quando não está com aquele medalhão.

 


-Eu percebi isso também... Desculpe por hoje de tarde. –respondeu entoando arrependimento na voz.  

 


  Durante mais uma tentativa de almoço, Hermione encontrara num lago quase congelado perto de um córrego, a poucos metros do acampamento, alguns moluscos de água doce.

 


   Harry degustara a misera refeição de bom grado, mas Rony não perdeu tempo em colocar todos os defeitos...

 


 

 


-Odeio essas coisas, parecem insetos... –reclamou jogando com força o talher no prato.

 


-Desculpe Rony, se não temos um restaurante na esquina ou uma pizzaria há poucos quilômetros para ligarmos. –ironizou frustrada. Havia se esforçado para proporcionar aquela refeição a eles.

 


-Não me venha citar coisas desse seu mundo trouxa só porque eu não entendo nada. –retrucou o ruivo - Não vou comer essa droga!

 


Rony saiu bufando da barraca. Hermione sentiu vontade jogar um garfo nas suas costas.

 


-Precisamos deixar o medalhão com Rony por menos tempo possível... -concluiu Harry, remexendo a comida dentro do prato.

 


 Minutos depois daquela refeição desagradável, Harry foi até o amigo, do lado de fora da barraca, dizendo que era sua vez de usar o medalhão. Rony cedeu prontamente e seu humor mudou positivamente.

 


  

 


-Ele também nos afeta... –argumentou Hermione. Realmente não tencionava lembrar-se daquele momento. As discussões com Rony só levava seu coração a pesar mais.

 


-Mas me afeta mais do que a vocês. Eu não queria dizer aquelas coisas... Eu não deveria... – a voz dele morreu antes da frase terminar, anunciando outro brilho em seu olhar.

 


  Ele ajeitou-se na cama de forma incomoda. O braço machucado, preso ao pano, parecia incomodá-lo enquanto buscava uma posição melhor para ficar no colchão.

 


-Como está seu braço? –perguntou preocupada.

 


-Melhor que antes, embora ainda um pouco dolorido. – reclamou, ajeitando-o na tipóia.

 


-Me deixa ver. –pediu Hermione, se livrando dos cobertores e erguendo-se na sua frente.

 


-Peraí...- Ron tirou a tipóia com cuidado e ergueu a manga da blusa grossa de algodão, que vestia, expondo apenas parte do antebraço.

 


-Como você quer que eu enxergue alguma coisa assim? –questionou-o. O amigo fitou-a ingênuo. Como se perguntasse o que ela esperava que ele fizesse. Hermione ignorou essa típica mania de Ron demorar em tomar uma atitude - Vai, tira a blusa!

 


  Ele continuou a encará-la, entre o pudor e o espanto, mas por fim obedeceu à amiga, e com cuidado em não realizar movimentos bruscos no braço machucado, ergueu a blusa, despindo-se vagarosamente.

 


  Hermione corou no mesmo instante. Arrependeu-se deliberadamente por dar esta ordem a Ron. Acreditava que ele vestia uma camisa por baixo da blusa, mas não... Seus braços estavam nus, assim como o tórax e o abdômen.

 


“O que havia acontecido com o corpo de seu amigo? Quando o ruivo parara de ganhar só altura para adquirir também massa muscular?”

 


-Que foi? –perguntou ele, fitando-a confuso. Hermione talvez estivesse dando demasiada atenção para aquele peito bem formado e esquecido de esboçar qualquer outra reação.

 


-Nada! Vire o braço... –pediu sentindo as mãos suarem.

 


  Tentou se concentrar na tarefa de examiná-lo e espiou com atenção seu braço machucado, com algumas cicatrizes quase curadas, a pele alva e sem imperfeições, o bíceps grosso contornando o braço.

 


  Aquela não era à hora nem o lugar para sentir desejo por Ron, mas ele simplesmente estava lhe atentando, ali sentado, totalmente sem camisa.

 


  Ron queria abraçar Hermione enquanto ela passava os dedos delicados e finos no seu braço. Seu toque era quente e molhado. Ela estava suando nas pontas dos dedos, mas ele não entendia por que. Calor não era exatamente o clima que imperava naquela madrugada de inverno.

 


  Foram tantos dias controlando a vontade de abraçá-la e beijá-la. Estar ao lado dela todos esses meses era uma verdadeira provação à sua carne. Na noite , quando dividia a barraca com ela e Harry, e perdia o sono ou era sua vez na vigília, prestava atenção à amiga dormindo.

 


  Aliás, se dependesse dele aquela amizade acabaria ali! Há alguns anos que vinha percebendo que queria bem mais do que a amizade de Hermione Granger.

 


  Uma noite ela se remexia enquanto dormia. Ron, acordado e alerta, aproximou-se preocupado e percebeu que ela suava loucamente, além de seu corpo tremer de forma desesperada.

 


  Ele abraçou-a com força. Era uma noite quente e ela dormia com uma blusinha muito curta e apertada, que lhe colava nos seios e expunha toda barriga. Agradeceu a sorte que tinha por ela se acalmar em seus braços sem ao menos acordar, e voltar a dormir tranquilamente.

 


  Aquela noite Ron teve que controlar várias ereções que iam e vinham quando pensava no seu corpo suado e sob invólucro tão justo.

 


  Hermione não tinha culpa ou intenção, mas mesmo agora sob camadas grossas de blusas de lã, conseguia deixá-lo abobalhado, pela sua presença tão próxima.

 


  Estava farto de ser apenas um amigo. A qualquer hora não resistiria à sedução da amiga, que só conseguiu adquirir curvas perigosamente provocantes com o passar dos anos...

 


-Está bem melhor mesmo – disse, exalando um suave hálito adocicado sob seu rosto.

 


  Ela tencionou afastar-se, mas Ron segurou seu braço. Iria fraquejar se ela não parasse de ser meiga e sexy com ele.

 


-Pode colocar a blusa. –argumentou com a voz fraca, sem tentar soltar-se do braço dele, que continuava a segura-la.

 


Ron trouxe seu braço para o corpo dele. Ela arqueou suavemente, de forma que seus rostos ficaram muito próximos.

 


-O que foi? –perguntou Hermione num fio de voz, pelo gesto dele.

 


  Já não conseguia resistir. Ela estava tão linda, as maças do rosto e os lábios corados pelo frio e ao mesmo tempo as mãos suando sem parar. O coração dele se descompassava completamente dentro do peito e ele se apegou a teoria que a sudorese dela tinha relação única e direta com sua pulsação desenfreada...

 


  Ela só poderia estar o desejando tanto quanto ele.

 


  E munido desta motivação, ainda que incerta, puxou-a com mais força fazendo seu corpo pequeno e esbelto, desequilibrar-se, encontrando apoio imediato entre suas pernas. Sem lhe dar tempo para recuar, passou uma das mãos ao redor de sua nuca e grudou os lábios, desesperadamente, nos dela.

 


  Hermione retesou o tronco, numa tentativa inútil de fugir dos braços dele. Ele trouxe-a para mais perto, impondo numa força sutil que dali ela não escaparia.

 


  Ron pressionou os lábios macios e molhados por toda a circunferência dos dela. Começou com movimentos delicados, mas intensos, sugando-os densamente. Hermione fechou os olhos, entregando-se ao sabor delirante que era o da boca do ruivo.

 


  Introduziu timidamente a língua pela fenda que ele abrira entre os lábios para lhe dar passagem. Escorrego-a pelo céu da boca, pelo lábio inferior e foi mordiscando-o devagar, apenas pelo prazer de experimentar a espessura dele.

 


 Este gesto também o motivou a imitá-la e logo ele sorvia sensualmente cada centímetro dos lábios dela, enquanto abraçava-a com mais ardor.

 


  Hermione tomou consciência do quanto era imprudente a situação que ali se estabelecia. Ela nos braços de Ron, que sem camisa lhe aplicava beijos intensos... Se Harry entrasse na barraca, se os visse... O que pensaria deles?

 


  Ela tentou mais uma vez se desvencilhar de Ron, mas ao erguer-se, ainda colada aos lábios dele, foi novamente posicionada entre suas pernas, só que desta vez acabou sentando com as coxas ao redor da cintura dele.

 


  Nessa posição ela pode notar imediatamente o que a outra posição não lhe permitia sentir, Ron estava extremamente excitado. Ela não podia culpá-lo, ela mesma sentia sua calcinha se encharcar debaixo da calça.

 


-Isso não está certo Ron... –sussurrou quando conseguiu desgrudar os lábios dos dele.

 


- Eu te quero muito... E há muito tempo... – ele lhe devolveu em outro sussurro, fazendo os pêlos da sua nuca arrepiar de tesão só por aquelas palavras.

 


  Hermione perdeu-se em mais beijos e o abraçou, escorregando as mãos por aquelas costas desnudas, firmes e largas. Instintivamente abriu mais as pernas para sentir a ereção do ruivo roçar-lhe entre seu sexo, e ficou mais úmida, mesmo sob camadas de roupa.

 


  Ron sentiu seu pênis esmurrar com desesperado dentro da cueca. Ter Hermione rebolando sobre seus braços e insinuando movimentos de penetração, ainda que sob o espesso vestuário, estava enlouquecendo-o.  

 


  Passou as mãos por debaixo de sua blusa e fixou-a na cintura fina e curvilínea da morena.

 


“Quantas vezes não teve vontade de tocar naquelas curvas...”

 


  Calmamente, foi subindo as mãos, receoso em saber até onde ela o permitiria chegar. Hermione não criou resistência quando ele alcançou seus seios escondidos sob o sutiã, mas deu um suspiro mais longo.

 


  Ele entendeu que isto era um sinal e tanto, para prosseguir, e ergueu a blusa de lã, despindo-a também. Quando isso o fez, sentiu uma leve pontada de dor nos nervos do braço machucado, mas a dor não importava diante da visão exuberante a sua frente: Hermione só de sutiã.

 


  Sentiu o pênis enrijecer mais dentro da calça, se é que era possível, já estava no auge do tesão. Cuidadosamente desceu os lábios pelo queixo dela e aplicou beijos cada vez mais ardentes no pescoço e no colo, levemente perfumado. Quando chegou ao decote da peça íntima um impulso de desejo, fez afastar o tecido de uma vez e liberar os roliços seios de Hermione, para fora do sutiã.

 


  Ela arqueou o corpo, mas ele a trouxe imediatamente a favor dele, e abocanhou um dos seios antes que ela tencionasse afastar-se. Sugou o mamilo rosado, que no mesmo instante enrijeceu-se. Com uma das mãos massageou o outro seio.

 


“Nunca havia explorado Hermione de tantas formas. O gosto de sua pele era delicioso...”

 


-O Harry... – ela suplicou, soltando mais um gemido, do que uma frase.

 


-Dane-se o Harry! –exclamou ele, ainda ocupando-se de sugar-lhe o mamilo, completamente entregue a situação.

 


  Ron não a soltou e abraçado a seu corpo, deitou no colchão. Caçou seus lábios para não perderem o fio da excitação e se surpreendeu quando a morena simplesmente começou a beijá-lo de forma passional pelo tórax e abdômen. A melhor parte era quando ela lhe sugava rapidamente o mamilo e em seguida passava a língua ao redor.

 


  Um suspiro mais profundo, mais próximo a um gemido escapou de sua garganta... Hermione com os seios a mostra sorvendo seu corpo era mais do que ele poderia esperar para um primeiro beijo.

 


  Ela voltou a esfregar seu sexo contra do dele. E ele não estava mais aguentando de vontade de transar com sua amiga sabe-tudo.

 


  Enquanto aplicava beijos e lambidas pelos mamilos macios de Ron, Hermione via-se completamente hipnotizada por aquela situação. O medo de ser flagrada por Harry não conseguia sobrepor o desejo de provar daquele ruivo, extremamente sexy e entregue.

 


  Os gestos de Ron em nada a ajudavam a racionalizar, e quando as mãos hábeis dele deslizaram para dentro da calça e acariciaram suas nádegas, sua única reação foi rebolar mais intensamente sobre o membro ereto dele, mesmo preso na calça.

 


  Completamente entorpecida de excitação, procurou o zíper da calça dele e abriu-o. O membro saltou da calça, ainda ocultado pela cueca.

 


  Ron terminou o serviço que ela começara, puxando a peça íntima para baixo e livrando, enfim, aquele órgão pulsante, grande e turgido. Lustrado de tanta lubrificação, rijo de tanto tesão.

 


  Ela o pressionou delicadamente entre os dedos e descobriu como seu pênis também era grosso. No mesmo instante seu sexo latejou de desejo por imaginá-lo entrando nela. Masturbou-o lentamente, deliciada em ver as expressões luxuriantes que ele pronunciava a cada toque.

 


  Quando ela começou a dar mais velocidade aos movimentos Ron interrompeu sua mão bruscamente.

 


-Não... Eu vou gozar assim... –disse com a voz mais tremula que Hermione já o ouvira falar.

 


  Hermione parou de imediato e ele a puxou para o colchão, fazendo-a deitar, e ajoelhou diante dela. Terminou de baixar as calças até a altura dos joelhos e ergueu-se sobre seu corpo, acomodando-se entre suas pernas.

 


  Aplicou os mesmos beijos e lambidas vorazes do qual tinha recebido nos mamilos, quando naquela posição e vagarosamente foi descendo a boca pela sua barriguinha reta e macia.

 


  Já haviam chegado longe demais e não conseguiriam mais parar...

 


  Ele passou os dedos pelo cós de sua calça e deslizou-a para baixo, despindo as pernas de Hermione, que imediatamente se enrolaram entorno de seu tronco.

 


  Foi uma surpresa descobrir que Hermione compartilhava dos mesmos sentimentos dele por ela, mas saber o quanto ela o desejava sexualmente também, só fazia aquele momento ficar mais gostoso.

 


  Ron recaiu-se sobre a morena, ignorando a dor latejante no braço. Esfregando seu pênis contra a calcinha dela, agora a única barreira existente entre seus órgãos. Direcionou os lábios a sugadas alternadas entre os dois mamilos, entregando-se ao prazer de ouvir Hermione gemer baixinho a cada chupada.

 


  Com aquele gesto estava óbvio que não conseguiria resistir mais. Afastou a calcinha da morena com um das mãos e roçou sua glande contra os lábios vulvares dela. Sentiu como a intimidade de Hermione queimava e latejava febrilmente de expectativa.  

 


  Ele esperava que ela relutasse com aquele contato firmado entre seus órgãos, mas ao invés disso, Hermione aumentou o ângulo de abertura das pernas. Isso só o encorajou a enveredar-se por aquele túnel quente e apertado.

 


  Por tanto tempo sonhou no dia em que perderia a virgindade com Hermione. Parecia impossível que estivesse prestes a acontecer, mas era real, deliciosamente real.

 


  Hermione estava com as pernas trêmulas e não conseguia pensar em nada além de Ron, nu sobre ela com o membro rijo, louco de vontade de transar. Não deveria estar solícita, mas deixou que ele expusesse seu sexo para invadi-la.

 


  O ruivo a fitou como se esperasse um sinal para prosseguir para além daquela entrada úmida e escura. Hermione aquiesceu com a cabeça, lhe dando permissão. Queria muito ser invadida por ele, ainda que temesse a dor na primeira vez.

 


  Ron empurrou lentamente a extremidade do membro para dentro dela. A pressão do órgão abrindo resistência sobre seu pênis, comprimindo-o em toda circunferência. Hermione retraiu-se e gemeu mais alto que das outras vezes, entre a dor e o tesão.

 


  Ron parou relutante em machucar-la, mas ela, mesmo com as pernas tremendo loucamente, o incentivou, apertando as duas mãos contra suas nádegas e sussurrando:

 


-Coloca Ron...  

 


  Isto definitivamente incentivou seus anseios luxuriosos e ele invadiu-a completamente. Todos os músculos de Hermione enrijeceram e ela queria gemer alto para extravasar as pontadas lancinantes que sentia por aquele pênis grande e grosso estar penetrando-a pela primeira vez.

 


  A pressão extrema que o membro dele sofria dentro da intimidade estreita e casta de Hermione, levava Ron a outro grau de sensações.

 


“Isso é infinitamente melhor que masturbação!” pensou extasiado.

 


  Hermione estava mais corada que antes. Passava a língua nos lábios turgidos e ruborizados entre um gemido e outro, ficando, apenas mais sexy. Os cabelos espalhado sob o colchão, exalando a doce fragrância levava-o ao torpor. Estava provando ela com todos os sentidos.

 


  Ele não queria gozar logo, mas a pressão exercida contra seu pênis, mesmo que estivessem realizando movimentos lentos, estimulava-o gradativamente.  Encontrava-se no seu clímax... Iria gozar.

 


  Ron massageava seu clitóris a cada movimento de penetração ela percebeu que gozaria a qualquer instante. Ele também parecia que ia ceder, pois seu gemido ficou mais intenso e vigoroso, assim como a força da penetração.

 


  Hermione buscou apoio no tórax do ruivo, com as mãos, e entregou-se a um gemido intenso e um formigando delirante propagando-se por toda sua intimidade. Ron estava no seu limite e ao vê-la entregar-se ao prazer, gozou copiosamente dentro de seu ventre.

 


  Ela permaneceu com os olhos fechados. Sentido as batidas de seu próprio coração retumbar dentro do peito. Os músculos rígidos durante o sexo começavam a fraquejar perante a descarga de endorfina liberada há segundos atrás. 

 


  Ao abrir os olhos, viu Ron sorrindo-lhe. Tinha o rosto suado e os braços escorados sobre o colchão tremiam, fragilizadas perante a sustentação do próprio peso. Hermione abraçou-o pelo pescoço e ele deitou, encostando a cabeça no seu colo. Nada disseram, pois palavras não eram mais necessárias.

 


  O vento açoitava com mais violência que antes, do lado de fora da barraca e Hermione ficou satisfeita por quanto à natureza poderia ser caridosa, não levando aos ouvidos de Harry, os gemidos dela e Ron.

 


  Ela fitou a lona tremulante no teto, e enquanto aplicava suaves cafunés na cabeça de Ron, teve a certeza que se o mundo acabasse para ela agora, morreria feliz.

 ***


Essa fic é mais uma repostagem minha aqui na FeB.


Pode ser que você já tenha lido da primeira vez que ela esteve aqui no site, mas se não leu não esqueça de votar, favoritar e comentar.


O que eu tenho de importante a dizer dela é o seguinte:


   Eu fiz essa short na época que a Disomers estava na metade das postagens De Forma Inesperada, há um ano mais ou menos, e estava muito ansiosa pelo desenrolar do casal, principalmente por um momento Primeira Vez deles.


  


 Vivendo nesta expectativa e influenciada pela ficwriter (uma das melhores do Fandom do casal, inclusive) que mais lia na época que iniciei no site, escrevi Há Muito Te Quero numa sentada só.  E a pedido da Beta dela, que sugeriu que a fic estava sob forte influência da Disomers, fiz uma retratação nos comentários sobre isso. Então, nesta repostagem, e para não haver nenhum tipo de mal entendido sobre isso, volto a retratar minha inspiração nessa fic em específico dela (DFI), e, também, em sua forma de conduzir à narrativa.  Afinal, meu propósito enquanto a escrevia, era sim, ler uma extensão daquilo que tanto almejava.


  Esse recado é importante para anular confusão, prestigiar e reconhecer uma ótima ficwriter que admiro, e,claro, evitar votos e comentários indesejados quanto a isso. 
 


  Sem mais... OBRIGADA A TODOS POR LEREM! 


 


 

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Comentários: 4

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Enviado por gabyhosanas em 10/01/2014

Nossa Van, acabo de reler essa fic que há muito tempo havia lido. Creio que comentei na época, mas não posso deixar passar em branco rs Essa fic é maravilhosa, eu a adoro :) Eu compartilho a todo momento o sentimento da Hermione de que o harry pode chegar a qualquer momento e mesmo sabendo que este não é o objetivo da fic eu fico tensa. Ron e Mione perdendo a virgindade juntos é muito lindo. Nada contra fics em que o Ron(geralmente é ele) já teve outras experiências sexuais, mas eles descobrindo o sexo juntos é perfeito *.* Muito obrigado por compartilhar com as pessoas das suas histórias. Também escrevo e sei como é difícil conciliar o dever com a paixão pela escrita. Bjus

Nota: 5

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Enviado por Mimi Potter em 06/11/2013

muito bom!

Nota: 5

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Enviado por Tati Hufflepuff em 23/10/2013

Muito perfeita essa fic!!
Doce e picante ao mesmo tempo, amei!!

Nota: 5

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Enviado por July evans potter em 01/02/2013

P-e-r-f-e-i-t-a !! Sem mais palavras pra descrever !!!!!!

Nota: 5

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