AVISO A TODOS!!
Em primeiro lugar, agradeço os comentários e confesso que está sendo um desafio não postar mais capítulos por semana, mas é necessário escrever com calma para manter um bom padrão de qualidade. Pequenas coisas que aconteceram até agora terão grande significado no futuro. Nada será deixado ao acaso. Cada detalhe é importante e muitas coisas serão “quase reveladas” de agora em diante.
Em segundo lugar, preciso deixar bem claro algumas coisinhas:
1 – Gabriel não se importa em matar, o que acredito, já devem ter percebido.
2 – Ele usa Magia quando pode, caso contrário, vai nas armas trouxas mesmo.
3 – Apesar de não ser mostrado ainda, torna-se óbvio, até pelo conhecimento demonstrado por ele, que ele foi treinado nas Artes da Guerra com ótimos professores.
4 – Ele não é de ficar muito tempo trocando feitiços com um inimigo. Se ele não puder usar logo um Avada, ele apela para armamento trouxa, simplesmente para não perder tempo.
5 – Ele tem um sério problema com os seus poderes, o que ficará evidenciado de agora em diante, pelos próximos capítulos.
6 – Não pensem que ele é um Herói (ele mesmo rejeita tal coisa). O mais “certo” seria considerá-lo um “Anti-Herói” . Ele faz o que deve ser feito sem se importar com as conseqüências, principalmente em combate.
7 - Apenas para efeito de comparação, para quem acompanha quadrinhos ou os filmes dos X-Man, o Gabriel seria mais como o Wolverine do que o Ciclope. Definitivamente!
8 – Para que entendam melhor, providenciei um Fotolog no terra, apenas para demonstrar melhor as armas e/ou imagens da Fic. Os endereços estão abaixo:
Complemtento de Armas – O que ele leva na mochila?

“Metralhadoras Portáteis” ou como a Cortadora de Almas diz: “Armas de Destruição em Massa!”

* Caso não consigam visualizar, favor me avisar.
9 – Como ficou óbvio, ele é LOUCAMENTE apaixonado por Hermione. Mas o que aconteceria se ele se sentisse traído?
Curioso? Hehehe! É o que veremos agora. Boa Leitura!
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Acalmando-se a custo, Gabriel vai até a cama dos amigos e verifica como estão. Luna levanta-se com esforço e chorando conta-lhe como Hermione havia derrubado dois comensais e depois começou a lutar com outro, defendendo alguns alunos do primeiro ano, quando foi atacada a traição por ninguém menos que Belatriz, que liderava o ataque. Depois ela chamou os comensais e aparataram dali com ela. Gina levantou e junto com Draco o abraçaram. Gina estava chorando.
Gabriel olhou para Draco e com um movimento de cabeça o chamou. Rapidamente saiu dali, com Draco junto a ele. Foram até seu dormitório, alguns alunos estavam chorando pelos sofás e pensando no que tinha acontecido. Simas estava ali, com seu rosto todo arranhado e com marcas de feitiços pela roupa. Chamou-o também e eles o acompanharam.
- Agora prestem atenção, os dois. Eu sei o que eles querem. A varinha. Vou dar o que eles querem, mas acredito que vão tentar me matar assim mesmo. – fala Gabriel seco.
- Olha Gabriel, fique calmo, talvez seja fácil de resolver, e... – mas Draco foi interrompido por Gabriel.
- Draco, não me interrompa. Estes são os livros que te falei certa vez. Simas, Draco vai precisar de ajuda. Chega de sermos bonzinhos. Draco, esta é uma relação de feitiços de ataque e defesa. Não pude ensinar a vocês, por que vocês não tinham base para isso ainda. Se eu não voltar, fale com Harry e a AD e comecem a treiná-los neles, entendeu? Estes livros aqui são do Dumbledore. Leia-os e depois ensine para a AD. – pergunta Gabriel. – Você vai receber uma carta de um amigo meu, caso o pior aconteça. Leia atentamente e por favor faça o que está lá. Peça para Snape o acompanhar. Você vai precisar da ajuda dele. Tomem cuidado.
- Claro, cara, mas tenha calma. Acho que podemos tentar negociar com eles. Quem sabe possamos resolver isso de outra maneira. – fala Simas preocupado com o nervosismo de Gabriel.
- Simas, me escute. Eles não são seres humanos. São como baratas. E você não dialoga com baratas, você as esmaga, entendeu? – responde Gabriel sério.
- Gabriel? O professor Dumbledore o está chamando. – chama um aluno do 4° ano.
Dando um abraço em Draco e outro em Simas, Gabriel desce as escadas e encontra Quim, Lupin, Moddy e Dumbledore. Nas mãos de Lupin, uma carta. Pegando a carta e abrindo reconhece a letra de Voldemort. Estranhamente, não tinha mandado um berrador.
“Tenho sua namorada sangue ruim. Quero a varinha. Façamos de um jeito que ninguém se machuque. Sei que há aurores e Dumbledore deve estar por aí também. Não importa. Venha, no máximo em três pessoas, para fazer a troca, caso contrário, sua namoradinha vai sofrer. Estou no cemitério onde renasci, Potter sabe onde é. Dentro de meia hora. Não traga muitos convidados, ou infelizmente ela sofrerá. Lorde Voldemort.”
Gabriel lê a mensagem três vezes para garantir que tinha entendido. Em seguida passa a Dumbledore que a lê e passa para os outros.
- É óbvio que se trata de uma armadilha. – fala Moddy.
- Sim. E eu vou até lá. – rosna Gabriel. - E se ela for ferida, Voldemort vai aprender o significado da palavra dor e medo.
- Mantenha-se calmo. Isto é uma situação de reféns. Acredito que você não deveria ir, e... – Lupin parou ao ver o olhar que Gabriel lhe dirigia.
- Você e qual exército me impediriam? – pergunta Gabriel furioso e com a voz fria.
- Ninguém vai impedi-lo. – fala Dumbledore rapidamente notando que Gabriel estava perdendo o controle novamente. – Mas devemos fazer com calma. É óbvio que eles estarão nos esperando.
- Quem vai? – pergunta Gabriel tenso.
- Quim e eu. – responde Dumbledore.
- Muito bem. Se quiserem mesmo ir, aparatem a 20 metros atrás de mim. Fiquem com as varinhas prontas. Em caso de combate, não exitem. Matem! Por que eu vou fazer isso! – fala Gabriel irritado pegando a varinha falsa em suas mãos.
E depois de descobrir o local com Harry, aparata já dentro do cemitério. Nota que Dumbledore e Quim estão atrás dele. E que vão aproveitando as sepulturas para ter cobertura.
Gabriel segue em direção a uma fogueira. Vê o portal, e vê Hermione amarrada e amordaçada, de pé, com Belatriz tendo uma varinha apontada para sua cabeça. Cercadas por um escudo de energia que impedia um ataque físico ou mágico às duas. Até o Portal estava protegido pelo escudo. Cerca de 50 comensais estavam espalhados por ali.
- Vejo que veio, ó nobre conquistador de sangues ruins. Eu sabia que não exitaria em vir salvar a sua namoradinha, não é mesmo? – ria Belatriz aproveitando a situação.
Gabriel olhava a tudo com cuidado. Voldemort não estava por ali. Os comensais o temiam e Belatriz tinha todas as cartas do jogo. Não tinha escolha. Tinha que jogar, exatamente como ela queria. Observou Hermione e viu que ela estava aterrorizada. Usando seus poderes levemente, percebeu seu medo e lhe deu um sorriso. Havia lágrimas no rosto de Hermione.
- Muito bem. Como deseja fazer? – pergunta Gabriel.
- Você vai jogar a varinha no chão, momento em que vamos verificar se é a verdadeira. Caso seja, vamos embora e você pega sua namoradinha sangue ruim de volta. Meu Lorde diz que lamenta chegar a este ponto, mas que você não é digno da presença dele. Portanto terá que ser comigo mesmo. – ri ela.
- Muito bem. Vou jogar a varinha. – fala Gabriel e joga a sua varinha próxima a um dos comensais que a pega e analisa com muito cuidado, e utilizando um feitiço, verifica a presença de Magia Negra.
- É ela. É a varinha de Salazar Sonserina. Podemos ir. – fala ele e começam a aparatar, ficando somente Bela e Hermione, junto ao Portal, ainda protegidas pelo escudo.
- Parabéns Rapaz. Mas, infelizmente eu não esqueci os meses de cama me recuperando. E por mais que eu goste da idéia de te torturar agora que está desarmado, tenho uma idéia melhor. – fala Belatriz e empurra Hermione para dentro do portal, ao mesmo tempo em que cancela o escudo de energia e aparata rapidamente desviando-se dos feitiços que foram lançados nela por Gabriel, Dumbledore e Quim.
- HERMIONE!! NÃO!! – urra Gabriel desesperado correndo até o portal, mas é atacado por Dumbledore que junto com Quim o mantém preso no chão com feitiços. Impossível se mover.
- Fique calmo. Não adianta fazer nada agora. Ela se foi. – fala Quim de forma calma. Quando se abaixa para ver como o garoto estava, se assusta com os olhos dele. Emitiam labaredas azuis, muito maiores do que aquela vez que lutou com Boris.
Saia da minha frente! – urra Gabriel furioso se libertando dos feitiços que o prendiam. Quim foi jogado alguns metros para trás, caindo na grama. Gabriel foi até o portal e olhou para ele. Nada. Tentou projetar sua mente nele, para encontrar algo, mas nada. Ela se fora.
- Acalme-se droga. – fala Dumbledore preocupado com ele. – Precisamos pensar no que vamos fazer.
“Magia pode não funcionar direito do outro lado! É melhor ter outras opções!” – alerta a espada furiosa em sua mente.
“Irgil!” – responde Gabriel.
“Exato!!” – fala a espada sorrindo perversamente.
- Eu sei exatamente o que fazer. – responde Gabriel olhando para eles. - Quim, por favor, fique aqui. Vou buscar algo. Dumbledore, por favor, vá a te a escola e pegue todas as poções que Snape tiver para ajudar alguém ferido. Volto o mais rápido que puder, mas não deixem ninguém mexer no portal.
- O que pretende fazer? – pergunta Quim se assustando com o nível de poder que ele estava emitindo involuntariamente. Várias lápides estavam levitando ao seu redor.
- Vou atrás de Hermione e mato qualquer um que me impedir. – responde ele urrando e aparata diretamente na sala de Irgïl que o olha assustado.
- Como entrou aqui? – pergunta ele preocupado.
- Olha Irgïl, eu não tenho tempo para explicar. Preciso dos seus Tanques Humanos. Os dois. E tem que ser agora. – fala Gabriel apressado pegando uma mochila de combate que estava no estoque de Irgil. Com um feitiço, amplia o interior da mochila ao máximo. Poderia carregar uma casa ali dentro. E o peso seria quase nulo.
- Quintuplique a quantidade de armas, munições e explosivos. - grita ele para Irgïl que junto com seus homens pegavam as armas e munições das prateleiras e colocavam sobre uma mesa. – E preciso de rações de combate e água para umas duas semanas, no meio de um deserto, para umas cinco pessoas. Providencie uma barraca, também. – berra Gabriel enquanto começa a vestir o traje de Combate e depois o colete. Já que iria para o inferno, iria com armamento para acabar com qualquer demônio.
Irgïl e seus homens corriam como baratas tontas dentro do depósito. Irgïl jamais tinha visto o que seu cliente tinha feito, ou o olhar dele. Parecia um assassino se preparando para matar. Fosse quem fosse o inimigo, ele achava que não sobraria nada dele.
Gabriel observa o material sendo empilhado sobre a mesa que já lotada não comportava mais nada. Começou a carregar na sacola e os homens ficaram espantados por tudo caber lá dentro.
- Irgïl, eu não posso explicar sobre isso, desculpe. – fala Gabriel vendo a careta que os homens faziam. – Preciso de estojos de primeiros socorros. Todos os que tiverem. – fala Gabriel e novamente os homens saíram correndo buscar. Logo lhe trouxeram material médico para atender qualquer tipo de ferimento, além de remédios e equipamentos para um atendimento de emergência.
Começou a conferir tudo. Água, comida, armas, muitas armas e muita munição, explosivos, detonadores, remédios, barraca... Ódio, em grandes doses, é claro.
Analisou tudo e descobriu que não faltava nada. Estava pronto. Colocando sua sacola nas costas, notou que pesava pouco mais de três quilos. Isso era bom. Reforçou magicamente as costuras da sacola, para que não se soltasse mesmo em caso de queda. Também não o impediria de lutar, caso fosse necessário.
- Irgïl, amanhã pela manhã entre em contato com o rapaz que veio aqui. Ele vai providenciar o pagamento para você. Se isso der certo, faço demonstrações grátis de seu equipamento e compro mais uma dúzia deles. – fala Gabriel sério, em seguida, aparata até onde estava o portal. Havia algumas outras pessoas ali. Draco e Snape, inclusive.
Snape lhe entrega dezenas de frascos de poções, que Gabriel conjura uma mochila pequena e acondiciona tudo dentro dela. Depois coloca tudo dentro da mochila em suas costas. Draco vê a quantidade de armamento e não fala nada. Gabriel olha para Dumbledore e fala sério.
- Lembra o que lhe disse antes da luta com Boris? – pergunta seco.
- Lembro. – responde Dumbledore.
- Se eu não voltar em 15 dias, você vai declarar oficialmente minha morte. Agora, mais do que nunca é necessário que você saiba o que os espera. Mas não anuncie minha morte antes deste tempo, pois outras coisas irão acontecer assim que você me declarar morto. – fala Gabriel sério.
- Espere aí. – fala Draco irritado. – Eu vou com você.
- Não. – responde Gabriel sério. – Não vai. Preciso de cada um de vocês aqui, para cumprir o que deve ser feito. Somente eu sou descartável, no momento. Entende? Treine o Potter. Não perca tempo. – fala Gabriel. - Ele deve ser treinado. Nunca se esqueça disso.
A seguir, conjura um grande poste de metal e um cabo de aço muito forte e usando sua magia, enterra-o no chão, deixando-o preso no solo firmemente. Conjura outro poste igual e amarra o cabo no segundo poste, e o atira para dentro do portal, com força. Pelo menos teria uma rota de retorno, se o pior acontecesse.
- Quim, mantenha sempre alguns aurores por aqui. Se algo sair daquele véu que não seja eu ou Hermione, não perca tempo. Ataque e depois corte o cabo, entendeu? – pergunta Gabriel sério.
- Vai deixar o portal aberto? – pergunta Dumbledore preocupado.
- Vou tentar. Não sei como é do outro lado. – responde Gabriel seco.
- Pense bem. Pode estar jogando sua vida fora. – fala Dumbledore sério entrando em sua frente, e impedindo seu caminho.
- Se eu não tiver a Hermione, eu não tenho vida alguma. Agora saia do meu caminho, antes que eu o mate!!!! – grita Gabriel irritado sacando uma pistola Colt 40 com a mão direita e apontando para a cabeça de Dumbledore. Pede à espada que viesse a sua mão esquerda. Não sabia se poderia usar magia do outro lado. Era mais seguro ter todas as armas disponíveis antes de entrar lá. Dumbledore rapidamente sai de sua frente ao ver seu olhar. Gabriel vai acompanhando o cabo entra no portal, desaparecendo imediatamente.
- Acho que não o veremos novamente. – fala Snape com a voz triste.
- Não se iluda. – fala Draco sério. – Ele volta. Eu sei. Nem o inferno o impediria de encontrar Hermione. E trazê-la de volta. É só uma questão de tempo. Só tenho pena de quem tentar o impedir, do outro lado.
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Comenteem Pessoal. Será que alguém adivinha quem mais o Gabriel vai encontrar Além de Hermione? E será que ele deve salvar esse "alguém"??
Próximo Capítulo - Cap 35 - Do Outro lado do Véu - Carnificina. Gabriel como você nunca imaginou ver. Se você acha que ele é perigoso com a espada nas mãos, não imagina o que ele é capaz de fazer com armamento trouxa.
hehehehehehehehe.
E aí? Alguém vai me dizer quem é a outra pessoa presa com Hermione?
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