FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

1. Capítulo I


Fic: Um Preço Alto Demais HHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Hermione anteviu péssimas notícias, ao ver o rosto de Mark Henderson, o contador de sua mãe. Já ao telefone, ele titubeara, quanto à resposta sobre a real situação financeira de Grangerwinds. E dissera que explicaria os detalhes pessoalmente.
A contenção de gastos de sua mãe durante os dois últimos anos não deixava dúvidas. Os empregados foram reduzidos ao mínimo. Às cercas não foram pintadas. Havia muitos reparos por fazer. A fazenda começava a deteriorar-se, um fato comercialmente ruim.
Para competir com a profusão de haras modernos que grassavam em Upper Hunter Valley, Grangerwinds teria de melhorar muito.
Jane não concordara, quando a filha tocara no assunto no começo do ano.
— Filha, nós precisamos é de um garanhão novo e não de estrebarias bonitas.
O que também era uma verdade. Há quatro anos, no auge dos bons negócios, a mãe importara um irlandês de primeira linha, Four-Leaf Clover.
Por azar, o cavalo contraíra um vírus e morrera logo depois do primeiro período na coudelaria. Os potros, filhos dele, foram cotados por um preço inferior ao do mercado no leilão e Jane não aceitou desfazer-se dos animais.
Com apenas dois garanhões restantes e que já estavam ficando velhos, Grangerwinds apresentava uma situação difícil em seu programa reprodutivo. E naquele ano, não havia recursos para comprar outro.
— Tenho de pensar em uma pechincha — a mãe afirmara. — Não tenho muito dinheiro disponível.
A mãe mostrara-se exultante, ao chegar a casa, em maio, com Goldplated, principalmente quanto ao preço negociado. Embora nenhum preço fosse barato, quando se tratava de dinheiro emprestado.
Mark Henderson levantou-se para receber Hermione.
— Bom dia, minha filha, sente-se. — Ele apontou a única cadeira em frente à escrivaninha enorme e velha.
Hermione tirou o chapéu e sentou-se, ajeitando as costas de encontro ao espaldar reto. Tentou aliviar os ombros doloridos pela tensão.
O contador remexeu nos papéis sobre a mesa. Hermione não agüentou mais a ansiedade.
— Seja franco, Mark.
Ele apenas ergueu os olhos.
— Nada de evasivo ou atenuante. Sou filha de minha mãe. Posso enfrentar isso.
Era mesmo a filha de Jane, Mark pensou e balançou a cabeça.
Mas não na aparência. Jane Granger fora uma mulher feia. Hermione certamente lembrava o pai, o homem que surgira do nada há vinte e cinco anos. Após engravidar a solteirona de quarenta e cinco, dona de Grangerwinds, desapareceu da face da terra.
Os boatos diziam tratar-se de um cigano e a aparência de Hermione confirmava os ditos. Tinha cabelos castanhos longos e cacheados, olhos castanho-claros e pele azeitonada. Uma jovem muito bonita, na opinião de Mark.
Entretanto, os modos e a personalidade eram idênticos às da mãe. Até o modo de sentar, com o tornozelo direito sobre o joelho esquerdo! Uma postura masculina típica. E as roupas, então! Mark nunca a vira vestida com outra coisa que não fosse jeans e camisa xadrez. Mesmo assim, não escondia a sua beleza.
A massa de cabelos maravilhosos sempre presos em um rabo-de-cavalo, enfiado debaixo de um chapéu de caubói. Os lábios carnudos jamais tinham visto batom. O único perfume o qual ela emanava era o de couro e cavalos.
Mas era a sua conduta que mais irritava Mark. Embora não fosse tão agressiva e dogmática como a mãe, ainda assim não tinha diplomacia no trato com as pessoas. Além de ser bastante atrevida.
Claro que não era culpa sua. Jane criara a filha como um menino selvagem, a bem da verdade. O contador lembrava-se de uma visita a Grangerwinds, quando Hermione deveria estar com onze ou doze anos. Ela o encontrara na porteira, montada em um enorme potro preto de olhar enlouquecido e narinas resfolegantes. Um cavalo de meter medo em muito homem!
— Vamos apostar corrida até em casa! — ela gritara de onde o cavalo estava dançando em círculos, impaciente, — O último que chegar é um ovo podre!
Hermione incitara o grande animal com os tornozelos e saíra a galope, como um verdadeiro jóquei.
Embora estarrecido com os modos nada femininos, ele acelerara o carro e saíra atrás da adolescente, com a certeza de que qualquer carro ultrapassaria o mais veloz dos cavalos de corrida na subida longa e tortuosa.
E o que ela fez? Galopou pelas pastagens e espantou éguas e crias, ao pular as cercas de uma em uma, em um comportamento mais do que temerário. Quando ele finalmente apareceu no caminho de cascalho em frente a casa, Hermione já o esperava, com os olhos faiscantes.
— Da próxima vez, seja mais rápido, Mark — provocou. — Ou compre um carro esporte!
Foi a primeira vez em que ela o chamara de Mark. Antes era Sr. Henderson.
Jane estava à espera deles na varanda e apesar da reprimenda pela ousadia e imprudência, Henderson detectou uma satisfação implícita.
As palavras ásperas foram por que a menina havia perdido o chapéu!
— Quer candidatar-se a um câncer de pele? — ela gritou. — Volte e trate de achá-lo, menina.
A garota rebelde virou a montaria e, gritando incentivos, voltou por onde viera. Ou seja, pulando cerca após cerca.
Mark tentou fazer um comentário sobre a imprudência de Hermione, mas Jane impedira-o de prosseguir.
— Você teria dito o mesmo se ela fosse um menino? Não, é claro! Teria admirado a sua coragem e seu sangue-frio. Minha filha precisa dessas qualidades para tomar conta da fazenda, quando eu morrer. Hermione terá de ser uma mulher capaz de sobreviver no universo essencialmente masculino dos criadores de cavalos. Nele não há lugar para frescuras. Como minha herdeira, ela precisará de alguma coisa além de um nome forte. Fibra, força e ego de homem. Eu farei o possível para que ela adquira os três.
"Você fez um bom trabalho, Jane", Mark pensou, naquele momento.
A jovem era corajosa e dona de muito caráter. Mas seria o suficiente para sair do atoleiro onde a mãe a deixara?
Mark foi claro, como Hermione pedira.
Ela escutou as notícias aterradoras. A mãe não somente emprestara dinheiro para comprar Goldplated, como também Four-Leaf Clover. E esse último custara uma pequena fortuna! E o pior. Four-Leaf Clover não estava no seguro. Quando ele morrera, a perda fora total e o empréstimo inicial não fora quitado.
— Sua mãe era contra assegurar qualquer coisa e eu jamais consegui persuadi-la do contrário. Como você deve saber, nem com seguro de vida ela contava.
— Eu sei — ela murmurou ainda angustiada pela recente morte da mãe.
O ataque cardíaco de Jane surpreendera a todos, a despeito de seus setenta anos. Ela sempre fora muito forte.
Hermione perguntava-se se o aumento progressivo da dívida contribuíra para a trombose coronária da mãe. Será que ela se preocupara em excesso com o empréstimo?
Jane nunca mencionara o fato. Era orgulhosa demais para admitir um erro.
Pensar na mãe trouxe-lhe lágrimas aos olhos. Ela tossiu, piscou e tratou de controlar-se. Sua mãe sempre odiara vê-la chorar. "Lágrimas não levam a nada. Faça alguma coisa para solucionar o problema. Não fique aí se lamuriando e sentindo pena de si mesma!"
— Quanto dinheiro estou devendo? — Hermione perguntou brusca.
Mark pigarreou, o que não lhe pareceu um bom sinal.
— É... Três milhões de dólares. Com alguma conversa, dá para tirar um mil ou dois.
“Três milhões!” Hermione lutou para esconder o choque. E conseguiu.
"Nunca deixe os bastardos saberem o que você está pensando ou sentindo", a mãe dissera-lhe muitas vezes. "Mostre-se desprotegida e eles aproveitarão de você."
Quando dizia bastardo, Jane se referia aos homens. Embora Hermione não tivesse se tornado uma inimiga ferrenha dos homens como a mãe, ela começava a entender o que Jane queria dizer com a "natureza predadora do sexo masculino".
O mês que se seguiu ao funeral tinha sido um aprendizado. Perdera a conta dos homens que a importunaram desde que herdara Grangerwinds. Sempre com lisonjas untuosas e oferecimentos para fazer alguma coisa pela "coitadinha" que ficara órfã.
Mas certamente eles não teriam feito nada disso, se soubessem que a "coitadinha" devia três milhões de dólares! Hermione refletiu.
Uma pena que não poderia dizer-lhes.
O orgulho e a lealdade para com a mãe a manteriam calada sobre o assunto. Jane passara a vida contando com o respeito de seus pares no meio dos criadores de cavalos. A filha não deixaria que rissem dela, principalmente os homens.
Mas o que ela iria fazer?
— Sei que é muito dinheiro — Mark disse gentil. — Avisei sua mãe para não fazer mais empréstimos, mas ela simplesmente não quis me escutar.
Hermione conhecera a teimosia de Jane e estava determinada a fazer o mesmo. Mark, apesar de idoso, era um homem inteligente e íntegro, a quem ela admirava e respeitava. Jamais tentaria aproveitar-se dela ou dar-lhe um mau conselho. Hermione gostava muito dele.
— Mark, o banco quer resgatar o empréstimo?
— Não. Eles têm sido pacientes, o que me surpreende, e generosos, ao emprestar mais dinheiro a Jane. Talvez por haver uma caução excelente. Eles sabem que não perderão. Grangerwinds vale muito mais de que três milhões.
— Quer dizer que a fazenda está correndo risco? Terei de vendê-la?
— Se as coisas continuarem desse jeito e você não refrear o aumento do empréstimo, temo que o fato seja inevitável. O banco fará isso por você.
Como poderia viver sem Grangerwinds? Ela se amargurou. A casa. Os cavalos. As terras. Era tudo o que conhecia e amava. Era seu sangue. Sem isso, morreria.
Mark teve muita pena da jovem. Ele odiava ter de tomar essa atitude logo após a morte de Jane. Mas certas coisas não podiam esperar. Uma dívida desse calibre crescia a cada dia, principalmente com o aumento da taxa de juros.
— Se quer a minha opinião, deve vender alguns cavalos. E rápido. Você tem éguas reprodutoras muito valiosas.
— Você ficou louco? Por acaso sabe quanto custou à minha mãe e à sua família chegar a um plantel desses? As éguas são a espinha dorsal de Grangerwinds. Elas não têm preço. Eu venderia a mim mesma, antes de vender uma só delas!
Mark suspirou. Tal mãe, tal filha. Fora o que Jane dissera, quando ele sugerira a mesma coisa, dias antes de sua morte. Evitara responder a Jane que ela não era um produto vendável.
Com a filha, o caso mudava de figura. O olhar masculino de Mark pensou na imagem magnífica de Hermione em pé, nua, amarrada e orgulhosa, à frente de um mercador de escravas brancas em leilão. Os cabelos cacheados espalhados sobre os ombros. Os olhos castanhos e desafiadores enfrentando os que desejavam dar um lance.
E que preço ela alcançaria! Ele imaginou um xeque bilionário pagando uma soma vultosa para levar Hermione Granger para seu harém.
Será que essas coisas ainda aconteciam? Ele especulou. Talvez. Mas não na Austrália.
Ainda assim, uma idéia floresceu...
Hermione controlou-se a custo. Mark não sabia sobre o que estava falando. Ele entendia de dinheiro, mas não de cavalos.
— Quanto tempo você acha que temos? — ela quis saber. — Antes do banco começar a cobrar? Um ano? Dois? Talvez três?
Mark suspeitava de que a instituição financeira poderia sustentar a hipoteca indefinidamente. O que transformaria em milagre, a hipótese de Hermione sair sozinha do atoleiro. Por fim, eles executariam a dívida e Grangerwinds teria de ser vendida, junto com as preciosas éguas. E em uma venda de liquidação, tudo perdia o valor. Se Hermione não tomasse cuidado, ela não só perderia o haras, como nem teria com o que sobreviver.
Ele achou-se no dever de fazê-la tomar uma atitude imediata ou tudo estaria perdido.
— Sábado é primeiro de agosto — ele comentou. — Eu diria que você tem prazo até o fim do ano.
— Mas isso não é tempo suficiente! — Hermione protestou. — Você tem de ir ao banco e explicar-lhes que preciso de uns vinte e quatro meses para conseguir um lote excelente de animais de um ano para vender. Minha mãe podia ser uma tola em muitos aspectos, mas era uma grande conhecedora de cavalos. Goldplated será um sucesso. Sei disso. Dentro de três anos, Grangerwinds terá dinheiro para jogar fora.
Mark tomou a suspirar. Já ouvira isso antes. De Jane. Com o correr dos anos, ele aprendera que tudo era incerto, quando se tratava de cavalos de corrida. Fosse à pista ou na criação.
— Hermione — ele foi incisivo —, você tem de achar um meio de devolver o empréstimo. E logo.
— Está bem, mas não diga para eu vender meus cavalos, por que eu não farei isso! — ela afirmou, com determinação. — E ponto final! Tem de haver outro jeito.
— Só consigo pensar em duas soluções diversas. Mas... só uma delas é viável.
Que multimilionário iria querer casar-se com aquela jovem teimosa, prepotente e em dificuldades? Só a formosura não adiantaria. Principalmente um tipo de beleza agreste como a dela. Homens ricos gostavam de esposas glamourosas e bem vestidas para elevar o ego dos maridos, e que fossem anfitriãs perfeitas para convidados ilustres. Não de criaturas independentes, irritadiças, com opinião própria e em dificuldades financeiras.
— O quê? — Ela jogou o pé direito no chão, quando se debruçou para frente. — Diga-me.
— Você tem de achar um sócio, alguém que pague em dinheiro pelo direito de ter uma parte de Grangerwinds.
Ela endireitou-se na cadeira.
— Não dará certo, Mark. Mamãe se viraria no túmulo se um homem pusesse as mãos na fazenda. E eu também não gostaria disso.
— Não estou falando em qualquer homem. Refiro-me a um profissional. Um homem da cidade. Um parceiro silencioso.
— Ah, sim, um tipo de sócio como esse eu poderia tolerar. Mas, onde vou encontrá-lo?
— Você poderia pedir a ajuda de Tonks. Trata-se de uma mulher inteligente, não só como treinadora, mas como relações-públicas. Ela é perita em arrecadar dinheiro para as corporações de jóqueis. Ela tem clientes ricos e um círculo grande de contatos no mundo dos negócios. Acho que Tonks conhece alguns bons prováveis candidatos com mais dinheiro do que juízo.
— Está me dizendo que um homem precisa ser estúpido para ser meu sócio?
— Nada pessoal, minha filha. Mas um velho contador muito esperto afirmava que nunca se deve investir em negócios que precisam de muita munição.
— Tem razão. Criação de cavalos de corrida é um investimento de risco. O camarada interessado terá de ser muito rico.
— Em geral quem se envolve com esse tipo de criação tem muito dinheiro, não é?
— É verdade, Mark. Não digo que me agrada ter um parceiro, mesmo que omisso. Mas se tem de ser assim, paciência. Melhor do que vender algum dos cavalos. Telefonarei a Tonks assim que chegar a casa. Tenho de mandar um par de cavalos para ela registrar e treinar para mim. Animais muito bons, mas não posso permitir-me o luxo de pagar para treiná-los.
Mark ficou aliviado por Hermione haver concordado.
— Mas não poderei ficar fora muito tempo. As crias começam a chegar neste final de semana.
— Você ainda tem pessoal para cuidar disso. Achar um sócio é mais importante.
— Sei... E quanto ao seguro? Não quero cometer o mesmo erro de minha mãe.
— Depois da morte dela, assegurei tudo — Mark confessou. — Não pedi sua permissão, para não aborrecê-la. Espero que não se incomode.
Hermione levantou-se, sorriu e estendeu a mão.
— Claro que não, Mark. Obrigada. Não sei o que faria sem você.
Ele piscou, com o aperto forte da mão de Hermione. Não era de admirar que ela fosse uma amazona excelente.
— Não há problemas com as despesas em geral? — ela perguntou.
— As entradas de caixas estão correspondentes às saídas. É evidente que a fazenda precisa de melhorias. Você tem de começar a pensar nisso. Se você e Tonks desentocarem algum tolo da cidade por três milhões, você poderia tentar mais um para as obras!
— Mark, você me surpreende! — Ela riu.
— Duvido muito. Mas escute. Se Tonks não encontrar ninguém adequado, sugiro você aproximar-se de uma consultoria financeira especializada em administrar investimentos rurais. Isso como último recurso. Os intermediários sempre querem uma parte. Um negócio por meio de contato pessoal será muito melhor.
— Concordo. Se tiver de ter um sócio, eu gostaria de ter algum controle sobre ele. Agora tenho de ir. Sexta-feira já está perto.
— Boa sorte, Hermione.
— Até mais, Mark.
Ela virou-se e deu três passadas, com suas botas de elástico lateral. Parou e olhou por sobre o ombro.
— Qual a outra solução?
— Ah. Uma idéia idiota. Não vale a pena ser mencionada.
— Ainda assim, eu gostaria de saber.
Como sempre, ela mostrava-se teimosa.
— Eu pensei no que as aristocratas falidas costumavam fazer, quando os castelos ameaçavam ruir.
— O que era?
— Casavam-se por dinheiro.
Hermione caiu na risada.
— Tem razão, Mark. É a idéia mais imbecil que já ouvi. Acho que já foi o tempo em que as jovens sacrificavam-se para casar com velhos barrigudos e endinheirados para salvar as jóias da família.
Mark não teve muita certeza daquilo.
— Se eu me casar — Hermione anunciou e pôs o chapéu empoeirado na cabeça —, não será por dinheiro.
— Ah-ah — Mark aprovou, sorrindo. — Por amor, hein?
— Não seja ridículo, Mark. Amor não tem nada a ver com isso. Será só por sexo.
Ela saiu da sala, com um sorriso travesso.


-----> Primeiro capítulo postado... Continua ou deleta??? Comentem, dêem a opinião de vocês... Bjaum<-----

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.