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11. Vivendo sem Ele


Fic: Nunca Ignore o Verdadeiro Amor - R&H - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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— Capítulo 11 —


Vivendo sem Ele


 


     Ao deixar a casa dos Weasleys na mesma noite, Hermione sentia o corpo em choque.Gina insistiu para que ela passasse o resto da madrugada na Toca, lhe cedendo o quarto. Contudo, Hermione sabia que não podia passar mais nem um minuto sob o mesmo teto que Ronald Weasley... Não, ela não merecia isto.  


 


Despedaçada, ela voltou para sua casa, seu refúgio.


 


   Quando chegou em casa ficou satisfeita quando o barulho da aparatação não acordou os pais. Saiu dos Grangers anunciando que pousaria o fim de semana na Toca.  Ter que dar explicações no seu atual estado de espírito só tornaria o momento pior. Tudo já estava terrível demais.


 


   Sem forças para trocar-se, Hermione deitou na cama com o vestido da festa. Todos os odores da noite estavam impregnados no tecido. Os abraços dos conhecidos, as mãos violentas de Krum, o aperto aconchegante de Ron...


 


“Como ele pôde agir assim?” pensou ela aturdida e chocada.


 


   Ele não lhe deu chance a meias palavras. Cheio de ira , tirou-lhe o direito de ao menos se defender. Se a amasse metade do que falava não teria a julgado e condenado com tanta veemência. Não teria sido estúpido como foi, violento como foi... Injusto como ela nunca viu.




    Após algum tempo vivenciando mentalmente cada segundo em câmera lenta, daquele pesadelo que se formou em segundos na Toca, o corpo de Hermione finalmente parou de tremer e, em algum ponto da madrugada, derrotada entregou-se ao sono. Mas o espírito continuou inquieto torturando-a com pesadelos.


***


 


    Os dias eram vazios como se toda cor da vida tivesse sido roubada.




As horas se arrastavam feito séculos dando a impressão que anos haviam passado desde última vez que vira Ron.




    Há semanas eles tinham tido sua primeira noite de amor. As possibilidades de um dia isto se repetir agora havia se tornado remoto.




Cada vez que tinha que abrir os olhos para uma nova manhã, ela desejava não ter acordado. Não ter que enfrentar mais horas sem ele.




     Quando tentava se concentrar nos estudos, as letras impressas nos livros se embaralhavam pela falta de concentração. No lugar de textos decorados, a mente se enchia das expressões de Rony.




    Hermione nunca mais poderia esquecer aqueles olhos de fogo, raivosos. Das palavras mordazes proferidas pela mesma boca que dizia amá-la.




Sequer sabia se iria perdoá-lo quando o momento chegasse. Talvez mesmo esta chance nunca existisse, uma vez que o próprio Rony evitava ela.




   Harry não gostava de tocar neste assunto quando ela ia a Grimmauld Place, alguns dias da semana. Mas estava óbvio que Rony se empenhara em evitá-la. O simples fato de voltar a morar na Toca definitivamente já era um sinal claro.




   A ideia de encontrá-la na casa dos Black ou qualquer outro lugar não devia agradá-lo.  Mesmo assim ela tinha que perguntar. Precisava saber o quanto dela ainda havia nele.




— Hermione, ele precisa de tempo. — respondeu Harry numa tarde de quarta-feira, enquanto tentavam estudar Poções.


 


   Hermione não mencionou mais Rony. Tão pouco pediu a Harry para enviar qualquer recado ao ruivo. Na verdade se voltasse a vê-lo face a face não seria para pedir perdões ou redimir-se em lamentações...




   Queria ouvir da boca dele todo o tipo de súplica e desculpas pela injustiça inferida, pela humilhação gerada.


 


***


 


   O tempo, contudo continuou a passar distanciando-a dos eventos daquela noite terrível, mas também ele e ela.




   Rony só parecia existir em seus pensamentos amargurados da madrugada... Não mais do que uma lembrança dolorida.




    Hermione continuava a não perguntar a Harry sobre o ex- namorado. O amigo também nunca tinha nada a dizer sobre ele.




    De dia ela conseguia vestir a máscara da indiferença. À noite sob quatro paredes, constantemente seu pranto molhava o travesseiro, lembrando que numa manhã de Domingo eles fizeram amor naquela mesma cama.




Teria que esquecê-lo ou enlouqueceria... Teria que aprender a viver sem ele ou não viveria...




    Dar explicações à família era uma das piores partes do fim de um relacionamento. As especulações, os questionamentos só a deixavam pior.


 


— Acabou! — disse para a mãe depois de um mês que o ruivo não entrava pela porta da casa dos Grangers.


 


   A mãe fez uma expressão desapontada; Claro! Quem que conhecesse Ron Weasley não se apaixonava por ele?


 


***


 


   Mesmo que se arrastando os meses se foram e os dois dias dos exames dos NIEMS em Hogwarts, chegavam.




   Na manhã que teria que pegar o Expresso de Hogwarts na plataforma King Cross, Hermione não estava nervosa ou ansiosa com a proximidade dos exames. Pela primeira vez, se quer pensava em estudo à caminho da escola. A única coisa que pensava era que reveria Rony.




  “O ruivo chegaria a falar com ela ou se quer daria ao trabalho de olhar-la? E se isso acontecesse, como tinha que agir? Receptiva, Consternada ou Indiferente?


 


   Seu coração clamava por ele, mas a razão ouvia o orgulho.




   Quando o relógio tocou, chamando Hermione para o dia a enfrentar, ela já estava acordada. Preparou a mochila, pois seriam não mais que dois dias de exame e teria que ficar na escola nesse tempo.




   Era um dia quente por isso vestiu camiseta e calça jeans. Não se importou como estaria sua aparência. Prendeu os cabelos num rabo de cavalo e sequer passou maquiagem no rosto. Há meses não tinha mais desejo de arrumar-se quando saia de casa.




***


 


    A caminho da estação, no carro com o pai, procurava não pensar em nada. Já que cada vez que imaginava a expressão de Rony quando a visse, seu peito estremecia.




— Eu vou sozinha! — disse Hermione quando ela e o Sr. Granger estacionaram na estação e ele tencionava acompanhá-la até a plataforma.




Era difícil enfrentar a situação sozinha. Na companhia do pai seria terrível.


 


   Ao chegar á plataforma vislumbrou a magnífica locomotiva a vapor, mas não encontrou Rony ou Harry. Porém reconheceu alguns rostos conhecidos de alunos da Grifinória e das outras casas que eram do mesmo período que ela.




   O colega da Grifinória, Neville Longbotton a avistou de algum ponto da plataforma e venho na sua direção. Também trazia uma bagagem pequena consigo.




— Hermione! Imaginei que a encontraria aqui. — disse o garoto receptivo.




— Oi Neville! –respondeu ela surpresa — Mas você não terminou Hogwarts?




— Bem... ainda faltava algumas semanas para os exames, quando a guerra aconteceu. Por fim, McGonagall decidiu que o estudo naquele ano ficou prejudicado, com Comensais da Morte lecionado!




—Verdade! –concordou Hermione entendendo que não era só ela, Harry e Rony que estudaram em casa no último ano e sim todos os formandos do ano da batalha em Hogwarts.




—Eu vi até o Malfoy aqui. – cochichou Neville — Mas ele já entrou no trem. Cadê o Harry e o Rony?


 


   Hermione ficou sem palavras. Neville foi um dos colegas que viu ela e Rony, juntos.


“O que ia dizer?”


 


—Eles devem estar vindo. — respondeu ela tencionando entrar logo no trem e evitar um momento constrangedor.




— Ah! Olha eles ali!— falou Longbotton apontando para entrada da plataforma de onde dois rapazes surgiam com mochilas no ombro.




   O mais baixo, seu amigo Harry Potter. Bonito no melhor estilo trouxa: calça jeans e camiseta de algodão.




  O mais alto, seu ex-namorado Ronald Weasley. Lindo sob qualquer vestuário fosse bruxo ou trouxa.




  Os dois começaram a aproximar-se e Hermione sentiu pernas ficarem feito borracha. Pensou em correr e fugir, mas qualquer atitude seria tolice.




Decidida então, não buscou o olhar de Rony. Se alguém tinha que se redimir era ele.




— Porque o Rony já entrou? — questionou Neville fazendo-a virar na direção dos dois.




   Viu só Harry vinha ao encontro deles e ainda teve tempo de vislumbrar os pés de Ron desaparecer para dentro do trem.


— Oi — disse Harry, quando se aproximou solitário dela e de Neville.


   Hermione não respondeu. Fitou-o com sua pior expressão de desapontamento.


   Harry nada disse perto de Neville, mas balançou a cabeça discretamente. Tão frustrado quanto ela, pelos atos do amigo.


 


   Rony não dera a Hermione nem o crédito de um olhar.




   Ela segurou o choro, sentindo o nó na garganta. Pesarosamente seguiu para dentro do trem silencioso pelos poucos alunos que transportava.




Entrou na primeira cabine vazia e jogou-se no assento. Queria ficar sozinha, sofrer sozinha, mas Harry veio logo atrás.




— Ele não sabe o que faz... — tentou consolar Harry, afagando-lhe o ombro.




   Ela sorriu com dificuldade numa forma de agradecimento a Harry, seu amigo leal. Contudo, o coração estava fragmentado. Sem forças para falar, voltou-se para janela fitando-a a esmo.




   O trem começou a se movimentar deixando a estação para trás.




   Enquanto a paisagem corria lá fora, lágrimas amargas inundavam seu rosto. Hermione e Rony nunca estiveram tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes.


 


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Respondendo aos comentários:


imy: agora sim ficou mais fácil (kkkkk!). Então, dar uma penseira pra o Rony ver o que houve naquela noite resolveria o problema em dois minutos, mas eu não creio que a Hermione, por mais que ame o Rony, no auge do seu orgulho ferido vá se dedicar a provar algo a ele. Se ele apenas tivesse ficado chocado com a cena, mas tivesse agido de uma forma mais complacente, até acredito que ela correria atrás disso, mas perante a situação, não, Hermione quer ver Rony se rastejando em perdões. Eu-sou-mal-mesmo! kkkk. Isso nos leva ao seu segundo questionamente - quer que eles se acertem logo. Eu tenho uma noticia boa e uma ruim sobre isto - a ruim é que eles não vão se acertarem logo, e a boa é que como essa fic é uma repostagem ela está praticamente pronta no meu pc, o que quer dizer que você acompanhará todo o desenrolar rapidinho. Obrigada por opinar querida, fico no aguardo das suas impressões. Bjões!


 


 

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Comentários: 2

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Enviado por Andye em 07/03/2012

Torcendo pela volta do casal mais lindo de HP

Nota: 5

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Enviado por Hermione Rosier Black Malfoy em 06/02/2012

eu sei,o rony foi precipitado em agir daquele modo,e o pior foi q ele xingou ela de uma coisa q sabemos q ela não é,bom tomare q no fim de tudo certo

Nota: 5

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:: Página [1] ::

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